Revolução digital
A queda do gigante ocorreu por sua própria culpa e
não por culpa da internet.
23/09/2010
Falência da gig...
Revolução digital
2002
O maior player da indústria.
Faturamento anual de US$5.5 bi.
Modelo de negócio offline como
exemplo...
Revolução digital
Falta de adaptação às
tecnologias digitais e às
necessidades dos clientes.
Estes são os slides da primeira aula do curso Como
Utilizar Dados Para Modelos de Negócio Online,
hospedado pela Upwell We...
Revolução digital
2012
Declaração de falência. Líder do mercado de filmes online.
Faturamento anual de US$3 bi.
Serviço au...
Revolução digital
Agilidade
Entendimento do consumidor
Adaptação do modelo de negócio
Revolução digital
2 grandes players da indústria do entretenimento.
2 empresas com o mesmo produto.
Modelos de negócio dis...
Revolução digital
Agilidade na troca de informações.
Fácil acesso à rede.
Inversão de mercado.
Controle nas mãos do consum...
Revolução digital
Mudanças nos hábitos de consumidores com a expansão dos modelos de
negócio na web.
Shopping Then and Now...
Revolução digital
1 - Clientes conhecem tanto quanto o vendedor sobre um produto que estão
procurando.
Shopping Then and N...
Revolução digital
2 - Varejistas conseguem entregar mensagens mais pessoais.
Shopping Then and Now: Five Ways Retail Has C...
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3 - Dispositivos móveis direcionam tráfego para lojas.
Shopping Then and Now: Five Ways Retail Has Chang...
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4 - As opiniões têm mais peso do que nunca.
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Modelos de negócio Online x Offline - Como a Netflix derrubou a Blockbuster

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Essa é a primeira aula do curso Como Utilizar Dados Para Modelos de Negócio Online, hospedado no Udemy www.udemy.com
Para conhecer mais o curso, acesse:
https://www.udemy.com/indicadores-de-performance-para-modelos-de-negocio-online

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  • Estamos falando da Blockbuster, gigante das locadoras de filmes, que em 23 de setembro de 2010, declarava falência. Nos seus últimos anos a rede viu a drástica redução de suas mais de 9 mil lojas no território americano, para apenas 300. No Brasil, restou para a marca ter suas lojas e extenso estoque de filmes comprados pe- las Lojas Americanas, que até hoje tem dificuldades para se desfazer dos títulos com promoções de final de ano.
  • A empresa, fundada em 1985 como uma locadora de vídeos, logo ganhou dimensão com um modelo que trazia tecnologia e inovação para a forma como os estoques de filmes eram controlados, possibilitando à marca trabalhar com um volume maior de títulos e personalizar o estoque de cada loja de acordo com o perfil dos clientes da região.
    Em 2002, a Blockbuster era o maior player da indústria, com faturamen- to anual de US$5.5 bilhões. Seu modelo de negócio era apresentado nas escolas de negócio como exemplo de diferenciação, pois nenhum estabelecimento local con- seguia competir com a disponibilidade de filmes para seus clientes. Somente na Blockbuster você encontraria o último lançamento disponível para alugar na sexta- -feira à noite.
    Nesse mesmo ano, uma empresa chamada Netflix foi a publico avaliada em US$150 milhões. Aparentemente inofensiva, a startup nem de perto parecia ameaçar a gigante ou ainda subsituir o prazer do consumidor de ir até a locadora mais próxima e passar horas decidindo que filme levar. Foi exatamente esse o pen-samento que tiveram os executivos da Blockbuster. Mas será que era esse mesmo o caminho?
  • Como muitas empresas outrora poderosas, não parecia ter muita noção sobre como evoluir conforme as necessidades de seus clientes. Prova disso é que, em 2008, a Blockbuster comprou uma rede de lojas de eletrônicos chamada Circuit City que quebrou logo em seguida. Mas porque ninguém da administração perce- beu que essa seria uma má ideia? O que será que faltou para eles?
  • Estamos falando da Blockbuster, gigante das locadoras de filmes, que em 23 de setembro de 2010, declarava falência. Nos seus últimos anos a rede viu a drástica redução de suas mais de 9 mil lojas no território americano, para apenas 300. No Brasil, restou para a marca ter suas lojas e extenso estoque de filmes comprados pe- las Lojas Americanas, que até hoje tem dificuldades para se desfazer dos títulos com promoções de final de ano.
