Tcc ApresentaçãO Juju

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Tcc ApresentaçãO Juju

  1. 1. Revitalização do Lago
  2. 2. Maturação <ul><li>Após as trocas totais da águadeixe-o ‘ciclando’ (maturando) por cerca de um mês. </li></ul><ul><li>Neste processo, o lago e a água estarão desenvolvendo bactérias benéficas que permitirão transformar substâncias nocivas em substâncias menos nocivas e até aproveitáveis pelas plantas. </li></ul><ul><li>Após as trocas totais da águadeixe-o ‘ciclando’ (maturando) por cerca de um mês. </li></ul>
  3. 3. Vazão ideal da bomba do filtro: <ul><li>vazão ideal da bomba de um filtro depende de diversos fatores que se diferenciam em cada caso. Os mais determinantes são: incidência solar, quantidade de peixes, quantidade de plantas, profundidade, etc </li></ul>
  4. 4. Água Esverdeada <ul><li>Um dos problemas mais freqüentes que ocorrem em lagos ornamentais é a água esverdeada, muito conhecida como “sopa-de-ervilha”. Trata-se de um inconveniente que ocorre devido à presença de algas em suspensão na água. Estas se proliferam por encontrar, nessa água, um ambiente propício, devido à presença de nutrientes e luminosidade. As possíveis causas para sua ocorrência podem se resumir </li></ul>
  5. 5. Excesso de exposição ao sol; <ul><li>Sub-dimensionamento do filtro e conseqüente depósito de detritos; </li></ul><ul><li>Superpopulação; </li></ul><ul><li>Excesso de alimentação; </li></ul><ul><li>Ração de má qualidade; </li></ul><ul><li>Má qualidade da água; </li></ul><ul><li>Explosão de algas em lagos novos ainda não estabilizados ou ‘ciclados’; </li></ul><ul><li>Carregamento de detritos por águas pluviais, inclusive na lixiviação de solo desprotegido; </li></ul><ul><li>Queda constante de folhas de árvores; </li></ul><ul><li>Fluxo muito alto no filtro UV, quando este já estiver presente ou tempo insuficienteem que fica ligado. </li></ul>
  6. 6. As sugestões para solucionar esse problema são <ul><li>Aumentar o número de plantas que absorvem os nutrientes que alimentariam as algas em suspensão e ainda proporcionam sombra ao ambiente; </li></ul><ul><li>Construir pergolados com ou sem plantas, plantar palmeiras ao redor do lago, usar plantas flutuantes, ou cobrir com 'sombrite' para equilibrar a luminosidade; </li></ul><ul><li>Redimensionar o filtro mecânico; </li></ul><ul><li>Adequar a quantidade de peixes ao tamanho do lago; </li></ul><ul><li>Alimentar de maneira controlada e com ração de qualidade. Considerando o sistema digestivo das carpas e kinguios, alimentar três vezes ao dia em quantidades que possam ser consumidas rapidamente, (cerca de 5 minutos), sem sobras; </li></ul><ul><li>Aumentar as trocas parciais da água para eliminar altos índices de amônia, nitritos, nitratos, etc.; </li></ul><ul><li>Aguardar de vinte a trinta dias até a introdução dos primeiros peixes que deve ser gradual; </li></ul>
  7. 7. Proteger o lago ornamental da queda de folhas <ul><li>Aumentar o número de plantas que absorvem os nutrientes que alimentariam as algas em suspensão e ainda proporcionam sombra ao ambiente; </li></ul><ul><li>Construir pergolados com ou sem plantas, plantar palmeiras ao redor do lago, usar plantas flutuantes, ou cobrir com 'sombrite' para equilibrar a luminosidade; </li></ul><ul><li>Redimensionar o filtro mecânico; </li></ul><ul><li>Adequar a quantidade de peixes ao tamanho do lago; </li></ul><ul><li>Aumentar as trocas parciais da água para eliminar altos índices de amônia, nitritos, nitratos, etc.; </li></ul><ul><li>Aguardar de vinte a trinta dias até a introdução dos primeiros peixes que deve ser gradual; </li></ul><ul><li>Manter as bordas do lago levemente mais altas que o seu entorno para evitar entrada de detritos juntamente com águas pluviais e com o vento; </li></ul>
  8. 8. Proteger o lago ornamental da queda de folhas; <ul><li>Instalar um filtro UV, verificar se sua potência e se o tempo em que fica ligado é suficiente, inclusive manter uma vazão coerente com o filtro (baixa vazão em torno de 1000 litros para um filtro de 15watts). </li></ul><ul><li>  É considerada uma das soluções a serem tomadas em último caso, uma vez que não detecta a razão do desequilíbrio. </li></ul><ul><li>É conveniente também que, na decoração do fundo do lago, sejam evitadas pedras e pedriscos. Estes dificultam a limpeza do fundo conhecida como ‘sifonagem’ e acumulam detritos </li></ul>
