Projeto Interdisciplinar Partindo do Ensino da Matemática

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Projeto interdisciplinar desenvolvido pelos integrantes de matemática, geografia e artes da equipe do PIP II da SRE-Carangola

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Projeto Interdisciplinar Partindo do Ensino da Matemática

  1. 1. Projeto InterdisciplinarMatemática / Artes / Geografia<br />“Nós e o lixo que produzimos”<br />Destinado ao 9º ano do Ensino Fundamental<br />
  2. 2. Esta proposta de projeto de ensino e aprendizagem tem por finalidade expandir o conhecimento do aluno de 9º ano sobre o lixo que produzimos no decorrer de nossas vidas. Trazendo como base o ensino de Matemática e interagindo com as disciplinas de Artes e Geografia, obtém-se uma nova visão de como lidamos com o meio ambiente juntamente com tudo que consumimos. <br />Introdução:<br />
  3. 3. De acordo com a concepção de sustentabilidade disseminada no século XXl, é de suma importância convidar o aluno a ter um posicionamento crítico de idéias e atitudes sobre o assunto. O aluno necessita associar a quais reflexos estamos expostos vivendo em um mundo consumista e totalmente voltado para a economia de mercado.<br />Justificativa:<br />
  4. 4. É inegável que nos últimos trinta anos o Brasil tem assistido a um intenso movimento de reformas curriculares para o ensino de matemática. <br /> Como nos diz Pires (200, p.35)*, referindo-se a essas reformas,<br />[...] o homem parece começar a tomar consciência da iminência do desastre planetário, da explosão demográfica, da redução dos recursos naturais. Desse modo, novos paradigmas emergem e trazem, como consequência, desafios à educação e, em particular ao ensino de Matemática.<br />Objetivos Gerais:<br />* A Matemática nos anos iniciais do ensino fundamental, pág 16 – Coleção Tendências em Educação Matemática<br />
  5. 5. Dentre os aspectos positivos no que se refere ao ensino de Matemática para o 9º ano do ensino fundamental, destacamos os seguintes:<br /><ul><li>O tratamento e análise de dados por meio de gráficos;
  6. 6. A concepção de noções de estatística;
  7. 7. A percepção de que a matemática é uma linguagem;
  8. 8. Um esforço para embasar a proposta em estudos recentes de educação matemática;
  9. 9. A percepção de que a função da Matemática escolar é preparar o cidadão para uma atuação na sociedade em que vive.</li></li></ul><li> De acordo com a Lei nº 9394/96 – Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em seu artigo 22, estabelece que:<br /> “A educação tem por finalidade desenvolver o educando, assegurar- lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornece-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores”.<br />
  10. 10. Ainda na LDB, em seu artigo 32, é afirmado que o ensino fundamental tem por objetivo a formação básica do cidadão, mediante:<br />I – o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo;<br />II – a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;<br />
  11. 11. O PCN – Parâmetros Curriculares Nacionais, volume 3, área de Matemática, publicado em 1997 pela Secretaria de Educação Fundamental – Brasília: MEC/SEF, trouxe sem dúvida, questões inovadoras quanto ao ensino de matemática, dentre as quais:<br /><ul><li>A matemática colocada como instrumento de compreensão e leitura de mundo;
  12. 12. O reconhecimento dessa área do conhecimento como estimuladora do “interesse, curiosidade, espírito de investigação e o desenvolvimento da capacidade de resolver problemas”.</li></li></ul><li> Há, no documento citado, indicativos de ruptura com a linearidade do currículo, uma vez que ele destaca a importância de estabelecer conexões entre diferentes blocos de conteúdos, entre a matemática e as demais disciplinas, além da exploração de projetos que possibilitam a articulação e a contextualização dos conteúdos.<br /> A matemática precisa estar ao alcance de todos e a democratização do seu ensino deve ser meta prioritária do trabalho docente.<br />
