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EMPREENDEDORISMO   Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Estrutura da apresentação <ul><li>Empreendedorismo; </li></ul><ul><li>Formação em empreendedorismo; </li></ul><ul><li>Mode...
Empreendedorismo <ul><li>Pessoas (empreendedor - palavra de origem francesa “entrepreneur” que designa a pessoa que organi...
<ul><li>As competências de empreendedor: </li></ul><ul><ul><li>Nascem com as pessoas?; </li></ul></ul><ul><ul><li>Adquirem...
Formação em empreendedorismo Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de...
Importância dos empreendedores <ul><li>Construtores das economias; </li></ul><ul><li>Aproveitam as oportunidades; </li></u...
Características dos empreendedores <ul><li>Na UE a 25, nos 10 países PECO e nos EUA (2007): </li></ul><ul><ul><li>Cerca de...
<ul><li>Em Portugal: </li></ul><ul><ul><li>89% dos portugueses consideram os empreendedores criadores de empregos; </li></...
<ul><li>Tanto na UE a 25, como nos EUA e nos países PECO, invariavelmente, as pessoas, maioritariamente, acham que os empr...
<ul><li>Em termos socais, na UE a 25, os empreendedores são: </li></ul><ul><ul><li>A base da criação de riqueza, maioritar...
Evolução das sociedades <ul><li>Mudanças na sociedade originam mudanças paralelas na economia e na educação. </li></ul>Vít...
Realidade do ensino <ul><li>Ainda ensinamos: </li></ul><ul><ul><li>Usando o horário agrícola (de acordo com a a hora solar...
A “velha” e a “nova” Economia Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico d...
A “velha” e a “nova” Educação Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico d...
Formas de aprendizagem aprendizagem <ul><li>Percentagem retida das diferentes formas de aprendizagem </li></ul>Vítor Domin...
Desenvolvimento profissional <ul><li>Consiste num conceito mais abrangente do que ler livros e assistir a aulas teóricas; ...
Os efeitos <ul><li>1989 – menos de 5% dos jovens sabiam o que era o empreendedorismo; </li></ul><ul><li>1999 – 64% conside...
<ul><li>Um emprego para toda a vida já não existe; </li></ul><ul><li>Grande maioria dos novos empregos são criados em empr...
<ul><li>Em 2007, 57% dos portugueses gostavam de ter o seu próprio emprego, vontade que não é só de agora, uma vez que, já...
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<ul><li>Na UE a 25 (2007), 57% da população está disposta a criar a própria empresa, enquanto que os restantes estariam di...
<ul><li>Em termos socio-demográficos na UE são: </li></ul><ul><ul><li>Os homens que mais gostavam de ter a sua própria emp...
<ul><li>As razões que levam as pessoas a ter o seu próprio negócio tem a ver com questões como as seguintes:  </li></ul><u...
<ul><li>A preferência por ser empregado, tem causas em aspectos como:  </li></ul><ul><ul><li>A vontade de ter um rendiment...
Citações <ul><li>Mitos: “Os erros têm custos” ; </li></ul><ul><li>Realidade: “Os erros feitos cedo são lucrativos” ; </li>...
Modelos de formação em empreendedorismo Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Pol...
CG International <ul><li>O modelo de empreendedorismo da CG International (há outros, nomeadamente o da GEM – Global Entre...
Modelo da CGI <ul><li>Tem sido testado ao longo dos últimos 15 anos em todos os continentes, com enorme sucesso; </li></ul...
Modelo de empreendedorismo <ul><li>Centrado no participante (centra-se no desenvolvimento da pessoa e nas características ...
Ciclo de desenvolvimento empreendedor <ul><li>Acho que quero ser um empreendedor (pré-aspiração e aspiração); </li></ul><u...
<ul><ul><ul><li>Utilizar os tempos de lazer; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Estruturar capacidades; </li></ul></ul></...
