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25 de abril

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Día da Paz

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25 de abril

  1. 1. A FORZA DO POBO derrubando a violencia construíndo a paz un mundo máis libre e máis xusto saíndo á rúa sen armas cambiando balas por flores REVOLUCIÓNS PACÍFICAS 30 de xaneiro DÍA ESCOLAR POLA PAZ E A NON VIOLENCIA
  2. 2. Em 1932, Antônio de Oliveira Salazar tornou-se ditador, instaurando em Portugal um regime inspirado no fascismo italiano, cujas liberdades de reunião, de organização e de expressão foram suprimidas. . Só havia um partido político, a Acção Nacional Popular, que apoiava o governo. . Não havia eleições livres. Só se podia votar no partido do governo. . As mulheres só podiam votar se tivessem concluído o curso secundário. Não podiam viajar sozinhas para fora do País sem autorização escrita do marido ou do pai. . Não se podia dizer mal do governo e quem o fizesse era preso. Havia uma polícia política, com milhares de informadores em toda a parte, que escutava praticamente todas as conversas. . As pessoas casadas pela Igreja não se podiam divorciar. . Cada patrão pagava o que queria aos seus trabalhadores. . As notícias só podiam sair nos jornais depois de terem sido lidas e autorizadas pelos Serviços de Censura.
  3. 3. Salazar será um apoio para o golpe militar encabeçado por Franco em Espanha contra o governo republicano. Com a sua vitória criar- se-á uma aliança do fascismo ibérico, colaborando através da diplomacia, da imprensa e da propaganda.
  4. 4. A Guerra Colonial tinha começado em 1961, e opunha o Exército português aos guerrilheiros que lutavam pela independência dos territórios africanos que Portugal governava: Angola, Moçambique e Guiné. O governo chamava a esses territórios «províncias ultramarinas» (porque estavam para além do mar) e afirmava que faziam parte de Portugal. Na verdade eram colónias, ou seja, países com populações e línguas próprias que no passado tinham sido conquistados e ocupados pelos portugueses. Muitos países europeus tinham tido colónias em África, mas em 1973 ou 1974 essas colónias já se tinham tornado países independentes quer dizer, já não dependiam das metrópoles, que era como se chamava aos países colonizadores. Mas o governo português teimava em manter a posse das colónias, e por isso enviava para a guerra todos os jovens.Imperio colonial portugués em África
  5. 5. O serviço militar durava então quatro anos, os primeiros dois passados na «metrópole», em instrução e os dois últimos no «ultramar», em combate. Muitos jovens morriam nos combates em África. Durante os 13 anos que durou a guerra perderam a vida quase 9 mil e uns 30 mil ficaram feridos ou estropiados. Quase todas as famílias estavam de luto, pois tinham pelo menos um morto na guerra. Em 1973, Portugal tinha 150 mil homens a combater. Muitos dos sobreviventes, depois de regressarem, mostravam dificuldade em integrarem-se na vida civil e eram frequentes as doenças psiquiátricas provocadas pela terrível experiência por que tinham passado. Além disso, Portugal (que era um país pobre) dirigia para as despesas (*gastos) da guerra cerca de metade do dinheiro que gastava. Portanto, quase não havia obras públicas; construíam-se poucas estradas, pontes, escolas ou hospitais.
  6. 6. No ano de 1968 o ditador Salazar sofreu um derrame cerebral, que resultou em sua substituição por seu ex-ministro Marcelo Caetano, que deu continuidade à ditadura. No entanto, a decadência econômica, em conjunto com o desgaste com a guerra colonial, provocou descontentamento na população e nas forças armadas, o que resultou na aparição de um movimento contra a ditadura.
  7. 7. O Movimento das Forças Armadas (MFA) ou Movimento dos Capitães, designação original, encontra-se ligado à publicação dos Decretos-Leis n.os 353, de 13 de julho de 1973, e 409, de 20 de agosto do mesmo ano, por meio dos quais se pretendia resolver o problema da falta de oficiais com que o Exército se debatia perante a continuação da Guerra Colonial. A recusa de Marcelo Caetano em aceitar uma solução política para a guerra levou a que os oficiais de nível intermédio, que suportavam realmente o combate no teatro de operações, percebessem que o fim do conflito passava pelo derrube do regime do Estado Novo. Os capitães sabiam ser este também o sentimento geral da população. Sabiam ainda, após a publicação do livro de Spínola Portugal e o Futuro (fevereiro de 1974), que podiam contar com o apoio dos seus chefes militares.
  8. 8. A 25 de abril de 1974 um golpe de Estado levado a cabo pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) põe fim a 48 anos de ditadura do Estado Novo e inicia o período que ficaria conhecido como Revolução dos Cravos. A senha para o início do movimento foi dada à meia-noite através de uma emissora de rádio. Era uma música proibida pela censura, “Grândola Vila Morena”, de Zeca Afonso.
