Administração de Sistema Unix

1,714 views

Published on

Published in: Technology
0 Comments
1 Like
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total views
1,714
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
6
Actions
Shares
0
Downloads
89
Comments
0
Likes
1
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Administração de Sistema Unix

  1. 1. UNICAMP - CCUEC $'0,1,675$d­2 '( 6,67(0$6 81,;
  2. 2. UNICAMP - CCUEC (ÃÃÃÃTDTU@H6TÃ9@Ã6SRVDWPT # DIUSP9Vd­P 9.1. SISTEMAS DE ARQUIVOS .......................................................................... 42 1.1. AMBIENTE UNIX DISTRIBUÍDO.......................................................... 2 9.2. MANUTENÇÃO DE SISTEMAS DE ARQUIVOS ............................................... 43 1.2. TIPOS DE EQUIPAMENTO.................................................................... 3 9.3. FSCK ..................................................................................................... 44 1.3. TAREFAS DO ADMINISTRADOR......................................................... 4 9.4. MONITORANDO ESPAÇO EM DISCO............................................................ 47 1.4. ROOT ...................................................................................................... 6 9.5. FIND...................................................................................................... 48 ! 9DT8PTÃ@ÃQ6SUDd®@T 9.6 CRONTAB................................................................................................ 49 9.7 AT ......................................................................................................... 51 2.1. TERMINOLOGIA.................................................................................... 8 9.8 USO DE QUOTA EM DISCOS....................................................................... 52 2.2. ESTRUTURA DO DISCO........................................................................ 9 2.3. PRATO DO DISCO ............................................................................... 10 768FVQÃ@ÃS@8VQ@S6d­P $quot; 2.4. PARTIÇÕES ......................................................................................... 11 10.1. BACKUPS ............................................................................................. 54 2.5. LAYOUT DO DISCO ............................................................................ 12 10.2. TAR....................................................................................................... 55 2.6. INODES................................................................................................. 13 10.3. CPIO...................................................................................................... 56 quot; TU6SUVQÃ@ÃTCVU9PXI # 10.4. DD ......................................................................................................... 57 10.5. PREPARATIVOS PARA O BACKUP.................................................... 58 3.1. BOOTING.............................................................................................. 15 10.6. BACKUP DE SISTEMAS DE ARQUIVOS ........................................... 59 3.2. INTERRUPÇÕES NO SISTEMA........................................................... 17 10.7. BACKUP DE VÁRIOS SISTEMAS DE ARQUIVOS EM UMA FITA ... 60 3.3. PARADA DO SISTEMA ....................................................................... 18 10.8. RECUPERAÇÃO DE BACKUP............................................................. 61 3.4. OPÇÕES DE BOOT .............................................................................. 20 DHQS@TTPS6T %% # DITU6G6d­PÃ9@ÃTDTU@H6ÃPQ@S68DPI6G ! 11.3. DEFINIÇÃO DE FILAS DE IMPRESSÃO ......................................................... 68 4.1. INSTALAÇÃO DE SOLARIS 2.X ............................................................. 22 11.4. COMANDOS DE IMPRESSÃO....................................................................... 72 $ 8PIADBVS6d­PÃ9PÃF@SI@G !$ 11.5. DESTRAVANDO AIMPRESSORA .................................................................. 73 5.1. PORQUE CONFIGURAR O KERNEL................................................... 26 ! I@UXPSFÃADG@ÃT`TU@HIAT # 5.2. CONFIGURAÇÃO DO KERNEL.................................................................. 27 12.1. NETWORK FILE SYSTEM........................................................................... 75 %ÃÃÃ6H7D@IU@ÃPQ@S68DPI6G !' 12.2. SERVIDOR NFS........................................................................................ 76 12.3. CLIENTE NFS.......................................................................................... 77 6.1. AMBIENTE OPERACIONAL ........................................................................ 29 12.4. INTERAÇÃO CLIENTE/SERVIDOR ............................................................... 78 6.2. PROFILES ................................................................................................ 30 12.5. EXPORTAÇÃO DE SISTEMAS DE ARQUIVOS ................................................ 79 6.3. SHELLS ................................................................................................... 31 12.6. IMPORTAÇÃO DE SISTEMAS DE ARQUIVOS ................................................. 80 6.4. C SHELL ................................................................................................. 32 12.7. COMANDOS INFORMATIVOS ..................................................................... 81 6.5. KORN SHELL ........................................................................................... 33 quot; I@UXPSFÃDIAPSH6UDPIÃT@SWD8@IDT '! ÃÃQSP8@TTPT quot;# 13.1. NIS ........................................................................................................ 83 7.1 VISÃO GERAL .......................................................................................... 35 13.2. SERVIDORES E CLIENTES .......................................................................... 84 7.2 COMANDOS ÚTEIS ................................................................................... 36 13.3. YPBIND/YPSERV ................................................................................. 85 'ÃÃÃB@S@I8D6H@IUPÃ9@ÃVTVÈSDPT quot; 13.4. RPC.PASSWD ....................................................................................... 86 13.5. ARQUIVOS AFETADOS PELO NIS ............................................................... 87 8.1 CRIAÇÃO DE USUÁRIOS............................................................................ 38 13.6. ETC/PASSWD ............................................................................................ 88 8.2 ADMINISTRAÇÃO DE USUÁRIOS ................................................................ 39