  • Em 2012, enquanto a megalomaníaca dos videos declarava falencia, a Ne- tflix já alcançava US$3bi de faturamento anual e seu formato de assinatura de fil- mes online ganhava mais e mais adeptos. Com um modelo exclusivamente online, sem estoque ou lojas físicas, sua estratégia foi toda focada na tecnologia: com base nos filmes assistidos pelos usuários,o sistema desenvolvido pela empresa consegue prever e recomendar filmes que melhor se encaixem a cada perfil. O que torna o serviço automatizado e extremamente personalizado.
    Não é culpa da Blockbuster que as locadoras de vídeo tornaram-se em grande parte obsoletas. Desde 1999, já estava claro que a internet provavelmente substituiria as locadoras. A empresa teve tempo de sobra para se reinventar, mas por não prestar atenção às mudanças provocadas pela web no mercado, e devido à falta de agilidade para se adaptar a um novo modelo de consumo, o resultado foi a autodestruição. E isso que entre 2000 e 2002 eles ainda tiveram a oportunidade de adquirir a Netflix por “apenas” US$50 milhões...
  • Este cenário não é uma exclusividade da indústria do entretenimento e da locação de filmes. Nos mais diversos segmentos empresas foram surpreendidas por uma revolução tecnológica que não permitiu previsões, mesmo para os mais expe- rientes gurus. A origem de tanta mudança, no entanto, não está ao lado das empre- sas, mas sim com seus consumidores. Junto com possibilidades nunca antes imagi- nadas para as interações humanas, a tecnologia digital proporcionou mais agilidade na troca de informações.
    Aliada a isso,a praticidade proporcionada pelo acesso fácil à rede permitiu que a lógica do mercado se invertesse. Resultado: o controle sobre o consumo que antes estava nas mãos das empresas,mudou de lado e agora está junto dos consumi- dores,que têm todas as ferramentas disponíveis para encontrar as melhores empre- sas na busca por produtos e serviços para satisfazer as suas necessidades.
  • Em um desses artigos, Shopping Then and Now: Five Ways Retail Has Changed and How Businesses Can Adapt, publicado em junho de 2013, o autor Sri- dhar Ramaswamy escreve sobre as mudanças ocorridas nos modelos de varejo, e como os negócios podem se adaptar a esta nova realidade.
    Para percebermos essas mudanças o melhor a fazer é olhar para trás e ver como alguns hábitos dos consumidores se transformaram com a expansão dos mo- delos de negócio na web. Com base no artigo, destacamos quatro principais mudan- ças que tiveram grande impacto no trabalho dos vendedores
  • Antes: Pessoas vinham para a loja com pouco ou nenhum conhecimento sobre o produto que procuravam e confiavam no vendedor como fonte de informa- ção para o processo de decisão.
    Hoje: Consumidores estão acostumados a pesquisar o máximo possível so- bre o produto que estão comprando para assegurar-se da compra que estão fazendo.
  • Antes: O processo de compras começava com lojistas recebendo pessoas na sua loja local para,em seguida,virem a conhecer melhor as necessidades e prefe- rências de seus clientes.
    Hoje: Em nosso mundo sempre conectado, um dispositivo é apenas um proxy para o que realmente importa - conhecer seus clientes. Dispositivos ajudam- -nos a aprender o que é importante para o consumidor em um determinado local e em um determinado momento. A mensagem certa no momento certo é o próximo nível de serviço ao cliente - ele pode facilmente transformar a intenção em ação.
  • Antes: Encontrar a loja certa – e o produto que você precisava - dependia do acaso, ou da sua própria familiaridade com o local.
    Hoje: Quando os compradores procuram um nome de loja ou de uma ca- tegoria, esperam ver um mapa com as direções, um número de telefone que eles possam facilmente clicar para ligar ou ofertas especiais que correspondem à sua localização e à hora do dia.
  • Antes: O boca a boca era uma força social que transformava novos produ- tos em itens indispensáveis e pequenas lojas de varejo em impérios.
    Hoje: Varejistas inteligentes estão reconhecendo as oportunidades que se encontram em formato digital onde, ao invés de campanhas baseadas no maior al- cance possível,eles podem investir em ações para falar diretamente com as pessoas, ou comunidades de fãs, que mais amam seus produtos.