  13. 13. Sendo assim, a rede estadual de ensino de Minas Gerais definiu os Conteúdos Básicos Comuns (CBC) para os anos finais de ensino fundamental e para o ensino médio, o que constitui uma passo importante no sentido de tornar a rede de ensino num sistema de alto desempenho. Os CBC’s não esgotam todos os conteúdos a serem abordados na escola, mas expressam os aspectos fundamentais de cada disciplina, que não podem deixar de ser ensinados e que o aluno não pode deixar de aprender.<br />
  14. 14. O CBC trata o ensino de Matemática numa perspectiva de caráter dinâmico, em constante evolução. O educando precisa comunicar-se matematicamente, ou seja, descrever, representar e apresentar resultados, com precisão e argumentar sobre suas conjecturas, fazendo uso da linguagem oral e estabelecer relações entre ela e diferentes representações matemáticas.<br />O objetivo é levar o aluno a raciocinar e expressar-se matematicamente, ou seja, reconhecer situações que podem ser descritas em linguagem matemática e ser capaz de aplicar métodos matemáticos para resolvê-las.<br />
  15. 15. Dessa forma, esse projeto apresenta uma proposta de ensino e aprendizagem em Matemática com uma intenção construtivista, ou seja, ele sugere a criação de um ambiente em que o aluno possa construir conceitos matemáticos.<br />“Fazer é compreender, a aprendizagem é uma construção”.<br /> Jean Piaget<br />
  16. 16. Metodologia e Procedimentos:<br />
  17. 17. <ul><li>No ensino de Matemática, será exibido aos alunos o vídeo “A história das coisas” e partindo deste, faremos uma análise do índice de desperdício, consumo, qualidade de vida, sustentabilidade e efeitos no meio ambiente através de gráficos, tabelas e conjuntos de dados fazendo uma interpretação relacionada com o tema explorado.</li></li></ul><li><ul><li>No ensino de Artes, será articulado a análise e crítica de obras de arte, mobilizando o identificar, estabelecer relações e saber posicionar-se individualmente sobre o tema proposto. O tema “Nós e o lixo que produzimos” será contextualizado com a apresentação do artista plástico Vik Muniz, juntamente com sua obra, e a exibição do filme-documentário “Lixo Extraordinário”.</li></ul>Lixo, 2009 – Vik Muniz<br />
  18. 18. <ul><li>No ensino de Geografia, a abordagem se dará com ênfase nos padrões de consumo e desequilíbrios proporcionados aos ecossistemas, devido ao modelo consumista capitalista. Para tanto será utilizado o texto “Sinal de Alerta” retirado da Revista Nova Escola, edição especial nº 31, editora abril, de Maio de 2010. </li></li></ul><li> O projeto visa atingir o interesse dos alunos para uma prática pedagógica diferenciada onde os conhecimentos disciplinares passem a ser entendidos de maneira a se agregarem e não como conhecimentos isolados.<br /> Portanto, a proposta metodológica busca a interdisciplinaridade voltada aos desafios de cada conteúdo.<br /> Para atender as competências sugeridas nas matrizes curriculares e chegar às expectativas de aprendizagem dos alunos propostas pelo MEC e SEE, que hoje são cobradas nas avaliações de desempenho nacionais. Propõe-se categorizar os níveis de aprendizagem e os quais pretende-se atingir de acordo com o nível cognitivo do aluno. <br /> As competências podem ser categorizadas em três níveis distintos de ações e operações mentais, que esse diferenciam pela qualidade das relações estabelecidas entre o sujeito e objeto do conhecimento.<br />Proposta Metodológica:<br />
  19. 19. No nível básico encontram-se as ações que possibilitam a apreensão das características e propriedades permanentes e simultâneas de objetos comparáveis, isto é, que propiciam a construção dos conceitos. Consideramos competências de Nível Básico, por exemplo:<br /><ul><li>Observar para levantar dados, descobrir informações nos objetos, acontecimentos, situações, etc. , e suas representações;
  20. 20. Identificar, reconhecer, indicar, apontar dentre diversos objetos, aquele que corresponde a um conceito ou a uma descrição, ou identificar uma descrição que corresponde a um conceito ou às características típicas de objetos da fala de diferentes tipos de texto, etc.</li></ul> Isto é interpretar e entender o objeto do conhecimento de acordo com a intencionalidade do tema proposto e a ação que o verbo exerce ao ser aplicado.<br />