<ul><ul><li>Método SCAMPER para gerar ideias: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>S ubstituir; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul>...
<ul><ul><li>Processo Walt Disney para gerar ideias: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O Sonhador, </li></ul></ul></ul><ul><ul...
<ul><ul><li>Brainstorming: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Regras para reflexão, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Os...
<ul><li>Há uma oportunidade nessa ideia? (identificação de oportunidades); </li></ul><ul><li>Vou planear e conseguir o fin...
Como aprendem os empreendedores <ul><li>Orientação/coaching; </li></ul><ul><li>Ajuda dos pares; </li></ul><ul><li>Experiên...
As 4 componentes de um empreendedor <ul><li>Qualidades pessoais; </li></ul><ul><li>Atitudes; </li></ul><ul><li>Competência...
Acção: a base do empreendedorismo <ul><li>Um empreendedor deve ser decidido; </li></ul><ul><li>Devem ter em atenção que ex...
Modelo de aprendizagem da CGI <ul><li>O que vai acontecer; </li></ul><ul><li>Baseado na experiência; </li></ul><ul><li>A e...
Técnicas utilizadas <ul><li>Actividades práticas (abordagem “learning by doing”); </li></ul><ul><li>Trabalho em pequenos g...
Aplicação dos modelos na organização da formação em empreendedorismo Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Profe...
Etapas do modelo da CGI na formação <ul><li>Introdução: </li></ul><ul><ul><li>Corresponde a uma breve introdução ao assunt...
<ul><li>Revisão: </li></ul><ul><ul><li>Os formandos devem contar as suas histórias, transmitindo de forma simplificada o q...
<ul><li>Análise: </li></ul><ul><ul><li>Deverá funcionar como um sumário de tudo o que se passou, pelo que deverá consistir...
Citações <ul><li>“ The best way to predict the future is to create it”. </li></ul><ul><ul><li>Peter Drucker 1 ; </li></ul>...
Plano da formação <ul><li>Pontos-chave: </li></ul><ul><ul><li>Atrair e apoiar os formandos no seu próprio processo de apre...
<ul><li>Resultados de aprendizagem: </li></ul><ul><ul><li>Compreender o emprendedorismo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Modelo...
<ul><li>Estilos de aprendizagem: </li></ul><ul><ul><li>Aprendizagem visual; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aprendizagem auditi...
Dinâmica dos grupos <ul><li>Formação/constituição; </li></ul><ul><li>Confusão/explosão; </li></ul><ul><li>Normalização; </...
Guia para a etapa da reflexão <ul><li>O que se está a passar?; </li></ul><ul><li>Como é que se sente em relação a isto?; <...
Guia para a etapa da generalização <ul><li>Como é que foi a experiência? Boa/má?; </li></ul><ul><li>Poderia ter sido difer...
Guia para a etapa da aplicação <ul><li>Como é que pode aplicar estas actividades e os ensinamentos daí recorrentes a …?; <...
Bibliografia <ul><li>GestEntrepreneur (2007). Guia do Facilitador (Formação de Formadores e Facilitadores em Empreendedors...
Fim!!!! Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia -  Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
Empreendedor por UM DIA: Instruções <ul><li>Trabalhar em grupo; </li></ul><ul><li>Planear operar o negócio durante 3-4 hor...
Empreendedor por UM DIA: Preparação <ul><li>Responda às seguintes questões, quando estiver a prepara o negócio: </li></ul>...
Reflexão pessoal <ul><li>PNI: </li></ul><ul><ul><li>P- Positivo, </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O que correu bem?; </li></...
Bibliografia <ul><li>GestEntrepreneur (2007). Guia do Facilitador (Formação de Formadores e Facilitadores em Empreendedors...
