Tratamento endodôntico em
      dentes Decíduos
A manutenção dos dentes decíduos é a
 base fundamental para uma oclusão
mais adequada na dentição permanente.
Indicações de terapia pulpar

•Evitar deficiência mastigatória
•Ausência de sucessor permanente
•Evitar problemas fonéticos e psicológicos
•Manter crescimento ósseo
Maior atenção em pacientes:

•Alterações sistêmicas que necessitem de
antibioticoterapia
•Distúrbios sanguíneos
•Portadores de Diabetes
Exame Clínico e Diagnóstico
•Saber identificar a gravidade da saúde da polpa.

•Conhecer as peculiaridades deste tipo de lesão
em dentes decíduos:

  As vezes paciente tem fístula e não sabe ou
  não sente dor.
  Testes de frio ou calor não são muito usados
  pois a resposta nem sempre é elucidativa, assim
  como o teste a percussão.
Sensitiva
Nutrição
Defesa
Formação Reparadora

FUNÇÕES DA POLPA
Dentes menores e menos mineralizados
Camada de esmalte com espessura constante
Câmara pulpar maior e cornos pulpares acentuados
Raízes delgadas


ASPECTOS ANATÔMICOS DOS
DENTES DECÍDUOS
Saúde geral do paciente
Condição da dentição
Tipos de restauração
Cooperação que pode ser esperada
Custo beneficio

PONTOS QUE DEVEM SER
OBSERVADOS
Terapia pulpar indireta        Técnica:
Consiste em previnir uma
exposição     acidental    ou
                                • Anestesia
mecânica da polpa durante um    • Isolamento Absoluto
ato operatório da remoção da
carie.                          • Remoção tec cariado
Indicação:                      • Colocação de CaOH2
       Dentes jovens
                                • Observar 40/60 dias
       Lesão profunda
Contra-indicação:
       exposição pulpar
       dor espontânea
       mobilidade
       rarefação óssea
Terapia pulpar Direta         Técnica:
Consiste na aplicação de um
agente sedativo na zona
                              • Anestesia
exposta de uma polpa vital    • Isolamento Absoluto
para alcançar a cura e
preservar a vitalidade.       • Remoção tec cariado
                              • Lavar com soro fis.
                              • Colocação de CaOH2
                              • Restauração
                              • Observar
Técnica de remoção da polpa coronária seguida do uso
de medicamentos que procuram manter a polpa
radicular em condições de saúde, permitindo que o
ciclo biológico de reabsorção radicular se processe
naturalmente

PULPOTOMIAS
Materiais
empregados
Hidroxido de Cálcio
Formocresol
Pasta Guedes-Pinto
Otosporim
Tricresol
Pulpotomia
• Indicações:
     Dentes que apresentam exposição pulpar por cárie
    Em caso de pulpite em dentes com rizogêne
    inconpleta
    Dentes com amplas destruição coronária que não
    haja necessidade pino intracanal.
    Ausência de lesão apical / Fístula
    Exposição pulpar acidental
Pulpotomia
• Contra-indicações quanto ao dente
   Dentes com dores espontânea que não cessa com
   analgésico.
   Impossibilidade de isolamento absoluto.
   Dente com mobilidade, fístulas e reabsorção
   radicular de mais de 2/3 das raízes.
   Quando o dente não tem possibilidade de
   restauração
   Percussão vertical positiva
Pulpotomia
• Contra-indicações em relação ao paciente



      Estado de saúde debilitado do paciente
Pulpotomia
• Vantagem:
  Conservação da polpa radicular com vitalidade
  Não traumatiza o periapice
  Economia de tempo (sessão única)
  Em casos de insucessos ainda podemos realizar a
  pulpectomia
Pulpotomia
•Técnica:
  •Radiografia
  •Anestesia
  •Isolamento absoluto
  • remoção de lesão cariosa com colher de dentina
  • remoção da polpa coronária com cureta
  • hemostasia
  • secagem com algodão estéril
  • aplica-se bolinha de algodão com formocresol
  diluido 1/5 + 8 - 10 minutos
  • molhar bolinha com formocresol com soro antes de
  remove-la
  • Selamento da câmara e obturação temporária
Pulpotomia
•Técnica:
  •Finalização:
     •OZE + CIV
     •CaOH2 PA + Glicerina + Cimento CAOH + CIV
     •GUEDES-PINTO + CIV ou OZE
     •MTA + CIV
Pulpectomia
   Indicações:
   Dentes que devem permanecer por mais de 6
   meses na boca
   Casos de pulpites intensas
   Dentes sem/com vitalidade
   Dentes com hemorragias intensas
Pulpectomia
   Contra-indicações:
   Reabsorção radicular superior a 1/3
   Grande destruição impedindo restauração ou
   isolamento
   Lesão de furca
   Lesão periapical extensa
   Abcesso Volumosos
   Pouca saúde do paciente
Pulpectomia
•Tecnica intervensionalista e não intervencionalista

•TI – para fazer a odontometria tomamos como
referencia o germe do permanente dando margem de 2 a
3 mm de segurança.
•Quanto a necro/bio em media 3 sessões
•Irrigação (com fistula) água de Cal , (sem fistula) irrigar
com dakim.
•Pasta Obtudadora : OZE(3) + iodoforme(1) + eugenol(1
gota) ou Guedes-Pinto
Pulpectomia
•Técnica
•Anestesia
• isolamento absoluto
•Remoção câmera
•biomecânica dos canais
• curativo de demora
•Obturação do canal
Endodontia Em Dentes Deciduos
Endodontia Em Dentes Deciduos
Endodontia Em Dentes Deciduos
Endodontia Em Dentes Deciduos
Endodontia Em Dentes Deciduos
Endodontia Em Dentes Deciduos
Endodontia Em Dentes Deciduos

