Successfully reported this slideshow.
We use your LinkedIn profile and activity data to personalize ads and to show you more relevant ads. You can change your ad preferences anytime.

Shrí Yantra - geometria de triângulos

1,672 views

Published on

Significado, classificação e estrutura dos Yantra. Pequenos e grandes símbolos.
Shrí Yantra - História e Significado. Geometria e construção do Shri Yantra.

  • Be the first to comment

Shrí Yantra - geometria de triângulos

  1. 1. Om Náráyana - Marina Issakova - 2011 Página 1 श्री यन्त्र Shrí Yantra – Geometria de triângulos A profunda nostalgia do homem é habitar um “mundo divino”, ter uma casa semelhante à “casa dos deuses”… (Mircéa Eliade) Significado da palavra: श्री Shrí –Senhor, Divino, Grande. Shrí Yantra – Grande Yantra ou Yantra Divino. Nas civilizações antigas encontramos frequentemente os arquétipos que se baseiam num alto nível de conhecimento matemático e tecnológico, superando características conhecidas destas civilizações. O estudo desses fenómenos leva-nos a descobrir as alternativas culturais, históricas e filosóficas para o conhecimento matemático e dá-nos uma compreensão mais profunda do significado e do lugar do moderno progresso científico e tecnológico. Um desses arquétipos é o Shrí Yantra, originário da antiga tradição hindu, utilizado no Yoga para meditação. A interpretação do Yantra encontra-se associado aos profundos conceitos de cosmologia e psicofisiologia e suas propriedades geométricas são “inesperadamente” extremamente complexas e difíceis. O que é um Yantra? Yantra são Símbolos Concentradores de Efeito Psicossomático. A palavra यन्त्र - Yantra deriva de yam, “sustentação ou suporte de energia” e tra, sufixo de instrumentalidade. Um Yantra é um símbolo ou desenho geométrico que actua como uma ferramenta altamente eficiente para a concentração e meditação, abrindo caminho para os níveis superiores da consciência, oferecendo uma janela para a Realidade. Os Yantra criam correntes de ligação entre os utilizadores, fortalecem um Grupo de Praticantes e integram-no na Grande Família Filosófica do Yoga. Os Yantra podem ser construídos no papel, em madeira, cristal, areia, gravados em metal. Podem ser de 2 ou 3 dimensões. Embora desenhados em duas dimensões, um Yantra representa um “objecto sagrado” tridimensional. A sintaxe simbólica do Yantra divide-se em dimensão cósmica (macrocosmos) e dimensão física (microcosmos). Os Yantra não são apenas imagens artísticas e bonitas. Eles não podem simplesmente ser inventados a partir da imaginação. Os Yantra tradicionais foram descobertos através da revelação, pela clarividência. É preciso ser um verdadeiro Mestre, um Guru, para ser capaz de revelar um Yantra novo para o mundo.