  3. 3. UNICAMP - CCUEC 13.6 /ETC/GROUP............................................................................................. 89 13.7. ARQUIVOS SUBSTITUIDOS PELO NIS ......................................................... 90 13.8. CRIAÇÃO DE SERVIDOR NIS MESTRE ........................................................ 91 13.9 CRIAÇÃO DE SERVIDOR NIS ESCRAVO ...................................................... 92 13.9. SINCRONIZAÇÃO DE MAPAS...................................................................... 93 13.10 ACRESCENTANDO CLIENTES .................................................................... 94 13.11 ATUALIZAÇÃO DO BANCO DE DADOS NIS ................................................ 95 13.12 COMANDOS INFORMATIVOS ..................................................................... 96 $ T@BVS6Id6 ( 15.1. INTRODUÇÃO...................................................................................... 98 15.2. SEGURANÇA DAS CONTAS ........................................................................ 99 15.3. SEGURANÇA DO SISTEMA DE ARQUIVOS .................................................. 100 15.4. SEGURANÇA DA REDE ............................................................................ 102 15.5. MONITORAMENTO DA SEGURANÇA......................................................... 104 15.6. COMANDOS QUE PODEM AUXILIAR NA SEGURANÇA .................................. 106 15.7. FERRAMENTAS ÚTEIS............................................................................. 107 %ÃÃG@DUVS6ÃS@8PH@I9696 ' 16.1 RECOMENDADOS ................................................................................. 109 ÃÃGDIFTÃS@8PH@I969PT 17.1 LINKS .................................................................................................. 111 'ÃÃGDTU6TÃS@8PH@I9696T ! 18.1 LISTAS .................................................................................................. 113
  4. 4. UNICAMP - CCUEC ,1752'8d­2 1 Introdução
  5. 5. UNICAMP - CCUEC $0%,(17( 81,; ',675,%8Ë'2 IPU6T) • 8hqhà r†‡hom‚à qrà ‡…hihyu‚à ƒ‚††ˆvà †ˆhà ƒ…yƒ…vh 8QVÀr€y…vhÃrÆv†‡r€hÃqrÃDP • Q…‚prqv€r‡‚†Ã qrà ihpxˆƒÃ r‰‚y‰r€Ã ‰i…vh† €i„ˆvh†ÃrÉi…v‚†Ãqv†p‚† • 8hqhÃr†‡hom‚ÃqrDžhihyu‚††ˆvÂÆrˆÃ ƒ…yƒ…v‚ †ˆƒr…ˆ†ˆi…v‚ • V‡vyv‡i…v‚†Ã ‡hv†Ã p‚€‚à IATà rà IDTà ‡‚…h€Ã h hq€vv†‡…hom‚Ãqvsr…r‡rÃrÀhv†Ãsipvy 2 Introdução
  6. 6. UNICAMP - CCUEC 7,326 '( (48,3$0(172 IPU6T) Uma estação de trabalho †‡hqhy‚r possui uma área de root completa mais o diretório /usr em seu disco. Não necessita de serviços da rede para •ÃT‡hqhy‚r funcionar e faz o boot a partir de seu próprio disco. Pode ou não possuir uma unidade de fita acoplada. Um servidor se caracteriza pela quantidade substancial de espaço em disco para uso de outras máquinas da rede, chamadas clientes. •ÃTr…‰vq‚… Normalmente possui uma unidade de fita. Uma máquina qv†xyr†† é aquela que necessita dos serviços da rede para acessar o disco de um servidor. Ela recebe o código para boot através da rede. Normalmente as áreas root e swap de uma máquina qv†xyr†† residem em um mesmo servidor, mas o código executável e os arquivos dos •Ã9v†xyr†† usuários podem residir em várias máquinas da rede. Uma máquina qh‡hyr†† é aquela que possui seu próprio disco para armazenar a área de swap e a área de root. Este disco pode também ser usado para armazenar dados de usuários. Arquivos e código executável necessários para sua operação (/usr) são obtidos da rede. Desta forma o •Ã9h‡hyr†† código executável de diversas máquinas qh‡hyr†† é armazenado em um único servidor. •ÃY‡r…€vhy 3 Introdução
  7. 7. UNICAMP - CCUEC 7$5()$6 '2 $'0,1,675$'25 IPU6T) A administração de sistemas envolve a tarefa de sempre manter o • D†‡hyhom‚ÃqrÃT‚s‡h…r sistema operacional atualizado, rodando a última versão disponível. Quando novas máquinas são adquiridas estas devem ser configuradas, o sistema operacional instalado e conectadas à rede. Esta instalação vai depender da • Tv†‡r€hƒr…hpv‚hyÃrÃh‡ˆhyv“ho}r† configuração da máquina, se qv†xyr††, qh‡hyr††, †‡hqhy‚r ou servidora. É recomendável sempre formatar o disco antes de instalar o sistema • 6ƒyvpho}r†ÃqrÃp‚……ro}r† operacional. • A‚…€h‡hom‚ÃrÃh…‡vpv‚h€r‡‚ÃqrÃqv†p‚† O xr…ry que vem com a máquina raramente atende às necessidades do usuário. Ele deve ser configurado e adaptado às condições do ambiente • 8ˆ†‡‚€v“hom‚Ãq‚Æ‚s‡h…r operacional. Hardware acrescentado à configuração básica normalmente requer a geração de um novo xr…ry para inclusão dos q…v‰r…† de dispositivo. • Fr…ry • Ur…€vhv† A segurança é um aspecto que nunca deve ser negligenciado. Os os usuários devem ser gerenciados de forma a só poderem fazer aquilo a que • H‚qr† forem designados. Enfatizar a importância do sigilo da senha de acesso e • D€ƒ…r††‚…h† restringir o acesso privilegiado às operações do sistema. Criar grupos de usuários de modo que , pessoas trabalhando em um mesmo projeto possam • Srqr compartilhar seus dados. Ao mesmo tempo impede o acesso de usuários não pertencentes ao grupo. • Trtˆ…hoh • 6qvom‚…r€‚om‚ÃqrȆˆi…v‚† • 8…vhom‚ÃqrÃt…ˆƒ‚†ÃqrȆˆi…v‚† • 8‚‡…‚yrÃqrÃhpr††‚Ãj†Ã€i„ˆvh† • Sr†‡…vtv…Ãhpr††‚Ã…v‰vyrtvhq‚Ãj†Ã€i„ˆvh† 4 Introdução