  21. 21. No nível operacional encontram-se ações coordenadas que pressupõem o estabelecimento de relações entre os objetos; fazem parte deste nível os esquemas operatórios que se coordenam em estruturas reversíveis. Estas competências, que, em geral atingem o nível da compreensão e explicação, mas que o saber fazer supõem alguma tomada de consciência dos instrumentos e procedimentos utilizados possibilitando sua aplicação a outros contextos.<br />Dentre as competências do Nível Operacional, podem-se distinguir: Classificar – Organizar (separando), objetos, fatos, fenômenos, acontecimentos e suas representações de acordo com o critério único incluindo as relações de transitividade; além de conservar algumas propriedades de objetos, figuras, etc.; quando o todo se modifica.<br />
  22. 22. No nível global encontram-se ações e operações mais complexas, que envolvem a aplicação de conhecimentos a situações diferentes e a resolução de problemas inéditos.<br /> Pertencem, geralmente, a Nível Global as seguintes competências: Analisar objetos, fatos, acontecimentos, situações, com base em princípios, padrões e valores. Além deste, alguns outros verbos como: Criticar, julgar, explicar causas e efeitos, proporcionam e auxiliam os alunos a criar, construir, fazer generalizações (construtivas e indutivas) fundamentando o seu aprendizado e desenvolvendo as competências necessárias.<br />
  23. 23. Eixo Temático: Tratamento de Dados<br />Tema: Representação Gráfica<br />Objetivos e Estratégias de Ensino em Matemática de acordo com o CBC – Currículo Básico Comum<br />
  24. 24. Organização e Apresentação de um conjunto de dados em tabelas ou gráficos;<br />Porcentagem.<br />Tópicos:<br />
  25. 25. Fase: Mobilização <br />Habilidade:<br />Técnicas de Ensino:<br />Identificar primeiramente o conteúdo de porcentagem, suas aplicações juntamente com problemas propostos;<br />Relacionar como são solucionados os problemas que envolvem porcentagem;<br />Revisar e associar esse conteúdo a interpretação dos gráficos demonstrativos. <br />Apresentação do vídeo “A História das coisas”.<br />Estudo dos conteúdos contidos no livro didático e outras fontes de pesquisa (jornais, revistas, etc).<br />Aula expositiva baseada em dados anteriores.<br />Quantidade de aulas: 02<br />
  26. 26. Fase: Elaboração <br />Habilidade:<br />Técnicas de Ensino:<br />Classificar os gráficos e seus modelos, expondo-os de forma clara; Diferenciar cada um deles e suas aplicações;<br />Criar cada gráfico de acordo com percentuais encontrados ou definidos;<br />Esquematizar uma apresentação final dos dados encontrados.<br />Estudo dirigido com análises de gráficos em livros didáticos e outros;<br />Atividade em grupo, montagem do gráfico Individual de acordo com pesquisa do grupo.<br />Debate em mesa redonda com análise dos resultados.<br />Quantidade de aulas: 02<br />
  27. 27. Fase: Expressão <br />Habilidade:<br />Técnicas de Ensino:<br />Apresentar os dados de acordo com sua realidade e através disso criar um gráfico, juntamente com os problemas propostos.<br />Seminário com demonstração de cada gráfico com comentário conclusivo de acordo com sua pesquisa.<br />Quantidade de aulas: 02<br />
  28. 28. Objetivo:Interpretar e transmitir informações por meio de gráficos; utilizando a escala para dar precisão.<br />Conteúdo: Gráfico de Barras<br />Material Necessário: Dados coletados a partir da exibição do vídeo, texto da revista Nova Escola “Sinal de Alerta” contextualizados com jornais, revistas e livros que tratem do assunto proposto.<br />Desenvolvimento: Após a pesquisa e análise dos dados coletados, os alunos poderão ser divididos em grupos, ficando cada grupo com diversos tipos de gráficos:<br />Introdução ao Estudo de Gráficos<br />Linhas:<br />
  29. 29. Pizza:<br />Barras:<br />Certifique-se de que os gráficos tratem do assunto proposto, dos índices de produção de lixo, Índices de materiais recicláveis, e também os que classificam o nosso padrão de consumo. <br />
  30. 30. Coloque no quadro algumas perguntas:<br /><ul><li>Que tipo de informação cada gráfico apresenta?