  2. 2. Om Náráyana - Marina Issakova - 2011 Página 2 Classificação e estrutura dos Yantra Yantra – “Pequenos” Símbolos Toda a história do Cosmos está escrita nos Yantra. Qualquer forma existente no Cosmos é possível representar com figuras geométricas elementares e simples, tais como, ponto, línea recta, triângulo, quadrado, rectângulo, pentágono, hexágono, círculo, espiral, crescente lunar, pétalas de lótus… separadamente ou em conjugação eles simbolizam os diferentes aspectos e qualidades do Cosmos. Os Yantra simples ajudam à concentração do iniciante, desbloqueiam informação armazenada no seu inconsciente, e mais importante que isso, abrem zonas virgens profundas do cérebro, elevando-o, e preparando-o para os Mahá Yantra, Grandes Símbolos. Mahá Yantra - “Grandes” Símbolos Mahá Yantra, tais como, Yantra Om, letras do alfabeto Samskrta – Devanagari, Yoga-Sámkhya Yantra, arquétipo de Shiva Natarája, Shrí Yantra, Yantra dos Chakra, são considerados letras ou textos de um Grandioso Alfabeto (neuropsíquico) ou Conhecimento Cósmico, onde o Muito Grande e Complexo (Macro Cosmos) penetra e se cristaliza no Yantra e assim, como uma Ponte ou Interface transformador, comunica com o muito pequeno (Micro Cosmos) que a Ele se abrirá. Os Mahá Yantra estabelecem uma estonteante ligação entre o Macro - Universo e Micro - Humano. Pode assim o praticante beber sempre dum Yantra, pois ele é feito de Realidade – é surpreendentemente mais vasto que uma enciclopédia, e deste modo avançar nos caminhos da Suprema Consciência. Os Mahá Yantra induzem fortemente à Meditação. Shrí Yantra - História e Significado Ordem cósmica Shrí Yantra ou também conhecido como Shrí Chakra representa arquétipo simbólico do Cosmos e também do Ser Humano. Nas tradições ancestrais o Shrí Yantra é considerado o Yantra mais poderoso, mais complexo, mais dinâmico (e mais belo). Contém o princípio intemporal criativo do Universo, o desdobramento contínuo de todos os reinos da criação da fonte central. Cristaliza três fases do processo cósmico: criação, preservação e dissolução / renovação. Estes processos no hinduísmo são representados por Brahmá – criador, Vishnu – protector e Shiva – renovador. Da mesma forma representa os processos no Ser Humano. Também é o símbolo da Devi (ou Prakrti ou Mahá Shakti) que representa o princípio feminino do Universo, força ou energia criadora da Vida. A união das forças do Shiva e da Shakti simbolizam o princípio primário, e única Realidade que se encontra além da fronteira de todas as manifestações.
  3. 3. Om Náráyana - Marina Issakova - 2011 Página 3 Shrí Yantra nos Sháshtra (Sabedoria antiga) A geometria do Shrí Yantra, na sua construção, utiliza os princípios da Arte Antiga do Vástu, mencionada nos Veda, em Vástu Sháshtra ou Vástu Veda e os cálculos do Mána (proporcionalidade) e Ayádi (apoiam a criação de espaços arquitectónicos harmoniosos, em sintonia com Cosmos, tendo por base a relação e o equilíbrio de cinco elementos básicos, Mahabhúta pancha). A história de Shrí Yantra é muita antiga e está envolta em mistério. Encontramos as datas como 1200 a 2500 anos a.C. Num dos hinos do Atharva Veda, do século XII a.C., é descrito um ritual que utiliza imagem, formada por nove triângulos em intersecção. Os Veda explicam que o Shrí Yantra é uma construção científica do cosmos, da sua forma, e contém em si a energia planetária. Na tradição Tantra o Shrí Yantra representa o corpo da deusa Tripura Sundari, conforme imagem. O Shrí Yantra está, também, relacionado com divindades Lakshmí e Kálí. E ainda é considerado a morada da Deusa do Conhecimento Supremo Shrí Vidya. Shrí Yantra e os corpos celestes O Shrí Yantra pode representar ainda os planos do Universo, níveis de consciência e corpos celestes. Uma das representações associa o Shrí Yantra ao Sistema Solar, com os seus nove planetas / elementos em torno do Sol: Mercúrio, Vénus, Terra, Marte, Cintura de Asteróides, Júpiter, Saturno, Úrano, Neptuno. Plutão não se encaixa no simbolismo Shri Yantra, o que suporta a visão actual que não é um planeta! O astrofísico Vladimir Sagmeyster de Bratislava encontrou uma boa concordância entre os níveis concêntricos do Shrí Yantra e as órbitas dos planetas e da cintura de asteróides do sistema solar. As proporções calculadas tiveram uma divergência média de 1,5 %.