  8. 8. UNICAMP - CCUEC • Tr…‰vo‚†ÃqrÅrqr IPU6T) • IAT Um dos recursos mais importantes que o sistema Unix oferece é a • IDT capacidade de troca de mensagens entre usuário. NFS (Ir‡‚…xà Avyrà T’†‡r€) permite que máquinas montem diretórios residentes em outras máquinas da rede. O acesso a estes diretórios é feito • Hhˆ‡rom‚Ãq‚ÃTv†‡r€h de maneira transparente para o usuário que tem a impressão de estar usando arquivos locais. NIS (Ir‡‚…xà Ds‚…€h‡v‚Ã Tr…‰vpr†) permite que informações importantes de configuração e outras sejam compartilhadas por • Hhˆ‡rom‚Ãq‚Æv†‡r€hÃqrÃh…„ˆv‰‚† diferentes máquinas. • 7hpxˆƒ† A tarefa mais importante de um administrador de sistemas é fazer • Sr†‡‚…r ihpxˆƒ† . Inevitavelmente dados serão perdidos, defeitos em disco ocorrerão. Backups devem ser realizados de forma sistemática e regular. Os comandos ufsqˆ€ƒ e ufs…r†‡‚…r existem para facilitar essa tarefa. O comando s†px é usado automaticamente para verificar a consistência do • @†‡hiryrpr…Ãp‚€ˆvphom‚ sistema de arquivos durante o boot do sistema e reduzir a possibilidade de um sistema de arquivos se corromper. • @€hvy • V†rr‡ • Tr…‰vq‚…ÃqrÃAUQÃh‚’€‚ˆ† • XXX 5 Introdução
  9. 9. UNICAMP - CCUEC 5227 IPU6T) A administração do sistema é função da conta root. Root é o nome do usuário mais privilegiado do sistema, também conhecido como superusuário. Esta conta pode fazer qualquer coisa no sistema. Como de praxe em sistemas Unix, nenhum ato do superusuário é questionado. Devido a este •Ã8‚‡hÃq‚ƈƒr…ˆ†ˆi…v‚ poder, é de extrema importância que a senha da área root seja protegida com muito cuidado. Ela não deve ser facilmente deduzida (nome da máquina, nome invertido do administrador, iniciais, nome do cachorro, nome do carro, placa do carro, etc.) e deve ser mudada periodicamente. Recomenda-se também que tarefas de rotina não sejam executadas sob a área root. Entrar nessa área apenas para desempenhar tarefas que requerem privilégios especiais e em seguida voltar a conta comum. •Ã8ˆvqhq‚†Ãr†ƒrpvhv†Ãp‚€ÃhÃh††‚…q •ÃIˆphÃy‚th…Ãqv…r‡h€r‡rÃp‚€‚Ã…‚‚‡ 6 Introdução
  10. 10. UNICAMP - CCUEC ',626 ( 3$57,d®(6 7 Discos e Partições
  11. 11. UNICAMP - CCUEC 7(50,12/2*,$ IPU6T) •Ã 8‚‡…‚yhq‚…h†ÃqrÃqv†p‚† Como o nome indica, a controladora de discos é o dispositivo que controla a unidade de disco. A controladora se encarrega de detalhes tais como operações de baixo nível no disco, checagem de erros, movimentar os •Ã qv†ƒ‚†v‡v‰‚à „ˆrà †rà p‚€ˆvphà p‚€Ã h cabeçotes de leitura e gravação, transferência de dados e disposição dos ˆvqhqrqrÃqrÃÃqv†p‚ dados no disco. A controladora de disco provê a interface da unidade de disco com o resto do sistema. •Ã ˆ€hà p‚‡…‚yhq‚…hà †ˆƒ‚…‡hà ‰i…vh†Ã ˆvqhqr† qrÃÃqv†p‚† O q…v‰r… de dispositivo (qr‰vprà q…v‰r…) é o †‚s‡h…r que opera a controladora. Este †‚s‡h…r reside no xr…ry. Um dispositivo cujo †‚s‡h…r •Ã ˆ€hà r†‡hom‚à qrà ‡…hihyu‚à ƒ‚qrà ‡r…à ‰i…v‚† não houver sido incorporado ao xr…ry não poderá ser usado. qv†p‚† •Ã T8TDÃÃT€hyyÃ8‚€ƒˆ‡r…ÃT’†‡r€ÃD‡r…shpr •Ã D9@ÃÃÃÃÃD‡rt…h‡rqÃ9…v‰rÃ@yr‡…‚vp† •Ã 9…v‰r…ÃqrÃ9v†ƒ‚†v‡v‰‚ •Ã T‚s‡h…rà …r†vqr‡rà ‚à xr…ryà „ˆrà sh“à h p‚‡…‚yhq‚…hƒr…h… •Ã I‚€rÃqrÃr‡…hqhÃq‚Ãqv†ƒ‚†v‡v‰‚ •Ã eà ‚Ã ‚€rà yytvp‚à qrsvvq‚à ‚à †v†‡r€hà qr h…„ˆv‰‚ĈrÃvqvphÂÃq…v‰r…ÃqrÃqv†ƒ‚†v‡v‰‚Á‚ xr…ry 8 Discos e Partições
  12. 12. UNICAMP - CCUEC (6758785$ '2 ',62 IPU6T) Uma unidade de disco rígido é fisicamente composto por uma série de pratos ligados a um eixo. A informação contida nestes pratos é processada pelas cabeçotes de leitura e gravação. Estes cabeçotes são acoplados ao braço atuador. No momento da leitura ou gravação de dados, os cabeçotes são movidos conjuntamente pelo braço atuador. O movimento radial é chamado “seeking”, que é uma das razões pelas quais as especificações de disco freqüentemente mencionam o “seek time”. Outros fatores permanecem constantes, quanto mais rápido o “seek time”, mais rápido é o acesso aos dados no disco. A compreensão da estrutura do disco pode ser útil na sua formatação, pois podem ser necessárias informações como o número de cilindros, cabeças, setores por trilha, velocidade de rotação. 9 Discos e Partições
  13. 13. UNICAMP - CCUEC 35$72 '2 ',62 IPU6T) O prato do disco é dividido em trilhas, cilindros e setores. A trilha é a porção do disco que passa debaixo de uma cabeça simples estacionada durante a rotação do disco, formando um anel de 1 bit de largura. O cilindro é composto de um conjunto de trilhas descrita por todas as cabeças em uma simples posição de procura. Cada cilindro é eqüidistante do centro do disco. A trilha é dividida em segmentos de setores, os quais são a unidade básica de armazenamento. 10 Discos e Partições
  14. 14. UNICAMP - CCUEC PARTIÇÕES • 7y‚p‚†ÃqrÃqv†p‚Ær‡‚…r†ÃqrÃ$ !Ãi’‡r† IPU6T) • 8vyvq…‚†Ã‡…vyuh†Ã†r‡‚…r† Para alguns procedimentos como ihpxˆƒ† e …r†‡‚…r† o uso de partições • 8uh€hq‚†ÃqrÃqv†ƒ‚†v‡v‰‚†Ãó…h´ é mais conveniente.A partição é o dispositivo de disco lógico. SunOs 5.X (Solaris 2.X) dividiu os nomes dos qr‰vpr† em três espaços: físico, lógico, SunOS compatível. Mas para a administração normalmente são utilizados os nomes lógicos. • Qh…‡vo}r†Ã‚ÃT‚yh…v†) Os nomes lógicos dos discos contém o número da controladora, o número “target” (alvo) se o disco está no “bus” (portadora), o número do disco e o número do “slice” (partição).O †yvpr root é 0, †yvpr 1 é swap, †yvpr 2 Æs‚…€h‡ cobre o disco inteiro. Cada qr‰vpr de disco tem uma entrada nos diretórios ƒh…‡v‡v‚Ã3Åv‡ /dev/q†x e /dev/…q†x para os qr‰vpr† de disco bloco e “raw” 8ˆ……r‡Ãƒh…‡v‚Ã‡hiyr…vtvhyÆqquot;) respectivamente. Assim, o nome lógico /dev/sd0a do SunOS 4.1.X será no Solaris 2.X: Qh…‡ Uht Ayht 8’yvqr…† Tv“r 7y‚px† …‚‚‡ € ÃÃ$ '!'H7 $! /dev/dsk/c0t0d0s0 †hƒ ˆ $!Ãà #quot; quot;!quot;#H7 (! ! ihpxˆƒ € Ãà $ ##%$H $ onde: quot; ˆh††vtrq € c0 número da controladora # ˆh††vtrq € $ € ##ÃÃ%! %H7 #'# t0 número de alvo (‡h…tr‡) % ˆ†… € %#' !% #!H7 quot;(( d0 número do disco u‚€r € ! $ #quot;$(H7 !# s0 número do †yvpr (partição) à Ayhtà vqvphà …v‡rhiyrà Ã rà €‚ˆ‡hiyrà €Ã r Este nome é na verdade um yvx simbólico para: ˆ€‚ˆ‡hiyrˆ /devices/sbus@1,f8000000/esp@0,8000000/sd@0,0:a (nome físico do qr‰vpr). 11 Discos e Partições
