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Auto Avaliacao Da Biblioteca Escolar Rosario

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Auto Avaliacao Da Biblioteca Escolar Rosario

  1. 1. Auto – Avaliação da Biblioteca Escolar<br />Rosário Barreiras<br />2009<br />
  2. 2. O Papel e mais valias da auto-avaliação da BE<br />As bibliotecas enfrentam, neste novo contexto e na sua relação com a escola novos desafios, que obrigam à redefinição de práticas e a uma liderança e demonstração de valor que as integrem na estratégia de ensino/aprendizagem da escola e nas práticas de alunos e professores.”<br />KatherineMansfield<br />
  3. 3. O Papel e mais valias da auto-avaliação da BE<br />“ A auto avaliação é a chave da melhoria…” SarahMcNicol<br />
  4. 4. O Papel e mais valias da auto-avaliação da BE<br />Para demonstrar o seu contributo e impacto nas aprendizagens é necessário à Biblioteca Escolar <br /><ul><li>Saber gerir a mudança
  5. 5. Redefinir as suas práticas
  6. 6. Demonstrar a importância do Professor Bibliotecário como interventor no percurso formativo e curricular dos alunos
  7. 7. Trabalhar em cooperação com os docentes no desenvolvimento das diferentes literacias
  8. 8. Desenvolver uma cultura de avaliação
  9. 9. Articular, Colaborar e Comunicar em permanência na escola</li></li></ul><li>O processo e o necessário envolvimento da escola/agrupamento<br />O processo de auto-avaliação deve enquadrar-se no contexto da escola e ter em conta as diferentes estruturas com as quais é necessário interagir:<br /><ul><li>Director – deve ser líder coadjuvante no processo e aglutinador de vontades e acções.
  10. 10. Estruturas Escolares -Conselho Geral; Conselho Pedagógico, acompanhar o processo, cooperar na análise e discussão de resultados.
  11. 11. Professor Bibliotecário– desempenhar a função de catalizador, comunicador e gestor com todos os agentes educativos.
  12. 12. Coordenadores de Departamento/Professores – co-responsáveis na divulgação de todo o processo.
  13. 13. Alunos/E.E. – colaboração na resposta a questionários e grelhas de observação.</li></li></ul><li>A relação com o processo de planeamento<br />O impacto da avaliação na gestão da Biblioteca Escolar permite<br /><ul><li>Aferir a eficácia dos seus serviços
  14. 14. Identificar sucessos/insucessos
  15. 15. Determinar as condicionantes da qualidade e eficiência do seu serviço
  16. 16. Aferir o seu impacto nas atitudes, nos comportamentos e nas competências dos seus utilizadores</li></li></ul><li>A relação com o processo de planeamento<br />Para demonstrar o seu contributo e impacto nas aprendizagens é necessário que a Biblioteca Escolar <br /><ul><li>Investigue o resultado da sua acção
  17. 17. Analise o sucesso e o impacto dos seus serviços
  18. 18. Preste contas à sua comunidade do impacto das suas acções </li></li></ul><li>A relação com o processo de planeamento<br />A auto-avaliação da Biblioteca Escolar<br /><ul><li>Processo pedagógico regulador, inerente à gestão que procura a sua melhoria contínua
  19. 19. Pretende avaliar a sua qualidade e eficácia e não o desempenho individual do seu coordenador/ equipa
  20. 20. Pretende mobilizar toda a escola, com vista a melhor rentabilizar as suas potencialidades </li></ul> <br />
  21. 21. A relação com o processo de planeamento<br />Objectivos da auto-avaliação<br />Não constitui um fim em si mesmo, deverá ser entendida como um processo que conduz à reflexão com vista a originar mudanças na prática, visando: <br /><ul><li>Determinar o grau de consecução da sua Missão e Objectivos
  22. 22. Identificar os pontos fortes que devem persistir
  23. 23. Identificar os pontos fracos que devem ser ultrapassados
  24. 24. Ajustar continuamente as práticas com vista à melhoria dos resultados
  25. 25. Procurar a melhoria através da acção colectiva. </li></li></ul><li>A relação com o processo de planeamento<br /> Etapas do processo:<br /><ul><li>Identificação de um problema ou de um desafio;
  26. 26. Recolha de evidências;
  27. 27. Interpretação da informação recolhida;
  28. 28. Realização das mudanças necessárias;
  29. 29. Recolha de novas evidências acerca do impacto dessas mudanças.</li></li></ul><li>A relação com o processo de planeamento<br />A. Apoio ao Desenvolvimento Curricular<br />A.1 Articulação curricular da BE com as estruturas pedagógicas e os docentes<br />A.2. Desenvolvimento da literacia da informação<br />B. Leitura e Literacias<br />C. Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade<br />C.1. Apoio a actividades livres, extra-curriculares e de enriquecimento curricular<br />C.2. Projectos e parcerias<br />D. Gestão da Biblioteca Escolar<br />D.1. Articulação da BE com a Escola/ Agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE<br />D.2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços<br />D.3. Gestão da colecção <br />
  30. 30. A integração dos resultados na auto-avaliação da escola<br /><ul><li>Elaboração do relatório de auto – avaliação;
  31. 31. Análise e aprovação do relatório em Conselho Pedagógico e delinear plano de melhoria;
  32. 32. Elaboração de uma síntese a integrar o relatório da escola;
  33. 33. Os resultados devem servir de base de trabalho para avaliação externa da escola pela IGE.;
  34. 34. O relatório final da inspecção deverá avaliar o impacto da BE na escola. </li></li></ul><li>BIBLIOGRAFIA<br /><ul><li>Mansfield, K. (2009). O Modelo de Auto-Avaliação no contexto da Escola/ Agrupamento. Lisboa: RBE.
  35. 35. Texto da sessão, disponibilizado na plataforma.
  36. 36. R.B.E. (2009). Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares. Lisboa. M.E.</li>

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