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Jornal DESAFIOS Junho de 201312Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelos13Jornal DESAFIOS Junho de 2013Agrupamento de Es...
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Jornal DESAFIOS Junho de 201316Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelos17Jornal DESAFIOS Junho de 2013Agrupamento de Es...
Jornal DESAFIOS Junho de 201318Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelos19Jornal DESAFIOS Junho de 2013Agrupamento de Es...
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  1. 1. Junho 2013escola emmovimentopágs.5, 6, 7, 8, 9, 10,11, 12, 13, 14, 16, 20em pintandocompalavraspág. 17, 18pp sssemstresspág. 19popensando eopinandopág. 16“- Moço, se o senhor soltasse o balão preto,ele subiria tanto quanto os outros ?O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino,rebentou a linha que prendia o balão preto eenquanto ele se elevava nos ares disse:- Não é a cor, filho,É o que está dentro dele que o faz subir.”A. de Melloconversacompágs. 3, 4cc
  2. 2. Jornal DESAFIOS Junho de 20132Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelos3Jornal DESAFIOS Junho de 2013Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelosíndicepintando com palavras ppemescola em movimentosssem stressp.17 Harlem Shake Poemas numéricos Vozes de Animais Ulisses em Ogígiap.18 Se eu fosse uma folha Abecedário Muito Sem Juízo Poema da Amizade Poesia Concreta O Feiticeiro de Oz A Menina Primaverap. 5 Interculturalidade – 2ºB ATL da Páscoa Dia da bengala Branca – 4ºBp.6 Dia das Mentiras Dia do Escutismo ESCXELp.7 A Revolução dos Cravosp.8 Nossa Senhora de Mércules Projeto “Ler a Dois” 1º de Maiop.9 Dia da Mãe Brigadas Positivasp.10 Dia da Criançap.12 Escolas Empreendedoras Prémio Literário Experiências divertidasp.13 Concurso de Ditado Festival TEIPp.14 Dia Mundial do Ambiente Visita de estudo a Belmonte Visita de Estudo a Constância, Batalha e Coimbrap. 16 DESPORTOp.20 Saraup.19 Anedotas Sopa de Letras Cartoonsimpresso no JORNAL RECONQUISTApensando e opinando poEDITORIALA Diretora do AgrupamentoProfessora Graça Venturap. 15 A Turquia Na Kidzania Desporto motorizado é culturaO Agrupamento de Escolas Faria deVasconcelos foi, no dia 7 de maio, terça-feira contemplado com a presença doDiário de Notícias, numa conversa calo-rosa e interessante entre a comunidadeescolar e o conhecido jornalista JoãoCéu e Silva. A iniciativa foi promovidapelo DN no âmbito do projeto educativo“Professor do Ano do DN”.Estiveram presentes cerca de umacentena de alunos e professores empermanente diálogo e conversação como jornalista. Das dezenas de questõescolocadas, destacaram-se as relaciona-das com o jornalismo do século XXI; aimportância e credibilidade das fontesno jornalismo; o papel dos jornalistas naelaboração e transmissão das notícias.Fizeram também parte outras que ten-dencialmente aguçaram a curiosidadedos alunos, principalmente as relacio-nadas com a imparcialidade e sensacio-nalismo noticioso.Neste encontro, os alunos puderamainda ouvir, na primeira pessoa, teste-munhos de profissionais da área. De-sta forma, os alunos contactaram comuma realidade que é muito pertinentenos nossos dias que passa pelo acessoà informação e divulgação de notícias,através dos vários meios de comunica-ção.Professora Isabel GilAproveitando a oportunidade paraconversar com jornalistas profissionais,o Clube de Jornalismo preparou algu-mas questões para colocar ao jornalistaJoão Céu e Silva que, gentilmente, seprontificou a ficar mais um pouco con-nosco, após o encontro com a comuni-dade em geral.Há quantos anos está no DN(Diário de Notícias)?R: Há vinte e quatro anos.Gosta do seu trabalho?R: Do que eu mais gosto é de quenunca faço a mesma coisa. Eu nuncasei o que vai ser o meu amanhã ou omeu próximo mês, posso planear umaou outra coisa, mas os acontecimentos,às vezes, obrigam-me a fazer coisas queeu não queria e impedem-me de fazeraquilo que eu achava mais importante.Do que mais gosta no seu tra-balho?R: Gosto muito de jornalismo e é umaforma de ter alguma intervenção social,é através do jornalismo que eu possoesclarecer as pessoas, e que posso con-tar a verdade da situação nacional e darnotícias que esclareçam as pessoas.Do que menos gosta no seu tra-balho?R: Ai, é muito difícil!... Acho quegosto de quase tudo, mesmo quando eunão gosto no início, estou ali dois minu-tos sem saber se gosto ou não, mas, nofinal de cinco minutos, já me convencique é a melhor coisa do mundo.Porque decidiu ser jornalista?R: Foi um sonho. Desde muito novo,sempre achei que o jornalismo, o es-crever, para mim, era importante.Então, quando era mais jovempensava em exercer esta profissão?R: A partir dos dezanove anos, co-mecei sempre a pensar nisso.Na sua opinião, como é ser reco-nhecido como jornalista?R: Há várias formas, uma é falar comas pessoas. Ainda ontem eu estava a fa-lar com uma pessoa que me dizia: “ devez em quanto eu leio as suas notícias”.Normalmente, ficamos contentes por aspessoas conhecerem o nosso trabalho.Mas isso não é o mais importante, oimportante é nós fazermos o trabalho, esermos reconhecidos pela capacidadede o fazermos bem , não pelo nome ,isso não interessa.Alguma vez teve algum problemacom a informação publicada em al-guma notícia escrita por si?R: Sim, de vez em quando, há coisasque nós escrevemos que as pessoas nãogostam , mas desde que seja verdade,nós temos que escrever.Como é aplicada a tecnologia noseu trabalho?R: Nós, hoje em dia, temos váriosmeios tecnológicos, temos o computa-dor portátil, telemóvel, enviar fotosdigitalizadas , Skype, portanto hoje emdia usamos a tecnologia de todas asformas. Quando eu estive há pouco naChina, enviava a informação em direto.Entrevista a João Céu e Silvajornalista do DN (Diário de Notícias)Apesar de haver oito horas de diferençaentre o horário chinês e o horário de Por-tugal, eu mandava logo as notícias de lá.Quando Portugal estava a acordar, já asnotícias da outra noite tinham chegado.Portanto, a tecnologia é usada normal-mente.O jornalista João Adelino Fariadisse: “O público quer é muito en-tretenimento… e ligeiro”. Acha queo facto do nosso país estar em crisepoderá vir a afetar o jornalismo?R: Afeta, por aquilo que o João Adeli-no Faria disse e também porque, coma falta de dinheiro, nós temos menosmeios para fazer as coisas e, como aspessoas estão aborrecidas, querem coi-sas mais leves e não querem ler notíciasmuito sérias .A busca e a recolha de dados nemsempre é segura, e estes nem sempresão verdadeiros. Acha que a tecnolo-gia alterou esses factores?R: A internet veio facilitar o nossopoder de informação, mas muita da in-formação que está na internet não é ver-dadeira. Se o jornalista souber o que estáa fazer, tem de usar o crivo. Eu já con-sultei a internet muitas vezes , e muitascoisas não estavam certas , e eu própriocorrigi datas ou acontecimentos, masas pessoas têm de saber o que estão afazer, para poderem ver se a informaçãoestá correta ou não, porque antes de ha-ver internet, nós também líamos e íamosaos arquivos onde há também informa-ções falsas.-De que modo acha que as notíciassão importantes para a formação doscidadãos?R: Eu acho que a informação é dascoisas mais importantes, porque as pes-soas só podem decidir se tiverem infor-mação, quem não tem informação nãotem capacidade de decidir. Por exemplo,a minha cadela não tem informação,qualquer coisa lhe serve, mas a nós nãonos pode servir tudo.Agradecemos ao nosso entrevistadoa sua disponibilidade e gostámos muitodestes momentos jornalísticos!Mais um ano letivo chega ao fim.Registo aqui breves palavras, quepretendem ser uma mensagem simples,dirigida sobretudo às alunas e alunos,mas também a todos os professores,funcionários e pais que nela se revejam.Começo por lembrar-vos que, ao lon-go da nossa vida, várias vezes, dizemosou ouvimos dizer que a vida é um desa-fio. Também é comum dizer-se que osdesafios significam oportunidades de seviverem experiências que nos transfor-mam. A todos vós, ao longo de mais esteano letivo que agora termina, foi garan-tido o direito de aprender como sendoum desafio. Contaram com professorese funcionários disponíveis, motivados ecapacitados para vos levarem ao vossopotencial máximo. A todos eles devemestar reconhecidos e agradecidos.Ora, saber agarrar os desafios,aproveitar as oportunidades e a ex-periência de as ter vivido, é CRESCER.É assim que nos desenvolvemos. Cres-cemos, aprendendo a viver diferentestipos de situações. Umas mais alegres,outras mais tristes. Algumas que gos-taríamos de esquecer e outras que de-sejávamos que não terminassem nunca.Mas, acreditem, todas as diferentes situ-ações da nossa vida, tornam-nos maisfortes e experientes…e com memórias.A ser assim, pode dizer- se que o quefoi sentido, vivido por todos vós ao longodeste ano letivo que agora terminou, foi(mais) um momento de crescimento, dedesenvolvimento pessoal, um desafioganho. Mas é importante compreenderque este MOMENTO, enquanto projetode vida, não para aqui. Por isso e paraisso, importa continuar a sonhar, a teresperança, para que em cada novo des-folhar das páginas das vossas vidas, out-ros e novos desafios nasçam e se desen-volvam no interior de cada um de vós.Ao lembrar-me de todos vós pensei:“Sejam BRILHANTES” - no vosso dia adia; nos vossos pensamentos; nas vos-sas atitudes; na vossa família; no vossopercurso escolar… Com humildade;com verdade; com responsabilidade;com sinceridade; com amor… Sem vai-dade, sem orgulho, sem hipocrisia, semrancor… Mas, sempre, com vontade deVENCER!!!E, não se esqueçam nunca que avida faz-se também de MEMÓRIAS. AsMemórias do Passado são como bús-solas, orientam-nos. As Memórias doPresente são como estrelas, iluminam-nos….Por último, queria ainda dizer-vosque o nosso coração é um lugar mágicoonde acontecem coisas extraordinárias.A principal é saber amar os outros. Nãose esqueçam nunca disto. Tenham umavida cheia de magia, porque fazer magiaé ajudar a construir um Mundo melhor.Tenham CONFIANÇA NO FUTURO,não desistam dos vossos sonhos e dese-jos. Lutem por eles.Com empenho e entusiasmo, mastambém com humildade