  15. 15. UNICAMP - CCUEC /$287 '2 ',62 IPU6T) O yhiry fica no primeiro setor da primeira partição. Os próximos 15 setores contêm a área de boot. LABEL Seguindo o yhiry na partição root e em todas as outras partições vêm as séries de grupos de cilindros. Cada grupo de cilindros contêm um bloco de ÁREA DE BOOT resumo do grupo de cilindros, uma tabela de v‚qr†, e a respectiva área de (bootstrap) blocos de dados. SUPERBLOCO PRIMÁRIO O superbloco primário é mantido na memória e cada grupo de cilindros guarda uma cópia. O tamanho qrshˆy‡ para os blocos de dados é 8192, BLOCO DE RESUMO dividido em 8 fragmentos de 1024 cada. DO GRUPO DE CILINDROS TABELA DE INODE O bloco de resumo do grupo de cilindros guarda: o número de v‚qr† e blocos de dados; ponteiros para o último bloco, fragmento e v‚qr usado; o número de fragmentos livres; o mapa de v‚qr† usados, o mapa de v‚qr† livres. ÁREA DE BLOCOS Um disco pode conter mais de um sistema de arquivos que o UNIX DE DADOS interpreta como um hierarquia de diretórios e arquivos. O UNIX interpreta as solicitações para criar, ler, gravar e apagar arquivos e as executa BACKUP DO acrescentando e apagando entradas na lista de v‚qr† e blocos livres. SUPERBLOCO Os diretórios contêm apenas duas informações sobre cada arquivo: o BLOCO DE RESUMO nome e o número do v‚qr. DO GRUPO DE CILINDOS TABELA DE INODES ÁREA DE BLOCOS DE DADOS 12 Discos e Partições
  16. 16. UNICAMP - CCUEC ,12'(6 IPU6T) Os D‚qr† (vqr‘à ‚qr†) contêm informações a respeito de arquivos e diretórios no sistema de arquivos. A única coisa que o v‚qr não contém é o nome do arquivo. O nome do arquivo é mantido no diretório que, também é 3(50,66®(6 um tipo de arquivo. 35235,(7È5,2 O v‚qr contém informações sobre as permissões do arquivo, HORA E DATA contagem de ligações (yvx†), ‡v€r†‡h€ƒ, blocos duplicados, blocos ruins, associações de tamanho, e ponteiros para os blocos de dados. TAMANHO O v‚qr mantém uma contagem de yvx†, que é o número total de 1 referências ao v‚qr. Blocos duplicados são blocos apontados por dois 2 v‚qr†. Blocos ruins ocorrem quando o número de um bloco está além do P 3 limite aceitável. O v‚qr mantêm um registro do número de caracteres em 4 um arquivo e o número de blocos a ele associados. 5 BLOCOS DE P DADOS PARA O v‚qr possui também apontadores para os blocos de dados dos 6 arquivos. Cada v‚qr possui 16 destes apontadores. Os apontadores de 0 a PONTEIROS 7 11 apontam para os 12 primeiros blocos de dados do arquivo (blocos P 8 diretos). O apontador 12 aponta para um bloco indireto que aponta para mais 9 1024 blocos de dados. O apontador de número 13 é um bloco indireto duplo que aponta para 1024 blocos indiretos que por sua vez apontam para 1024 10 P blocos de dados. 11 P 12 P DI9DS@UPTÃTDHQG@T P P DI9DS@UPTÃ9VQGPT P P 13 Discos e Partições
  17. 17. UNICAMP - CCUEC 6WDUWXS H 6KXWGRZQ 14 Startup e Shutdown
  18. 18. UNICAMP - CCUEC %227,1* IPU6T) Quando a máquina é ligada segue uma seqüência determinada •Ã 6ˆ‡‚Çr†‡rÀr€y…vh inicialmente pela PROM da placa de CPU. Se todos os testes iniciais forem completados com sucesso, o controle é passado então ao dispositivo de boot. No Sun0s o dispositivo de boot é por qrshˆy‡ a partição a do q…v‰r 0, mas isto pode ser reprogramado através da EEPROM. Se o q…v‰r definido • Dqr‡vsvphom‚ não existe ou se o programa de boot (/boot) não for encontrado, o sistema • H‚qry‚ tentará fazer a carga através da rede. • Uvƒ‚ÃqrÇrpyhq‚ O †‡h…‡ˆƒ a partir do dispositivo de boot procede em estágios até que o • C‚†‡vq Kernel esteja carregado na memória. Neste ponto o controle é passado para o xr…ry. • @qr…ro‚Ãr‡ur…r‡ O xr…ry exibe informações a respeito de seu tamanho e histórico. Ele então pesquisa o barramento para confirmar se os dispositivos especificados no xr…ry realmente existem. Se o dispositivo não existe, então o xr…ry o •Ã Qr†„ˆv†hà ‚Ã ih……h€r‡‚à jà ƒ…‚pˆ…hà q‚à qv†ƒ‚†v‡v‰‚ ignora. Cada dispositivo que precisa ser testado e que não existe atrasa a carga do sistema. Consequentemente, uma das razões pelas quais se qrÃi‚‚‡ recomenda a configuração do xr…ry é diminuir o tempo de boot. •Ã T8TDÆq Os dispositivos root, swap e dump são identificados. •Ã Ir‡‚…xÃyr •Ã QSPHÃyrÃhDžvyuhÃqrÃi‚‚‡Ãi‚‚‡Ãiy‚pxÃÃTQ6S8 •Ã 8h……rthÂłt…h€hÃqrÃi‚‚‡Ãi‚‚‡ •Ã Płt…h€hÃqrÃi‚‚‡ÃyrÂÃxr…ry 15 Startup e Shutdown
  19. 19. UNICAMP - CCUEC •Ã PÃFr…ryÃvvpvhyv“hÂÆv†‡r€h IPU6T) O invoca o vv‡Ã no último estágio do boot. Dv‡ dá um s‚…x para o xr…ry •Ã Q…‚pˆ…hÃq‚†Ãqv†ƒ‚†v‡v‰‚†Ãp‚urpvq‚†Ãƒry‚ÃFr…ry ihpxt…‚ˆq para rodar durante a existência do sistema. Depois que o vv‡ é carregado, ele invoca os †uryyà †p…vƒ‡† RC na seqüência definida por cada sistema. Estes †p…vƒ‡† executam várias tarefas necessárias para colocar o sistema em modo multiusuário. • Dvpvhyv“hÂłpr††‚Ãvv‡ Entre estas tarefas está a verificação da consistência dos sistemas de arquivos. Se problemas sérios são detectados pelo s†px, o processo de boot pode ser impedido de continuar até que seja feita uma verificação manual •Ã Dv‡ÃyrÂÃh…„ˆv‰‚Ãvv‡‡hi dos sistemas de arquivos. Neste caso o sistema é carregado apenas em modo de leitura e o comando s†px pode ser utilizado. Entretanto, normalmente as inconsistências são corrigidas automaticamente pelo s†px. Os †p…vƒ‡† providenciam a montagem dos discos e os qhr€‚† padrão, •Ã @‘rpˆ‡h†Æp…vƒ‡†ÃS8 depois carregam qhr€‚† de rede e sistemas de arquivos remotos. Por fim inicializa o sistema em modo multiusuário. •Ã Tv†‡r€hÃr€Ã€‚q‚Àˆy‡vˆ†ˆi…v‚ 16 Startup e Shutdown
  20. 20. UNICAMP - CCUEC ,17(5583d®(6 12 6,67(0$ IPU6T) TQ6S8) A tecla BREAK é usada em sistemas que usam terminais ASCII como console. Esta interrupção joga o console para o nível PROM que • †‡‚ƒÃh aceita vários comandos. O comando “c” (continue) permite a recuperação do sistema paralisado. 6i‚…‡hà ‡r€ƒ‚…h…vh€r‡rà ‚Ã †v†‡r€hà ‚†Ã €‚v‡‚…r† Este tipo de interrupção não avisa aos usuários que o sistema será encerrado. Além disto, os sistemas de arquivos não são sincronizados, o que qrÀi„ˆvh†ÃTVI poderá acarretar inconsistências que poderão necessitar correção manual com o programa s†px. O comando †’p tenta sincronizar os discos e gera um core. Este 3p procedimento deve ser adotado ao invés de simplesmente desligar o sistema Sr‡‚€hÃh†Ãh‡v‰vqhqr†Ãq‚Æv†‡r€h após um interrupção com BREAK. O comando †’p tenta rebootar automaticamente após sincronizar os sistemas de arquivos se for executado no prompt da PROM. 3†’p Tvp…‚v“h†Ãqv†p‚†ÃrÅrph……rthÂÆv†‡r€hÅr†r‡ 17 Startup e Shutdown