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Empreendedorismo

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Empreendedorismo

  1. 1. EMPREENDEDORISMO Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  2. 2. Estrutura da apresentação <ul><li>Empreendedorismo; </li></ul><ul><li>Formação em empreendedorismo; </li></ul><ul><li>Modelos de formação em empreendedorismo; </li></ul><ul><li>Aplicação dos modelos na organização da formação em empreendedorismo. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  3. 3. Empreendedorismo <ul><li>Pessoas (empreendedor - palavra de origem francesa “entrepreneur” que designa a pessoa que organiza, lidera, opera e assume riscos); </li></ul><ul><li>Empresas (estratégias empresariais). </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  4. 4. <ul><li>As competências de empreendedor: </li></ul><ul><ul><li>Nascem com as pessoas?; </li></ul></ul><ul><ul><li>Adquirem-se?. </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  5. 5. Formação em empreendedorismo Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  6. 6. Importância dos empreendedores <ul><li>Construtores das economias; </li></ul><ul><li>Aproveitam as oportunidades; </li></ul><ul><li>Aceitam o risco; </li></ul><ul><li>Jogam no mercado global; </li></ul><ul><li>Atingem os objectivos (ficam ricos). </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  7. 7. Características dos empreendedores <ul><li>Na UE a 25, nos 10 países PECO e nos EUA (2007): </li></ul><ul><ul><li>Cerca de 88% da população considera que os empreendedores são criadores de emprego (com os EUA a terem uma ligeira vantagem e a rondarem os 89%); </li></ul></ul><ul><ul><li>Cerca de 70% das pessoas acha que são a base da criação da riqueza, beneficiando todos (com os EUA a terem, novamente, vantagem e a situarem-se nos 75% contra 67% dos países PECO); </li></ul></ul><ul><ul><li>Cerca de 40% (grosso modo) é da opinião que os empreendedores pensam só na sua própria carteira (52% nos países PECO e 24% nos EUA); </li></ul></ul><ul><ul><li>À volta de 40% opina que exploram a pessoas que trabalham (57% nos países PECO e 26% nos EUA). </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  8. 8. <ul><li>Em Portugal: </li></ul><ul><ul><li>89% dos portugueses consideram os empreendedores criadores de empregos; </li></ul></ul><ul><ul><li>84% acham que são a base da criação de riqueza, beneficiando toda a população; </li></ul></ul><ul><ul><li>49% são de opinião que pensam só no seu próprio enriquecimento; </li></ul></ul><ul><ul><li>52% estão convictos que os empreendedores pretendem, unicamente, explorar as pessoas que trabalham. </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  9. 9. <ul><li>Tanto na UE a 25, como nos EUA e nos países PECO, invariavelmente, as pessoas, maioritariamente, acham que os empreendedores são criadores de emprego. </li></ul><ul><li>Num segundo lugar, nestes países, considera-se os empreendedores como criadores de riqueza, à excepção da Eslováquia que os consideram como exploradores dos trabalhadores e do Chipre que os consideram como interesseiros e preocupados com a criação da sua própria fortuna. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  10. 10. <ul><li>Em termos socais, na UE a 25, os empreendedores são: </li></ul><ul><ul><li>A base da criação de riqueza, maioritariamente, para os homens, para as pessoas com mais de 55 anos, com formação e com mais de 20 anos, das zonas metropolitanas, com próprio emprego e cujo pais já tinham o seu próprio emprego; </li></ul></ul><ul><ul><li>São interesseiros e preocupados com a sua própria fortuna, sobretudo, para as mulheres, para as pessoas com mais de 55 anos, pessoas em formação e com idade até aos 15 anos, das áreas urbanas, trabalhadores por conta de outrem e cujos pais já eram empregados; </li></ul></ul><ul><ul><li>Consideram-nos criadores de emprego, em maioria, os homens, as pessoas dos 25 aos 39 anos, as pessoas com formação e com mais de 20 anos, das zonas rurais e com o próprio emprego; </li></ul></ul><ul><ul><li>Acham que são exploradores, sobretudo, os homens, as pessoas com mais de 55 anos, os jovens até aos 15 anos em formação, das zonas urbanas e trabalhadores por conta de outrem. </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  11. 11. Evolução das sociedades <ul><li>Mudanças na sociedade originam mudanças paralelas na economia e na educação. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  12. 12. Realidade do ensino <ul><li>Ainda ensinamos: </li></ul><ul><ul><li>Usando o horário agrícola (de acordo com a a hora solar); </li></ul></ul><ul><ul><li>De forma industrial; </li></ul></ul><ul><ul><li>Numa era de construção e empreendimento individual. </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  13. 13. A “velha” e a “nova” Economia Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  14. 14. A “velha” e a “nova” Educação Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  15. 15. Formas de aprendizagem aprendizagem <ul><li>Percentagem retida das diferentes formas de aprendizagem </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  16. 16. Desenvolvimento profissional <ul><li>Consiste num conceito mais abrangente do que ler livros e assistir a aulas teóricas; </li></ul><ul><li>O modelo de educação experimental é a chave para o ensino de uma educação empreendedora; </li></ul><ul><li>Empreendedorismo torna-se o veículo de aprendizagem. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  17. 17. Os efeitos <ul><li>1989 – menos de 5% dos jovens sabiam o que era o empreendedorismo; </li></ul><ul><li>1999 – 64% consideraram-no a 1ª escolha de carreira; </li></ul><ul><li>Crescimento quatro vezes maior nos negócios iniciados por jovens; </li></ul><ul><li>50% dos impostos provieram de pequenas e micro-empresas; </li></ul><ul><li>“ Wise Man takes All” (“reality show” chinês, em que os concorrentes dão o seu melhor para criar o seu próprio negócio). </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  18. 18. <ul><li>Um emprego para toda a vida já não existe; </li></ul><ul><li>Grande maioria dos novos empregos são criados em empresas com 10 ou menos trabalhadores; </li></ul><ul><li>Existe a necessidade de se ser adaptável, flexível e empreendedor; </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  19. 19. <ul><li>Em 2007, 57% dos portugueses gostavam de ter o seu próprio emprego, vontade que não é só de agora, uma vez que, já em 2000 eram cerca de 67% os portugueses que desejavam trabalhar por conta própria; </li></ul><ul><li>Na União Europeia dos primeiros 15 países (sem os países PECO), Portugal só é acompanhado nesta tendência pela Grécia, Itália, Irlanda e Espanha; </li></ul><ul><li>O cenário nos novos 10 países PECO não é muito diferente, facto que leva a que na União Europeia a 25 (sem a Roménia e a Bulgária que entraram em 2007), cerca de 50% prefira ser empregado contra os 37% dos Estados Unidos da América. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  20. 20. <ul><li>Em termos sociais (2007): </li></ul><ul><ul><li>Na União Europeia a 25, são os homens que mais gostavam de ter o seu próprio emprego (50,2%), os jovens entre os 15 e os 24 anos (54,9%), a população que, ainda, está a estudar (54,7%), os que têm o próprio emprego (72,9%) e aqueles cujo os pais já tinham o seu próprio emprego (50,6%). </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  21. 21. <ul><li>Na UE a 25 (2007), 57% da população está disposta a criar a própria empresa, enquanto que os restantes estariam dispostos unicamente a trabalhar por conta própria, sem necessariamente constituir uma empresa; </li></ul><ul><li>Nos Estados Unidos da América o cenário não é muito diferente, neste aspecto, rondando os 54% a parte da população interessada em criar uma empresa e a investir nela; </li></ul><ul><li>Neste âmbito, mais uma vez os portugueses estão acima da média, uma vez que, são 71% os que gostavam de criar a sua própria empresa. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  22. 22. <ul><li>Em termos socio-demográficos na UE são: </li></ul><ul><ul><li>Os homens que mais gostavam de ter a sua própria empresa (61,5%), os jovens com idade entre os 15 e os 24 anos (65,3%), a população que ainda está a estudar (67,8%), as pessoas das zonas metropolitanas (60,0%), as que têm o próprio emprego (59,5%) e as pessoas cujos pais já tinham o seu emprego próprio (62,5%). </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  23. 