e sensatez.O meu coração diz-me ainda que sa-berão escolher um caminho de sucessoe de realização pessoal. O meu pensam-ento estará convosco.O êxito procura-se, conquista-se. Si-gam por esse caminho. Espero que vis-lumbrem com otimismo o mundo queabre as portas para quem sabe aondequer ir.E guardem nas vossas memórias queo Agrupamento de Escolas Faria de Vas-concelos ajudou-vos a apontar o camin-ho das estrelas, os vossos professores efuncionários ajudaram-vos a alcançá-las...Eu sou o Bruno e fiz o 1º ciclo na es-cola da Horta d’ Alva.No 5º ano vim para esta escola, vinhacurioso para saber como era uma escola tãograndeecomvontadedefazernovosamigos.As minhas disciplinas preferidas sãoa Educação Física e a Matemática. Gos-tei muito de alguns professores, o pro-fessor João Paulo da Educação Física,o professor José Batista, o professor deMatemática muito alto que já não melembro do nome (Antero Alegria) e oprofessor Paulo de Português, e da pro-fessora Rosário que me ajudou a tirar osproblemas da cabeça. Também gostomuito do senhor Ricardo porque mete-se sempre connosco, quando estou abrincar com os meus amigos.Adorei participar nas visitas de es-tudo que fiz com a minha turma: Mafra,Belmonte, Mérida, e Coimbra.Cheguei ao final do 9º ano, vou de-ixar esta escola e sinto-me triste, porquegostava de poder ficar mais tempo, atéjá pedi à diretora para no próximo anoter cá o 10º ano.Ficam cá muitos amigos, vou ter sau-dades deles, mas espero visitá-los mui-tas vezes.Sempre gostei muito desta escola.Bruno Mira9º Ano Turma Cconversa com ccp.3 Diário de Notícias no Agrupamento Entrevista a João Céu e Silva Fim de ciclo (na 1ª pessoa)p.4 Questionário aos alunos de 9º anoconversa com ccAssim, o que eu vos desejo, é que se-jam capazes de seguir um caminho bemvosso, percorrido passo a passo, comuma estrela no pensamento a servir-vosde bússola, orientando-vos para o vossopróprio êxito e para a construção dauma vida ao sabor das descobertas queforem fazendo, ... e guardando-as novosso “baú” das memórias
  3. 3. Jornal DESAFIOS Junho de 20134Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelos5Jornal DESAFIOS Junho de 2013Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelosemescola em movimentoINTERCUL-TURALIDADEA aluna Inês Fortunato estagiária no2º ano da turma B, no âmbito da disci-plina de Iniciação à Prática Profissionalrealizou uma prática supervisionada nasemana de 17, 23 e 24 de abril, tendocomo unidade temática a interculturali-dade. A escolha da unidade teve comofundamento o facto de, no seu grupo deestágio haverem duas colegas turcasHatice Yesiltepe e Ozlem Adanmaz.O tema integrador foi uma receitaturca “ Cezerye” no sentido de fazerem aexploração de um texto instrucional. Osalunos participaram com grande entusi-asmo na confeção do doce e no final daaula deliciaram –se a comer esta espe-cialidade da doçaria turca.A professora Maria José Semedo – 2º BCEZERYEIngredientes:1 kg. Cenouras1 taça de açúcar granulado1/2 tigela de nozes50 gr. margarinacoco1 pacote de biscoitos1 colher de chá de canela em póComece por descascar as cenourase ralá-las. Colocar as cenouras em umapanela grande. Ligar o fogão e adicionaro açúcar.Deixar arrefecer bem o preparado e,entretanto, desfazer em pedaços os bis-coitos com a sua mão. Depois, adicionara margarina, a canela e a noz. Misturartudo e amassar.Por fim, fazer uma pequena bola comesta mistura e colocar coco.O Agrupamento de Escolas Faria deVasconcelos proporcionou às famíliasdos seus alunos mais uma oferta educa-tiva - Atividades de Tempos Livres - perío-do da Páscoa.As crianças puderam desfrutar deatividades muito diversificadas, dina-mizadas pela equipa de animação, quecontinuou o trabalho lúdico e pedagógicodesenvolvido desde o início do ano letivo.Salientando os Jogos lúdicos, apoioaos trabalhos de casa, amêndoasA minha turma gostou muito das ativi-dades do dia da bengala branca.Nesse dia fizemos jogos cujosnomes são: O jogo do galo, o jogo dodominó com textura, o jogo do cheiro,o jogo da textura, o jogo do circuitoinvisual e o jogo do futebol sonoro. Osjogos foram orientados pelo animadorde chocolate, prenda do dia do Pai ecomemoração do início da primavera.Para esta diversificação de atividadescontribuíram as parcerias realizadascom Associação da Carapalha secçãode Taekowndo, Academia de Judo AnaHormigo, Cybercentro – Castelo Branco,Escola Superior de EducaçãoAssim sendo, o ATL do Agrupamentode Escolas Faria de Vasconcelos ofe-receu aos seus alunos mais um espaçoeducativo.Bruno, que trabalha na escola Faria deVasconcelos. Os alunos da nossa es-cola participaram nesses divertimen-tos, deste dia que foi muito animado,pelo menos nós adorámos. Havia unslivros que mostraram que tinhampontinhos, que é como as pessoas in-visuais leem (caracteres Braille). Euacho que este dia foi muito impor-tante porque as crianças da escolaFaria de Vasconcelos aprenderam aver como são as dificuldades que aspessoas invisuais enfrentam no seudia a dia.Guilherme CandeiasCarina Vieira 4ºBDia da bengala brancaALGUMAS RESPOSTAS:Catarina Ramos, 9ºA1-5 Anos.2-Intervalo.3-Interessantes.4-Participando em atividades.5-Não sei.6-É bom, tem boas iniciativas.7-Professora Gabriela Valente.8-Os alunos é que devem estudar, a es-cola faz o suficiente.9-Sim.10-Veterinária.11-Estudem muito, empenhem-se!Maria Inês Santos,9ºB1.6 Anos.2.As férias.4.Bastante interessantes.3.Participando em vários projetos.5.Penso que nada! =)6.Nunca participei, mas acho muito in-teressantes.7.Gabriela Valente, Cristina Salavessa.8.Apostar em aulas mais interessantes.9.Sim.10.Ainda estou indecisa.11.Aproveitem esta fase da vossa vida, edesfrutem de todas as coisas boas que aescola vos oferece! =)Ana Sofia Oliveira.1-5 Anos e meio.2-Intervalos passados na cantina/ barcom os amigos3-Bastante enriquecedores.4-Tendo um bom aproveitamento a níveldo comportamento e conhecimentos.5-Nada!6-Penso que são atividades que preten-dem que melhoremos o gosto pelo des-porto e pelas atividades físicas.7-Professor Luís Cotrim, Cristina Sala-vessa e Ana Isabel Almeida.8-Um pouco mais de empenho.9-Ainda não.10-Ainda preciso de pensar melhor noassunto.11- Que aproveitem todo o tempo nestaescola, que estimem os professores quetêm, pois eles fazem de tudo para o nos-so sucesso e, acima de tudo, desfrutemde tudo.Mariana Barata, 9º B1-6 anos.2-Jantares de São João.3-Bons.4-Trabalhos para exposições.5-Nada.6-Bom (andei em natação do 5º ao 7º).7-Luís Cotrim, Paula Ribeiro e CristinaSalavessa.8-Nada.9-Ainda não.10-Indecisa.11- Nunca desistam dos vossos objeti-vos.Catarina Marques, 9º B1-6 anos2-Vários, mas talvez as festas de final deano e os almoços de Natal.3-Bastante interessantes e originais.4----------5-Nada6-Importantes para o convívio entre alu-nos e a prática de desporto.7-Luís Cotrim e Cristina Salavessa8-Talvez mais empenho por parte dosalunos.9-Sim.10-Ainda não decidi.10-Que aproveitem o que a escola nosproporciona e organiza.Questionáriopara alunos de9º anoJosé Nunes, 9º B.1-7 anos, sem contar com um ano deATL.2-Muito especialmente as festas (quesão muitas).3-Muito bons.4-Resultados desportivos e, quanto maisnão seja, com a minha presença.5-O comportamento.6-É importante, pois é uma forma depraticar desporto sem ter de gastar din-heiro.7-É complicado… Ana Isabel, Gabriela,Cristina Salavessa, Joel Rocha, Andrea,Luís Beato, Corga, e muitos outros.8-Especial empenho dos alunos.9-Não.10-Ainda não sei11-Que respeitem a escola, pois tenhoa certeza que ela faz tudo para o vossobem.Margarida Morgadinho 9ºA1 – 6 anos2 – Intervalo3 – Interessantes4 – Participando no desporto escolar5 – Não sei6 – Contribuindo para o nosso desen-volvimento7 – Professora Gabriela Valente8 – Os alunos tem que estudar mais eempenhar-se mais nas atividades9 – Sim10 – Veterinária11 – Sim, eles deviam empenhar-se maisDiogo Gama 9ºA1 – 6 anos2 – Torneios final de período3 – Bons4 – Participando nas atividades5 – Não sei6 – Muito fixe7 – Professora Andrea8 – Não sei9 – Sim10 – Polícia ou massagista11 – Estudem!!!Obrigado a todos pela vossacolaboração!Alícia Luís 6ºD nº2Leonor Alves 6ºD nº14Mariana Pina 6ºD nº18No Clube de Jornalismo, as alunas do 6º ano estavam curiosas para saberem oque pensam/ sentem os alunos de 9ºano, que estão prestes a deixar a escola queos viu crescer, para irem para o Ensino Secundário. Assim, decidam elaborar umpequeno questionário e, depois, pediram a colaboração do José Eduardo Nunes, do9ºB (que também já pertenceu ao Clube), para recolher as respostas dos colegas.Aqui ficam as questões colocadas e algumas das respostas dadas pelos alunosFINALISTAS.0-Qual o teu nome e turma?1-Há quantos anos estás nesta es-cola?2-Qual o teu momento favorito naescola?3- O que achaste dos projetos quea escola realizou ao longo destesanos?4-De que forma contribuíste paraa nossa escola?5-Se pudesses melhorar algu-mas das coisas que fizeste, o quemudarias?6-O que achas do desporto esco-lar?7-De todos os professores, de qualgostaste mais?8-O que achas que, na tua opinião,deve ser feito para melhorar os re-sultados escolares dos alunos?9-Já decidiste para que escolavais no próximo ano?10-No teu futuro o que gostariasde ser?11-Gostarias de deixar-nos umamensagem, para os alunos maisnovos?conversa comccAtividadesde TemposLivresATL da Páscoana Faria**