  21. 21. UNICAMP - CCUEC 3$5$'$ '2 6,67(0$ IPU6T) • Chy‡ Os comandos uhy‡Ã rà …ri‚‚‡ sincronizam os discos antes de parar o sistema. @‘rpˆ‡hÃv€rqvh‡h€r‡r Sr‡‚…hÃh‚Ã…‚€ƒ‡ÃqhÃQSPHÃTQ6S8 Tvp…‚v“h†Ãqv†p‚† • Sri‚‚‡ @‘rpˆ‡hÃv€rqvh‡h€r‡r Tvp…‚v“h†Ãqv†p‚† Srph……rthÂÆv†‡r€h Wr…vsvphÃh†Ãƒh…‡vo}r†Ãp‚€Ãs†px 18 Startup e Shutdown
  22. 22. UNICAMP - CCUEC • Tuˆ‡q‚ IPU6T) Tvp…‚v“h†Ãqv†p‚† 6yr…‡h†È†ˆi…v‚†ÃrÃpyvr‡r†ÃIAT D€ƒrqrÃy‚tv† O comando †uˆ‡q‚ é um procedimento ordenado de encerramento que alerta os usuários e clientes NFS. Este comando aceita opções, tempo de encerramento e mensagens a serem enviadas aos usuários. As opções determinam o modo como o sistema será encerrado. A hora • VHJXQGRVdÃbvÃQtYHOBGRBVLVWHPDd †uˆ‡q‚Ãb’dÃb±tà de encerramento e uma instrução para rebootar podem ser incluídas na linha de comando. No caso do Solaris 2.X há diferentes versões do comando †uˆ‡q‚. Exemplo: †uˆ‡q‚Ã’Ãtquot;Ãv (leva o sistema para o nível 0 (derruba) em 5 minutos sem perguntas) 19 Startup e Shutdown
  23. 23. UNICAMP - CCUEC 23d®(6 '( %227 IPU6T) TQ6S8) O boot pode ser efetuado com várias opções. Estas opções incluem a controladora a partir de onde fazer o boot e o arquivo a ser usado. As máquinas Sun podem fazer o boot a partir de: •ÃA‚…€hÃBr…hy Qualquer partição lógica do disco Um sistema NFS cujo nome seja fornecido pelo qhr€‚ 3ÃiÃqr‰vprp‚‡…‚yyr…Æȁv‡ÃÆÃsvyrÆÃh‡uh€rÃh…t† /bootparamd O primeiro arquivo de um dispositivo de fita local •Ã7‚‚‡Ãqrshˆy‡ O monitor PROM informa quais os dispositivos de boot se você entrar Ã3Ãi com o comando b ?. Esta lista fornece a ordem pela qual os dispositivos são testados. Não há nenhuma garantia que um dispositivo listado esteja presente ou funcione. •Ã7‚‚‡Ãr€Ã€‚q‚ÆvtyrȆr… Ã3ÃiÆ Cada Unix possui um procedimento próprio de †‡h…‡ˆƒ, e suas peculiaridades devem ser procuradas nos manuais específicos. •Ã7‚‚‡Ãh‡…h‰p†ÃqhÅrqr No PC pode-se bootar em single user usando o vv‡Ã . Ã3ÃiÃyr •Ã7‚‚‡ÃhÃh…‡v…ÃqrȀhÃsv‡h Ã3ÃiƇ •Ã7‚‚‡Ãp‚€Ã‚ƒom‚óh†x´ Ã3ÃiÆqÃh 20 Startup e Shutdown
  24. 24. UNICAMP - CCUEC ,167$/$d­2 '( 6,67(0$ 23(5$,21$/ 21 Instalação
  25. 25. UNICAMP - CCUEC ,167$/$d­2 '( 6RODULV [ IPU6T) • D†‡hyhom‚Ãr€ÃTQ6S8) • Ah“r…ÂÃi‚‚‡ÃhÃh…‡v…ÃqrȀÃpq…‚€ • V†h…ÂÆ’†vq‡‚‚yÃvqr‡vsvphom‚ • Q…‚‰vqrpvh…ÂÃTˆD†‡hyyÃv†‡hyhom‚ • @†p‚yuhà r‡…rà v†‡hyhom‚à …iƒvqhà ‚ˆ pˆ†‡‚€v“hqh • Tryrpv‚rÂƂs‡h…rÃqr†rwhq‚ • Qh…hȀÆr…‰vq‚…Ãp‚svtˆ…h…†Ãpyvr‡r† • 8‚svtˆ…r†Ãqv†p‚†ÃqrÃhp‚…q‚Ãp‚€Ã‚Æ‚s‡h…r • 8‚€roh…ÃhÃv†‡hyhom‚ 22 Instalação
  26. 26. UNICAMP - CCUEC • D†‡hyhom‚Ãr€ÃQ8Ãp‚€ƒh‡t‰ry IPU6T) • Ah“r…à ‚à i‚‚‡Ã hà ƒh…‡v…à qrà ˆ€Ã qv†„ˆr‡rà qrà i‚‚‡ Caso na instalação a placa de rede não seja reconhecida, verifique se a q‚ÃT‚yh…v† interrupção está ok, bootando a máquina com o disquete da placa. • @†p‚yur…Ãhƒom‚ÃqrÃv†‡hyhom‚Ãry‚Ã8q…‚€ Se a sua placa for a NE2000 ou NE2300plus, faça o boot via disquete • @†p‚yuhà r‡…rà v†‡hyhom‚à v‡r…h‡v‰hà ‚ˆ DOS. Tire o disquete de boot DOS e coloque o disquete de boot do Solaris 2.5.1 e então rode o executável nov2000.bat. Esse executável irá gerar um pˆ†‡‚€v“hqh novo disquete de boot, portanto quando o software perguntar se pode criar • Tryrpv‚rà ‚†Ã ‡vƒ‚†Ã q‚†Ã qv†ƒ‚†v‡v‰‚†Ã hà †r…r€ esse novo boot, tire o disquete de boot do Solaris 2.5.1 e coloque um disquete apenas formatado na unidade a:. v†‡hyhq‚† Fazer o boot novamente, agora com o disquete gerado pelo nov2000.bat • 8‚svtˆ…rÂÁ‚€rÃrÂÃDQÃqhÀi„ˆvh e então escolher a opção de instalação via Cdrom. • 8‚svtˆ…rÂÁh€rÆr…‰vpr‡ur… • 8‚svtˆ…rÃhÀi†ph…hÃqrÅrqr • 8‚svtˆ…rÃhÃqh‡hÃrÃu‚…h • Tryrpv‚rÃhƒom‚ÃqrƇh…‡Ãvvpvhy • Tryrpv‚rà hà ph‡rt‚…vhà qhà €i„ˆvh †‡hqhy‚r†r…‰r…Ãr‡p • Tryrpv‚rà ‚Ã ‡vƒ‚à qrà v†‡hyhom‚à qr‰ry‚ƒr…à rq ˆ†r…Ãr‡p • 8‚svtˆ…r†Ãqv†p‚† • 8‚€roh…ÃhÃv†‡hyhom‚ 23 Instalação
  27. 27. UNICAMP - CCUEC • TQ6S8Q8) IPU6T) • Qh…hà qrsvv…à …‚‡hà rqv‡h…à ‚à h…„ˆv‰‚ Na definição de rota, é especificado o servidor, o domínio da máquina que está sendo instalada e o search. A seguir um exemplo da r‡p…r†‚y‰p‚s) aplicação do que foi especificado no search: telnet obelix h€r†r…‰r…ÃÃÃÃÃà #quot; %‘‘‘‘ q‚€hv ppˆrpˆvph€ƒi… Foi especificado o nome da máquina mas não foi especificado o domínio da mesma. Será verificada então a existência de uma máquina †rh…pu ˆvph€ƒi…Ãppˆrpˆvph€ƒi… obelix.unicamp.br e caso esta não exista, será verificada a existência de uma máquina obelix.ccuec.unicamp.br. à No nsswitch.conf é definida a ordem de resolução de nomes, para ver se • Qh…hà qrsvv…à hà †r„ˆrpvhà qrà …r†‚yˆom‚à qr a máquina desejada existe na rede (exemplo se obelix.unicamp.br existe). ‚€r†Ãrqv‡h…ÂÃh…„ˆv‰‚Ãr‡p††v‡pup‚s) Com a definição que foi exibida ao lado a ordem é a seguinte: • Verifica na máquina DNS u‚‡†)ÃÃÃÃÃq†Ãsvyr†ÃbIPUAPVI92…r‡ˆ…d • Se não encontrou verifica nos arquivos configurados na máquina local • Se não encontrou retorna com mensagem de máquina não • Qh…hà qrsvv…à ‚à th‡rh’à rqv‡h…à ‚à h…„ˆv‰‚ localizada. r‡pqrshˆy‡…‚ˆ‡r…) #quot; %‘‘‘‘ • Sri‚‚‡h…à hà €i„ˆvhà ƒh…hà „ˆrà ryhà …rp‚uroh h†Ãhy‡r…ho}r† 24 Instalação
  28. 28. UNICAMP - CCUEC 21),*85$d­2 '2 .(51(/ 25 Kernel
  29. 29. UNICAMP - CCUEC 32548( 21),*85$5 2 .(51(/ IPU6T) O xr…ry que vem junto com o sistema é configurado para suportar todos os dispositivos de uma determinada arquitetura. na realidade, nenhuma máquina terá conectada a ela todos estes dispositivos a um só •ÃPi‡r…Àhv‚…Éry‚pvqhqr tempo. O código do xr…ry ocupa espaço na memória. para reduzir o tamanho do xr…ry, elimine os módulos que não são necessários, reduzindo assim memória para uso de programas e Consequentemente, aumentando a performance do sistema. Durante o boot, o sistema pesquisa cada dispositivo do xr…ry para •ÃSrqˆ“v…Ȇ‚ÃqrÀr€y…vh confirmar sua existência. Se o dispositivo não responder, o sistema desiste após algum tempo e passa para o próximo dispositivo. para eliminar este período de espera requerido pelo ‡v€r‚ˆ‡, configure o xr…ry de forma a que apenas os dispositivos existentes no sistema sejam testados. Hardware adicional - acréscimo de discos, placas, mudanças para •Ã6qr„ˆh…†rÃjÃp‚svtˆ…hom‚Ãq‚Æv†‡r€h monitores coloridos - requerem suporte do xr…ry. À medida que o sistema cresce , o xr…ry deve ser reconfigurado para suportar o novo uh…qh…r que lhe é acrescentado. Isto também pode se aplicar ao †‚s‡h…r. Programas aplicativos podem incluir q…v‰r…† de dispositivos que precisam ser incluídos no xr…ry. Estas informações são normalmente encontradas na •Ã6p…r†pr‡h…Á‚‰‚†Ãqv†ƒ‚†v‡v‰‚†ÃqrÃuh…qh…r documentação dos distribuidores independentes de †‚s‡h…r. •Ã6p…r†pr‡h…Á‚‰‚†Ã†‚s‡h…r† 26 Kernel
