design de interação e computação pervasiva um estudo sobre mecanismos atencionais e sistemas de informação ambiente mauro ...
1. Introdução 1.1. Motivação e objetivo da pesquisa 1.2. Aspectos metodológicos 1.3. Estrutura da tese 2. Ubiqüidade compu...
1. Introdução 1.1. Motivação e objetivo da pesquisa 1.2. Aspectos metodológicos 1.3. Estrutura da tese 2. Ubiqüidade compu...
design de mídias digitais design de interface interação homem-computador
 
computação ubíqua // pervasiva ubíquo onipresente, que está ao mesmo tempo em toda a parte.  pervasivo neologismo de termo...
computação ubíqua // pervasiva ubiqüidade  ou  pervasividade computacional:  uma tendência a dotar qualquer produto feito ...
Botanicalls
 
 
 
 
 
a computação pervasiva afasta-se do paradigma do computador  desktop
a computação pervasiva está para o computador tradicional assim como uma pilha está para uma usina hidrelétrica:  não é tã...
The world is not a desktop The coming age of Calm Technology The computer of the 21st century John Seely Brown Mark Weiser
múltiplas fontes de informação conexão constante mobilidade sobrecarga de informação estresse aumento da complexidade dos ...
 
 
“ as tecnologias mais profundas são aquelas que desaparecem” (Weiser, 1991)
 
atenção centro periferia calm tech
como “projetar para a periferia”? como funciona a nossa atenção? mecanismos atencionais Ψ psicologia cognitiva
 
 
atenção envolve a articulação de diversos processos cognitivos  (conscientes ou não) sensações/sentidos memória processos ...
fatores que influenciam a atenção contexto
 
 
 
fatores que influenciam a atenção semântica estímulo análise pré-consciente comparação com eventos anteriores ação ignorar...
fatores que influenciam a atenção memória
fatores que influenciam a atenção modalidade sensorial estímulos atuam em canais sensoriais distintos menor atenuação dos ...
mecanismos atencionais 35
mecanismos atencionais atenção seletiva
mecanismos atencionais atenção seletiva vermelho amarelo verde azul vermelho amarelo verde azul
mecanismos atencionais atenção seletiva vermelho amarelo verde azul vermelho amarelo verde azul
 
mecanismos atencionais atenção dividida
 
mecanismos atencionais sondagem encontre a letra O  encontre a letra T encontre o círculo preto
 
 
mecanismos atencionais vigília
 
atenção centro periferia
atenção como um  continuum menor desgaste ocorrem sem controle consciente menos detalhes são apreendidos vários estímulos ...
possibilidade de deslocamento no  continuum  atencional * * habituação contexto · memória · engajamento
 
 
“ apresentam continuamente informações que podem ser monitoradas pelas pessoas, sem exigir o foco de sua atenção” sistemas...
critérios de seleção <ul><li>reconhecimento da comunidade científica </li></ul><ul><li>adequação aos princípios da  calm t...
12 projetos selecionados
classificação
critérios de análise uso de  atenção voluntária uso de  atenção automática possibilidade de  habituação possibilidade de  ...
critérios de análise pouco muito método de análise derivado do ‘diferencial semântico’ (Osgood, Suci, Tannenbaum, 1957) en...
datafountain Koert van Mensvoort Eindhoven University of Technology
datafountain pouco muito uso de  atenção voluntária uso de  atenção automática possibilidade de  habituação possibilidade ...
ambient umbrella Ambient Devices
ambient umbrella pouco muito uso de  atenção voluntária uso de  atenção automática possibilidade de  habituação possibilid...
aura orb Human Media Lab Queen’s University, Ontário, Canadá
aura orb Human Media Lab Queen’s University, Ontário, Canadá
aura orb  (primeira etapa de uso) pouco muito uso de  atenção voluntária uso de  atenção automática possibilidade de  habi...
aura orb  (segunda etapa de uso) pouco muito uso de  atenção voluntária uso de  atenção automática possibilidade de  habit...
variação na maneira como os sistemas de informação ambiente envolvem os mecanismos atencionais depende: <ul><li>da complex...
projetos com menor comprometimento de recursos cognitivos e maior grau de percepção e compreensão das informações <ul><li>...
parâmetros a serem considerados no design de sistemas de informação ambiente <ul><li>explorar a simplicidade como partido ...
desdobramentos <ul><li>disciplina  design de interação e computação pervasiva  sendo ministrada, primeira experiência no c...
design de interação e computação pervasiva um estudo sobre mecanismos atencionais e sistemas de informação ambiente mauro ...
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Design de interação e computação Pervasiva: um estudo sobre mecanismos atencionais e sistemas de informação ambiente