  31. 31. Qual deles vocês julgam mais fácil de ler?
  32. 32. Por quê?</li></ul>Peça que registrem as informações no caderno e, em seguida, abra a discussão sobre as características e a adequação de cada formato à informações nele contidas. Peça que os alunos elejam o formato que lhes parece mais fácil. <br />
  33. 33. Selecione alguns gráficos para uma análise detalhada. Procure representações que tragam diferentes escalas e intervalos - um gráfico pode ter uma escala de zero a dez e marcações de dois e dois, outro pode variar de zero a cem, com intervalos de dez em dez, e assim por diante. <br />Comece perguntando:<br />1)Quais são as principais informações apresentadas?<br />2)O que mostra cada gráfico?<br />3)Do que se trata?<br />Explique aos alunos que, na hora de criar um gráfico, é preciso pensar em uma escala em que caibam todas as informações que queremos. Se os dados que vamos inserir variam de zero a dez, o gráfico deve ter, pelo menos, uma escala com esses valores.<br />
  34. 34. Partindo da explicação direcionada contextualizada com os dados do tema proposto, “Nós e o Lixo que produzimos”, os alunos sentirão seguros a elaborar seu próprio gráfico onde expressarão os resultados obtidos. Para isso é importantíssimo que as explicações e informações sejam sempre retomadas e acompanhadas pelo professor. O fechamento se dará no Seminário proposto aqui anteriormente, na fase de expressão. <br />
  35. 35. Objetivos e Estratégias de Ensino em Artes de acordo com o CBC – Currículo Básico Comum<br />Eixo Temático: Conhecimento e Expressão em Artes Visuais<br />Tema: Percepção Visual e Sensibilidade Estética<br />
  36. 36. Análise e Crítica de Obras de Arte<br />Tópico:<br />Vik Muniz – Artista Plástico<br />
  37. 37. Fase: Mobilização<br />Habilidade:<br />Técnicas de Ensino:<br />Identificar os elementos de composição de obras de artes visuais:<br />Apresentação do artista Vik Muniz, apreciação da obra;<br />Reflexão sobre os objetos que consumimos e seus respectivos resíduos, os recicláveis e os não recicláveis;<br />Identificação do lixo na obra de Vik Muniz. Reconhecer o lixo como matéria prima de uma forma de expressão.<br />Aula expositiva<br />Leitura de Imagens<br />Problematização oral<br />Quantidade de aulas: 01<br />
  38. 38. Fase: Elaboração<br />Habilidade:<br />Técnicas de Ensino:<br />Estabelecer relações entre análise formal, contextualização, pensamento artístico e identidade pessoal:<br />Problematização: Por que Vik Muniz utilizou o lixo como matéria prima para o seu trabalho;<br />Exibição do Filme-documentário: “Lixo Extraordinário”; Discussão da sinopse e idéia central do filme;<br />Produção de texto individual baseado no filme;<br />Contextualização oral das imagens apresentadas na aula anterior;<br />Exibição do filme “Lixo Extraordinário”;<br />Produção textual; Reflexão dos textos escritos contextualizados com o filme.<br />Quantidade de aulas: 03<br />
  39. 39. Fase: Expressão<br />Habilidade:<br />Técnicas de Ensino:<br />Saber posicionar-se individualmente em relação às produções de artes visuais, sendo capaz de formular críticas fundamentais:<br />Esboço de um projeto de criação, acompanhado pelo professor: organização de idéias e materiais.<br />Produzir, em casa, um objeto de arte como elemento de comunicação e/ou denúncia utilizando materiais recicláveis podendo ser bidimensional ou tridimensional, respeitando os seguintes contextos:<br />1- O que quero comunicar?<br />2-Estou utilizando o material adequado?<br />3-Abordagem crítica do filme, obra de Vik Muniz e o lixo que produzimos.<br />Elaboração do esboço e projeto de criação do objeto de arte, individual com acompanhamento do professor;<br />Exposição contextualizada dos objetos produzidos.<br />Quantidade de aulas: 02<br />