  9. 9. <ul><li>É conveniente também que, na decoração do fundo do lago, sejam evitadas pedras e pedriscos. Estes dificultam a limpeza do fundo conhecida como ‘sifonagem’ e acumulam detritos </li></ul><ul><li>um lago ornamental precisa ter monitorada a qualidade da água para eventuais correções. Os principais testes utilizados são os de pH, kH, amônia, nitritos e nitratos. </li></ul><ul><li>Caso não seja possível a ‘sifonagem’ por gravidade, esta poderá ainda ser realizada por meio de uma bomba de água que pode ser umas das utilizadas nos filtros. </li></ul><ul><li>As trocas parciais da água garantem a retirada das substâncias nocivas que a filtragem não consiga retirar. </li></ul><ul><li>Devem ser realizadam com água sem cloro e com níveis de pH iguais ou próximos aos do lago </li></ul>
  10. 12. Características <ul><li>Nome vulgar:  CARPA </li></ul><ul><li>Nome científico: Cyprinus Carpio </li></ul><ul><li>Família: Cyprinidae </li></ul><ul><li>Ordem: Cypriniformes </li></ul><ul><li>Clima: Temperado. </li></ul><ul><li>OVOS: Põe até 1 milhão de ovos em uma estação </li></ul><ul><li>PERÍODO DE VIDA: 70 anos. </li></ul>
  11. 13. <ul><li>De origem asiática, a carpa é criada na China há mais de 2.000 anos, mas só foi introduzida no Brasil em 1904. </li></ul>
  12. 14. Espécies  <ul><li>A Carpa tem catalogadas quatro variedades, diferenciam entre si pela altura do corpo, coloração, tamanho e disposição das escamas e lábios: </li></ul><ul><li>Carpa comum </li></ul><ul><li>Carpa espelho </li></ul><ul><li>Carpa Koi </li></ul>
  13. 16. carpa-comum Cyprinus carpio <ul><li>Boca pequena, sem dentes verdadeiros, rodeada de barbilhões curtos; alimenta-se de vegetais </li></ul><ul><li>É ovíparo </li></ul><ul><li>Pode ter até 100Centimetros de comprimento </li></ul><ul><li>originária da China </li></ul>
  14. 17. Carpa espelho <ul><li>Carpa espelho tem as escamas falhadas espalhadas pelo corpo </li></ul><ul><li>tem escamas de diferentes tamanhos </li></ul><ul><li>Fraca selecionada tem uma fila de escamas sobre a linha do dorso, o corpo alto e espesso </li></ul>
  15. 18. Carpa couro <ul><li>Totalmente desprovida de escamas </li></ul><ul><li>Apresenta apenas uma linha de escamas no sentido longitudinal do corpo </li></ul>
  16. 19. Carpa Koi <ul><li>Com a base branca e estampa vermelha </li></ul><ul><li>Lembra a bandeira nacional do Japão </li></ul>
  17. 20. <ul><li>É comum ver carpas sendo utilizadas como efeito decorativo de lagos, tanques e espelhos d'água em áreas públicas e privadas. </li></ul>
  18. 22. <ul><li>As plantas para lagos, quanto aos tipos, podem ser divididas em flutuantes, submersas, submersas com folhas emersas, palustres, marginais e anfíbias. Todas elas contribuem bastante para que a água do lago não se torne muito esverdeada. Tal contribuição se dá por meio da absorção dos nutrientes que serviriam às micro-algas em suspensão, responsáveis pela água verde e também pelo sombreamento que minimiza os efeitos do excesso de incidência solar. </li></ul>
  19. 23. <ul><li>As macrófitas aquáticas são plantas que apresentam grande capacidade de adaptação e amplitude ecológica, habitando ambientes variados de águas doce, salobra e salgadas, ambientes de água estacionária e corrente. Estas plantas são essenciais ao perfeito equilíbrio do ambiente aquático, sustentando um elevado número de organismos, diminuindo a turbulência das águas e, conseqüentemente, sedimentando os materiais em suspensão, principalmente naqueles pontos onde a mata ciliar foi suprimida. São também utilizadas como substrato para a desova e refúgio de vários organismos aquáticos, como peixes e insetos.No projeto utilizaremos duas espécies. </li></ul>Plantas macrofitas Eichornia crassipes aguapé Pistia stratiotes Alface d' água
  20. 24. <ul><li>Nymphaea L . (em português: Ninféia) é um género botânico pertencente à família Nymphaeaceae . As Ninféias incluem várias plantas aquáticas, que são perenes, têm grandes rizomas e folhas cujo órgão de sustentação situa-se na face inferior (peltada) em formato achatado ou cordiforme, geralmente flutuantes. Suas flores são perfumadas, com cores variadas: azuis, verdes, brancas, amarelas e em tons de vermelho, conforme as espécies. . Dentre as espécies mais conhecidas tem-se o lótus e o nenúfar.Sendo umas das espécie mais utilizadas no pisagismo. </li></ul>Plantas palustres e marginais Ninféia