  9. 9. «Grândola, vila morena» é uma canção composta e cantada por Zeca Afonso que foi escolhida pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) como sinal para confirmar o início da Revolução dos Cravos, transformando-se em símbolo da revolução, assim como do início da democracia e da liberdade em Portugal.
  10. 10. JoséAfonsoescreveuopoema “GrândolaVilaMorena”apóster sidoconvidadoaparticiparnos festejosdo52ºAniversárioda coletividadeSociedadeMusical FraternidadeOperáriade Grândolaem17maiode1964 eterficadoimpressionadocom oambientefraternoesolidário destaSociedadealentejana.
  11. 11. Na madrugada do 25 de abril de 1974, militares do MFA (Movimento das Forças Armadas) ocuparam os estúdios do Rádio Clube Português e, através da rádio, explicaram à população que pretendiam que o País fosse de novo uma democracia, com eleições e liberdades de toda a ordem. Ao mesmo tempo, uma coluna militar com tanques, comandada pelo capitão Salgueiro Maia, saiu da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém, e marchou para Lisboa. Na capital, tomou posições junto dos ministérios e depois cercou o quartel da GNR do Carmo, onde se tinha refugiado Marcelo Caetano, o sucessor de Salazar à frente da ditadura.
  12. 12. Durante o dia, a população de Lisboa foi-se juntando aos militares. E o que era um golpe de Estado transformou-se numa verdadeira revolução. A certa altura, uma vendedora de flores começou a distribuir cravos que a gente enfiava no cano da espingarda dos soldados. Por isso se falava de Revolução dos Cravos. Foram dados alguns tiros para o ar, mas ninguém morreu nem foi ferido: foi uma revolução pacífica.
  13. 13. Ao fim da tarde, Marcelo Caetano, o ditador, rendeu-se. Ele acabou fugindo para o Brasil O MFA granjeia de imediato apoio popular e mais tarde um crescente prestígio político que o levará a ocupar um lugar de destaque na estabilização do Estado e na consolidação do regime democrático. A presidência de Portugal foi assumida pelo general António de Spínola. Um ano depois, a 25 de Abril de 1975, os portugueses votaram pela primeira vez em liberdade desde há muitas décadas. Esse mesmo ano, em Espanha, morria o ditador Franco que governara desde a Guerra Civil (1936-1939) e começava o período de transição de uma ditadura a uma democracia.
  14. 14. Revolução dos Cravos Foi o movimento que derrubou o regime salazarista em Portugal, em 1974, de forma a estabelecer as liberdades democráticas promovendo transformações sociais no país. A decadência econômica e o desgaste com a guerra colonial provocaram descontentamento na população e nas forças armadas. Isso favoreceu a aparição de um movimento contra a ditadura. No dia 25 de abril de 1974, explode a revolução. A senha para o início do movimento foi dada à meia- noite através de uma emissora de rádio, a senha era uma música proibida pela censura, Grândola Vila Morena, de Zeca Afonso. Durante o dia, a população de Lisboa foi-se juntando aos militares. E o que era um golpe de Estado transformou-se numa verdadeira revolução. A certa altura, uma vendedora de flores começou a distribuir cravos que a gente enfiava no cano da espingarda dos soldados. Por isso se falava de Revolução dos Cravos. Foram dados alguns tiros para o ar, mas ninguém morreu nem foi ferido: foi uma revolução pacífica. O ditador rendeu-se e fugiu para Brasil.
  15. 15. Fridays for Future É un movemento de xente nova preocupada polo clima —iniciado por Greta Thunberg na Suecia. Maniféstanse para esixir ás distintas administracións a "declaración de emerxencia climática e a elaboración dunha lei coa participación activa das ONG´s e da sociedade civil", mudanzas na política forestal "como medida preventiva ante os graves incendios que virán como consecuencia do cambio climático", medidas para conseguir "unha maior eficiencia" no uso da auga e "impulsar unha política agraria que favoreza a soberanía alimentar con base en produtos sustentábeis e de proximidade".
  16. 16. A CIDADANÍA MOBILÍZASE CONTRA AS MENTIRAS DA GUERRA DE IRAQ Non foi unha guerra de "último recurso“ como se nos quixo facer crer foi unha guerra elixida, desatada "antes de que se esgotasen aas opcións pacíficas para o desarme". George W. Bush acusava Hussein de prestar axuda a terroristas musulmáns e de fabricar armas de destrución masiva en solo iraquiano, acusacións que nunca se puideron probar, deixándolle moi claro á cidadanía que eran os propios intereses económicos e estratéxicos de EEUU os que provocaran unha guerra. En España e en Galiza a xente saiu ás rúas para pedir a fin do apoio do goberno español a esta guerra e o regreso inmediato das tropas.

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