  4. 4. Jornal DESAFIOS Junho de 20136Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelos7Jornal DESAFIOS Junho de 2013Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelosemescola em movimentoem escola em movimento*Dia dasmentirasHá muitas explicações para o 1 deabril se ter transformado no dia da men-tira, também conhecido como dia dasmentiras, dia das petas, dia dos tolos (deabril) ou dia dos bobos.HistóriaO Dia das Mentiras é celebrado nodia 1 de abril, todos os anos, em dife-rentes países em todo o mundo. “Diade partidas e de mentiras inofensivas”,o “Dia das Mentiras”, a 1 de abril, éaproveitado por órgãos de comunicaçãopara publicar notícias falsas, para efeitocómico. É tradição realizar partidas oucontar mentiras a amigos, familiares ecolegas de trabalho, com o objetivo depropagarem informação falsa ou com-portarem-se de determinada forma. Porse esquecerem que o dia 1 de abril é o“Dia das Mentiras”.Dia das mentiras emalguns países:Em países de língua inglesa, o dia dasmentiras costuma ser conhecido como“April Fool’s Day” , “Dia dos Tolos (deabril)”. Na Itália e na França, é chamado,respetivamente, “pesce d’aprile” e “pois-son d’avril”, literalmente “peixe de abril”.No Brasil, o primeiro de abril começoua ser difundido em Minas Gerais, ondecirculou A Mentira, um periódico de vidaefémera, lançado no 1º de abril de 1828,com a notícia do falecimento de DomPedro, desmentida no dia seguinte. AMentira saiu pela última vez em 14 desetembro de 1849, convocando todos oscredores para um acerto de contas nodia 1º de abril do ano seguinte, dandocomo referência um local inexistente.Leonor Alves do 6ºD nº 14Mariana Pina do 6ºD nº18Dia 23 deAbril – DiaMundial doEscutismoO Escutismo é...O Escutismo nunca parou de crescerdesde que foi fundado em 1907, tendoduplicado o seu efetivo nos últimos30 anos. Neste momento, a Organiza-ção Mundial do Movimento escutistaabrange mais de 216 países e territórios.O escuteiro desenvolve o conhecimentoindividual, a necessidade de explorarpara descobrir, para saber.Corpo Nacional de EscutasO Corpo Nacional de Escutas (CNE)é uma associação de juventude semfins lucrativos, destinada à formaçãointegral de jovens. Está implantado emcerca de de 1.100 agrupamentos lo-cais em todos os concelhos do teritóriocontinental e regiões autónomas dosAçores e da Madeira. É, também, ummovimento da Igreja Católica.Alícia Luís, 6ºDNo dia 19 de abril de 2013, realizou-se, na Escola Superior de Educação deCastelo Branco, o 12.º Seminário daRede ESCXEL (Rede de Escolas de Ex-celência, coordenada pela equipa doCESNOVA da Universidade Nova de Lis-boa). Organizado pela equipa concelhiaESCXEL de Castelo Branco, o semináriofoi subordinado ao tema “PlaneamentoTerritorial na Educação”.Tendo por princípio a importânciado planeamento da educação, as múlti-plas variantes a ter em conta numagestão estratégica e eficaz da ofertaeducativa, as suas diferentes vertentes,os distintos meios, informações e con-textos em que se sustenta essa orga-nização, os diversos parceiros que en-volve e a melhor resposta que poderádar às necessidades da população emfunção dos recursos disponíveis, oseminário integrou duas conferênciasplenárias: a primeira proferida pelo Pro-fessor Doutor José António Tenedório,sobre “Planeamento Territorial da Edu-cação”, à qual se seguiu a comunica-ção do Professor Doutor David Justino,cuja intervenção se focou na questão:“Das cartas Educativas aos Planos deDesenvolvimento Educativo”. O semi-nário ESCXEL incluiu igualmente trêsworkshops subordinados aos seguintestemas: “Planeamento Demográfico”,“Os SIG na Mobilidade dos Alunos” e“Planeamento da Oferta Educativa”.Os participantes foram numerosos eo debate muito profícuo relativamenteàs questões apontadas. Das múltiplasconclusões registadas, destacou-se anecessidade de um planeamento ter-ritorial que envolva as diversas institu-ições ligadas às escolas, a capacidadede antecipar os problemas e de tomardecisões atempadamente, a enunciaçãode linhas de desenvolvimento estratégi-co na educação relativamente à oferta eà gestão dos recursos, seja a nível mu-nicipal, seja a nível intermunicipal.Os seminários da Rede ESCXEL,entre outras iniciativas que têm desen-volvido, têm potenciado uma práticaregular de partilha e de debate entreas escolas e as autarquias parceiras,fixadas em cinco concelhos geografi-camente distantes, com populaçõese dimensões igualmente distintas. Apartilha de conhecimento, da inves-tigação desenvolvida, de experiênciaconcretizadas e avaliadas, tem sido fun-damental na prossecução do principalobjetivo da Rede: atingir a excelência,entendendo-se a excelência como adeterminação em melhorar o trabalhorealizado e, consequentemente, os re-sultados obtidos.12.º Seminárioda Rede ESCXELPlaneamentoTerritorial na EducaçãoDe certeza que já ouviste falar no 25de Abril de 1974, mas se calhar não co-nheces as coisas como os teus pais ouos teus avós que viveram nessa época.Sabes que o golpe de estado do25 de Abril de 1974 ficou conhecidopara sempre como a “Revolução dosCravos”? Diz-se que foi uma revoluçãoporque a política do nosso País se al-terou completamente.Mas como não houve a violência ha-bitual das revoluções, o povo ofereceucravos aos militares que os puseramnos canos das armas. Em vez de balas,havia flores por todo o lado, significan-do o renascer da vida e a mudança!O povo português fez este golpede estado porque não estava contentecom o governo de Marcelo Caetano,que seguiu a política de Salazar (o Es-tado Novo), que era uma ditadura. Estaforma de governo sem liberdade duroucerca de 48 anos!Enquanto os outros países da Eu-A REVOLUÇÃO DOS CRAVOSA revolução dos cravos realiza-se nodia 25 de abril e é um dia muito impor-tante para Portugal.Neste dia tão revolucionário, os por-tugueses saíram à rua e homens, mu-lheres, soldados e crianças começarama dizer: “Viva a liberdade! Viva a liber-dade!” e com cravos nas armas e nassuas mãos delicadas.Aconteceu tudo assim: Portugal eraum país lindo, tinha campos verdes, océu muito azul e as águas dos seus rioseram abundantes repletas de animaisaquáticos.Mas este povo vivia isolado, as pes-soas mal falavam entre si. Viviam numaditadura.Os escritores não podiam escrevero que pensavam e os livros tinham deser vistos primeiro pelo governo, e o quenão lhes interessava era retirado. Acon-tecia o mesmo aos cantores.Se as pessoas tivessem opinião con-trária à do governo, eram presas pelaP.I.D.E, que eram polícias que andavam“ mascarados “.Na escola, os rapazes e as raparigasestavam separados por muros e gradesque os impediam de se olharem e con-versarem. As raparigas eram obrigadasa usar saias e meias. Os rapazes, aos18 anos, eram chamados para a tropa,para fazer guerra com outras pessoasque nunca lhes tinham feito mal.Até que um dia as pessoas uniramforças e o governo não resistiu, e deu-lhes na liberdade de ter uma opiniãodiferente da deles.E assim os portugueses recupe-raram o seu tesouro: a liberdade!Então, passaram a ser felizes, a vivernuma democracia, onde todas as pes-soas podiam ter opiniões diferentes dasoutras.Turma do 4º Aropa avançavam e progrediam em de-mocracia, o regime português mantinhao nosso país atrasado e fechado a novasideias.Sabias que em Portugal a escolasó era obrigatória até ao 4º ano? Eracomplicado continuar a estudar depoisdisso. E sabias que os professores podi-am dar castigos mais severos aos seusalunos?Todos os homens eram obrigadosa ir à tropa (porque na altura estava aacontecer a Guerra Colonial), e a cen-sura, conhecida como “lápis azul”, éque escolhia o que as pessoas liam,viam e ouviam nos jornais, na rádio ena televisão.Antes do 25 de Abril, todos se mo-stravam descontentes, mas não podiamdizê-lo abertamente e as manifestaçõesdos estudantes deram muitas preocupa-ções ao governo. Os estudantes queriamque todos pudessem aceder igualmenteao ensino, liberdade de expressão e ofim da Guerra Colonial, que considera-vam inútil.Os países estrangeiros, que no iní-cio apoiavam Salazar e a sua política,começaram a fazer pressão contra Por-tugal. Por isso o governante dizia que onosso País estava “orgulhosamente só”.Quando Salazar morreu foi substituídopor Marcelo Caetano, que não mudounada na política.A solução acabou por vir do lado dequem fazia a guerra: os militares. Cansa-dos desse conflito e da falta de liberdadecriaram o Movimento das Forças Arma-das (MFA), conhecido como o “Movi-mento dos Capitães”. Depois de umgolpe falhado a 16 de Março de 1974, oMFA decidiu avançar.O major Otelo Saraiva de Carvalhofez o plano militar e, na madrugada de25 de abril, a operação “Fim-regime”tomou conta dos pontos mais impor-tantes da cidade de Lisboa, em especialdo aeroporto, da rádio e da televisão. Asforças do MFA, lideradas pelo capitãoSalgueiro Maia, cercaram e tomaramo quartel do Carmo, onde se refugiaraMarcelo Caetano. Rapidamente, o golpede estado militar foi bem recebido pelapopulação portuguesa, que veio para asruas sem medo.Para os militares saberem quandoavançar, foram lançadas duas “senhas”na rádio: a primeira foi a música “E De-pois do Adeus”, de Paulo de Carvalho; asegunda foi “Grândola, Vila Morena”, deZeca Afonso, que ficou ligada para sem-pre ao 25 de abril.Depois de afastados todos os respon-sáveis pela ditadura em Portugal, o MFAlibertou os presos políticos e acaboucom a censura sobre a Imprensa. E as-sim começou um novo período da nossaHistória, onde temos liberdade, as cri-anças todas podem ir à escola e o Paísjuntou-se ao resto da Europa. Mas aindahá muito, muito caminho a percorrer...João Simões nº10Inês Ribeiro nº97ºA