  21. 25. <ul><li>Nome popular: papiro-do-Egito ou papiro </li></ul><ul><li>Origem: Egito e Palestina </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Porte: até 2,5m </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Flores: inflorescências marrom-claras, formadas entre as folhas e sem efeito ornamental </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Cultivo: em beira de lagos, espelhos d`água e tanques </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Solo: fértil e mantido sempre úmido, podendo ser plantada em vasos e estes colocados dentro de lagos </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Clima: quente e úmido, sensível a baixas temperaturas </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Luminosidade: pleno sol </li></ul>Plantas palustres e marginais <ul><li>Papiro </li></ul>
  22. 26. <ul><li>Classificados tecnicamente como da familia Bromeliaceae, as bromélias são herbáceas geralmente acaules, com folhas densamente embricadas na base, dispostas em rosetas, são grossas, em forma de lança, largas, de bordas geralmente espinhosas, recobertas por minúsculos pêlos ou escamas. Suas inflorescências podem se localizar no interior das folhas, ou se projetam para o exterior através de uma haste, geralmente protegidas por bactérias coloridas. </li></ul>Planta para decoração Bromélia
  23. 27. Situação atual do lago
  24. 29. Iluminação Arte e Técnica de iluminar <ul><li>Porque Técnica? </li></ul><ul><li>Pois requer cálculos onde os fatores básicos são a dimensão, a função do ambiente, a refletância dos materiais e outros mais. </li></ul><ul><li>Porque Arte ? </li></ul><ul><li>É arte porque está ligada a sensibilidade de quem a projeta, por realçar formas, cores e texturas com efeitos diversos e ainda por criar uma nova visão proporcionando beleza. </li></ul>
  25. 30. Tipos de Iluminação <ul><li>Iluminação focal: direcionada, possui a atenção para um ponto específico do jardim: arbustos, esculturas e centros de interesses. </li></ul><ul><li>Iluminação indireta: demarca levemente o jardim sem um foco de destaque; normalmente colocada por trás das plantas ou direcionadas para muros ou pisos </li></ul>
  26. 31. <ul><li>Iluminação geral : ilumina amplamente o local, sem destacar nenhum ponto; percebe-se o jardim como um todo. Para cada efeito existem luminárias e lâmpadas específicas. </li></ul>
  27. 32. Luminárias para Jardim <ul><li>Postes : indicados para iluminar uma área de maneira geral. Porém, é recomendável que tenham mais de 1.80m de altura para não ofuscar as vistas das pessoas. </li></ul>
  28. 33. <ul><li>Balizadores e mini postes : ideais para iluminar caminhos e elementos baixos, como as forrações de um jardim. Normalmente o raio de iluminação destas peças é igual a duas vezes e meia a sua altura. Também é viável que tenham menos de 1.10m de altura para não incomodar os olhos. </li></ul>
  29. 34. Iluminação no Lago xxxx do CEFOPEA <ul><li>Infelizmente nosso lago não possui uma iluminação que o destaque, ainda. O projeto “ New Lake” pr evê uma iluminação bonita, harmoniosa, econômica, prática e o mais importante ecológica, ou seja, solar. </li></ul><ul><li>Achamos balizadores e espetos com preços razoáveis, mas será recompensado na “conta de luz” , pois não custará nada ao comprador , por ser uma luminária solar, sendo a única energia absorvida: a do Sol. </li></ul><ul><li>Não possui fios, por ter uma bateria e uma placa fotovoltaica, podemos fixa-lo, abrindo um buraco de 2cm de profundidade, não exigindo perda de tempo e força. </li></ul>
  30. 35. Energia Solar Foto térmica <ul><li>Está diretamente ligado na quantidade de energia que um determinado corpo é capaz de absorver, sob a forma de calor, a partir da radiação solar incidente no mesmo. A utilização dessa forma de energia implica saber captá-la e armazená-la. Os coletores solares são equipamentos que tem como objetivo específico de se utilizar a energia solar foto térmica. </li></ul><ul><li>Os coletores solares são aquecedores de fluídos (líquidos ou gasosos) e são classificados em coletores concentradores e coletores planos em função da existência ou não de dispositivos de concentração da radiação solar. O fluído aquecido é mantido em reservatórios termicamente isolados até o seu uso final (água aquecida para banho, ar quente para secagem de grãos, gases para acionamento de turbinas, etc.). </li></ul><ul><li>Os coletores solares planos são largamente utilizados para aquecimento de água em residências, hospitais, hotéis etc. devido ao conforto proporcionado e à redução do consumo de energia elétrica. </li></ul>

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