  40. 40. Filmado ao longo de dois anos (agosto de 2007 a maio de 2009), Lixo Extraordinário acompanha o trabalho do artista plástico Vik Muniz em um dos maiores aterros sanitários do mundo: o Jardim Gramacho, na periferia do Rio de Janeiro. <br />Lá, ele fotografa um grupo de catadores de materiais recicláveis, com o objetivo inicial de retratá-los. No entanto, o trabalho com esses personagens revela a dignidade e o desespero que enfrentam quando sugeridos a reimaginar suas vidas fora daquele ambiente. A equipe tem acesso a todo o processo e, no final, revela o poder transformador da arte e da alquimia do espírito humano. <br />Sinopse do Filme “Lixo Extraordinário”:<br />
  41. 41. Quando viu seu retrato assinado pelo artista plástico Vik Muniz ser vendido por 34,8 mil (R$ 92 mil) num leilão em Londres, em 2009, o catador de lixo Sebastião Carlos dos Santos, o Tião, perguntou-se quando terminaria sua vida de Cinderela.Tião ganhou uma prorrogação da fama, com a indicação ao Oscar de "Lixo Extraordinário", documentário sobre a obra de Vik Muniz do qual participa.Tião é um dos catadores do Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro, tema de uma série de fotografias de Muniz que estão hoje entre as mais valorizadas em sua carreira."Lixo Extraordinário", filmado enquanto Muniz produzia suas fotos, põe em perspectiva a trajetória do artista paulistano pobre, filho de retirantes nordestinos, que acabou se radicando em Nova York e virou estrela da arte contemporânea.<br />
  42. 42. Tião posa para foto que dará origem a uma das obras do artista brasileiro Vik Muniz – Ao fundo, o Aterro Sanitário de Gramacho.<br />
  43. 43. Vik Muniz retratou o catador de lixo “Tião” utilizando materiais encontrados no aterro sanitário de Gramacho. A obra é uma releitura contemporânea da obra “A morte de Marat” de Jacques-Lous David, de 1793. <br />
  44. 44. Objetivos e Estratégias de Ensino em Geografia de acordo com o CBC – Currículo Básico Comum<br />Eixo Temático: Ambiente, Tecnologia e Sustentabilidade<br />
  45. 45. Padrão de Produção e Consumo<br />Tópico:<br />
  46. 46. Fase: Mobilização<br />Habilidade:<br />Técnicas de Ensino:<br />Identificar os padrões de produção e consumo em diversas dimensões escalares, avaliando-os sob a ótica da sustentabilidade;<br />Partir do local, regional para entender o global.<br />Apresentação do tema através do vídeo “A História das coisas”;<br />Exposição do conteúdo didático a fim de buscar a motivação e sensibilização do educando.<br />Sugestão ao professor: <br />Assistir ao vídeo do Prof. Dr. Marcos Francisco Martins, onde ele faz uma leitura pessoal sobre o filme “ A História das coisas”. <br />Quantidade de aulas: 01<br />
  47. 47. Fase: Elaboração<br />Habilidade:<br />Técnicas de Ensino:<br />Explicar a relação entre padrão de consumo, desequilíbrios dos ecossistemas terrestres e problemas ambientais contemporâneos;<br />O padrão de desenvolvimento adotado pelos países ricos serviram de modelo para os países emergentes e em desenvolvimento (conhecer as causas e conseqüências).<br />Organizar as idéias dos alunos conforme seus conhecimentos prévios atrelados as informações fornecidas pelo vídeo;<br />Contextualizar os conhecimentos com o texto: “Sinal de Alerta”.<br />Quantidade de aulas: 02<br />
  48. 48. Fase: Expressão<br />Habilidade:<br />Técnicas de Ensino:<br />Reconhecer padrões de produção e de consumo que têm tido como modelo um estilo poluidor e consumista.<br />Elaborar trabalhos com os alunos para expor o aprendizado (Proposta: Apresentação de trabalho em grupo).<br />Quantidade de aulas: 03<br />
  49. 49. Texto “Sinal de Alerta” retirado da Revista Nova Escola, edição especial nº 31, editora abril, de Maio de 2010.<br />
  50. 50.