  5. 5. Jornal DESAFIOS Junho de 20138Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelos9Jornal DESAFIOS Junho de 2013Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelosemescola em movimentoem escola em movimento*Há precisamente cem anos, tevelugar a tradicional romaria em Honrade Nossa Senhora de Mércules.Naquele tempo, os devotos (pessoasque adoram a nossa Sra. de Mércules)ou iam a pé (era o que se fazia mais)ou então, aqueles que podiam, iam emcarruagens ou em carros puxados porcavalos ou burros.Levavam as suas merendas, coziamlá o feijão pequeno, como era um velhocostume; não existia o comércio, me-lhor dizendo, a feira e divertimentos queexistem agora, que ao longo do tempoforam surgindo. Aliada à parte não re-ligiosa, havia nesse tempo, estamoscertos disso, uma maior participaçãoreligiosa. Hoje, muitos, vão apenas e ex-clusivamente “à festa”, não indo sequervisitar a Senhora de Mércules.A capela (situada a 3 km a Noroeste deCastelo Branco) é dedicada a Nossa Se-nhora de Mércules. E terá sido construídano século XII, por ordem dos templários,os regentes da região, nessa época.A capela é feita em pedra pequenae no início, tinha uma só nave quadran-gular. Ao longo do tempo sofreu algu-mas alterações.Ao lado da capela existe uma casa, queantigamente alojava os peregrinos. Servin-do, hoje, de habitação à guardiã da capela.O culto a Nossa Senhora de Mércules éummistodelenda,decultopagãoecristãoe,talvezporisso,aErmidaquelheéconsagradaapresentediversosestilosesobreposições.E uma lenda conta que, o povo albi-castrense e a Câmara de Castelo Branco,prometeram à Nossa Senhora de Mérculesfazer ali, todos os anos, uma romaria, casoesta fizesse chover e os livrasse da pragade gafanhotos, que destruiu as colheitasdos agricultores. A santa livrou o povo dapraga e a promessa foi cumprida. Pelo que,todos os anos, na Pascoela, o povo sai dali,em romaria. A representar a Câmara, vaina procissão o vereador da Câmara ou oseu representante, levando o estandarte.Eu, como albicastrense, fui à Sra. deMércules e diverti-me mais do que nosoutros anos, porque andei pela primeiravez no canguru e pude estar com osmeus amigos e com a minha família.João Simões 7ºANossa SenhoraDe MérculesO que é odia da mãe?A data é uma homenagem a todas asmães e serve para reforçar e demonstraro amor dos filhos pelas suas mães. NoDia da Mãe, os filhos costumam organi-zar e oferecer surpresas às suas mães,para lhes mostrarem o quanto gostamdelas e para agradecerem todo o em-penho e dedicação destas ao longo dosanos.Quando se comemora o dia da mãe?O Dia da Mãe é uma data comemo-rativa que, em Portugal, se celebra noprimeiro domingo do mês de maio.EmPortugal, o Dia da Mãe chegou a ser cel-ebrado a 8 de Dezembro, mas passou aser celebrado no 1º domingo de maio,em homenagem a Virgem Maria, mãe deCristo.Origem do Dia da MãeRemonta às comemorações pri-maveris da Grécia Antiga, em honrade Rhea, mulher de Cronos e Mãe dosDeuses. Em Roma, as festas do Dia daMãe eram dedicadas a Cybele, a Mãedos Deuses romanos, e as cerimóniasem sua homenagem começaram porvolta de 250 anos antes do nascimentode Cristo.Século XVII - InglaterraCelebrava-se no 4º Domingo de Qua-resma um dia chamado “Domingo daMãe”, que homenageava todas as mãesinglesas.Estados UnidosEm 1904, quando Anna Jarvis, perdeua sua mãe ficou muito triste. As suasamigas decidiram organizar uma festaem memória à sua mãe e Anna quisque a festa fosse festejada para todas asmães, vivas ou mortas. Em 1914, a datafoi oficializada pelo presidente WoodrowWilson e passou e ser celebrada no pri-meiro domingo de maio.Ana Santos, 6ºA1º de MaioDia 1º de Maio, é considerado comoo dia internacional do trabalhador em di-versos países do mundo. Sabes porquecomemoramos o dia do trabalho no dia1 de Maio?Tudo começou no ano de 1886, numamanifestação nas ruas de Chicago, nosEstados Unidos.Milhares de pessoas foram paraas ruas, para diminuir a carga horáriade trabalho para no máximo 8 horasdiárias, caso contrário, as pessoas nãopodiam exercer mais nenhuma tarefacomo estudar, cuidar dos filhos, só po-diam trabalhar.A manifestação durou até 03 de maio,quando a polícia resolveu tomar providên-cias mais sérias para acabar com o pro-testo a todo custo. Houve mortos e feridose este acontecimento foi nomeado comoRevolta de Haymarket, que foi repetidano dia 04 de maio, onde os manifestantesvoltaram às ruas para reclamar da acçãopolicial do dia anterior, sendo mais umdia de tragédias e mortes.Outra reunião de trabalhadores foifeita, três anos depois do desastre emChicago, mas dessa vez em Paris, quetinha como intenção atribuir somenteas 8 horas diárias de serviço, a data es-colhida foi exactamente o dia 1º de Maioem homenagem à manifestação feitanos Estados Unidos.A partir de 1919, com o parecer daFrança, foi decretado que os trabalha-dores iriam prestar 8 horas diárias deserviço, e o dia 1º de Maio ficou marca-do como feriado nacional.Após esse episódio, vários outrospaíses seguiam o exemplo.Em Portugal, devido ao facto de terhavido uma ditadura durante muitotempo, só a partir de Maio de 1974 (oano da revolução do 25 de Abril) é quese passou a comemorar publicamente oPrimeiro de Maio.João Simões,7ºAUnidospeloPlanetaConcursoBrigadasPositivasA turma B do 2º ano da escola sede,participou na Missão Up, Unidos peloplaneta, um concurso organizado pelaGalpenergia.O concurso tem como objetivo prin-cipal alertar para o uso consciente dasfontes de energia renováveis. Falamosdo uso da Energia Solar (energia nãopoluente obtida da luz do sol que podeser transformada em calor e/ou eletric-idade), da Energia Geotérmica (que vemdo interior da terra obtida do calor queo planeta emite), da Energia Eólica (pro-duzida através da força do vento), da En-ergia Hídrica ( resulta da força da água)e da Energia da Biomassa (produzidaatravés do calor emitido pela queima demateriais orgânicos, folhas secas, res-tos de comida e dejetos de animais). OProfessor André Rodrigues, professor deAEC de Expressão Musical e Artística,com a colaboração da professora titularda turma e do Professor de AEC de Ex-pressão Plástica, realizou um filme comos alunos da turma no sentido de alertarpara a sua consciência ecológica e de-fesa do ambiente. Para tal, envolveu-setoda a comunidade escolar, assim comoa Biblioteca Municipal, a Câmara Mu-nicipal e o Cineteatro.A professora Maria José Semedo – 2º BProjeto“Ler a Dois”Itália a bota do mundo.Mais uma vez a encarregada de edu-cação Liliana Araújo veio à escola paracontinuar o projeto lendo a par, um livroescolhido pelo seu educando, ManuelBarroca.Com a leitura do livro “ Itália, a botado mundo” todos os alunos do 2º anofizeram uma viagem imaginária ao paíscitado. Ficaram a conhecer curiosidadesmuito interessantes tais como a Torrede Pisa, o Coliseu de Roma, Fontana deTrevi, Veneza e o Vaticano.A professora do 2º B Maria José SemedoA TurquiaOs alunos do 4º ano e do 2ºB da es-cola Faria de Vasconcelos estiveram noauditório a assistir a uma apresentaçãoem PowerPoint sobre a Turquia. Duasestagiárias turcas a falarem em Inglêssobre o seu país. Havia uma estagiáriaportuguesa que fazia a tradução.As estagiárias mostraram a palavraTurquia em diversas línguas. O presi-dente daquele país era muito impor-tante. Quando ele faleceu construíram-lhe um templo. A gastronomia daquelepaís é diferente da de Portugal. Desdeo pré--escolar até à universidade, osestudantes usavam diversas fardas.Naquele país os trajes tradicionais sãocoloridos. E há várias danças típicas. NaTurquia também se festeja o dia da cri-ança, embora seja de uma maneira dife-rente. Dentro desse país existem váriascidades!E assim acabou a apresentação so-bre a Turquia e nós adorámos!!!Ana Martins, Duarte Fernandes, HenriqueMatos, Guilherme Candeias, Beatriz Nunes eJéssica Martins, 4ºBA Forma JustaSei que seria possível construir o mundo justoAs cidades poderiam ser claras e lavadasPelo canto dos espaços e das fontesO céu o mar e a terra estão prontosA saciar a nossa fome do terrestreA terra onde estamos — se ninguém atraiçoasse — proporiaCada dia a cada um a liberdade e o reino— Na concha na flor no homem e no frutoSe nada adoecer a própria forma é justaE no todo se integra como palavra em versoSei que seria possível construir a forma justaDe uma cidade humana que fosseFiel à perfeição do universoPor isso recomeço sem cessar a partir da página em brancoE este é meu ofício de poeta para a reconstrução do mundoSophia de Mello Breyner Andresen,n “O Nome das Coisas”*
  6. 6. Jornal DESAFIOS Junho de 201310 11Jornal DESAFIOS Junho de 2013Agrupamento de Escolas Faria de VasconcelosAgrupamento de Escolas Faria de Vasconcelosem escola em movimento emescola em movimento*O Agrupamento Faria de Vasconce-los comemorou, no dia 3 de junho, o Diada Criança, com uma série de atividadesiniciadas com uma largada de balões“recheados” de mensagens e inaugu-rando uma mostra de trabalhos dos alu-nos, desenvolvidos no âmbito do projeto“Empreendorismo nas Escolas”, desen-volvido em parceria com a AssociaçãoIndustrial Portuguesa.Badminton, futebol, diversos jogos ebrincadeiras, insufláveis, demonstraçãoda Divisão de Trânsito da PSP e Karting,atelier de expressão plástica, demonst-ração de Taekwondo, dança e ritmos daalma, passeios de moto 4 e na “Albicleta”foram alguns dos divertimentos prepara-dos para este dia, no âmbito do Plano deAtividades do Agrupamento e dos Proje-tos da equipa de animação. A planifica-ção destas atividades teve como objetivomotivar os alunos para as aprendizagens,tornando-se mais interessados, mais par-ticipativos, autónomos e responsáveis.Além disso, foi inaugurada a ex-posição dos trabalhos dos alunosporque o Agrupamento obteve um pri-meiro e um segundo lugar, no âmbito daparceria com a CIMBIS - ComunidadeIntermunicipal Beira Interior Sul, noprojeto Empreendedorismo na Escola.O primeiro atribuído ao terceiro ciclo,com as suas sapatilhas com Bordadode Castelo Branco, e o segundo lugarao segundo ciclo, com as bonecas quecriaram para os turistas poderem ad-quirir como recordação.Neste dia, foi ainda feita nesta escolaa entrega simbólica do livro “o TesouroAzul”, sobre o valor da água, tendo-se as-sim associado à efeméride do Dia da Cri-ança a comemoração do Ano Internacio-nal para a Cooperação na Defesa da Água.Foi um dia em cheio para todos.Professora Deolinda LeitãoO dia da criança é comemorado nodia 1 de junho. Ao contrário do que aspessoas pensam, o Dia da Criança nãoé só uma festa onde as crianças ga-nham presentes. É um dia em que sepensa nas centenas de crianças quecontinuam a sofrer de maus tratos,doenças, fome e discriminações.Tudo começou logo depois da 2ªguerra mundial, em 1945. Muitos paísesda Europa, do Médio Oriente e a Chinaentraram em crise, ou seja, não tinhamboas condições de vida. As criançasdesses países viviam muito mal, porquenão havia comida e os pais estavammais preocupados em voltar à sua vidanormal do que com a educação dosfilhos. Alguns nem pais tinham. Comonão tinham dinheiro, muitos pais tira-vam os filhos da escola e punham-nos atrabalhar às vezes durante muitas horase a fazer coisas muito duras. Mais demetade das crianças da Europa não sa-bia ler nem escrever. E também viviamem péssimas condições para a suasaúde.Em 1946, um grupo de países daONU (Organização das Nações Unidas)começou a tentar resolver o problema.Foi assim que nasceu a UNICEF.Mesmo assim, era difícil trabalharpara as crianças, uma vez que nemtodos os países do mundo estavaminteressados nos direitos da criança.Foi então que, em 1950, a FederaçãoDemocrática Internacional das Mu-lheres propôs às Nações Unidas quese criasse um dia dedicado às criançasde todo o mundo. Este dia foi comemo-rado pela primeira vez logo a 1 de Junhodesse ano!Com a criação deste dia, os esta-dos-membros das Nações Unidas,reconheceram às crianças, indepen-dentemente da raça, cor, sexo, religiãoe origem nacional ou social o direito a:- afeto, amor e compreensão;- alimentação adequada;- cuidados médicos;- educação gratuita;- proteção contra todas as formas deexploração;- crescer num clima de Paz e Frater-nidade universais.Sabias que em só nove anos depois,em 1959 é que estes direitos das crian-ças passaram para o papel?A 20 de Novembro desse ano, váriasdezenas de países que fazem parte daONU aprovaram a “Declaração dos Di-reitos da Criança”.Trata-se de uma lista de 10 princípiosque, se forem cumpridos em todo olado, podem fazer com que todas crian-ças do mundo tenham uma vida dignae feliz.Claro que o Dia Mundial da Criançafoi muito importante para os direitosdas crianças, mas mesmo assim nemsempre são cumpridos.Ismael Esteves,6ºBO dia da criança**