2,145

Published on

Apresentação da minha defesa de tese de doutorado, no Programa de Pós-Graduação em Design da PUC-Rio.

A partir da delimitação da computação pervasiva e da contextualização de sua relação com o campo do design, faço um estudo sobre mecanismos atencionais e sistemas de informação ambiente.

Published in: Design, Technology, Business
0 Comments
2 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

No Downloads
Views
Total Views
2,145
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
3
Actions
Shares
0
Downloads
1
Comments
0
Likes
2
Embeds 0
No embeds

No notes for slide
  • Pra quem não teve a oportunidade de ler, essa é a estrutura da tese.
  • Como o tempo é curto, vou focar especificamente nesses três capítulos que são os mais representativos.
  • o trabalho se insere no campo do design de interação. tradicionalmente, é a área dentro do design que se ocupa do projeto das interfaces computacionais de maneira geral, é o design dos meios que permitem a interação com/através do computador mais recentemente fala-se do design da própria interação // design da experiência.
  • Dentro desse universo da IHC, a pesquisa trata especificamente da computação pervasiva.
  • termo pervasivo tem uma idéia de maior interferência, um estado menos inerte que o termo ubiquo.
  • sentir o ambiente, processar informações e transmitir dados umas pras outras
  • sensor de umidade conectado a um sistema que verifica o estado da planta, e permite que uma planta “avise” quando precisa ser regada. A planta publica seu status no Twitter.
  • o sistema faz com que uma planta “avise” quando precisa ser regada. A planta publica seu status no Twitter.
  • CTRUS - Muda de cor quando passa dos limites do campo (bola fora ou Gol). Grava informações sobre força do chute e velocidade de deslocamento. Localização controlada por RFID e GPS. Vídeo.
  • CTRUS - Muda de cor quando passa dos limites do campo (bola fora ou Gol). Grava informações sobre força do chute e velocidade de deslocamento. Localização controlada por RFID e GPS. Vídeo.
  • Muda de cor quando passa dos limites do campo (bola fora ou Gol). Grava informações sobre força do chute e velocidade de deslocamento. Localização controlada por RFID e GPS. Vídeo.
  • Ao tocar nas áreas em vermelho o celular recebe os dados via Bluetooth (pressão do abraço, temperatura do corpo, ritmo cardíaco, duração do abraço etc) e, em seguida, envia à outra pessoa – http://www.cutecircuit.com
  • por um lado ela não é tão potente quanto o PC mas é mais versátil, mais fácil de usar em diferentes situações
  • essa história começa no final dos anos 80, começo dos anos 90 no Xerox PARC, com esse senhor. Ele é considerado o “pai” da computação ubíqua. Em alguns poucos artigos ele define os conceitos que orientaram toda uma linha de pesquisas dentro da computação. Eu fiquei especialmente intrigado com o The Coming Age, escrito junto com o John Brow.
  • Weiser viu que era necessário pensar o computador a partir de outra perspectiva – a perspectiva do desktop geraria mais estresse. O telefone celular, apesar de muito distinto do desktop, ainda partilha de uma perspectiva da computação semelhante, só que móvel e pequena. Ele propõe então uma outra abordagem, a da calm technology.
  • atualizando o percurso da tese
  • atualizando o percurso da tese, delimitando a pesquisa a partir da idéia de calm technology.
  • são as tecnologias que mais afetam nosso dia a dia, ou as quais mais se entrelaçam no nosso cotidiano. A gente usa sem perceber.
  • Weiser propõe uma computação “invisível”, como uma ferramenta que você usa sem prestar atenção na ferramenta. Você presta atenção no que você faz com a ferramenta.
  • problema é que os computadores demandam o foco central de nossa atenção. focado, absorvido, alheio ao que está em volta. deveríamos pensar uma computação que agisse na periferia de nossa atenção.
  • pra entender o que significa “projetar para a periferia”, tive que entender melhor como funciona a atenção, fazendo uma aproximação com a psicologia cognitiva, que é quem estuda os mecanismos atencionais
  • um mesmo estímulo pode desencadear processos atencionais distintos, dependendo do contexto onde ocorre
  • um mesmo estímulo pode desencadear processos atencionais distintos, dependendo do contexto onde ocorre o sinal ‘verde’, por exemplo
  • nós aprendemos o seu significado, estamos condicionados a um comportamento. Quando vemos um sinal luminoso, temos uma reação instintiva. O contexto já cria uma expectativa, um estado propício a um determinado estímulo.
  • o contexto já cria uma expectativa, um estado propício a um determinado estímulo.
  • há então uma influência do significado de um sinal. A semântica influencia na captura de nossa atenção.
  • Da mesma forma, a memória atua nesse processo (de comparação, de análise semântica). Há diferentes tipos de memória, que atuam também de maneiras diferentes nos processos atencionais.