23. <ul><li>As razões que levam as pessoas a ter o seu próprio negócio tem a ver com questões como as seguintes: </li></ul><ul><ul><li>Independência pessoal, livre escolha do local e horário de trabalho, melhores perspectivas de rendimento, oportunidades de negócio, clima económico favorável, falta de oportunidades de emprego atractivas, tradição de família ou dos amigos em criar negócio próprio; </li></ul></ul><ul><li>Em Portugal, à semelhança dos outros países da União Europeia a 25, a principal razão que leva as pessoas a optarem por criar o seu próprio negócio é: </li></ul><ul><ul><li>A independência pessoal e a definição de metas próprias; </li></ul></ul><ul><ul><li>Se na primeira razão todos os países são unânimes, já na segunda e na terceira razão não é bem assim, alternando-se entre a liberdade de local e horário de trabalho e a possibilidade de melhor rendimento. </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  24. 24. <ul><li>A preferência por ser empregado, tem causas em aspectos como: </li></ul><ul><ul><li>A vontade de ter um rendimento garantido, horário de trabalho fixo, segurança em termos sociais, dificuldades administrativas, falta de financiamento para o próprio emprego, nunca ter trabalhado por conta própria e medo de falhar; </li></ul></ul><ul><ul><li>De todas estas razões a mais determinante em Portugal é a vontade de ter um rendimento garantido e estável, tal como, um pouco em toda a generalidade da União Europeia. </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  25. 25. Citações <ul><li>Mitos: “Os erros têm custos” ; </li></ul><ul><li>Realidade: “Os erros feitos cedo são lucrativos” ; </li></ul><ul><li>“ você falha 100% dos remates que não tenta”; </li></ul><ul><li>“ Não faça a gestão dos falhanços. Faça a gestão do custo do falhanço”; </li></ul><ul><li>“ Apply yourself. Get all the education you need, by then, by God, do something. Don´t just stand there, make it happen!” </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>Lee Lacocca, Chairman Chrysler Motors </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><li>Steve jobs 1 ; </li></ul><ul><li>Steve jobs 2 . </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  26. 26. Modelos de formação em empreendedorismo Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  27. 27. CG International <ul><li>O modelo de empreendedorismo da CG International (há outros, nomeadamente o da GEM – Global Entrepreneurship Monitor, que é um consórcio académico de investigação) é baseado em 15 anos de experiência no desenvolvimento da educação em empreendedorismo; </li></ul><ul><li>Os consultores da CGI têm uma experiência acumulada em trabalhos efectuados em mais de 65 países; </li></ul><ul><li>Os consultores da CGI estiveram directa ou indirectamente envolvidos na formação de 500 000 jovens empreendedores. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  28. 28. Modelo da CGI <ul><li>Tem sido testado ao longo dos últimos 15 anos em todos os continentes, com enorme sucesso; </li></ul><ul><li>Lida com as pessoas, com a sua aprendizagem e com o desenvolvimento cíclico do empreendedor; </li></ul><ul><li>É orientado para a acção, reflectivo e aplica-se ao desenvolvimento, quer da vida pessoal, quer profissional. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  29. 29. Modelo de empreendedorismo <ul><li>Centrado no participante (centra-se no desenvolvimento da pessoa e nas características necessárias para ser empreendedor; </li></ul><ul><li>Desmistifica o empreendedorismo (divide o processo em pequenos passos, facilmente atingíveis); </li></ul><ul><li>Adapta-se às várias formas de aprendizagem; </li></ul><ul><li>Baseado na experiência. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  30. 30. Ciclo de desenvolvimento empreendedor <ul><li>Acho que quero ser um empreendedor (pré-aspiração e aspiração); </li></ul><ul><li>Preciso de uma ideia que me inspire (geração de ideias) </li></ul><ul><ul><li>Modos de gerar ideias: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Copiar; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Combinar; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Resolver problemas; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fazer algo melhor; </li></ul></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  31. 