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COMUNIDADES DE PRÁTICAETIENNE WENGER     Grupos  de indivíduos que têm em comum      uma ‘preocupação’, um conjunto de   ...
AS COMUNIDADES IDENTIFICAM-SE PELAS PRÁTICAS...   resolução de            discussão de ideias    problemas              ...
PRÁTICA ENQUANTO SIGNIFICADO                                 Linguagem                      processo       negociação     ...
PRÁTICA ENQUANTOCOMUNIDADE Empenhamento mútuo – diversidade,  manutenção da comunidade Empreendimento comum- responsabil...
PRÁTICA ENQUANTOAPRENDIZAGEM                                      Estádios de Desenvolvimento                             ...
PRÁTICA ENQUANTO FRONTEIRA   Um indivíduo poderá pertencer a diferentes    CdPs fazendo a ligação (deliberada ou não...) ...
NÍVEIS DE PARTICIPAÇÃO                              exterior                                  coordenação                c...
ELEMENTOS ESTRUTURANTES                                       Prática         Domínio                os métodos, as histór...
ASPECTOS CENTRAIS autonomia empenhamento liderança partilhada (papéis desempenhados e    negociáveis) responsabilidade...
TEORIA DA APRENDIZAGEMAprendizagem situada/distribuída aprende-se através de processos departicipação social experiência...
PROCESSO DE      COMUNICAÇÃO/INTERACÇÃO   Ideias                                                                          ...
O QUE SEPARA AS CVA DAS CDP?Respostas do Fórum Comunidades de Prática e …. (Facebook) “I think a CoP is also a Learning co...
“For what it is worth, I think that a Community of Practice will always be a Learning   Community, but a Learning Communit...
I interprete CoP as a group of practitioners who share common interest and identity in    learning, innovating and explori...
“A learning community would probably be a CoP but not necessarily vice versa.You asked what makes a CoP. I worked on the f...
EM RESUMO...
AS COMUNIDADES VIRTUAIS DEAPRENDIZAGEM COMOCOMUNIDADES DE PRÁTICA                    Adelina Silva                Universi...
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Adelina ca como cp