  • atenção dividida funciona melhor quando os estímulos não concorrem no mesmo canal sensorial
  • envolve a seleção consciente de estímulos específicos em meio a outros – força-se a atenuação de outros estímulos para prestar atenção a um estímulo específico.
  • envolve a seleção consciente de informações específicas em meio a outros – força-se a atenuação de outros estímulos para prestar atenção a um estímulo específico.
  • envolve a seleção consciente de informações específicas em meio a outros – força-se a atenuação de outros estímulos para prestar atenção a um estímulo específico. TESTE STROOP no exemplo, a natureza da informação acaba influenciando o resultado – a leitura é um hábito muito forte, difícil “não ler”.
  • envolve a seleção consciente de estímulos específicos em meio a outros – força-se a atenuação de outros estímulos para prestar atenção a um estímulo específico.
  • dividir recursos atencionais com estímulos variados
  • dividir recursos atencionais com estímulos variados
  • identificar ou perceber, destacar uma informação (alvo) em meio a outros elementos (distratores) 1- encontre o O // 2- encontre o T // 3- encontre o círculo preto psicologia procura identificar fatores que facilitam, ou dificultam a sondagem. Contraste com os distratores faz diferença
  • identificar ou perceber, destacar uma informação (alvo) em meio a outros elementos (distratores)
  • identificar ou perceber, destacar uma informação (alvo) em meio a outros elementos (distratores)
  • expectativa de um estímulo específico, relacionado com um evento temporal. Situação de espera atenta.
  • expectativa de um estímulo específico, relacionado com um evento temporal. Situação de espera atenta.
  • depois de estudar os mecanismos atencionais, percebe-se que o modelo de Weiser é uma simplificação
  • a idéia de Weiser de deslocar do ‘centro e periferia ’ se refere na verdade aos extremos do continuum atencional. necessário ampliar esse conceito
  • mecanismo pelo qual estímulos sensoriais que demandam processamento voluntário e consciente passam a ser processados de forma mais inconsciente e automática. Isso se dá normalmente por repetidas exposições ao estímulo, por aprendizado, por prática. Exemplo de quando me chamam de Bruno na rua.
  • maior aproximação com a proposta de Weiser de ‘calm technology’e de privilegiar a periferia da atenção proposta : analisar esses sistemas para perceber como envolviam os mecanismos atencionais – buscar perceber recorrências e características que pudessem orientar futuros projetos
  • de uma quantidade grande de projetos, como selecionar os que eu iria estudar? como escolher os que fossem mais relevantes?
  • de uma quantidade grande de projetos, como selecionar os que eu iria estudar? como escolher os que fossem mais relevantes?
  • método de análise derivado do ‘diferencial semântico’ (Osgood, Suci, Tannenbaum, 1957)
  • método de análise derivado do ‘diferencial semântico’ (Osgood, Suci, Tannenbaum, 1957)
  • Datafoutain: this fountain is connected to money currency rates on the internet. It is realtime, refreshed every five seconds. This mobile fountain measures 5x4x3 meters. On our datafountain we display the Yen, Euro and Dollar (¥€$). The design of the casing was kept as minimal as possible. The water is the thing to look at and listen to. (fonte: http://www.koert.com/work/datafountain/)
  • método de análise derivado do ‘diferencial semântico’ (Osgood, Suci, Tannenbaum, 1957)
  • O Ambient Umbrella, cujo cabo emite uma luz quando há probabilidade de chuva, trovoadas ou neve. O sistema está conectado a um serviço de previsão meteorológica. (fonte: http://www.ambientdevices.com)
  • método de análise derivado do ‘diferencial semântico’ (Osgood, Suci, Tannenbaum, 1957)
  • a complexidade das informações aumenta em função do engajamento do usuário. Estratégia interessante, não intrusiva, explora os diferentes mecanismos atencionais de maneira inteligente.
  • método de análise derivado do ‘diferencial semântico’ (Osgood, Suci, Tannenbaum, 1957)
  • método de análise derivado do ‘diferencial semântico’ (Osgood, Suci, Tannenbaum, 1957)
  • Essas características vão influenciar diretamente na quantidade de recursos cognitivos envolvidos, em função dos mecanismos atencionais acionados, bem como na possibilidade de realização de atividades paralelas
  • Essas características vão influenciar diretamente na quantidade de recursos cognitivos envolvidos, em função dos mecanismos atencionais acionados, bem como na possibilidade de realização de atividades paralelas
  • simplicidade = redução das possibiidades de uso // simplicidade formal (mais facil de reconhecer) e habituar
  • Design de interação e computação Pervasiva: um estudo sobre mecanismos atencionais e sistemas de informação ambiente