31. <ul><ul><ul><li>Utilizar os tempos de lazer; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Estruturar capacidades; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Reciclar; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Viajar e procurar ideias; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Reflexão em grupo; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Falar e escutar; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Elaborar listagens; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Encontrar alternativas; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Melhorar alguma coisa; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Sonhar acordado; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fazer os “se e só ses”. </li></ul></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  32. 32. <ul><ul><li>Método SCAMPER para gerar ideias: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>S ubstituir; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>C ombinar; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A daptar; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>M odificar M inimizar M aximizar; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>P ôr outras utilizações; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>E liminar; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>R everter. </li></ul></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  33. 33. <ul><ul><li>Processo Walt Disney para gerar ideias: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O Sonhador, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>É a criança que existe dentro de nós; </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Vê as oportunidades, não os problemas; </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Nenhuma ideia é má. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O Designer, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>É o criador inovador que existe dentro de nós; </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Analisa ideias com a atitude de que é possível; </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Centra-se na forma de como as coisas podem ser feitas. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O Detalhe, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Avalia as ideias sistematicamente; </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Acredita que todas as ideias necessitam de ser avaliadas a analisadas logicamente; </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Considera potenciais problemas e possíveis soluções para os mesmos. </li></ul></ul></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  34. 34. <ul><ul><li>Brainstorming: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Regras para reflexão, </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Os participantes deverão sugerir o maior número possível de ideias originais que possam funcionar como soluções, assim como estimular as ideias dos outros. </li></ul></ul></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  35. 35. <ul><li>Há uma oportunidade nessa ideia? (identificação de oportunidades); </li></ul><ul><li>Vou planear e conseguir o financiamento; </li></ul><ul><li>É tempo de agir (início). </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  36. 36. Como aprendem os empreendedores <ul><li>Orientação/coaching; </li></ul><ul><li>Ajuda dos pares; </li></ul><ul><li>Experiência; </li></ul><ul><li>Conhecimento; </li></ul><ul><li>Planeamento. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  37. 37. As 4 componentes de um empreendedor <ul><li>Qualidades pessoais; </li></ul><ul><li>Atitudes; </li></ul><ul><li>Competências; </li></ul><ul><li>Informação. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  38. 38. Acção: a base do empreendedorismo <ul><li>Um empreendedor deve ser decidido; </li></ul><ul><li>Devem ter em atenção que existem muitos factores à sua volta que o irão destabilizar; </li></ul><ul><li>E depois actuar! Levar a cabo uma acção, mesmo sem ter toda a informação, é o passo ideal para se atingir o sucesso. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  39. 39. Modelo de aprendizagem da CGI <ul><li>O que vai acontecer; </li></ul><ul><li>Baseado na experiência; </li></ul><ul><li>A experiência torna-se o livro de texto; </li></ul><ul><li>Interiorização através da reflexão; </li></ul><ul><li>Apreende-se o conhecimento através da acção; </li></ul><ul><li>Contínuo, passando de uma esperiência para outra; </li></ul><ul><li>Natureza cíclica. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  40. 