  7. 7. Jornal DESAFIOS Junho de 201312Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelos13Jornal DESAFIOS Junho de 2013Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelosemescola em movimentoem escola em movimentoConcursos de Ideias doPrograma Escolas Empreendedoraso 1º e 2º Prémiosde EmpreendedorismoExperiênciado sabãoHoje veio à nossa escola a D. Susanaque é a mãe do nosso colega João Bote-lho. Ela veio ensinar-nos a fazer o sabãocom materiais reciclados. Já trazia al-guns feitos para nós vermos, tinhamvárias formas,estrelas,corações, trevosetc…e também havia uns com cheiros, enós gostámos do que cheirava a canela.Para fazermos o sabão, juntámosdentro de uma panela vários ingredien-tes: banha, água com cinza, óleo, sodacáustica, etc… e ferveu um pouco, de-pois com muito cuidado colocámos amistura num balde e fomos para o nos-so pátio. Ali, todos os meninos mexeramcom uma cana o balde. A seguir, despe-jámos o sabão para caixas e ficou 2 se-manas a solidificar. A D. Susana disse-nos todos os cuidados que devemos terpara não haver acidentes ao fazermossabão.TURMA 4ºA, EBI Faria de VasconcelosExperiênciasdivertidas!No 3º período os alunos do 4ºBcomeçaram a realizar experiências deEstudo do Meio, tais como: fazer umrepuxo, eletricidade estática, as pipocas,etc.Na experiência do repuxo, o materialque utilizaram foi: um garrafão, um tuboe uma rolha. Encheram um garrafão deágua. Furaram a rolha e colocaram lá otubo.Na experiência da eletricidade estáti-ca utilizaram camisola de lã, esferográ-fica de plástico e pedacinhos de papel.Na experiência das pipocas uti-lizaram o milho para pipocas, açúcar ousal e uma máquina de pipocas. Estavamdeliciosas !!!!!Nós adoramos fazer as experiênciasporque sabemos que fazer experiênciasé muito importante para a nossa apren-dizagem.Trabalho de grupo:Alexandre Romão, Ana Antunes, AntónioBalhau, Carina Vieira, Cassandra Vaz, DavidMarques, Mariana Costa, Ricardo Candeias,Roberto Simão, Rui Benevides e Tiago AlvesArtes inclusivas em territórios edu-cativos de intervenção prioritáriaO Cine Teatro Avenida acolheu, nodia 20 de maio, o Festival TEIP - Territóri-os Educativos de Intervenção Prioritária.Muitos estudantes, de várias escolas,participaram no evento, mostrando di-versas artes que se querem inclusivas.O pano subiu e os nossos “artistas”,os alunos, desfilaram talentos e habi-lidades. Um espetáculo de cultura, emque as áreas artísticas e desportivas to-maram conta do palco, revelando o quePrémioLiterárioA aluna Inês Galvão Cabaço do 3º Ada EBI Faria de Vasconcelos foi premia-da com uma menção Honrosa no con-curso literário “ Uma Aventura Literária2013”promovido pela Editorial Caminho.A aluna participou na modalidade deTexto original com a história “ A nuvem ea Estrelinha”.Parabéns Inês pela demonstração detalento, iniciativa e empenho.O Agrupamento de Escolas Faria deVasconcelos em parceria com a CIMBIS(Comunidade Intermunicipal Beira Inte-rior Sul), participou numa exposição detrabalhos realizados por alunos dos 2º e3º ciclos de ensino, com o projeto Em-preendedorismo na escola, subordinadoao tema As melhores ideias começamna escola.O desafio foi lançado aos alunos comuma proposta de um produto inovadorcom vista ao mercado nacional e inter-nacional.Os alunos do 2º ciclo da turma do5ºC realizaram lembranças para ofertar,feitas em materiais reciclados, sendo es-tes distinguidos com o segundo prémio“Uma semana de entrada grátis nas pi-scinas Municipais de Castelo Branco” eo 1º prémio foi entregue aos alunos do 3ºciclo, da turma 7º D, com “Uma viagem aLisboa” e com a realização de uma fabu-losa decoração, estilizada e personaliza-da de umas sapatilhas com o bordadode Castelo Branco.Prof. Isabel Gilde melhor se faz nas escolas.As apresentações passaram pelas di-versas dimensões da arte da inclusão edo sucesso: batuques e objetos sonoros,bailado acrobático, dramatizações, poe-sia musicada, dança, grupos corais, or-questras, rap, hip hop, cavaquinhos eespetáculos de percussão.Ao longo de todo o espetáculo, osalunos das diferentes escolas, com en-tusiasmo e profissionalismo celebrarama vida. Momentos de alegria, emoçãocontagiaram todos os presentes.A Biblioteca Municipal de Castelo Bran-co acolheu, no dia 5 de junho, pelas 16H00,a entrega dos prémios aos alunos vence-dores do Concurso de Ditado, por ano deescolaridade.Este concurso é coordenado peloDepartamento de Línguas da EscolaSecundária Nuno Álvares, com a colabo-ração de todas as Escolas/Agrupamentosdo Concelho e com o apoio da Câmara Mu-nicipal de Castelo Branco, bem como daJunta de Freguesia.A professora Celina Caldeira, represent-antedaorganizaçãodoconcurso,explicouqueeste concurso se destina a premiar um ditadoproduzido a partir de um texto de expressãoportuguesa. Os textos foram retirados de livrosproduzidos por autores de referência, integra-dos no Plano Nacional de Leitura. Assim, de-senvolve-se o gosto pela leitura, enriquece-se ovocabulário e, ao mesmo tempo, incentiva-se oaperfeiçoamento da escrita e valoriza-se a cor-reção ortográfica.O concurso decorreu ao longo do ano letivoe, nesta terceira edição do evento, participaramos alunos do 4.º, 5.º. 6.º, 7.º, 8.º e 9º anos de es-colaridade, de todas as Escolas/Agrupamentosdo concelho de Castelo Branco. A primeira elimi-natória aconteceu no final do primeiro período,nasváriasEscolas/Agrupamentos.Nestafasees-tiveram envolvidos cerca de 4 000 alunos. Foramapurados, por escola, 50% dos alunos, que secandidataram à 2.ª fase, que aconteceu no finaldo 2.º período. Nesta etapa foram apurados trêscandidatos, por ano de escolaridade, que partici-param na final, realizada, no dia 22 de maio, aonível do concelho. Nesta fase final, participaram109 alunos, tendo sido apurados os 18 me-lhoresditados(trêspremiadosporanodeescolaridade).Assim, pouco depois das 16h00, seguidosos protocolos e apresentados os elementos damesa (representante dos alunos, da Junta deFreguesia, da Câmara Municipal, das Direçõesdos Agrupamentos e da Organização/ Coorde-nação do Concurso) e perante um auditóriorepleto de alunos, professores e pais, deu-seinício à sessão, propriamente dita, com belosmomentos poéticos, que encantaram os pre-sentes. Começou-se pelos alunos do 4º anodo Agrupamento Cidade de Castelo Branco,Diogo Costa e Beatriz Sarrasqueiro, com umenternecedor poema dialogado. Seguiu-se oaluno do 7º ano do Agrupamento Faria de Vas-concelos, Daniel Silvestre, que declamou, comgrande expressividade, “O Vagabundo do Mar”de Manuel da Fonseca. Continuou-se com umgrupo de alunos do 9º ano do AgrupamentoJoão Roiz, com o poema “Durmo Com Livros”de João Teixeira. E, para finalizar, o aluno FilipeTeixeira, da Escola Secundária Nuno Álvares,com “O Cântico Negro” de José Régio.Em seguida, foram chamados os alu-nos vencedores, começando novamentepelo 4º ano e terminando no 9º. Os váriosprémios foram distribuídos pelos váriosAgrupamentos.No Agrupamento Faria de Vasconcelos,a aluna do 4º ano, Andreia Costa, foi galar-doada com o 1º Prémio. A aluna do 6º ano,Alícia Luís, recebeu o 2º prémio. À aluna do9º ano, Inês Mendes foi também atribuídoo 2º prémio. Todos os outros alunos partici-pantes na fase final foram nomeados e foi-lhes entregue um certificado individual departicipação.Estão todos de parabéns!Professora Deolinda LeitãoLer mais…Escrever melhorConcurso deditado interescolarNo dia 5 de junho, na Biblioteca Mu-nicipal, por volta das 16h30m começou aentrega de prémios do concurso de ditado.Na mesa de entrega estavam: a rep-resentante dos alunos do 9º ano, o Di-retor do Agrupamento Cidade de Cas-telo Branco, a representante da Junta deFreguesia, a representante da comissãoorganizadora do concurso da EscolaSecundária Nun’Álvares e o Presidenteda Câmara, Joaquim Morão.Entrega dos prémiosdo concurso de ditadoComeçaram o evento com a leitura dealguns poemas, um dos leitores foi o nos-so colega Daniel Silvestre, da turma B, do7º ano. Seguindo-se então a entrega dosprémios. A nossa escola arrecadou o 1ºlugar do 4º ano e os segundos lugares no6º e 9º ano. Os alunos finalistas que nãoficaram nos três primeiros lugares, rece-beram um certificado de participação.Oeventoterminouporvoltadas17h10m.João Batalha, 7ºBFestival TEIP*