  4. 4. Om Náráyana - Marina Issakova - 2011 Página 4 Shrí Yantra na ciência ocidental Na ciência ocidental o Shrí Yantra tornou-se conhecido no início do século XX, a partir dos trabalhos de Indólogo Inglês, Sir John Woodroffe (pseudónimo - Arthur Avalon), que descobriu e realizou as primeiras traduções dalguns textos tântricos. Sensivelmente na mesma altura, indólogo alemão, Heinrich Zimmer, interessou-se pelo Shrí Yantra e descreveu algumas das técnicas da sua utilização. Representações do Shrí Yantra O primeiro exemplo conhecido de imagem de Shrí Yantra encontra-se no templo Shringeri (ou Shrinagari Matha), fundado pelo grande pensador religioso Shánkara no século VIII dC. Existem várias formas em representar o Shrí Yantra, tais como, plana, esférica (Kurma) e piramidal ou 3-dimensional (Meru Chakra). Exemplo do Shrí Yantra tridimensional em forma arquitectónica é o Templo Shrí Yantra na Índia. Geometria do Shrí Yantra Composição Geometricamente, Shrí Yantra é composto por estrela central de 14 pontas, envolvida por lótus de 8 pétalas, lótus de 16 pétalas e 3 círculos e fechada por quadrado em T, com 3 linhas, chamado Bhúpura. Bhúpura. O quadrado é a base estática por excelência. Estável e firme, ele representa o elemento Terra (Prithivi tattva), as forças de densificação, o plano de manifestação.
  5. 5. Om Náráyana - Marina Issakova - 2011 Página 5 As linhas marginais do Shrí Yantra têm como função de manter, conter e evitar a perda das forças subtis, representadas pela estrutura do núcleo do Yantra, separando o espaço sagrado do Yantra do espaço externo, “material”, caótico. Os contornos também têm a função de aumentar o poder do Yantra e sua subtileza. O Bhúpura simboliza 4 portas ou portais cósmicos para 4 direcções do mundo. Círculo. O círculo (CHAKRA) representa a periodicidade e o ritmo, a perfeição e o vazio criativo, o princípio e o fim, a expansão e a contracção, exprime a evolução cíclica da manifestação. Energia latente adormecida da matéria, o elemento Ar (Váyu tattva). O círculo também é a forma cósmica por excelência, onde as forças do Universo “operam” em círculo. O Céu é redondo, a Terra é redonda, o Sol, as Estrelas, a Lua através de suas diversas fases volta incansavelmente ao círculo perfeito, os ventos poderosos sopram em turbilhão, o ninho do pássaro, o coração da árvore, as danças, as montanhas sagradas…, a Vida… Lótus. O Lótus (PADMA) e as suas pétalas simbolizam a pureza. A inclusão de um lótus num Yantra representa a liberdade de interferências múltiplas com o (pureza) exterior e expressa a força absoluta do Ser Supremo. A estrela central é formada pela intersecção de nove triângulos grandes, resultando na formação de 43 pequenos triângulos que formam os cinco anéis internos. Quatro dos nove triângulos primários estão virados para cima e representam a energia cósmica masculina - Shiva. Cinco dos nove triângulos primários estão virados para baixo, simbolizam a energia cósmica feminina - Shakti. Juntos, os nove triângulos, expressam Advaita ou a não-dualidade. O conceito descreve a energia cósmica, que através de suas vibrações cria a matéria e movimento. O triângulo interno tem um ponto, Bindu ou Ekágrata. Ekágratá é o atrair para o centro, a força do centro. Representa a energia focalizada e sua intensa concentração. Pode ser considerado como uma espécie de depósito de energia que pode, por sua vez, irradiar energia sob outras formas. É a parte mais importante e mais poderosa de Yantra, funcionando como o centro de gravidade, onde o olhar é naturalmente levado ou atraído para o seu centro. Por exemplo, utilizamos a lupa e os raios de sol. Quando a lupa está perto de um papel ou de um pedaço de madeira, vemos o círculo grande, pouco luminoso e não muito quente. A medida que afastamos a lupa, o círculo diminui de tamanho e a sua luminosidade e calor aumentam, até queimar papel ou madeira. Por analogia, infinitesimal, o ponto seria infinitamente poderoso. Ele concentra a nossa energia psíquica (psicossomática) e aumenta o seu poder. O poder da mente humana concentrada é infinito. Construção do Shrí Yantra O método tradicional de desenho do Shrí Yantra, em modo de evolução (Shrishti Krama) foi delineado pelo sábio Lakshmídhara em Saunda Ryalaharí (texto tântrico do século VIII). Apesar de ser possível encontrar a técnica de construção do Shrí Yantra, de forma sucinta, em alguns livros, sendo um yantra muito importante, essa técnica é passada de forma iniciática, do mestre ao discípulo.