40. Técnicas utilizadas <ul><li>Actividades práticas (abordagem “learning by doing”); </li></ul><ul><li>Trabalho em pequenos grupos; </li></ul><ul><li>Recurso aos meios audiovisuais; </li></ul><ul><li>Torna os participantes “donos” do processo de aprendizagem, sendo eles próprios os líderes; </li></ul><ul><li>Minimiza o tempo de ensino tradicional, em, que o formador ministra os conceitos teóricos. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  41. 41. Aplicação dos modelos na organização da formação em empreendedorismo Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  42. 42. Etapas do modelo da CGI na formação <ul><li>Introdução: </li></ul><ul><ul><li>Corresponde a uma breve introdução ao assunto. Deve focar a acção que vai ter lugar. </li></ul></ul><ul><li>Clarificação: </li></ul><ul><ul><li>Deverá assegurar-se que o formando percebeu a tarefa que tem pela frente. </li></ul></ul><ul><li>Acção: </li></ul><ul><ul><li>O formando executará as tarefas que lhe permitirão aperceber do contexto da aprendizagem. </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  43. 43. <ul><li>Revisão: </li></ul><ul><ul><li>Os formandos devem contar as suas histórias, transmitindo de forma simplificada o que se passou na acção. </li></ul></ul><ul><li>Reflexão: </li></ul><ul><ul><li>É orientada pelo formador que deverá utilizar os pontos expostos na revisão para construir pontes entre as acções e a matéria. </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  44. 44. <ul><li>Análise: </li></ul><ul><ul><li>Deverá funcionar como um sumário de tudo o que se passou, pelo que deverá consistir num ponto único. </li></ul></ul><ul><li>Generalização: </li></ul><ul><ul><li>Ponte entre esta acção específica e as aplicações em diversas áreas. </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  45. 45. Citações <ul><li>“ The best way to predict the future is to create it”. </li></ul><ul><ul><li>Peter Drucker 1 ; </li></ul></ul><ul><ul><li>Peter Drucker 2 . </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  46. 46. Plano da formação <ul><li>Pontos-chave: </li></ul><ul><ul><li>Atrair e apoiar os formandos no seu próprio processo de aprendizagem (aprendizagem individualizada); </li></ul></ul><ul><ul><li>Facilitar um ambiente onde os formandos aprendem fazendo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Facilitar uma abordagem com diferentes modos de aprendizagem; </li></ul></ul><ul><ul><li>Heterogeneidade do grupo de formandos (têm diferentes características, histórias de vida distintas, etc). </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  47. 47. <ul><li>Resultados de aprendizagem: </li></ul><ul><ul><li>Compreender o emprendedorismo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Modelo pessoal para o empreendedorismo; </li></ul></ul><ul><ul><li>Ideias e oportunidades; </li></ul></ul><ul><ul><li>Estratégias empreendedoras e empresariais; </li></ul></ul><ul><ul><li>Competência empreendedora pessoal; </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  48. 48. <ul><li>Estilos de aprendizagem: </li></ul><ul><ul><li>Aprendizagem visual; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aprendizagem auditiva; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aprendizagem táctil/cinética. </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  49. 49. Dinâmica dos grupos <ul><li>Formação/constituição; </li></ul><ul><li>Confusão/explosão; </li></ul><ul><li>Normalização; </li></ul><ul><li>Execução; </li></ul><ul><li>Dissolução/suspensão. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  50. 50. Guia para a etapa da reflexão <ul><li>O que se está a passar?; </li></ul><ul><li>Como é que se sente em relação a isto?; </li></ul><ul><li>O que é que precisa para saber…; </li></ul><ul><li>Poderá fazer-se de outra forma?; </li></ul><ul><li>Qual é a pior/melhor coisa que pode acontecer?; </li></ul><ul><li>Teve alguma surpresa?; </li></ul><ul><li>O que é que verificou? </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  51. 