  8. 8. Jornal DESAFIOS Junho de 201314Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelos15Jornal DESAFIOS Junho de 2013Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelosem escola em movimentoNo passado dia 17 de maio realizou-se uma visita de estudo, no âmbito dadisciplina de Português, em que partici-param os alunos do 9º ano.Partimos da escola sede às 8h:20mrumo a Constância, onde tivemos opor-tunidade de visitar o Jardim Horto deCamões, onde observámos a flora referi-da na epopeia “Os Lusíadas”.Conhecemos ainda, nesta vila po-ema, a casa memória de Camões.Antes do almoço, visitámos o Mo-steiro da Batalha. Aqui, estivemos emcontacto direto com o passado históricodo nosso país, ao observar os túmulosde todas as famílias reais da dinastiade Avis, o estilo arquitetónico do monu-mento e toda a sua história.Após o almoço, dirigimo-nos paraa cidade dos estudantes, Coimbra.Começámos com uma visita guiada aoMosteiro de Santa Clara- a -Velha. Nestelocal, vimos o modo de vida que as Cla-rissas (freiras que seguiam a ordem deSanta Clara de Assis) levavam e foi-noscontada a história do mosteiro bemcomo da sua recente recuperação.Seguidamente, visitámos a Quintadas Lágrimas, que para nós foi o localde maior interesse. Foi neste local quese desenrolou a maior parte da trágicahistória romântica da fidalga Inês deCastro e do príncipe D. Pedro (futuro Pe-dro I de Portugal).Iniciámos então a nossa viagem deregresso à nossa cidade, mas não antessem provarmos os emblemáticos pastéisde nata do restaurante/café “O Pastor”.Chegámos a Castelo Branco, por vol-ta das 20h30m.Para nós, o único aspeto negativo de-sta viagem, foi sem dúvida a chuva, quenos acompanhou ao longo do dia.Esta viagem permitiu-nos alargarhorizontes culturais e fomentou o con-vívio entre alunos e professores.Mariana Barata, Ana Oliveira, CatarinaMarques e Maria Inês Santos – alunas do 9º BVisita de EstudoConstância,Batalha e CoimbraEste dia foi estabelecido pela As-sembleia Geral das Nações Unidas em5 de junho 1972 marcando a abertura daConferência de Estocolmo sobre Ambi-ente Humano.Nessa reunião, criaram-se váriosdocumentos relacionados com questõesambientais, bem como um plano paratraçar as ações da humanidade e dosgovernantes diante do problema.A importância da data está relacio-nada com as discussões que se abremsobre a poluição do ar, do solo e daágua; diminuição da biodiversidade eda água potável pra consumo humano,destruição da camada de ozono, destru-ição das florestas, extinção de animais,entre outros.É um evento anual que tem como ob-jetivo assinalar ações positivas de pro-teção e preservação do ambiente e aler-tar as populações e os governos para anecessidade de salvar o ambiente.Os principais objetivos das comemo-rações são:A visita de estudo a Belmonte decor-reu no dia 10 de Abril com todas asturmas dos 8º ano de escolaridade daescola Faria de Vasconcelos. A visita es-teve a cargo do Departamento de Ciên-cias Sociais e Humanas, envolvendo asdisciplinas de História e Geografia. Osalunos tiveram oportunidade de visitar5 museus: DESCOBRIMENTOS, ECO-MUSEU, JUDAICO, AZEITE e PANTEÃODOS CABRAIS.1. Mostrar o lado humano dasquestões ambientais;2. Capacitar as pessoas para se tor-narem agentes ativos do desenvolvim-ento sustentável;3. Promover a compreensão de queé fundamental que comunidades e indi-víduos mudem de atitudes em relaçãoao uso dos recursos e das questões am-bientais;4. Advogar parcerias para garantirque todas as nações e povos desfrutemum futuro mais seguro e mais elegante.Isto reflete a urgência de que asnações atuem de maneira harmoniosapara fazer frente às mudanças climáti-cas, para trabalhar “com as mãos”, ad-equadamente, florestas e outros recur-sos naturais.Na minha opinião, devíamos pôrmãos a mexer e pés também, porquedevemos ajudar o ambiente e pôr-nosa andar porque o combustível estraga oar… por isso não se esqueçam ajudema natureza!João Simões, 7ºAVISITA DE ESTUDOA BELMONTEOs alunos visitaram também o Cas-telo de Belmonte e respetivo museu,onde consta uma maquete com a re-construção do Castelo e sua história. Avisita contou com a presença de guiasque orientaram os alunos no vision-amento de filmes, música, transmissãode informação e interação multimédia,em contextos históricos específicos nosmuseus visitados.Prof. Isabel GilEu e outros alunos do meu Agrupa-mento de escolas fomos à Kidzania, nodia 5 de junho.Primeiro, quando ia a entrar,puseram-me uma pulseira eletrónicapara me identificarem.A primeira profissão que tive foi sercozinheira. Fiz um WRAP de atum comqueijo e cenoura. Estava muito bom.Depois fui dentista. Fiquei a conhec-er melhor o que constituía o dente e pusmassa de tratamento em dois dentes(pré molar e molar) de um boneco quese chamava Santiago.A seguir fui fazer perfumes. Eu fiz umcom essência de boss.Então fui almoçar. O almoço foi umasandes, um sumo e uma gelatina.De seguida fui à esquadra da P.S.P. quequer dizer: Polícia de Segurança Pública.Lá, eu patrulhei a cidade.Entretanto, fui trabalhar para a tele-visão. Fui repórter de exterior.Depois segui para a discoteca. Lá dan-cei muito.A seguir fui para a “Escola de Mod-elos”. Aí pintaram-me a cara e aprendi adesfilar.De seguida, fui para o tribunal. Aindabem que a pessoa era inocente!Por último fui à R.F.M. Kidzania e fizemissões de rádio. Em toda a Kidzaniaouvia-se a minha e outras vozes.Adorei esta visita!Joana Santo – 4º AVisita de Estudoà KidzaniaProfissões na KidzaniaDia Mundial do AmbienteFOTOGRAFIANO AGRUPAMENTO FARIA DE VASCONCELOSAÇÃO DE FORMAÇÃONo Agrupamento de Escolas Faria deVasconcelos, foi promovida uma Açãode Formação em Fotografia Digital aolongo de 3 meses, finalizando no mêsMaio. A ação foi creditada pelo Centrode Formação Alto Tejo e contou com aparticipação de 24 formandos, docentesdo Agrupamento. O formador foi o pro-fessor Carlos Matos, que tem um vastoconhecimento e currículo na área dafotografia.A abordagem do conhecimentofotográfico desenrolou-se em duas par-tes, a parte teórica e a parte prática, ten-do como objetivo fornecer conhecimen-tos básicos e habilidades necessáriaspara o manuseamento de máquinasfotográficas, com vista a obter fotogra-fias de qualidade. Foram desenvolvidosos temas relacionados com a História daFotografia, o Mecanismo das MáquinasFotográficas, a Composição, Iluminaçãoe efeitos de Contraste e Proporção.A parte prática da formação, cul-minou com uma visita à Barragem dePenha Garcia, onde os formandos pu-deram por em prática todos os conhe-cimentos adquiridos e desfrutar de ima-gens de rara beleza paisagística.Prof. Isabel GilJogos SemBarreirasNo dia 16 de maio, professoras, alu-nos e funcionária da Escola Faria de Vas-concelos participaram nos Jogos SemBarreiras, nos campos da Zona de Lazerde Castelo Branco.Às 9 horas saímos da escola, trans-portados pela carrinha da Câmara Mu-nicipal.À chegada formámos duas equipas ecomeçámos a jogar. Havia muitos jogos:“ Torre de Pisa, “Centopeia”, “De baldepara balde” e muitos mais. O jogo de quemais gostei foi o jogo “ Adivinha, adivin-hança”, onde tínhamos que adivinhar oque os colegas nos explicavam atravésde mímica.No final, todos ganharam uma medal-ha, um certificado e uma pulseira.Foi uma manhã bem passada com co-legas de outras escolas.Ana Andrade Nº2 8ºCNo dia 1 de junho (dia da criança)realizou-se um torneio de Badmintononde a nossa escola participou. Tam-bém participaram as escolas: AfonsoPaiva, onde se realizou o torneio; Ci-dade de Castelo Branco; João Roiz.Na nossa escola houve um terceirolugar na categoria de pares femininos.As alunas que ganharam o 3º lugarforam: Ana Santos, 6ºA Nº2 e JéssicaCardoso, 5ºB.Concorremos nas categorias:-pares femininos (Ana Santos & Jés-sica Cardoso)-pares mistos (Ana Santos & Pedro,Jéssica Cardoso & João Barata, Eliza-beth & Diogo Gregório)-singulares masculinos (GabrielMartins).O torneio ocorreu de manhã e àtarde. Jogámos na parte da manhã, de-pois fomos almoçar e, no fim de algumtempo, continuámos a jogar.Tivemos a supervisão do professorHumberto.Ana Santos6ºA Nº2Torneio deBadmintonMOCHE CUPContinuam em grande as emoçõesproporcionadas pela Moche Cup — Fute-bol nas escolas, pensada pela FederaçãoPortuguesa de Futebol e pelo DesportoEscolar, à qual se associou a PortugalTelecom, e que caminha a passos largospara a grande final, marcada para ospróximos dias 15 e 16, em Lisboa.No dia 5 de junho, a Escola Básica JoãoRoiz recebeu a etapa de Castelo Branco.No escalão A (alunos nascidos em2000 e 2001) a etapa foi conquistadapela equipa da casa, com a Escola Fariade Vasconcelos a ficar-se pelo segundolugar e a Escola José Sanches a fecharo pódio. Francisco Nascimento, comquatro golos, foi o melhor marcador.Já no escalão B (alunos nascidos em1998 e 1999), a vitória final sorriu à Esco-la José Sanches, com a equipa da casa,a Escola Básica João Roiz, no segundolugar. A tabela final ficou fechada com aEscola Faria de Vasconcelos.JOÃO PAULO MATOSLISTAGEM DE ALUNOS INFANTIS1. DIOGO GONÇALVES, 5º A3. RODRIGO ALEXANDRE, 6º A5.MARIANA INÁCIO, 6º A6.ANA TOMÉ, 7º D7.JOÃO PINTO, 6º A8.GONÇALO SOUSA, 6º B9. TELMO TORRES, 6º A10.CÉSAR MARTINS, 6º ELISTAGEM DE ALUNOS INICIADOS1.JOÃO ROQUE, 8º B3.AFONSO LAGES ,8º B5.JOANA GONÇALVES,8º B6.ANDREIA CALDEIR, 8º B7.GUILHERME JERÓNIMO, 9ºD8, JOÃO CABAÇO, 9º B9.JOÃO PAULO JACINTO, 8º B10.LUÍS CAPINHA ,9º B emescola em movimento
  9. 9. Jornal DESAFIOS Junho de 201316Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelos17Jornal DESAFIOS Junho de 2013Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelospppintando com palavrasSport Lisboae BenficaO Sport Lisboa e Benfica foi fundadoem 28 de fevereiro de 1904.A ideia da formação de um clube foisendo criada nos meses anteriores pelajunção de dois grupos de elementosque habitualmente treinavam e joga-vam em Belém: o grupo dos Catataus,os irmãos Rosa Rodrigues, moradoresno prédio da Farmácia Franco, a que sejuntaram Manuel Gourlade e Daniel dosSantos Brito, empregados da farmácia;e a Associação do Bem, formada por ex-casapianos que se juntaram para jogarfutebol, entre outros fins.Na manhã desse dia 28 de fevereiro,realizou-se um treino, entre as 11 e as12.30 horas, nos terrenos da CP entre alinha férrea Cais do Sodré-Cascais e astraseiras da casa de praia do Duque deLoulé, onde fica actualmente o CentroCultural de Belém. Nele participaram osseguintes dez elementos: António RosaRodrigues, Cândido Rosa Rodrigues,José Rosa Rodrigues, Daniel Brito, Edu-ardo Corga, Henrique Teixeira, CarlosFrança, Abílio Meirelles, Amadeu Rochae Manuel Gourlade.Trabalho realizado: Alicia Luís nº2 6ºDMariana Pina nº18 6ºDSímbolosEmblema do Sport Lisboa fundadoem 28/02/1904 e que juntamente com oGrupo Sport Benfica, deram origem aoSport Lisboa e Benfica.Emblema do Grupo Sport Benficafundado em 26/07/1906 e que junta-mente com o Sport Lisboa, deram ori-gem ao Sport Lisboa e Benfica.Emblema do Sport Lisboa e Benficaem 1908.Emblema actual