Endodontia Em Dentes Deciduos

  • 1.
  • 2.
    A manutenção dosdentes decíduos é a base fundamental para uma oclusão mais adequada na dentição permanente.
  • 3.
    Indicações de terapiapulpar •Evitar deficiência mastigatória •Ausência de sucessor permanente •Evitar problemas fonéticos e psicológicos •Manter crescimento ósseo
  • 4.
    Maior atenção empacientes: •Alterações sistêmicas que necessitem de antibioticoterapia •Distúrbios sanguíneos •Portadores de Diabetes
  • 5.
    Exame Clínico eDiagnóstico •Saber identificar a gravidade da saúde da polpa. •Conhecer as peculiaridades deste tipo de lesão em dentes decíduos: As vezes paciente tem fístula e não sabe ou não sente dor. Testes de frio ou calor não são muito usados pois a resposta nem sempre é elucidativa, assim como o teste a percussão.
  • 6.
  • 7.
    Dentes menores emenos mineralizados Camada de esmalte com espessura constante Câmara pulpar maior e cornos pulpares acentuados Raízes delgadas ASPECTOS ANATÔMICOS DOS DENTES DECÍDUOS
  • 8.
    Saúde geral dopaciente Condição da dentição Tipos de restauração Cooperação que pode ser esperada Custo beneficio PONTOS QUE DEVEM SER OBSERVADOS
  • 9.
    Terapia pulpar indireta Técnica: Consiste em previnir uma exposição acidental ou • Anestesia mecânica da polpa durante um • Isolamento Absoluto ato operatório da remoção da carie. • Remoção tec cariado Indicação: • Colocação de CaOH2 Dentes jovens • Observar 40/60 dias Lesão profunda Contra-indicação: exposição pulpar dor espontânea mobilidade rarefação óssea
  • 10.
    Terapia pulpar Direta Técnica: Consiste na aplicação de um agente sedativo na zona • Anestesia exposta de uma polpa vital • Isolamento Absoluto para alcançar a cura e preservar a vitalidade. • Remoção tec cariado • Lavar com soro fis. • Colocação de CaOH2 • Restauração • Observar
  • 11.
    Técnica de remoçãoda polpa coronária seguida do uso de medicamentos que procuram manter a polpa radicular em condições de saúde, permitindo que o ciclo biológico de reabsorção radicular se processe naturalmente PULPOTOMIAS
  • 12.
  • 13.
    Pulpotomia • Indicações:  Dentes que apresentam exposição pulpar por cárie Em caso de pulpite em dentes com rizogêne inconpleta Dentes com amplas destruição coronária que não haja necessidade pino intracanal. Ausência de lesão apical / Fístula Exposição pulpar acidental
  • 14.
    Pulpotomia • Contra-indicações quantoao dente Dentes com dores espontânea que não cessa com analgésico. Impossibilidade de isolamento absoluto. Dente com mobilidade, fístulas e reabsorção radicular de mais de 2/3 das raízes. Quando o dente não tem possibilidade de restauração Percussão vertical positiva
  • 15.
    Pulpotomia • Contra-indicações emrelação ao paciente Estado de saúde debilitado do paciente
  • 16.
    Pulpotomia • Vantagem: Conservação da polpa radicular com vitalidade Não traumatiza o periapice Economia de tempo (sessão única) Em casos de insucessos ainda podemos realizar a pulpectomia
  • 17.
    Pulpotomia •Técnica: •Radiografia •Anestesia •Isolamento absoluto • remoção de lesão cariosa com colher de dentina • remoção da polpa coronária com cureta • hemostasia • secagem com algodão estéril • aplica-se bolinha de algodão com formocresol diluido 1/5 + 8 - 10 minutos • molhar bolinha com formocresol com soro antes de remove-la • Selamento da câmara e obturação temporária
  • 19.
    Pulpotomia •Técnica: •Finalização: •OZE + CIV •CaOH2 PA + Glicerina + Cimento CAOH + CIV •GUEDES-PINTO + CIV ou OZE •MTA + CIV
  • 20.
    Pulpectomia Indicações: Dentes que devem permanecer por mais de 6 meses na boca Casos de pulpites intensas Dentes sem/com vitalidade Dentes com hemorragias intensas
  • 21.
    Pulpectomia Contra-indicações: Reabsorção radicular superior a 1/3 Grande destruição impedindo restauração ou isolamento Lesão de furca Lesão periapical extensa Abcesso Volumosos Pouca saúde do paciente
  • 22.
    Pulpectomia •Tecnica intervensionalista enão intervencionalista •TI – para fazer a odontometria tomamos como referencia o germe do permanente dando margem de 2 a 3 mm de segurança. •Quanto a necro/bio em media 3 sessões •Irrigação (com fistula) água de Cal , (sem fistula) irrigar com dakim. •Pasta Obtudadora : OZE(3) + iodoforme(1) + eugenol(1 gota) ou Guedes-Pinto
  • 23.
    Pulpectomia •Técnica •Anestesia • isolamento absoluto •Remoçãocâmera •biomecânica dos canais • curativo de demora •Obturação do canal