  51. 51.
  52. 52.
  53. 53. Através deste trabalho, espera-se que o aluno possa se voltar, para uma nova concepção de sua própria realidade. Quando nos referimos ao “Lixo que produzimos” e tomamos como ponto de partida os dados coletados do filme “A História das Coisas” o que podemos perceber claramente é que existe uma conexão entre o que é necessário e “por quê” é necessário, onde parte de tudo o que compramos torna-se sem precisão em pouco espaço de tempo.<br /> Portanto, é preciso que através de novas intervenções o aluno possa de fato contextualizar-se com o tema proposto. Juntamente com o projeto interdisciplinar, visa-se o enriquecimento da aprendizagem, concluindo que através de uma metodologia de ensino diferenciada é necessário que haja interação por áreas afins ao tema explorado.<br />Conclusão:<br />
  54. 54. A busca por novos resultados, onde o aluno desenvolve suas competências cognitivas e os níveis de ensino, sendo básico, operacional e global, torna o conceito de ensino mais amplo. Dessa forma, quando nos apropriamos de outras disciplinas, trazemos uma nova maneira de não estar limitando um conteúdo a somente uma determinada área. Associa-se um conceito a outro, pretendendo assim a aquisição de um conhecimento articulado, ou seja, cada disciplina traz uma contribuição para um aprendizado geral, mais eficaz e mais próximo da realidade. <br /> O professor mediador tem o papel central em todo este processo, pois é o responsável por criar um “ambiente motivador e estimulante em que a aula deve transcorrer”*, ao nosso ver, seria o “ambiente da aprendizagem”*.<br />* A Matemática nos anos iniciais do ensino fundamental – Coleção Tendências em Educação Matemática<br />
  55. 55. Karla Rodrigues Valadão<br />Professora de Matemática<br />Licenciatura Plena em Matemática, em 2009, pela FAVALE-UEMG, Carangola / MG.<br />Pós-Graduada em Gestão Integrada, em 2011, pela CESAP, Vitória / ES.<br />Fabíola Garcia de Oliveira<br />Arte-Educadora<br />Licenciatura Plena em Educação Artística, em 2004, pelo UBM - Centro Universitário de Barra Mansa / RJ.<br />Pós-Graduada em Ensino de Arte, Estética Moderna e Contemporânea, em 2007, pelo UBM – Centro Universitário de Barra Mansa / RJ.<br />Natrícia Rocha Soares<br />Professora de Geografia<br />Licenciatura Plena em Geografia em 2007, pela FAVALE-UEMG, Carangola / MG.<br />Elaboradoras deste Projeto:<br />
  56. 56. Lei 9394/96, Diretrizes e Bases da Educação Nacional.<br />PCN’s – Parâmetros Curriculares Nacionais<br />CBC – Currículo Básico Comum – Disciplina: Matemática – SEE/MG<br />CBC – Currículo Básico Comum – Disciplina: Artes – SEE/MG<br />CBC – Currículo Básico Comum – Disciplina: Geografia – SEE/MG<br />Nacarato, Adair. Mengali, Brenda. Passos, Cármen Lúcia. A Matemática nos anos iniciais do ensino fundamental – Tecendo fios de ensinar e do aprender. FNDE, 2010.<br />Mirian Celeste, GisaPicosque e M. Terezinha Telles, Didática do Ensino de Arte;<br />Proença, Graça. História da Arte. Editora Ática; 2006. <br />Revista Nova Escola, edição especial nº 31, editora abril, de Maio de 2010.<br />Haidt, Regina Célia, Curso de Didática Geral, Série Educação. Editora Ática.<br />Matrizes Curriculares de Referência – SAEB – 2ª edição, 1999.<br />Referências Bibliográficas:<br />

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