do Sport Lisboa eBenfica.Poemasnuméricos1 alemão a falar2 australianos a lutar3 americanos a andar4 espanhóis a roncar5 italianos a comer6 franceses a correr7 japoneses a filmar8 turcos a brincar9 brasileiros a regar10 portugueses a nadarCom tanta gente a falar, na confusão eunão vou entrarRicardo Coelho 4ºB1 Peixinho a nadar2 Gatos a miar3 Cães a ladrar4 Papagaios a conversar5 Abelhas a picar6 Gatos a cantar7 Bois a pastarOlha para eles, a lutarTiago Alves 4ºB1 aluno a trabalhar2 lápis a riscar3 borrachas a apagar4 réguas a medir5 esferográficas a escrever6 tabuleiros a andar7 tesouras a cortar8 compassos a contornar9 estojos a fecharVamos arrumar tudo para a casa chegarGuilherme Candeias, 4ºB1 professora a ensinar2 alunos a agradar3 ajudantes a ajudar4 presentes para dar5 pessoas a cantar6 portas a bater7 meninos a brincarE um coração cheio de amorpara a minha professora adorarVozes dosAnimais1 Burro a zurrar 2 Corvos a grasnar3 Doninhas a chiar4 Gansos a gritar5 Galinhas a cacarejar6 Canários a cantar7 Borregos a berrar8 Crocodilos a chorar9 Cotovias a cantarQuebarulheiraaquivaiparaaguerraacabar.Duarte Fernandes, 4ºBUlisses estava no seu navio, para re-gressar a Ítaca, quando teve outro naufrá-gio. Isso aconteceu porque o deus Júpiterlançou um raio que atingiu o navio, em queos seus companheiros naufragaram.Depois, esteve no alto mar durante novedias,novenoites,atéqueomaracalmoueelefoipararaumailhachamadaOgígia.Tinhampassado sete anos desde o seu naufrágio.Quando chegou a Ogígia, Ulisses, sen-tiu-se muito triste por ter tido outro naufrá-gio e acima de tudo por não estar ali nin-guém para lhe dizer onde estava e o quetinha acontecido. Nesse mesmo momentoaparece Felsa, a fada dos feitiços. Ela diz-lhe que está em Ogígia, que teve outronaufrágio e que todos os seus companhei-ros naufragaram. Dá-lhe então o poder deele se transformar numa formiga sempreque estiver em apuros. Felsa desaparece eUlisses parte à procura de alguém que opudesse ajudar a reparar o navio.Vai e, mais à frente, encontra uma mul-her que, mais tarde, fica a saber que sechama Calipso. Calipso apaixona-se porUlissesefazdetudoparaqueelefiquecomela. Ulisses diz que fica com ela, desde queela lhe repare o navio. Ela repara-o, acredi-tando no que ele diz, mas não sabe que naverdadeémaisumestratagemadeUlisses.À noite, quando foram dormir,Ulisses,quebrando o que dissera a Calipso, e trans-formando-se numa formiga vai, sem fazerbarulho, na direcção do navio. Calipso, quetem bom olho e um grande ouvido, reparaem Ulisses e, quando começa a correrpara o apanhar, tropeça num calhau e cai.Ulisses aproveita a oportunidade e fogeno seu navio em direcção a Ítaca, fartodaquela mulher.Ulisses, muito feliz, chega a Ítaca enunca mais de lá sai.Rita Esteves 6ºB Nº19Ulissesem OgígiaA febreHarlemShake,difícil deexplicar,fácil dedançarO tema foi lançado numa das edito-ras de Diplo, produtor e DJ americanoligado às músicas eletrónicas das mar-gens. Ou seja, o tema Harlem Shakefoi celebrado em 2012 apenas junto depúblicos minoritários. Mas há algumtempo que algo de muito inesperadoaconteceu.Começou com um simples vídeofeito por um grupo de australianos, quedançavam ao som, lá está, de HarlemShake. No vídeo pode ver-se um homemque começa a dançar num quarto, en-quanto os restantes parecem desinteres-sar-se da função. Mas, passados algunssegundos, a inversão de clima acontecequando a música chega a uma fase decrescendo e se ouve a frase “and do theHarlem Shake”. Nesse momento, todoscomeçam a dançar freneticamente aosom da música.E é isto. Mas ‘isto’ foi alvo de umaquantidade inimaginável de réplicaspara todos os gostos nos últimos dias.Neste momento, segundo o YouTube, jáforam postados mais de 40 mil vídeosrelacionados com o Harlem Shake, numtotal de 175 milhões de visualizações.Ou seja, trata-se da típica paródia ondetodos querem participar, sem que se per-ceba exactamente porquê.Foi assim que Harlem Shake tornou oGangnam Style “uma coisa do passado”.“Gangnam Style” é um single do rap-per sul-coreano PSY. A canção é ampla-mente elogiada por seu humor, ritmocativante, bem como movimentos inco-muns de dança de Psy.“Gangnam Style” é um coloquial-ismo em língua coreana para se referirao estilo de vida luxuoso associado como distrito de Gangnam, uma área no-bre e elegante de Seul. O vídeo musicalmostra Psy dançando em diferentes lo-cais de Gangnam. A canção é sobre “anamorada perfeita que sabe quando serrefinada e quando se tornar selvagem.”Qual será o próximo êxito que tor-nará o Harlem Shake “uma coisa do pas-sado”?Inês Alves Ribeiro, 7ºANº9 7ºAAnselmo Ralph Andrade Cordeiro(Luanda, Angola em 1981) é um cantorde R&B,Soul e Kisomba angolano e éum dos principais cantores angolanosna atualidade, contando com três ál-buns de estúdios gravados pela L&S.Anselmo Ralph nasceu em 1981 nacidade de Luanda e frequentou o Liceuem Angola. De seguida, imigrou paraNova York nos anos 90; depois mudou-se para Madrid (Espanha), onde viveualguns anos da sua vida; graduou-seem contabilidade e foi nessa altura quedescobriu a sua paixão pela música etornou-se num grande admirador deum dos mais populares cantores, JuanLuís Guerra.Anselmo Ralph começou a fazerprojetos como artista a solo. Em janeirode 2006 lançou o seu primeiro álbumintitulado “Histórias de Amor” produ-zido por Aires (Aires no Beat) e pelaProdutora Bom Som, propriedade dopróprio artista e do seu agente CamiloTravassos, o disco é dominado pelo gé-nero de música R&B, que teve sucessoimediato, a prova disso é que logo quesaiu o álbum no mercado Angolano einternacional, depois de duas sema-nas deu-se o primeiro Show Realizadoe Produzido pela Bom Som, na Ilha deLuanda no Miami Beach, onde teve lo-tação esgotada, mais de seis mil pes-soas na plateia.Duas semanas mais tarde, produz-iu-se outro grande Show, mas desta vezna sala de espetáculo Cine Karl Max(cidade de Luanda), mais uma vez lota-ção esgotada.Ainda em 2006, foi nomeado pelacadeia televisiva da África do Sul aChannel como o “Melhor Cantor deR&B” e também para “MTV EuropeMusic Awards 2006” para categoria de“Melhor Artista Africano” na gala deconsagração na Dinamarca, em Co-penhaga.O cantor e a sua produtora BomSom lançaram de seguida o seu se-gundo álbum “Últimas Histórias deamor” no dia 14 de fevereiro de 2007.Em apenas um mês o seu CD tornou-senum outro grande sucesso nacional einternacional.Em 2008 assinou com a melhorprodutora LS, fechando um contrato detrês álbuns. Foi o ano, em que o artistafoi fazendo muitos shows em Angola efora, países como: Portugal, Holanda,Inglaterra, Moçambique, África do Sul,Santomé e Prince, Brasil, Namíbia.Em 2009, depois de conseguir con-quistar o mundo com as suas históriasde amor, no dia 14 de fevereiro desseano, lançou o seu terceiro álbum “O Cu-pido” que atingiu o recorde, em apenas9 horas vendeu 22.600 cópias e depoismais 30.000 cópias em menos de ummês, reeditaram mais 10.000 cópias,totalizando 40.000 cópias esgotando aofim de quatro meses.Em 2011 Anselmo Ralph entra emforça com o Maxi Single do próximoálbum “A Dor Do Cupido” que em ape-nas em dois dias vendeu 42 mil cópiasalcançando nos três meses seguintes avenda de 90 mil cópias e realizou maisde 50 shows durante esse tempo.Este grande artista bateu mais deum recorde ao longo da sua carreiratendo mais de 1.000.000 de plays novídeo da música “ Não Me Toca”, con-seguindo com grande mérito que pelasua primeira vez a Coca-Cola associ-asse ao seu nome o de um artista. ACoca-Cola apostou em Anselmo Ralph.No dia 8 de outubro esteve presente emmais um Mega Show apresentado pelaCoca-Cola onde mais uma vez lotou acasa.Cândida Farinha 7ºA nº3Anselmo Ralph**O museu foi fundado em 1910 porFrancisco Tavares Proença Júnior, per-sonalidade de múltiplos interesses nomundo da ciência e das artes que se no-tabilizou especialmente como arqueólo-go. O Museu foi inicialmente instaladono Convento dos Capuchos de CasteloBranco e após uma existência atribula-da foi transferido, em 1971, para o edifí-cio do antigo Paço Episcopal adaptadopara o efeito pela Direcção Geral dosEdifícios e Monumentos Nacionais. Nadécada de noventa beneficiou de avulta-das obras de requalificação e adaptaçãomuseográfica.O núcleo original do Museu tem porbase a coleção arqueológica de Fran-cisco Tavares Proença Júnior, posterior-mente enriquecido com peças de arteantiga provenientes do recheio do PaçoEpiscopal e com incorporações sucessi-vas de espólios arqueológicos, paramen-taria e colchas bordadas, estas últimasprovenientes da coleção de Vilhena.Durante os anos oitenta do século XX,incorporou diversas obras de arte con-temporânea.O Museu dispõe de uma Oficina-escola de bordados regionais, integradano percurso da visita onde poderá vera manufactura de colchas e painéisbordados a seda sobre linho caseiro, apartir de desenhos tradicionais por en-comenda.Escuderia de Castelo BrancoA Escuderia Castelo Branco é fun-dada em 21 de Maio de 1964, com o ob-jetivo estatutário de promover turistica-mente a região através da organizaçãode provas das várias especialidades dodesporto automóvel e promover a partic-ipação de associados seus, representan-do a região, nos vários campeonatos na-cionais de automobilismo.Nós decidimos fazer este artigo paramostrar que duas coisas com históriase finalidades tão diferentes podem tra-balhar em conjunto, daí as atividadesconjuntas/ complementares que têm es-tado a decorrer nas últimas semanas, nanossa cidade.Desportomotorizadoé culturaMuseu Francisco TavaresProença JúniorO Museu Francisco Tavares ProençaJúnior de Castelo Branco te tido patentede 18 de maio a 9 de junho a exposição“Desporto motorizado é Cultura” em par-ceria com a Escuderia Castelo Branco.Na perspetiva Museológica, pre-tende-se abordar o desporto motorizado,como expressão cultural, explica AidaRechena.O desafio lançado pelo Museu, foiaceite porque é preciso divulgar o clube, mas acima de tudo as pessoas que aolongo de 49 anos fizeram a Escuderia.“Vamos ter uma exposição não de au-tomóveis, mas de um clube de pessoas,que faz muitas atividades, não só provasde automóveis, e que tenta contribuirpara o desenvolvimento da região” afir-mou António Sequeira.A exposição foi inaugurada no dia 18,é composta por uma mostra documen-tal e histórica sobre a Escuderia CasteloBranco. Na parte exterior do museu têmestado em exposição vários veículos,carros de rally, carros todo o terreno eas motos.Paralelamente às mostras vão reali-zar-se palestras e workshops.Cândida Farinha nº3Inês Ribeiro nº9pensando e opinandopo