51. Guia para a etapa da generalização <ul><li>Como é que foi a experiência? Boa/má?; </li></ul><ul><li>Poderia ter sido diferente?; </li></ul><ul><li>O que é que a mesma lhe diz sobre si próprio ou ao grupo?; </li></ul><ul><li>O que é que conhece melhor sobre si ou ao grupo?; </li></ul><ul><li>Que conclusões é que pode retirar daí?; </li></ul><ul><li>O que é que aprendeu?; </li></ul><ul><li>O que é que isto lhe diz sobre…?; </li></ul><ul><li>Estas actividades lembram-lhe alguma coisa?; </li></ul><ul><li>Quais os princípios que vê implícitos?; </li></ul><ul><li>Isto ajuda-o a explicar alguma coisa?; </li></ul><ul><li>Isto relaciona-se com outras experiências?; </li></ul><ul><li>O que é associa a isto?; </li></ul><ul><li>E então?. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  52. 52. Guia para a etapa da aplicação <ul><li>Como é que pode aplicar estas actividades e os ensinamentos daí recorrentes a …?; </li></ul><ul><li>O que é que gostaria de fazer com elas?; </li></ul><ul><li>O que é que poderia fazer para ajudar a aplicar metodologias ensinadas?; </li></ul><ul><li>Como é que se poderia fazer melhor? </li></ul><ul><li>Qual é que seria a consequência de fazer alguma coisa com isto?; </li></ul><ul><li>Como é que esta experiência foi para si?; </li></ul><ul><li>Quais é que foram os pontos positivos e negativos?; </li></ul><ul><li>Como é que poderia ser mais significativo?; </li></ul><ul><li>Que mudanças é que faria?; </li></ul><ul><li>O que é que faria diferente?; </li></ul><ul><li>Se tivesse de fazer tudo outra vez, o que é que faria?; </li></ul><ul><li>Algumas sugestões?. </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  53. 53. Bibliografia <ul><li>GestEntrepreneur (2007). Guia do Facilitador (Formação de Formadores e Facilitadores em Empreendedorsimo). GestEntrepreneur, Lisboa; </li></ul><ul><li>http://scholar.google.pt </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  54. 54. Fim!!!! Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  55. 55. Empreendedor por UM DIA: Instruções <ul><li>Trabalhar em grupo; </li></ul><ul><li>Planear operar o negócio durante 3-4 horas; </li></ul><ul><li>Planear obter lucro; </li></ul><ul><li>Não recorrer a lotarias nem jogos; </li></ul><ul><li>Não desenvolver actividades ilegais; </li></ul><ul><li>Estar ciente dos negócios existentes e não interferir com eles; </li></ul><ul><li>Tentar fazer qualquer coisa diferente que nunca tenha feito anteriormente; </li></ul><ul><li>Não invocar a caridade como método de venda; </li></ul><ul><li>Divertir-se!! </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  56. 56. Empreendedor por UM DIA: Preparação <ul><li>Responda às seguintes questões, quando estiver a prepara o negócio: </li></ul><ul><ul><li>Qual é (o produto/serviço)?; </li></ul></ul><ul><ul><li>Quem são (os promotores do negócio e os clientes)?; </li></ul></ul><ul><ul><li>Onde é (localização do negócio)?; </li></ul></ul><ul><ul><li>Quando (horário)?; </li></ul></ul><ul><ul><li>Porquê (razão do negócio)?; </li></ul></ul><ul><ul><li>Como (saberão os clientes o que estão a vender)?; </li></ul></ul><ul><ul><li>Quanto (custo do negócio). </li></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  57. 57. Reflexão pessoal <ul><li>PNI: </li></ul><ul><ul><li>P- Positivo, </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O que correu bem?; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Que forças utilizei?; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Estou impressionado com?; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fui bem sucedido em?. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>N- Negativo, </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O que precisa ser melhorado?; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O que poderia ter sido diferente?; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O que me desapontou?; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Teria sido melhor se?: </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>I- Interessante, </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O que me surpreendeu?; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O que é que pensei mudar?; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>É interessante que?. </li></ul></ul></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu
  58. 58. Bibliografia <ul><li>GestEntrepreneur (2007). Guia do Facilitador (Formação de Formadores e Facilitadores em Empreendedorsimo). GestEntrepreneur, Lisboa; </li></ul><ul><li>http://scholar.google.pt </li></ul>Vítor Domingues Martinho - Ph.D. em Economia - Professor Adjunto do Instituto Politécnico de Viseu

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