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Adelina ca como cp

  1. 1. AS COMUNIDADES VIRTUAIS DEAPRENDIZAGEM COMOCOMUNIDADES DE PRÁTICA Adelina Silva Universidade Aberta Porto, Fevereiro 2008
  2. 2. COMUNIDADES DE PRÁTICAETIENNE WENGER  Grupos de indivíduos que têm em comum uma ‘preocupação’, um conjunto de problemas ou uma paixão acerca de um tema e que desenvolvem o seu conhecimento e especialização nessa área interagindo numa base regular.  Formadas por indivíduos que se empenham num processo colectivo de aprendizagem num domínio partilhado de actividade.
  3. 3. AS COMUNIDADES IDENTIFICAM-SE PELAS PRÁTICAS...  resolução de  discussão de ideias problemas  documentação de  pedidos de processos informação  visitas  partilha de  procura de soluções e experiências recursos  partilha de recursos PARTICIPAÇÃO - REIFICAÇÃO
  4. 4. PRÁTICA ENQUANTO SIGNIFICADO Linguagem processo negociação contínuo de de sentido Relações sociais reajustamento a elaboração, a concepção, o que representa, nomeando, a codificação eparticipação reificação a descrição, bem como o apreender, o interpretar, utilizando, reutilizando, a essencial, pois é um dos descodificação e a reformulação. constituintes de processos de negociação de seu significado
  5. 5. PRÁTICA ENQUANTOCOMUNIDADE Empenhamento mútuo – diversidade, manutenção da comunidade Empreendimento comum- responsabilidade mútua, ritmos Repertório comum- histórias, estilo, artefactos, rotinas (combina aspectos reificativos e participativos)
  6. 6. PRÁTICA ENQUANTOAPRENDIZAGEM Estádios de Desenvolvimento Activo Dispersão Os membros Adesão comprometem- Os membros já não se Potencial envolvem Memória se a negociar   Os membros uma prática intensamente, mas a Os indivíduos comunidade ainda está A comunidade já juntam-se e não é o centro, mas experienciam reconhecem o seu viva como uma força situações e centro de os indivíduos ainda potencial se lembram como similares sem o conhecimento benefício da parte significativa prática das suas vidas Actividades Típicas partilhada. Realização de actividades conjuntas, criação de Exploração das artefactos, adaptação Mantêm contacto, suas ligações, a circunstâncias, comunicando, Descoberta do definição de renovação de reunindo, pedindo empreendimento conselhos. Contando histórias, Outro e das interesses, conjunto, conservando e suas compromissos e negociando a coleccionando preferências relações comunidade artefactos comuns. Tempo
  7. 7. PRÁTICA ENQUANTO FRONTEIRA Um indivíduo poderá pertencer a diferentes CdPs fazendo a ligação (deliberada ou não...) entre elas através de:  Objectos de ligação – artefactos, conceitos  Pessoas de ligação – um-para-um, imersão (visitas), delegaçãoParticipação Legítima Periférica Para Lave e Wenger , a PLP é a característica de aprendizagem como uma forma de aprendizagem. Os membros, ao aprender a prática da comunidade, participam na prática da comunidade, passando gradualmente de periféricos à plena participação. Ou seja, a PLP faz parte do processo pelo qual um aprendiz se torna um membro de uma CdP.
  8. 8. NÍVEIS DE PARTICIPAÇÃO exterior coordenação central activa periférica Constelações de comunidades de prática
  9. 9. ELEMENTOS ESTRUTURANTES Prática Domínio os métodos, as histórias, ‘terreno comum’ os casos, os instrumentos, ‘área de investigação’ os documentos... a razão de ser da comunidade ‘repertório comum’ Comunidade relações entre os membros partilha sentido de pertença
  10. 10. ASPECTOS CENTRAIS autonomia empenhamento liderança partilhada (papéis desempenhados e negociáveis) responsabilidade e interdependência negociação de sentido participação legítima periférica aprendizagem (situada e/ou distribuída)
  11. 11. TEORIA DA APRENDIZAGEMAprendizagem situada/distribuída aprende-se através de processos departicipação social experiência – situações de cooperação itinerário partilhado estrutura social – currículo aprendiz - mestre.... em vez de perguntar que processos cognitivos estãoimplícitos na aprendizagem perguntamos que tipo de interacçãoe empenhamento social fornece o contexto ideal para que aaprendizagem tenha lugar...
  12. 12. PROCESSO DE COMUNICAÇÃO/INTERACÇÃO Ideias Compre Os m eus A minha  Filtros dos na -ensão filtros mensagem outros minha do cabeça outroTenho uma ideia que Percepções, Digo ou faço qualquer Percepções, O significado quequero dar a conhecer estereótipos e coisa para dar a estereótipos e o outro atribui ao preconceitos próprios conhecer a minha preconceitos do que ouve ou vê de: ideia outro, próprios de: - a minha idade - a sua idade - o meu sexo - o seu sexo - a minha classe - a sua classe social social - a minha profissão - a sua profissão tal como a minha cultura tal como a sua me ‘ensinou’ cultura lhe ‘ensinou’ Retroacção/Feedback In LaFortune, L. Gaudet, É. (2000). Une pédagogie interculturelle. Pour une éducation à la citoyenneté. Éditions du Renouveau Pédagogique.
  13. 13. O QUE SEPARA AS CVA DAS CDP?Respostas do Fórum Comunidades de Prática e …. (Facebook) “I think a CoP is also a Learning community, as learning co-exists as part of the community members practice, but there isnt a very clear difference between the 2. In the end what matters is that the participants learn what they need and what they want to learn. Since they learn together, they form a community. I think that a Community of Practice (CoP) in comparison to a learning Community (LC) emphasizes more the interaction among individuals and the social aspect of learning. It also refers to learning related to the exploration of ideas, which frequently leads to innovation. There is also an applicability of what is learned to the professional environment.” Cristina Costa University of Salford
  14. 14. “For what it is worth, I think that a Community of Practice will always be a Learning Community, but a Learning Community need not always be a Community of Practice. (…)Communities of Practice are about learning - that is what the reason they exist. (…)However, CoPs only deal with one form of learning called variously social learning / informal learning /situated learning / learning by doing / social learning: other groups (which may or may not be described as communities) also engage in learning. It is quite easy to conceive of a group of people in, for example, a traditional classroom setting who come together to learn. Consequently, depending on how you define community, all sorts of groups could be described as a "learning communities" but, to my mind, they could not all be described as a Community of Practice. Where does the boundary lie between a learning community and a community of practice? - that is more difficult to answer. If you look at the Wengers work you can see that he has shifted ground on this over the years. Chris Kimble University of York
  15. 15. I interprete CoP as a group of practitioners who share common interest and identity in learning, innovating and exploring more about a particular area where learning includes a significant element of hands on experience. A learning community on the other hand need not have a shared identity and learning can be theoretical base. It need not be tied to a practitioner based form of learning that is usual for CoP.   Lee Chao Rui Hong Kong
  16. 16. “A learning community would probably be a CoP but not necessarily vice versa.You asked what makes a CoP. I worked on the following basis: (1) there is some common ground - the knowledge, beliefs and suppositions shared by members of the community (2) common purpose - there will be a common purpose or motivation which will give the group an internal impetus. The motivation of the members is what makes it a CoP. Even when the group is formally constituted, part of what makes it a CoP will be the internal motivation that drives the group rather than any external pressures. (3) Legitimate Peripheral Participation - I still think Lave and Wengers LPP is a key feature of a CoP (4) Fluidity/Regeneration - the fluidity refers to the arrival of newcomers and the departure of old-timers. (5) Evolution - a CoP will go thro some sort of evolution. It might be that the CoP owes its very existence to evolution in that it grew out of a need and a shared interest. On the other hand the group might have been formally constituted but has evolved into a CoP (6) Relationships - relationships are a key part of what makes it a CoP. It is possible for a team to become a CoP as informal relationships begin to devlop and the source of legitimation changes in emphasis (7) Community/Identity - the internal motivation and the development of relationships contribute to a feeling of identity (8) Narration - often a means by which soft knowledge is developed. Story telling was a key part of Lave & Wengers original examples and shown as a central part of the transition from newcomer to old-timer (9) Dynamism/creation of new knowledge - dynamism relates to the social distribution of the knowledge within the group. Over a period of time as the groups work progresses, different members will learn different things at different rates and people will become gurus of different aspects. This process can also help create new knowledge eg as people bounce ideas off each other to solve problems (10) Informal - it is often the case that a CoP has no hierarchy and has no specific deliverable . The group is run on informal lines. this has close links with the legitimation aspect of LPP. In such an informal group the legitimation is bestowed by the informal relationships and not by and externally imposed rank. (11) unofficial - this is relevant to a CoP in an organisation - in many cases a CoP is not formally created by an organisation. (12) Similar jobs - this is also relevant to where a CoP is found in an organisational context and refers to the identification of CoPs. In many cases a CoP may form around a particular job - the job is the practice. Paul Hildreth University of York
  17. 17. EM RESUMO...
  18. 18. AS COMUNIDADES VIRTUAIS DEAPRENDIZAGEM COMOCOMUNIDADES DE PRÁTICA Adelina Silva Universidade Aberta Porto, Fevereiro 2008

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