  10. 10. Jornal DESAFIOS Junho de 201318Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelos19Jornal DESAFIOS Junho de 2013Agrupamento de Escolas Faria de Vasconcelospp pintando com palavras sem stress ssSopa de letrasEncontra as 10 palavras seguintes na sopa deletras abaixo ( sobre a obra Ulisses de Mª AlbertaMenéres)ULISSES CALIPSO NAUFRÁGIO PENÉLOPETELÉMACO ÍTACA CIRCE POLIFEMO CÓRCIRACÉRBEROAnedotas*ISMAEL ESTEVES, 6ºBSe eu fosseuma folhade papelSe eu fosse uma folha de papel, gos-tava de nascer na mais bonita árvore dafloresta e sentir a brisa fresca do Verão.Gostava de ir para uma escola ondehouvesse muitos meninos sorridentes efelizes e ia adorar ser escolhida por umdesses meninos para fazer um poema eum belo desenho para ele oferecer à suamãe.Assim sei que iria trazer muita alegriaa essa casa e seria sempre guardadacom muito cuidado e carinho, porque asmães adoram receber lembranças feitaspelos filhos.TURMA 4ºA, EBI Faria de VasconcelosPoema deamizade Minha bonita flor,És muito criativaChamas-te LeonorComo uma diva.Continuarei a viverA olhar os teus olhosAté ao amanhecerNunca te irei esquecer.O teu grande sorrisoÀ luz do luarDele precisoPara sonhar.Poemasobre umaflorFlor, minha linda flor,O teu cheiro dá vida às aldeiasDeixa-me ser o teu calorCom as abelhas a sair das colmeias.Adoro as tuas pétalasContigo eu vou sonharGosto de flores como aquelasMas não dá para compararDa água te alimentasNo campo permanecesSem o vento ficam lentasEnquanto adormeces.Alícia, Mariana e LeonorA meninaPrimaveraEra uma vez uma menina que sechamava Primavera e encontrou umaBorboleta que se chamava-se Cassan-dra. A menina levou-a para casae brincou com ela. Mas a Borboletaestava cansada e com febre porquetinha o pé partido e não lhe apeteciabrincar.A menina Primavera fez uma camapara a Borboleta Cassandra no seuquarto. Ela ficou muito triste porque aBorboleta não quis brincar. Levou-a aohospital dos animais e o médico Hen-rique e a médica Mariana disseram logoque a Borboleta tinha o pé partido etinha de usar gesso.Depois de fazerem os tratamentos,elas voltaram para casa. Jogaram al-guns jogos.Depois, foram lanchar com todos osamigos da menina Primavera e ficaramfelizes para sempre.Cassandra Vaz e Mariana Costa 4ºBNa sexta-feira à tardeVimos o Feiticeiro de Oz,Foi o filme que a professoraTrouxe de propósito para nós.Dorothy, a menina das trançasE Totó, o seu cãozinhoViviam numa quinta do KansasCom a tia e o avozinho.Um dia uma má vizinhaQuis levar-lhe o seu cão,Dorothy fugiu com eleFoi uma grande confusão!Veio um tornado,A um mundo estranho foi parar.Seguiu o Caminho AmareloTrês bons amigos foi encontrar!Viu um espantalho na searaQue queria aprender a pensar.Dorothy e o espantalhoO feiticeiro de Oz foram visitar.ABECEDÁRIOMUITO SEMJUÍZO DO7ºAB é de Beatriz, que escreve na folha comgizB é de Bianca, que é muito brancaC é de Cândida, que não é nada come-didaC é de Carina, que é uma grande dan-çarinaC é de Carolina, que se perdeu na neb-linaC é de Cátia, que adora a sua pátriaC é de Cristiana, que nunca quer sair dacamaF é de Francisco, que adora mariscoG é de Gonçalo, que só quer ir pró inter-valoI é de Inês, que gosta de falar InglêsI é a Iolanda, que faz parte de uma bandaJ é de João, que gosta muito do cãoM é de Manuela, que gosta muito decanelaM é de Maria, que foi lanchar à paste-lariaM é de Mariana, que tem uma carripanaP é de Pedro, que adormeceu ao pé deum cedroR é de Raquel, que tem olhos cor de melR é o Ricardo, que tem um leopardoR é a Rosa, que é muito amorosaT é o Tiago, que acha que é mago.Inês Alves Ribeiro nº9 7ºASeguindo a Estrada AmarelaEncontraram o homem de latão,A única coisa que ele queriaEra ter um coração.Continuaram o seu caminho.Apareceu um leão medroso.Nem um carneiro assustava,Sonhava ser corajoso.E lá seguiram os quatroPara casa do Feiticeiro.Entraram juntos na cidadeRecebeu-os o porteiro.Passaram no teste.A bruxa má mataram.Levaram a vassoura,Os seus desejos concretizaramFoi a amizadeQue os ajudou a vencer.Quando somos unidosNão há nada a temer!Turma do 4ºAda EB1 da Senhora da PiedadeO Feiticeiro de OzEutanásia nos jovensOntem à noite a minha mãe e euestávamos sentados na sala falando decoisas sobre a vida... e do tema da eu-tanásia…Eu disse: “Mãe, nunca me deixesviver em estado vegetativo, dependendode máquinas e líquidos de uma garrafade hospital. Se me vires nesse estado,desliga logo os aparelhos que me man-têm artificialmente com vida. PREFIROMORRER”.Então, a minha mãe levantou-se, ol-hou para mim com cara de admiraçãoe desligou:A TV, o DVD, o cabo de internet, o PC,o MP4, a Playstation 2,a PSP, a Wireless,o telefone fixo, tirou-me o telemóvel, oIPod, o Blackberry e tirou do frigoríficotodas as CocaColas e as cervejas!!!A professora diz ao aluno:- Mas... O que é que tu estás a comer?- Os trabalhos de casa, senhora pro-fessora.- Mas porquê?- A professora é que disse que eleseram canja...O professor aponta para o globo ter-restre e pergunta a um aluno:- Tu. Porque razão é que o globo nãoé completamente redondo? Repara queestá levemente achatado nos pólos...- Ó senhor professor... Juro que nãofui eu! Já estava assim, quando entreina sala...Dois miúdos chegam muito tarde àescola.A professora pergunta o motivo detal atraso.Diz o primeiro:- Bem, eu... Eu sonhei que tinha ido àPolinésia... E a viagem demorou muito...Diz o segundo:-Eeu...Eu...Eufuibuscá-loaoaeroporto!*
  11. 11. Jornal DESAFIOS Junho de 201320Agrupamento de Escolas Faria de VasconcelosProfª Deolinda LeitãoProf. Carlos MatosIsmael José Folgado EstevesAlícia Filipa da Silva LuísLeonor Isabel Mendonça AlvesMariana Barata PinaCândida Isabel Almeida FarinhaInês Alves RibeiroJoão Miguel Louro SimõesAna Carolina SantosCláudio Miguel Esteves FarinhaTelmo Miguel Almeida TorresAlunos de 4º ano que vieram ao ClubeVáriosalunoseProfessorescolaboradoresDedicamos o DESAFIOS a toda a comunidadee agradecemos a todos os que colaboraramconnosco!escola em movimentoemNo dia 6 de junho 2013, realizou-se,no Cine Teatro Avenida, o já tradicionalsarau de encerramento do ano letivo.Pouco antes das 21h00, o CineTeatro encontrava-se repleto de alu-nos, professores, pais, prontos para as-sistirem ao espetáculo, que começoucom a exibição de um filme, realizadopelo professor Carlos Matos, retratan-do algumas das muitas atividades de-senvolvidas no Agrupamento ao longodo ano letivo.Em seguida, a Diretora do Agru-pamento, professora Graça Ventura,endereçou algumas palavras de apreçoa todos os elementos da comunidadeeducativa, com especial destaque paraos alunos finalistas de 9º ano, dese-jando-lhes muito sucesso nos seuscaminhos futuros.As alunas Ana e Catarina (do 9ºA),simpáticas apresentadoras oficiais,iniciaram as apresentações de trêsalunos do Ensino Articulado (da Es-cola Faria de Vasconcelos e do Conser-vatório Regional de Castelo Branco),Ana Margarida Mateus, Adriana FilipaIngrês, Diogo Pio Oliveira, deliciarama assistência com os sons mági-cos do piano, executando, respetiva-mente, Flashback/Recordação, KimHyung Suk, Humoreske Bagateller Op.11: nº2 (O Pião) e nº4 (A marioneta),Carl Nielsen e Estudo Op. 109 (AsSílfides),Friedrich Burgmüller. Estesalunos pertencem à classe de piano daprofessora Paula Ventura do Conser-vatório de Castelo BrancoSeguiu-se a emocionante e muitobem conseguida dramatização de “OTesouro” de Manuel António Pina, obrado Plano Nacional de Leitura, trabal-hada nas aulas de Português, pelosalunos do 6ºA, e ensaiada por estes,sob orientação da professora AnabelaTomé.Continuando com música, os alu-nos do 6ºE, transportaram os presen-tes numa viagem no tempo, executan-do primorosamente uma coreografiada música “Summer Nights” de JohnTravolta e Olivia Newton-John. De sa-lientar, que os alunos tinham ensaiadocom a sua Diretora de Turma, professo-ra Cristina Soares, para o dia da Recri-ação Histórica (que tinha inicialmentesido marcada para o dia 1 de junho ecujo tema era “Anos 60”), como nãofoi possível, por razões de vária ordem,concretizar a atividade no dia previsto,esta turma, como outras, mostraramuma parte do seu trabalho (nesse âm-bito) nestas atividades de final de ano.Passou-se a um momento de poe-sia, com o aluno do 7ºB, Daniel Silves-tre, declamando um poema de Manuelda Fonseca, “Vagabundo do Mar”, queescolheu e preparou com a ajuda daprofessora Alexandra Lima.Prosseguindo, foi a vez de algunsalunos do 9ºA e do 9ºD, ensaiados pelaprofessora Célia Gonçalves, declama-rem o poema “O Mostrengo” de Fer-nando Pessoa, estudado nas aulas dePortuguês e, logo em seguida, junta-ram-se-lhes mais alguns colegas do9ºano e, em conjunto, tocaram e can-taram “O Homem do Leme” dos Xutose Pontapés.A poesia continuou, com a alunaAna Rita Rua, declamando, o Poemado Adeus de Eugénio de Andrade.A poesia deu lugar ao teatro, com“O Baile”, a partir do filme “O Baile”de Etore Scola, pelos alunos do Clubede Teatro, ensaiados pelos professoresLuís Beato e Célia Rodrigues.Voltando à música, os alunos doprofessor Rui Nunes executaram osseguintes temas: “The House of theRising Sun” - 6º A; “Itsy Bitsy Yellowpolka dot bikini”- 6º B; “ Yellow subma-rine”- 6º D; “Day Tripper” - 6ºC; “Ven-ham ver a nossa tenda” 5º C.Terminado o espetáculo, queencheu a noite de aplausos e sorrisos,a professora Graça Ventura chamouao palco os alunos de 9º ano e os res-petivos professores.Cada aluno recebeu uma pasta definalista, com um poema, uma fita ealgum espaço destinado a eventuaisdedicatórias de colegas e professores,que viriam a ser recolhidas no dia se-guinte, no animado jantar de finalistasque se realizou num restaurante da ci-dade, em alegre convívio, mas já comalguma nostalgia.Professora Deolinda LeitãoFim de ano em festa:Sarau

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