  30. 30. UNICAMP - CCUEC RQILJXUDomR GR .(51(/ IPU6T) TˆPTÃ$‘‘ O kernel é alterado automaticamente durante o próximo boot. • 8‚svtˆ…h…ÂÃr‡p†’†‡r€ 27 Kernel
  31. 31. UNICAMP - CCUEC $0%,(17( 23(5$,21$/ 28 Ambiente Operacional
  32. 32. UNICAMP - CCUEC $PELHQWH 2SHUDFLRQDO IPU6T) O ambiente operacional é primeiramente o conjunto de variáveis que • 8‚wˆ‡‚ÃqrÉh…vi‰rv†Ã„ˆrÃqrsvr€Ã‚ˆÃp‚‡…‚yh€ definem ou controlam certas características da operação do sistema. A qr‡r…€vhq‚†Ãh†ƒrp‡‚†Ãqhƒr…hom‚ maior parte destas variáveis é definida durante a inicialização do sistema, sendo que suas definições são lidas do arquivo /etc/profile ou definidas por default. • Wh…vi‰rv†Ãyvqh†Ãq‚Ãh…„ˆv‰‚Ãr‡pƒ…‚svyrˆ O shell utiliza dois tipos de arquivos de inicialização quando um r‡pqrshˆy‡y‚tvÃ‚ˆÃhvqhÃqrsvvqh†Ãƒ‚…Ãqrshˆy‡ usuário loga no sistema. Ela avalia os comandos contidos nestes arquivos e então os executa para definir o ambiente operacional. Os arquivos possuem funções similares, com a exceção de que o arquivo /etc/profile controla variáveis aplicáveis a todos os usuários ao passo que o arquivo .profile permite a customização individual do ambiente. 29 Ambiente Operacional
  33. 33. UNICAMP - CCUEC 3URILOHV IPU6T) Os primeiros arquivos que o sistema lê durante o login de um usuário • 6…„ˆv‰‚†Ãˆ‡vyv“hq‚†ÃƒryhÆuryyÃh…hÃqrsvvom‚Ãq‚ são os arquivos /etc/profile ou /etc/default/login. Estes arquivos controlam variáveis tais como: h€ivr‡rƒr…hpv‚hy) • Variáveis exportáveis • Máscara de criação de arquivos • Tipos de terminal • Mensagens utilizadas para informar o usuário da chegada • r‡pƒ…‚svyr de novas mensagens eletrônicas O administrador do sistema configura o arquivo /etc/profile para • r‡pqrshˆy‡y‚tv todos os usuários do sistema. Este arquivo tem acesso permitido apenas para o usuário …‚‚‡. • ÇCPH@ƒ…‚svyrĈhq‚ÂÆuryyÃhÆr…Ȇhq‚ O segundo arquivo que o sistema operacional usa durante o login é o s‚…ÃF‚…Ã†uryy arquivo .profile(quando é usado Korn shell) ou .login(quando é usado C shell) encontrados no diretório u‚€rÃdo usuário. Estes arquivos permitem que cada usuário customize o seu ambiente de acordo com • ÇCPH@y‚tvÃ„ˆhq‚ÂÆuryyÃhÆr…Ȇhq‚ suas preferências pessoais. Os comandos contidos neste arquivo /etc/profile. Entre outras coisas os arquivos .profile e .login são usados s‚…ÃÃ8Æuryy para: • Definir o shell a ser usado • Aparência do prompt • Variáveis de ambiente ($PATH por exemplo) 30 Ambiente Operacional
  34. 34. UNICAMP - CCUEC 6KHOOV IPU6T) • Q…‚t…h€h O shell é a interface entre o sistema e o usuário. É um programa que aceita e executa comandos. • 6prv‡hÃrÃr‘rpˆ‡hÃp‚€hq‚† Comandos de shell normalmente executam uma determinada tarefa muito bem. A capacidade de combinar estes comandos para situações • Gvtˆhtr€Ãqrłt…h€hom‚ específicas dá ao programador um grande controle sobre o sistema. O sistema Solaris 2.5.1 vem com a Bourne shell, C-shell, Korn shell, • Q‚qr…‚†hÃrÃsyr‘t‰ry shell restrita e trusted shell. O usuário pode escolher o shell a que melhor se adapte. • 9v†ƒ‚t‰rv†Ãp‚€Ã‚ÃT‚yh…v†Ã!$ Ãr‡…rˆ‡…h† • 8†uryy • F‚…ÃTuryy 31 Ambiente Operacional
  35. 35. UNICAMP - CCUEC 6KHOO IPU6T) • ivp†u Como o sistema Unix foi escrito em linguagem C e como era freqüentemente utilizado por programadores C, era de se esperar que se • Èł€ƒ‡ criasse um shell que aceitasse comandos com sintaxe semelhante à linguagem C. • 9r†r‰‚y‰vqhÃr€Ã7r…xyr’ O C shell possui funções que não estão disponíveis na Bourne shell, como por exemplo um histórico dos comandos emitidos com resubmissão e uma função para criação de comandos customizados. • Tv‡h‘rÆr€ryuh‡rÃjÃyvtˆhtr€Ã8 Os aliases são uma maneira de se criar comandos customizados. • Q‚††ˆvÀˆv‡‚†Ãp‚€hq‚†ÃrÉh…vi‰rv†Ã~‡rv† O controle de tarefas fornece a facilidade de se suspender e de se retomar tarefas, colocar tarefas em ihpxt…‚ˆq e s‚…rt…‚ˆq • 6yvh†r† Você pode encontrar o arquivo .cshrc no diretório home do usuário. Ele contém o controle de recursos da C shell • 8‚‡…‚yrÃqrÇh…rsh† 32 Ambiente Operacional
  36. 36. UNICAMP - CCUEC .RUQ 6KHOO IPU6T) • ivx†u O Korn shell combina a sintaxe da Bourn shell com as funções adicionais, tal como aliases e histórico de comandos, à semelhança do C shell. • Çł€ƒ‡ O histórico dos comandos executados é mantido em um arquivo designado pela variável HISTFILE (default $HOME/.sh_history). O tamanho • Q‚††ˆvÃhÆv‡h‘rÃrÃh†Ãsˆo}r†ÃqhÃ7‚ˆ…rÆuryy do arquivo é determinado pela variável HISTSIZE (default é 128 comandos). A variável FCEDIT é usada para definir o editor utilizado para editar comandos. • Aˆo}r†ÃqhÃyvtˆhtr€Ã8 A edição da linha de comandos pode ser feita usando ou o editor vi ou emacs. “set –o vi” ou “set –o emacs”especificam qual editor será usado. • 6yvh†r† Quando as variáveis são definidas, elas estão disponíveis apenas para o processo no qual elas foram definidas a menos que elas sejam exportadas. • 8‚‡…‚yrÃqrÇh…rsh† Da mesma forma, aliases e funções somente estão disponíveis no processo no qual elas foram criadas a menos que algo especial seja feito. • Cv†‡y…vp‚ÃqrÃp‚€hq‚† • @qvom‚ÃqhÃyvuhÃqrÃp‚€hq‚† • 6…„ˆv‰‚ÃqrÃh€ivr‡r 33 Ambiente Operacional
  37. 37. UNICAMP - CCUEC 352(6626 34 Processos
