PLANO TÁTICO DE SEGURANÇA EMPRESARIAL CESP – CENTRO EMPRESARIAL DE SÃO PAULO CURSO: MBS 27ª TURMA ALUNO: LUIZ ANTÓNIO CORRÊA IGNÁCIO
Objetivo do Projeto Analisar o cenário atual e prospectivo, e os procedimentos operacionais da empresa CESP – Centro Empresarial de São Paulo, buscando identificar e tratar os riscos que prejudicam o crescimento sustentável da organização, da maneira mais economicamente viável, utilizando-se de metodologias concretas e confiáveis.
Fases do Projeto 1 - Identificação dos Perigos; 2 - Identificação dos Fatores de Risco; 3 - Diagnóstico – Matriz SWOT; 4 - Matriz de Impacto Cruzado; 5 - Grau de Probabilidade; 6 - Impacto no Negócio;
7 - Matriz de Vulnerabilidade; 8 - Soluções Táticas; 9 - Plano de Ação; 10 - Controle e Avaliação – PDCA; 11 - Justificativa; 12 - Conclusão.
Fase I - Identificação dos Perigos 1 - Roubo ao Banco, Caixa Eletrônico e Lojas; 2 - Furto de veículos no estacionamento e lava - rápido; 3 - Incêndio; 4 - Furto de pertences pessoais.
Fase II – Identificação dos Fatores de Risco Metodologia aplicada: Diagrama de Ishikawa. O Diagrama de Ishikawa é a ferramenta que possibilita analisar e representar a relação entre os fatores que determinam a Causa e Efeito. È possível a determinação da relação de causa e efeito múltipla, observando o processo sistematicamente.
 
 
 
 
Fase III – Diagnóstico Metodologia utilizada: Matriz SWOT- FOFA Essa Matriz é uma análise de cenário que se divide em ambiente interno (Forças e Fraquezas) e ambiente externo (Oportunidades e Ameaças). As forças e fraquezas são determinadas pela posição atual da empresa e se relacionam, quase sempre, a fatores internos. Já as oportunidades e ameaças são antecipações do futuro e estão relacionadas a fatores externos.
 
MATRIZ WOT
Fase IV – Impacto Cruzado
 
 
 
 
Fase V – Grau de Probabilidade
Fase VI – Nível de Impacto no Negócio
Fase VII – Matriz de Vulnerabilidade
Fase VIII – Soluções Táticas Investimento em Meios Tecnológicos, Câmeras, Sensores, Alarmes, Sistema de Incêndio, Central de Segurança, etc.; Investimentos em Treinamento e Qualificação da Equipe de Segurança e Brigadistas; Desenvolvimento, Comunicação e Implantação de Normas, Políticas e Procedimentos de Segurança, através do processo de Endomarketing;
Fase IX – Plano de Ação
 
Fase X – Controle e Avaliação - PDCA O controle é realizado através de quatro fases distintas: a) Estabelecimento de padrões de desempenho.  b) Acompanhamento dos resultados. c) Comparação do desempenho atual com o padrão. d) Tomada de ação corretiva para ajustar o desempenho atual ao padrão desejado.
Fase XI - Justificativa - Matriz de Vulnerabilidade após implantação do Projeto e Plano de Ação
Grau de Probabilidade após implantação do Projeto e Plano de Ação
Fase XII - Conclusão Com a implantação do projeto, podemos observar que haverá uma significativa mudança no cenário atual da empresa, o que proporcionará uma consequente e gradativa redução dos riscos de imagem, financeiro, legislação e operacional, aumento do nível de confiabilidade e grau de segurança e sustentabilidade da organização, o que justifica a imediata execução do projeto.

Análise de Risco

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    PLANO TÁTICO DESEGURANÇA EMPRESARIAL CESP – CENTRO EMPRESARIAL DE SÃO PAULO CURSO: MBS 27ª TURMA ALUNO: LUIZ ANTÓNIO CORRÊA IGNÁCIO
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    Objetivo do ProjetoAnalisar o cenário atual e prospectivo, e os procedimentos operacionais da empresa CESP – Centro Empresarial de São Paulo, buscando identificar e tratar os riscos que prejudicam o crescimento sustentável da organização, da maneira mais economicamente viável, utilizando-se de metodologias concretas e confiáveis.
  • 3.
    Fases do Projeto1 - Identificação dos Perigos; 2 - Identificação dos Fatores de Risco; 3 - Diagnóstico – Matriz SWOT; 4 - Matriz de Impacto Cruzado; 5 - Grau de Probabilidade; 6 - Impacto no Negócio;
  • 4.
    7 - Matrizde Vulnerabilidade; 8 - Soluções Táticas; 9 - Plano de Ação; 10 - Controle e Avaliação – PDCA; 11 - Justificativa; 12 - Conclusão.
  • 5.
    Fase I -Identificação dos Perigos 1 - Roubo ao Banco, Caixa Eletrônico e Lojas; 2 - Furto de veículos no estacionamento e lava - rápido; 3 - Incêndio; 4 - Furto de pertences pessoais.
  • 6.
    Fase II –Identificação dos Fatores de Risco Metodologia aplicada: Diagrama de Ishikawa. O Diagrama de Ishikawa é a ferramenta que possibilita analisar e representar a relação entre os fatores que determinam a Causa e Efeito. È possível a determinação da relação de causa e efeito múltipla, observando o processo sistematicamente.
  • 7.
  • 8.
  • 9.
  • 10.
  • 11.
    Fase III –Diagnóstico Metodologia utilizada: Matriz SWOT- FOFA Essa Matriz é uma análise de cenário que se divide em ambiente interno (Forças e Fraquezas) e ambiente externo (Oportunidades e Ameaças). As forças e fraquezas são determinadas pela posição atual da empresa e se relacionam, quase sempre, a fatores internos. Já as oportunidades e ameaças são antecipações do futuro e estão relacionadas a fatores externos.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
    Fase IV –Impacto Cruzado
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18.
  • 19.
    Fase V –Grau de Probabilidade
  • 20.
    Fase VI –Nível de Impacto no Negócio
  • 21.
    Fase VII –Matriz de Vulnerabilidade
  • 22.
    Fase VIII –Soluções Táticas Investimento em Meios Tecnológicos, Câmeras, Sensores, Alarmes, Sistema de Incêndio, Central de Segurança, etc.; Investimentos em Treinamento e Qualificação da Equipe de Segurança e Brigadistas; Desenvolvimento, Comunicação e Implantação de Normas, Políticas e Procedimentos de Segurança, através do processo de Endomarketing;
  • 23.
    Fase IX –Plano de Ação
  • 24.
  • 25.
    Fase X –Controle e Avaliação - PDCA O controle é realizado através de quatro fases distintas: a) Estabelecimento de padrões de desempenho. b) Acompanhamento dos resultados. c) Comparação do desempenho atual com o padrão. d) Tomada de ação corretiva para ajustar o desempenho atual ao padrão desejado.
  • 26.
    Fase XI -Justificativa - Matriz de Vulnerabilidade após implantação do Projeto e Plano de Ação
  • 27.
    Grau de Probabilidadeapós implantação do Projeto e Plano de Ação
  • 28.
    Fase XII -Conclusão Com a implantação do projeto, podemos observar que haverá uma significativa mudança no cenário atual da empresa, o que proporcionará uma consequente e gradativa redução dos riscos de imagem, financeiro, legislação e operacional, aumento do nível de confiabilidade e grau de segurança e sustentabilidade da organização, o que justifica a imediata execução do projeto.