    1. 1. design de interação e computação pervasiva um estudo sobre mecanismos atencionais e sistemas de informação ambiente mauro pinheiro rodrigues profª orientadora: Rejane Spitz PUC-Rio · Programa de Pós Graduação em Design agosto de 2011
    2. 2. 1. Introdução 1.1. Motivação e objetivo da pesquisa 1.2. Aspectos metodológicos 1.3. Estrutura da tese 2. Ubiqüidade computacional 2.1. Tecnologias que desaparecem 2.2. Computação pervasiva 3. A revolução informacional e o design de interação 3.1. O design e sua relação com o contexto tecnológico 3.2. Do design de interação ao design da experiência 4. Tecnologia sem estresse (calm technology ) 4.1. O que é atenção? 5. Sistemas de informação ambiente 5.1. Metodologia 5.2. Descrição e análise dos sistemas 5.3. Análise e discussão 6. Considerações finais 6.1. Desdobramentos 7. Referências bibliográficas sumário da tese
    3. 3. 1. Introdução 1.1. Motivação e objetivo da pesquisa 1.2. Aspectos metodológicos 1.3. Estrutura da tese 2. Ubiqüidade computacional 2.1. Tecnologias que desaparecem 2.2. Computação pervasiva 3. A revolução informacional e o design de interação 3.1. O design e sua relação com o contexto tecnológico 3.2. Do design de interação ao design da experiência 4. Tecnologia sem estresse (calm technology ) 4.1. O que é atenção? 5. Sistemas de informação ambiente 5.1. Metodologia 5.2. Descrição e análise dos sistemas 5.3. Análise e discussão 6. Considerações finais 6.1. Desdobramentos 7. Referências bibliográficas sumário da tese
    4. 4. design de mídias digitais design de interface interação homem-computador
    5. 6. computação ubíqua // pervasiva ubíquo onipresente, que está ao mesmo tempo em toda a parte. pervasivo neologismo de termo em inglês “pervasive”, que deriva do latim pervādo , pervādere : ir além; penetrar; percorrer, permear.
    6. 7. computação ubíqua // pervasiva ubiqüidade ou pervasividade computacional: uma tendência a dotar qualquer produto feito pelo homem com hardware e software. os objetos do cotidiano (de carros a roupas, de xícaras de café a casas e ambientes, e até mesmo o corpo humano) passam a ser dotados de componentes computacionais que permitem conectá-los a outros dispositivos em rede. As “coisas” “conversam” umas com as outras.
    7. 8. Botanicalls
    8. 14. a computação pervasiva afasta-se do paradigma do computador desktop
    9. 15. a computação pervasiva está para o computador tradicional assim como uma pilha está para uma usina hidrelétrica: não é tão potente, mas está em toda parte, em diferentes formatos, tamanhos, e é aplicável às mais diversas situações. Prof. Dr. Jochen Schiller Freie Universität Berlin, Alemanha
    10. 16. The world is not a desktop The coming age of Calm Technology The computer of the 21st century John Seely Brown Mark Weiser
    11. 17. múltiplas fontes de informação conexão constante mobilidade sobrecarga de informação estresse aumento da complexidade dos sistemas calm technology tecnologia sem estresse
    12. 20. “ as tecnologias mais profundas são aquelas que desaparecem” (Weiser, 1991)
    13. 22. atenção centro periferia calm tech
    14. 23. como “projetar para a periferia”? como funciona a nossa atenção? mecanismos atencionais Ψ psicologia cognitiva