  38. 38. UNICAMP - CCUEC 9LVmR *HUDO IPU6T) O que é um processo? É um programa ou comando que está sendo • Q…‚t…h€h†Ã‚ˆÃp‚€hq‚†Ã†rq‚Ãr‘rpˆ‡hq‚† executado pelo computador, o qual pode executar mais de um processo ao mesmo tempo(multiprocessamento). A criação de processos obedece à hierarquia pai-filho.Assim todo • Cvr…h…„ˆvhÃhvsvyu‚ processo pai pode ter mais que um processo filho, e todo processo filho possui apenas um pai. O processo pai é aquele que foi criado a partir de um programa ou comando e o processo filho é aquele criado por um processo • QvqñÀˆy‡vƒ…‚pr††h€r‡‚ñÆpurqˆyr… do tipo pai. Por ser um sistema de multiprocessamento, o sistema associa um número a cada processo (ƒvq), que é diferente de todos os números já • A‚…rt…‚ˆqñÃihpxt…‚ˆq associados a processos durante o tempo relativo da entrada da máquina no ar até o momento de sua queda. Cada processo utiliza uma determinada quantidade de tempo disponível do sistema, de acordo com uma política de • 9hr€‚† escalonamento e também de acordo com a prioridade dos processos. Processos considerados s‚…rt…‚ˆq, são aqueles criados através da linha de comando e que precisam de interação com o usuário. Durante a sua • “‚€ivr execução nenhum outro comando pode ser executado. Processos ihpxt…‚ˆqà são aqueles que executam independentemente da criação pela linha de comando, sem a interação com o usuário. 9hr€‚† são processos criados no momento de boot da máquina e que continuam executando até o encerramento do sistema. Estes tipos de processos executam serviços do sistema e estão disponíveis sempre para mais de um usuário ou tarefa. Eles somente podem ser criados ou parados pelo usuário root. a‚€ivr† são processos “stopped” mas que ainda são reconhecidos pela tabela de processos. Este tipo de processo não utiliza nenhum recurso do sistema operacional. Eles são liberados somente quando o processo pai também é “stopped”, ou o sistema é reinicializado. 35 Processos
  39. 39. UNICAMP - CCUEC RPDQGRV ~WHLV IPU6T) • GvuhÃqrÃp‚€hq‚ÃÉ @‘r€ƒy‚) ÃÈsvqÃÃñh€rÇryr‡Ã±ƒ…v‡ÃÉ ÃÈsvqÃÃñh€rÇryr‡Ã±ƒ…v‡ • Qh…hÉr…Ãw‚i†Ãihpxt…‚ˆq ÈÃw‚i†Ã±y ÃÃÃÃ6ÃyvuhÃqrÅr†ƒ‚†‡hÆr…iÃhÆrtˆv‡r) ÃÃÃÃÃÃb dÃÃÃÃ!$ÃSˆvtÃÃÃÃÃÃÃÃÃsvqÃñh€rÇryr‡Ãƒ…v‡ • Qh…hÃsh“r…Ãp‚€Ã„ˆrÃw‚i†Ãihpxt…‚ˆqǂ…r€†r s‚…rt…‚ˆq ÈstÃÃvq ÃÃÃÃÃÃÃI‚Ãr‘r€ƒy‚Ãhpv€hÂÃvqÃpà • Qh…hÃh…h…ȀÃ…‚pr††‚Ãihpxt…‚ˆq Ȇ‡‚ƒÃw‚ivq I‚Ãr‘r€ƒy‚Ãhpv€hÂÃw‚ivqÃpÃ!$ • Qh…hÃh††h…ȀÃ…‚pr††‚ÃqrÃs‚…rt…‚ˆqÃh…h ihpxt…‚ˆq Urpyh…Ã18USG3ÃaÃrÃr‡m‚Ãqvtv‡h…ÃitÃ1@IU@S3 36 Processos
  40. 40. UNICAMP - CCUEC *(5(1,$0(172 '( 868È5,26 37 Gerenciamento de Usuários
  41. 41. UNICAMP - CCUEC ULDomR GH XVXiULRV IPU6T) • P†Ã‡…r†Ãp‚€ƒ‚r‡r†ÃqrȀhÃp‚‡hÃqrȆˆi…v‚ Ãà O diretório home do usuário deve ser criado antes da criação do próprio usuário. O owner deste diretório também deve ser alterado para que passe a ser o próprio usuário e não mais o root com o seguinte comando: %chown –R ˆ†ˆi…v‚Ȇˆi…v‚ • r‡pƒh††qÃrÃr‡p†uhq‚ Caso isso não seja feito o usuário não conseguirá acessar seu próprio home. • qv…r‡y…v‚Ãu‚€r • h…„ˆv‰‚†ÃqrÃp‚svtˆ…hom‚ • p†u…pˆÃx†u…p • y‚tvÃ‚ˆÃƒ…‚svyr • B…ˆƒ‚†ÃqrȆˆi…v‚Ãr‡pt…‚ˆƒ 38 Gerenciamento de Usuários
  42. 42. UNICAMP - CCUEC • I‚à T‚yh…v†Ã !‘à h†Ã p‚‡h†Ã qr‰r€Ã †r…à hir…‡h† ƒ…rsr…rpvhy€r‡rà à h‡…h‰p†Ã q‚à ƒ…‚t…h€hà qr hq€vv†‡…hom‚Ãhq€v‡‚‚y IPU6T) Além da abertura de contas o admintool permite modificar vários outros mapas importantes na administração: • usuários • grupos • hosts • impressoras • portas serias • software Tanto no Solaris 2.x as contas de usuários podem ser abertas de duas outras formas • Pelo comando vipw • Qry‚Ãp‚€hq‚Ȇr…hqq 39 Gerenciamento de Usuários
  43. 43. UNICAMP - CCUEC $GPLQLVWUDomR GH XVXiULRV IPU6T) • 6y‡r…hom‚à qryrom‚à ‚ˆÃ p‚†ˆy‡hà qh†Ã p‚‡h†Ã q‚† ˆ†ˆi…v‚†Ã ‡h€ip€Ã qr‰r€Ã †r…à srv‡h†Ã ƒry‚ 6q€v‡‚‚y • à 9rsvv…à ‚†Ã h‡…viˆ‡‚†Ã qrshˆy‡†Ã ƒh…hà h†Ã p‚‡h†Ã q‚† ˆ†ˆi…v‚† • 6à hy‡r…hom‚à qrà †ruhà ƒ‚qrà †r…à srv‡hà ƒry‚ 6q€v‡‚‚yˆÃry‚Ãp‚€hq‚Ãh††q 40 Gerenciamento de Usuários
  44. 44. UNICAMP - CCUEC 6LVWHPD GH $UTXLYRV 41 Sistema de Arquivos
  45. 45. UNICAMP - CCUEC IPU6T) 6LVWHPDV GH $UTXLYRV O sistema de arquivos é uma estrutura de dados que contém arquivos e diretórios. Os sistemas de arquivos (um por partição são criados pelos comandos €xs† ou rs†.Problemas no sistema de arquivos podem ser corrigidos pelo comando s†px • @†‡…ˆ‡ˆ…hÃqrÃh…„ˆv‰‚†ÃrÃqv…r‡y…v‚† • Tˆƒr…iy‚p‚†Ãiy‚p‚†ÃqrÃt…ˆƒ‚ÃqrÃpvyvq…‚† • 7y‚p‚ÃqrÃi‚‚‡ • 8…vhq‚Ãry‚†Ãp‚€hq‚†Ã€xs†Ã‚ˆÃrs† • Q…rpv†hÆr…󀂁‡hq‚´ • Srƒh…hq‚Ãry‚Ãp‚€hq‚Ãs†px 42 Sistema de Arquivos
  46. 46. UNICAMP - CCUEC 0$187(1d­2 '( 6,67(0$ '( $548,926 IPU6T) • P†Ã†v†‡r€h†ÃqrÃh…„ˆv‰‚†Ãƒ‚qr€Ã‰v…Ãhà †rà qhvsvph… qr‰vq‚Ãh) • Qh…h…ÂÆv†‡r€hÆr€Ã†vp…‚v“h…†Ãqv†p‚† • Im‚à ‰r…vsvph…à rà …rƒh…h…à vp‚†v†‡rpvh†Ã ‚† †v†‡r€h†ÃqrÃh…„ˆv‰‚†Ãqˆ…h‡rÂƇh…‡ˆƒ • @……‚†Ã‚Ãqv†p‚ • Ahyuh†ÃqrÃuh…qh…r 43 Sistema de Arquivos
  47. 47. UNICAMP - CCUEC )6. IPU6T) Inconsistências lógicas são quase sempre descobertas pelo programa • Płt…h€hÃs†pxÃpurph) fsck ao checar a integridade dos sistemas de arquivos, e são normalmente ocasionadas por quedas do sistema operacional. O programa s†px pode efetuar os reparos tanto interativamente quanto automaticamente (através da opção -p). • Dp‚†v†‡rpvh†Ãh†Ãvs‚…€ho}r†Ãq‚ƈƒr…iy‚p‚ O programa s†px checa os sistemas de arquivos identificados no arquivo /etc/fstab como do tipo 4.2. O arquivo /etc/fstab pode ser usado para descobrir a ordem em que os sistemas de arquivos são examinados pelo • Uh€hu‚Ãq‚Æv†‡r€hÃqrÃh…„ˆv‰‚† programa fsck. O programa s†px se baseia no fato de que não devem haver • I~€r…‚†ÃqrÃv‚qr† inconsistências nos sistemas de arquivos. Por exemplo, o número de inodes • 8‚‡htr€ÃqrÃiy‚p‚†Ãyv‰…r† é especificado no superbloco. Qualquer informação que contrarie este número é considerado suspeita. O programa fsck tenta então consertar o • 8‚‡htr€ÃqrÃv‚qr†Ãyv‰…r† sistema de arquivos baseado no tipo de problema encontrado. Arquivos ou diretórios órfãos são reconectados aos sistemas de arquivos sob o diretório lost+found. Cada sistema de arquivos possui um diretório com esse nome. • Dp‚†v†‡rpvh†Ã‚ÀhƒhÃqrÃiy‚p‚†Ãq‚Ãt…ˆƒ‚Ãqr O programa fsck verifica as seguintes inconsistências: pvyvq…‚† Blocos requisitados por mais de um inode, ou requisitado por um inode na lista de inodes livres. • 7y‚p‚†Ãyv‰…r†Ã…r„ˆv†v‡hq‚†Ãƒ‚…Ãh…„ˆv‰‚† Blocos requisitados por um inode ou lista de blocos livres fora dos • U‚‡hyà yv‰…r†iy‚p‚†Ã …r„ˆv†v‡hq‚†2‡‚‡hyà qr limites do sistema de arquivos. Contagem de links incorreta. iy‚p‚† Tamanho de diretórios incorretos. Informação sobre inodes incorreta. Blocos não identificados em lugar nenhum Arquivo apontando para um inode livre, ou um número de inode fora do • Dp‚†v†‡rpvh†Ã‚†Ãv‚qr† limite. Verificação dos superblocos: mais blocos por inodes do que existem no sistema de arquivos. • V€Ãv‚qrÃr†‡iÃhy‚phq‚ˆÃyv‰…rÁˆphÃh€i‚† Formato da lista de blocos livres incorreto. • 8‚‡htr€ÃqrÃyvx†Ãp‚……r‡h Total de blocos livres ou inodes livres incorretos. • D‚qr†Ãm‚Ã…rsr…rpvhq‚† 44 Sistema de Arquivos