  6. 6. Om Náráyana - Marina Issakova - 2011 Página 6 Infelizmente existem muitas versões diferentes do Shrí Yantra (incorrecto) em circulação. Isto suscita a pergunta: qual é a configuração adequada do Shrí Yantra? A sua construção correcta conta com três principais regras ou chaves. A primeira chave: Simultaneidade Quando olhamos para a estrela central verificamos um elevado grau de interconexões entre os nove triângulos, o que dificulta a sua construção. Isto significa que cada triângulo é conectado a um ou mais dos outros triângulos através de pontos comuns. Alterar a localização de um triângulo normalmente requer alterar o tamanho e a posição de muitos outros triângulos. O desafio é de conseguir a ligação perfeita, onde todas as três intersecções se encontram no mesmo ponto e não se cruzam. Observamos também que os dois maiores triângulos tocam o círculo exterior em torno de três pontos e que o ápice de cada triângulo é conectado à base de um outro triângulo. Muitas vezes utilizam-se as linhas mais grossas para esconder os erros nas intersecções. A segunda chave: Concentricidade O centro do triângulo interior coincide com o centro do círculo exterior. Vamos verificar a posição do bindu, localizado no triângulo central. Ele deve estar localizado no centro do triângulo interno. Isto pode ser alcançado com precisão, colocando o bindu no centro de um círculo que se encaixa dentro desse triângulo. Em matemática é conhecido como o incentro de um triângulo. Para conseguir uma figura perfeitamente centrada, o bindu deve também ser localizado no centro do círculo exterior. A cruz vermelha mostra a localização do centro do círculo exterior. O pequeno círculo vermelho mostra o centro do triângulo interior. Estes centros devem coincidir. A Terceira Chave: Triângulo interno equilátero Um triângulo equilátero considera-se uma estrutura perfeita. Ele tem o mais alto grau de resistência para uma quantidade mínima de elementos estruturais. Este princípio foi utilizado por Buckminster Fuller na projecção da cúpula geodésica, uma estrutura esférica composta de pequenos triângulos, considerada a única estrutura que se torna proporcionalmente mais forte à medida que aumenta de tamanho. O triângulo central é a lente central do Shrí Yantra. O ritmo da criação é cristalizado no triângulo, onde o espaço encontra-se limitado por três linhas. É a primeira forma simbólica que emergiu do caos cataclísmico procedente da criação. Este aspecto é conhecido como múla triguna – raiz triangular da Natureza manifesta, da Vikrti. Esse nível simboliza ainda a trindade do Rshi, Devatta e
  7. 7. Om Náráyana - Marina Issakova - 2011 Página 7 Chanda, ou o observador, o processo de observação o objecto observado. Neste ponto, a simetria de criação ainda está intacto e será quebrada quando ela atinge o próximo nível, que representa os aspectos mais grosseiros. Se este modelo é capaz de emitir uma quantidade significativa de energia subtil, então torna- se de estrema importância desenhar o triângulo interno correctamente. Por estas razões, acredita-se que o triângulo equilátero central, com ângulos de 60 graus, deve representar a óptima configuração Shrí Yantra. Um matemático russo da Faculdade de Biologia da Universidade de Moscovo, Alexey Pavlovich Kulachev, realizou um trabalho de mestrado “Shrí Yantra – os segredos da geometria”, que publicou em Julho de 1983 e onde procurou encontrar as propriedades e modelos matemáticas da estrela central do Shrí Yantra. Metafísica Há duas maneiras de considerar Shrí Yantra no processo de meditação: a de dentro para fora e de fora para dentro, isto é, a partir de um ponto central Bindu para Bhúpura, através da cadeia de pequenos triângulos concêntricos, pétalas de lótus e as linhas de quadrados de protecção, ou em direcção