    15. 26. atenção envolve a articulação de diversos processos cognitivos (conscientes ou não) sensações/sentidos memória processos de pensamento ATENÇÃO processos controlados (incluindo a consciência) + processos automáticos ação adaptado de Sternberg (2000)
    16. 27. fatores que influenciam a atenção contexto
    17. 31. fatores que influenciam a atenção semântica estímulo análise pré-consciente comparação com eventos anteriores ação ignorar atender etc.
    18. 32. fatores que influenciam a atenção memória
    19. 33. fatores que influenciam a atenção modalidade sensorial estímulos atuam em canais sensoriais distintos menor atenuação dos estímulos retenção das informações com menor desgaste tendência à atenção dividida estímulos concorrem pelo mesmo canal sensorial maior atenuação dos estímulos retenção das informações com maior desgaste tendência à atenção seletiva
    20. 34. mecanismos atencionais 35
    21. 35. mecanismos atencionais atenção seletiva
    22. 36. mecanismos atencionais atenção seletiva vermelho amarelo verde azul vermelho amarelo verde azul
    23. 37. mecanismos atencionais atenção seletiva vermelho amarelo verde azul vermelho amarelo verde azul
    24. 39. mecanismos atencionais atenção dividida
    25. 41. mecanismos atencionais sondagem encontre a letra O encontre a letra T encontre o círculo preto
    26. 44. mecanismos atencionais vigília
    27. 46. atenção centro periferia
    28. 47. atenção como um continuum menor desgaste ocorrem sem controle consciente menos detalhes são apreendidos vários estímulos processados simultaneamente processamento paralelo maior desgaste exigem controle consciente mais detalhes são apreendidos poucos estímulos processados simultaneamente processamento serial
    29. 48. possibilidade de deslocamento no continuum atencional * * habituação contexto · memória · engajamento
    30. 51. “ apresentam continuamente informações que podem ser monitoradas pelas pessoas, sem exigir o foco de sua atenção” sistemas de informação ambiente (Mankoff e Dey, 2003) maior aproximação com a proposta de ‘calm technology’ de Weiser
    31. 52. critérios de seleção <ul><li>reconhecimento da comunidade científica </li></ul><ul><li>adequação aos princípios da calm technology </li></ul><ul><li>caracterização como sistema de informação ambiente </li></ul><ul><li>presença no mercado </li></ul>
    32. 53. 12 projetos selecionados
    33. 54. classificação
    34. 55. critérios de análise uso de atenção voluntária uso de atenção automática possibilidade de habituação possibilidade de realizar atividades paralelas uso do mecanismo de vigília uso do mecanismo de sondagem uso da atenção seletiva uso da atenção dividida envolvimento dos mecanismos atencionais
    35. 56. critérios de análise pouco muito método de análise derivado do ‘diferencial semântico’ (Osgood, Suci, Tannenbaum, 1957) envolvimento dos mecanismos atencionais uso de atenção voluntária uso de atenção automática possibilidade de habituação possibilidade de realizar atividades paralelas uso do mecanismo de vigília uso do mecanismo de sondagem uso da atenção seletiva uso da atenção dividida
    36. 57. datafountain Koert van Mensvoort Eindhoven University of Technology
    37. 58. datafountain pouco muito uso de atenção voluntária uso de atenção automática possibilidade de habituação possibilidade de realizar atividades paralelas uso do mecanismo de vigília uso do mecanismo de sondagem uso da atenção seletiva uso da atenção dividida