  48. 48. UNICAMP - CCUEC • Pà ƒ…‚t…h€hà s†pxà ‰r…vsvphà €h†Ã m‚à sh“à p‚……ro}r† IPU6T) r€Ãˆ€Ã†v†‡r€hÃqrÃh…„ˆv‰‚†Ãh‡v‰‚ O programa fsck invocado sem nenhum argumento checa todas as partições contidas no arquivo fstab. O programa fsck aceita €‚ˆ‡Ã ƒ‚v‡† • Qh…hà ‰r…vsvph…à hà v‡rt…vqhqrà qrà ‡‚q‚†Ã ‚†Ã †v†‡r€h† como argumento e determina através daí o dispositivo correto a checar. A verificação do dispositivo “raw” é sempre mais rápida. qrÃh…„ˆv‰‚†Ãyv†‡hq‚†Ã‚Ãh…„ˆv‰‚Ãr‡ps†‡hiÃ) Se for utilizada opção -y, todas as correções são feitas sem Æs†px confirmação. Esta opção não é aconselhável, se todos os dados da partição forem importantes. O programa fsck faz as modificações diretamente no disco. • @‘r€ƒy‚†) O programa fsck pode ser instruído a utilizar um superbloco alternado. Para determinar os superblocos existentes use o comando newfs com a opção -N número. (Muito cuidado, pois o comando newfs sem opção -N 8urph…ÂÆv†‡r€hÃqrÃh…„ˆv‰‚†Ãqr‰q†xp‡q† apagará todos os dados). Æs†pxÃqr‰q†xp‡q† 8urph…à ‚à †v†‡r€hà qrà h…„ˆv‰‚†Ã hà ƒh…‡vom‚ qr‰q†xp‡q†Ãˆ†hq‚Âƈƒr…iy‚p‚Ãhy‡r…hq‚Ãquot;! TQ6S8 Æs†pxÃiÃquot;!Ãqr‰q†xp‡q† 45 Sistema de Arquivos
  49. 49. UNICAMP - CCUEC •ÃAh†r†Ãq‚ÃAT8F) IPU6T) Fase 1: Checa Blocos e Tamanhos (checa inodes procurando ÃQuh†rà ÃÃ8urpxÃ7y‚p†ÃhqÃTv“r† inconsistências) quot;''%!Ã769ÃD2%% Fase 2: Checa Qh‡uIh€r† (checa diretórios e inconsistências de inodes) Fase 3: Checa Conectividade (checa se todos diretórios estão conectados no ÃQuh†rÃ!ÃÃ8urpxÃh‡uh€r† sistema de arquivo) 9VQ769ÃD2%%ÃPXI@S2…‚‚‡ÃHP9@à $$ Fase 4: checa Reference Counts (compara informações de contagem de link da fase 2 e 3, corrigindo discrepância) TDa@2%#(ÃHUDH@2Hh…Ãquot;à $)!(à (($ Phase 5: Checa grupos de cilindros (checa blocos livres e o mapa de inodes ADG@2ˆ†…ivxhh usados procurando por inconsistências) S@HPW@S4’ No exemplo ao lado, o programa fsck descobriu um inode duplicado para um arquivo chamado /usr/bin/kawan. Neste caso, o superusuário ÃQuh†rÃquot;ÃÃ8urpxÃp‚rp‡v‰v‡’ decidiu desconectar o inode e instruiu o programa fsck a prosseguir e limpa- ÃQuh†rÃ#ÃÃ8urpxÃSrsr…rprÃ8‚ˆ‡† lo. Ao final, o programa descobriu que existem blocos faltando na lista de blocos livres. Ele pergunta então se a lista de blocos livres deve ser salva. 7699VQÃD2%%ÃPXI@S2…‚‚‡ÃHP9@2 $$ Com a resposta afirmativa o programa fsck prossegue e salva a lista. TDa@2%#(ÃHUDH@2Hh…Ãquot;à $)!(à (($ Normalmente o programa fsck é executado em cinco fases, mas neste caso existe uma fase adicional. ADG@2ˆ†…ivxhh Algumas vezes, após o fim da execução do programa fsck aparece 8G@6S4’ uma mensagem do tipo: VIS@AÃADG@ÃD2$quot; ÃPXI@S2…‚‚‡ÃHP9@2 % **** BOOT UNIX (NO SYNC) **** TDa@2ÃHUDH@2AriÃ!'à )quot;$à (($ S@8PI@8U`4’ Isto acontece quando o sistema de arquivos montado foi modificado. Se o sistema não é reinicializado neste ponto, a modificações feitas pelo ÃQuh†rÃ$ÃÃ8urpxÃA…rrÃGv†‡ programa fsck serão perdidas se os dados no superbloco forem gravados quot;Ã7GFTÃHDTTDIB novamente no disco. Interrompa (L1-A, BREAK) e reinicialize o sistema imediatamente. Não 769ÃAS@@ÃGDTU espere que o sistema se atualize sozinho. T6GW6B@4’ ÃQuh†rÃ%ÃÃThy‰htrÃA…rrÃGv†‡ quot;('Ãsvyr†Ãiy‚px†Ã%$#%Ãs…rr 46 Sistema de Arquivos
  50. 50. UNICAMP - CCUEC 021,725$1'2 (63$d2 (0 ',62 IPU6T) Æqs Pà p‚€hq‚à qsà qv†xà s…rrà €‚†‡…hà ‚Ã ‡h€hu‚à ‡‚‡hy m‚à vpyˆvq‚à ‚†Ã Èà hqvpv‚hv†Ã ~€r…‚à qr xi’‡r†Ã ˆ†hq‚†Ã rà qv†ƒ‚t‰rv†Ã ƒ‚…pr‡htr€Ã ‡‚‡hy ˆ†hqhÃrÀ‚ˆ‡Ãƒ‚v‡ÃqrÃphqhÆv†‡r€hÃqrÃh…„ˆv‰‚† Æqˆ Pà p‚€hq‚à qˆÃ qv†xà ˆ†htrà €‚†‡…hà ‚Ã ~€r…‚à qr iy‚p‚†Ãp‚‡vq‚†Ã r€Ã phqhà †ˆiqv…r‡y…v‚à q‚à qv…r‡y…v‚ p‚……r‡r ÆqˆÃhÕƂ…‡Ã… Gv†‡hà ‡‚q‚†Ã ‚†Ã h…„ˆv‰‚†Ã r†‡rà qv…r‡y…v‚à r€Ã ‚…qr€ qrà ‡h€hu‚à q‚à €hv‚…à ƒh…hà ‚Ã €r‚…à vpyˆvq‚à ‚ ph€vu‚Ãp‚€ƒyr‡‚ 47 Sistema de Arquivos
  51. 51. UNICAMP - CCUEC ),1' IPU6T) ÆsvqÃÁh€rõp‚…r¶Ãƒ…v‡ @‘virà ‡‚q‚†Ã h…„ˆv‰‚†Ã pˆw‚†Ã ‚€r†Ã ‡r…€vr€Ã r€ p‚…rÃhÃh…‡v… ÆsvqÃÀ‡v€rÃ(Åv‡ @‘virà ‡‚q‚†Ã ‚†Ã h…„ˆv‰‚†Ã m‚à €‚qvsvphq‚†Ã ƒ‚… ‚‰r‡hÃqvh† ÆsvqÃÁh€rõƶÀ‡v€rÃÅv‡ @‘virà ‡‚q‚†Ã ‚†Ã h…„ˆv‰‚†Ã vvpvhq‚†Ã ƒ‚…à ³Æ´Ã pˆwh qh‡hÃqrÃ~y‡v€hÀ‚qvsvphom‚Ãr‘prqhÃÃqvh† 48 Sistema de Arquivos
  52. 52. UNICAMP - CCUEC 5217$% IPU6T) O daemon /usr/etc/cron é usado para executar comandos em horários • 9rh€‚Ã)ÃȆ…r‡pp…‚ pré determinados. Ele lê arquivos contidos no diretório /var/spool/cron/crontabs. Estes arquivos pertencem a usuários do sistema; os arquivos determinam quais programas ou scripts serão executados e quando. • 6Ær…Ãr‘rpˆ‡hq‚)ÃÉh…†ƒ‚‚yp…‚p…‚‡hi Os registros nestes arquivos contêm cinco campos. São eles: Campo Valores permitidos quot;ÃÃÃÃÃÃÃÃÃivqh‡rÃÃÃ3ÃÃÃqr‰p‚†‚yr minuto 0-59 hora 0-23 dia do mês 1-31 ÃÃÃÃÃÃÃÃÃphyrqr…à mês 1-12 (Janeiro – Dezembro) dia da semana 0-6 (Segunda – Domingo) $ÃÃÃÃÃÃÃȆ…r‡p†hÆÃÃÃ3ÃÃÃqr‰ˆyy Comando n O comando é executado quando o valor do campo é n quot;ÃÃÃÃÃÃÃÃr‡pq€r†tÃ33Ȇ…hq€€r††htr† n,p,q O comando é executado quando o valor do campo é n, p, q. n-q O comando é executado quando o valor do campo é n- p * O comando é executado para todos os valores possíveis do campo 49 Sistema de Arquivos
  53. 53. UNICAMP - CCUEC IPU6T) ‰h…†ƒ‚‚yp…‚p…‚hyy‚ Trà r††rà h…„ˆv‰‚à r‘v†‡v…à hƒrh†Ã ‚†Ã ˆ†ˆi…v‚†Ã ryr p‚‡vq‚†Ã†m‚Ãhˆ‡‚…v“hq‚† ‰h…†ƒ‚‚yp…‚p…‚qr’ Trà ‚Ã h…„ˆv‰‚à p…‚hyy‚Ã m‚à r‘v†‡v…à ‚†Ã ˆ†ˆi…v‚† p‚‡vq‚†Ã ‚à h…„ˆv‰‚à p…‚qr’à m‚à †m‚ hˆ‡‚…v“hq‚†ÃhÃr‘rpˆ‡h…ÂÃp‚€hq‚Ãp…‚‡hi Æp…‚‡hiÃr @qv‡hÂÃh…„ˆv‰‚Ãp…‚‡hiÃq‚Ȇˆi…v‚ Æp…‚‡hiÃy Gv†‡hÂÃh…„ˆv‰‚Ãp…‚‡hiÃq‚Ȇˆi…v‚ p…‚‡hiÁ‚€rfq‚fh…„ˆv‰‚ @qv‡hÂÃh…„ˆv‰‚Ãp…‚‡hiÃr†ƒrpvsvphq‚ 50 Sistema de Arquivos
  54. 54. UNICAMP - CCUEC $7 IPU6T) Èh‡Ã±pÃ!quot;)quot; h‡3rpu‚ó‚vÃrˆÃsˆpv‚rv´Ã3Ãh…„ h‡3e9 Èh‡„ Shx @‘rpˆ‡v‚Ã9h‡r Pr… E‚i†Æ E‚iIh€r †‡ 9rpÃ!!à ((!à ) hyq‚ !quot;$ T‡qv Èh‡…€Ã!quot;$ !quot;$År€‚‰rq 51 Sistema de Arquivos

×