oposta. A Meditação dentro-fora é associada a evolução do universo a partir do ponto inicial, o estado mais elevado e de maior energia, intemporal e sem espaço, onde existe uma unidade imanente de forças de Shiva e Shakti para a manifestação fenomenal e diferenciação cada vez maior e complexa das formas da matéria. A Meditação fora-dentro é associada ao processo inverso da dissolução do universo, que termina em um estado indiferenciado - ponto. Psicofísica Durante a meditação de fora para dentro o praticante realiza uma projecção do processo evolutivo involucional em seu corpo. O propósito deste processo é despertar a energia de Mahá Shakti, chamada Kundaliní, que dorme na base da coluna vertebral (no Múládhára Chakra, associado ao Bhúpura do Shrí Yantra). Direccionando toda a concentração para o centro do Shrí Yantra, o praticante procura conduzir esta energia desperta, pela Sushumna Nádí até ao Sahasrara Chakra, associado ao Bindu do Shrí Yantra. O processo é conseguido através da expansão da consciência e da percepção do indizível, com pleno conhecimento dos fundamentos do universo. O objectivo é dissolver o Yantra de fora (elementos externos) para dentro. A consciência recolhe-se até zero absoluto do bindu e alcança-se o estado da Suprema Consciência. Assim, o Yantra serve para que de forma controlada e contínua seja possível diminuir a complexidade de pensamento e da mente até ao vazio do EU. Yantra Dhyána Yantra é o método efectivo para a concentração da mente dispersa, ajuda a concentração interna, a focagem e desvio de consciência.
  8. 8. Om Náráyana - Marina Issakova - 2011 Página 8 Através da concentração e visualização intensa e contínua em Yantra é necessário transferir a sua imagem para dentro de nós, construir a sua imagem “viva” em 3 dimensões no interior da mente. Tomar consciência de que o corpo é idêntico em forma com o Yantra sobre qual se concentra. Quando se liga ao Yantra, transportamo-lo para dentro de nós. Ele transforma-se num campo vibratório que detém toda a nossa atenção. Com prática torna-se difícil distinguir se o Yantra transporta-se para dentro de nós ou se nós transportamo-nos para o interior do Yantra. Com a concentração em um Yantra, a nossa mente é automaticamente "sintonizada" por ressonância com a energia da forma específica de Yantra. O processo de ressonância é então mantido e ampliado. O Yantra actua apenas como um instrumento sintonizador, uma porta ou uma chave secreta. A energia subtil não vem do Yantra em si, mas do macrocosmos. Os sentidos deixam de se influenciar por exterior e viram-se para dentro, permitindo vivência total da força criativa e divina do Yantra. O Shrí Yantra contém em si a verdadeira dimensão do homem, a cósmica, e o próprio Cosmos. A sua geometria é a consequência da Sabedoria do Sámkhya. Bibliografia Aulas do Curso Especial Superior do Yoga - CESYO, Jorge Veiga e Castro, Grande Mestre de Yoga, Presidente da Confederação Portuguesa do Yoga; “Yantra – The Tantric Symbol of Cosmos Unity”, Madhu Khanna, Thames and Hudson, Ltd , London , 1979; “Chakra Sútra – os 7 Chakras Principais no Yoga”, Jorge Veiga e Castro, Rei dos Livros, Lisboa, 1999; “The Deeper Dimension of Yoga”, Georg Feuerstein, ID Rinol Classik, Moscow, 2006; “Tantra – Sexualidade e Espiritualidade”, Georg Feuerstein , Nova Era, 3ª edição, Rio de Janeiro, 2006; “O Sagrado e o Profano: a Essência das Religiões”, Mircea Eliade, Martins Fontes, 2ª edição, São Paulo, 2008; Trabalho de mestrado realizado pelo matemático Alexey Pavlovich Kulachev da Faculdade de Biologia da Universidade de Moscovo, URSS, com apoio do Secretário Científico da secção de Ciência da Academia de Ciências da Índia, AK Dr. Bagua (AKBag), Julho de 1983. http://pt.wikipedia.org/wiki Com Amor à Mahá Shakti! नारायण – Náráyana

×