  • Antes: O boca a boca era uma força social que transformava novos produ- tos em itens indispensáveis e pequenas lojas de varejo em impérios.
    Hoje: Varejistas inteligentes estão reconhecendo as oportunidades que se encontram em formato digital onde, ao invés de campanhas baseadas no maior al- cance possível,eles podem investir em ações para falar diretamente com as pessoas, ou comunidades de fãs, que mais amam seus produtos.
  • Estamos falando da Blockbuster, gigante das locadoras de filmes, que em 23 de setembro de 2010, declarava falência. Nos seus últimos anos a rede viu a drástica redução de suas mais de 9 mil lojas no território americano, para apenas 300. No Brasil, restou para a marca ter suas lojas e extenso estoque de filmes comprados pe- las Lojas Americanas, que até hoje tem dificuldades para se desfazer dos títulos com promoções de final de ano.
  • Modelos de negócio Online x Offline - Como a Netflix derrubou a Blockbuster

    1. 1. Revolução digital A queda do gigante ocorreu por sua própria culpa e não por culpa da internet. 23/09/2010 Falência da gigante
    2. 2. Revolução digital 2002 O maior player da indústria. Faturamento anual de US$5.5 bi. Modelo de negócio offline como exemplo de diferenciação. Startup inovadora. Valor de mercado de US$150 mi. Modelo de negócio 100% digital.
    3. 3. Revolução digital Falta de adaptação às tecnologias digitais e às necessidades dos clientes.
    4. 4. Estes são os slides da primeira aula do curso Como Utilizar Dados Para Modelos de Negócio Online, hospedado pela Upwell Web Performance no Udemy. Para assistir à aula completa clique aqui. E para conhecer mais o curso, clique aqui. Revolução digital
    5. 5. Revolução digital 2012 Declaração de falência. Líder do mercado de filmes online. Faturamento anual de US$3 bi. Serviço automatizado e personalizado.
    6. 6. Revolução digital Agilidade Entendimento do consumidor Adaptação do modelo de negócio
    7. 7. Revolução digital 2 grandes players da indústria do entretenimento. 2 empresas com o mesmo produto. Modelos de negócio distintos, um offline e outro online.
    8. 8. Revolução digital Agilidade na troca de informações. Fácil acesso à rede. Inversão de mercado. Controle nas mãos do consumidor.
    9. 9. Revolução digital Mudanças nos hábitos de consumidores com a expansão dos modelos de negócio na web. Shopping Then and Now: Five Ways Retail Has Changed and How Businesses Can Adapt
    10. 10. Revolução digital 1 - Clientes conhecem tanto quanto o vendedor sobre um produto que estão procurando. Shopping Then and Now: Five Ways Retail Has Changed and How Businesses Can Adapt Antes Hoje Pessoas iam para lojas com pouco ou nenhum conhecimento e confiavam no vendedor. Consumidores acostumados a pesquisar muito antes da compra.
    11. 11. Revolução digital 2 - Varejistas conseguem entregar mensagens mais pessoais. Shopping Then and Now: Five Ways Retail Has Changed and How Businesses Can Adapt Antes Hoje O processo começava na loja e depois se estendia ao relacionamento. Os dispositivos conectados cada vez mais ajudam o vendedor a conhecer o cliente desde o início.
    12. 12. Revolução digital 3 - Dispositivos móveis direcionam tráfego para lojas. Shopping Then and Now: Five Ways Retail Has Changed and How Businesses Can Adapt Antes Hoje Encontrar a loja certa dependia do acaso ou de familiaridade com o local. Compradores procuram por lojas na internet, e esperam um mapa que as leve até lá.
    13. 13. Revolução digital 4 - As opiniões têm mais peso do que nunca. Shopping Then and Now: Five Ways Retail Has Changed and How Businesses Can Adapt Antes Hoje O boca a boca como força social para popularização de produtos e empresas. Varejistas investindo em ações para falar diretamente com as pessoas que mais gostam dos seus produtos.
    14. 14. Revolução digital
    15. 15. Conheça também o Blog Upwell. Lá você encontra diversos conteúdos sobre o mercado online, dicas, e discussões relevantes que podem ajudá-lo na gestão do seu modelo de negócio online.

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