    38. 59. ambient umbrella Ambient Devices
    39. 60. ambient umbrella pouco muito uso de atenção voluntária uso de atenção automática possibilidade de habituação possibilidade de realizar atividades paralelas uso do mecanismo de vigília uso do mecanismo de sondagem uso da atenção seletiva uso da atenção dividida
    40. 61. aura orb Human Media Lab Queen’s University, Ontário, Canadá
    41. 62. aura orb Human Media Lab Queen’s University, Ontário, Canadá
    42. 63. aura orb (primeira etapa de uso) pouco muito uso de atenção voluntária uso de atenção automática possibilidade de habituação possibilidade de realizar atividades paralelas uso do mecanismo de vigília uso do mecanismo de sondagem uso da atenção seletiva uso da atenção dividida
    43. 64. aura orb (segunda etapa de uso) pouco muito uso de atenção voluntária uso de atenção automática possibilidade de habituação possibilidade de realizar atividades paralelas uso do mecanismo de vigília uso do mecanismo de sondagem uso da atenção seletiva uso da atenção dividida
    44. 65. variação na maneira como os sistemas de informação ambiente envolvem os mecanismos atencionais depende: <ul><li>da complexidade das informações exibidas </li></ul><ul><li>da quantidade de detalhes e variações possíveis para as informações apresentadas </li></ul><ul><li>da visibilidade das informações, influenciada pela escala e forma de apresentação (design da informação) </li></ul><ul><li>da possibilidade de contextualização e associação oportuna das informações, veiculadas a uma situação de uso (pré-ativação de esquemas) </li></ul><ul><li>do nível de engajamento do usuário necessário para utilização do sistema </li></ul>
    45. 66. projetos com menor comprometimento de recursos cognitivos e maior grau de percepção e compreensão das informações <ul><li>privilegiam o uso da atenção automática em detrimento da atenção voluntária </li></ul><ul><li>têm alta probabilidade de habituação </li></ul><ul><li>têm baixa demanda do mecanismo de vigília </li></ul><ul><li>têm baixa demanda do mecanismo de sondagem </li></ul><ul><li>favorecem situações de atenção dividida em detrimento da atenção seletiva </li></ul>
    46. 67. parâmetros a serem considerados no design de sistemas de informação ambiente <ul><li>explorar a simplicidade como partido projetual </li></ul><ul><li>dividir a complexidade dos sistemas em momentos distintos, ou em componentes distintos </li></ul><ul><li>fazer uso de gêneros discursivos, passíveis de reconhecimento e contextualização (pré-ativação de esquemas na memória, privilegiando processos atencionais automáticos) </li></ul><ul><li>realçar características marcantes para facilitar o reconhecimento de um elemento em meio a distratores (em situações de sondagem) </li></ul>
    47. 68. desdobramentos <ul><li>disciplina design de interação e computação pervasiva sendo ministrada, primeira experiência no curso de design da UFES </li></ul><ul><li>projeto de criação do laboratório de prototipagem com Arduino na UFES </li></ul><ul><li>a futuro, testar hipóteses que surgem a partir dessa pesquisa </li></ul>
    48. 69. design de interação e computação pervasiva um estudo sobre mecanismos atencionais e sistemas de informação ambiente mauro pinheiro rodrigues profª orientadora: Rejane Spitz PUC-Rio · Programa de Pós Graduação em Design agosto de 2011

    ×