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2º Va Grupo 03

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2º Va Grupo 03

  1. 1. Terroristas e Guerrilhas Hesbollah, Pkk e Hamas Grupo 3
  2. 2. Hesbollah Hizbollah <ul><li>Sua causa: O Hizbollah surgiu inicialmente como uma milícia, em resposta à invasão israelense do Líbano de 1982, também conhecida como Operação Paz para a Galiléia, e continuou a resistir contra a ocupação israelense do Líbano por toda a Guerra Civil Libanesa. </li></ul>
  3. 3. Objetivo : Hizbollah listava suas três metas principais como &quot;colocar um fim a qualquer entidade colonialista&quot; no Líbano, levar os Falangistas à justiça &quot;pelos crimes que perpetraram&quot;, e estabelecer um regime islâmico no país .
  4. 4. Atualidades: Atualmente, o Hezbollah faz parte de um governo de união nacional com poder de veto sobre decisões importantes. Noticiário Biden pede a libaneses voto contra Hezbollah Autor(s): REUTERS E APO Estado de S. Paulo - 23/05/2009    Em Beirute, vice condiciona ajuda dos EUA a resultado eleitoral do dia 7   A 16 dias das eleições parlamentares libanesas, o vice-presidente americano, Joe Biden, chegou ontem a Beirute, onde alertou que a aliança entre os EUA e o Líbano está nas mãos dos eleitores libaneses. Confiante na vitória eleitoral no dia 7, o Hezbollah - partido de oposição apoiado pelo Irã e considerado terrorista pelos EUA - atacou a &quot;intromissão&quot; do número 2 de Washington. A eleição de líderes comprometidos com o estado de direito e com reformas econômicas abre as portas para um crescimento durável&quot;, discursou Biden, o funcionário de mais alto escalão dos EUA a visitar o Líbano em 25 anos. &quot;Avaliaremos nossos programas de ajuda tendo como base a composição do novo governo e as políticas adotadas por ele.&quot; Desde 2006, os EUA deram US$ 410 milhões em auxílio ao Líbano. O eleitorado libanês encontra-se dividido em dois campos antagônicos. De um lado, liderado pelo premiê Fouad Siniora, um grupo majoritariamente sunita conta com apoio dos EUA, França e de outros países sunitas. De outro, está a atual oposição, cuja principal força é o Hezbollah, aliado da Síria e do Irã. >
  5. 5. NEUTRALIDADE Apesar das acusações de intromissão, Biden garantiu que não apoia &quot;nenhum partido&quot; e tentou driblar a divisão política, encontrando-se com o presidente &quot;neutro&quot;, Michel Suleiman, com o pró-Ocidente Siniora e com o porta-voz do Parlamento, Nabih Berri, aliado do Hezbollah. Mas o premiê foi o único a ter uma reunião a portas fechadas com Biden. &quot;O interesse dos EUA no Líbano levanta fortes suspeitas sobre as verdadeiras intenções (de Washington). Especialmente desde que se tornou uma clara intervenção em assuntos libaneses&quot;, disse o Hezbollah em comunicado. A secretária de Estado Hillary Clinton esteve em Beirute no mês passado. Numa demonstração de força, o Hezbollah organizou um desfile com dezenas de milhares de pessoas no sul da capital, um de seus principais redutos, em comemoração aos nove anos da retirada israelense do sul do Líbano. A visita de Biden sela uma mudança na política externa americana para a região, reaproximando Washington de seus fantasmas do passado. Nos anos 80, em meio à guerra civil, militantes ligados ao Irã atacaram um contingente de fuzileiros navais - matando 220 - e sequestraram funcionários dos EUA. Desde então, Washington distanciou-se do Líbano, que permaneceu proibido a turistas americanos até 1997. Embora atualmente tenha 14 das 128 cadeiras do Parlamento, o Hezbollah possui direito de veto sobre decisões do governo. Somado a seus aliados, o grupo chega a 58 assentos. A coalizão tenta agora ampliar seu poder e conquistar a maioria no Legislativo.
  6. 6. Localização do Hesbollah
  7. 7. Ações do Hesbollah Fim do Conflito armado em Beirute
  8. 8. Militante do Hezbollah posa diante do retrato do presidente sírio, Bashar al-Assad
  9. 9. Hamas
  10. 10. <ul><li>Hamas é a abreviatura para Harakat Al-Muqawama al-Islamia (Movimento de Resistência Islâmica). </li></ul>
  11. 11. Localização
  12. 12. Objetivo e Causa <ul><li>O Hamas é uma organização palestina islâmica ilegal e armada, cujo objetivo primordial é a destruição do Estado de Israel e a sua substituição por um Estado palestino que ocuparia a área onde hoje estão Israel, a Faixa de Gaza e a Cisjordânia. </li></ul><ul><li>O Hamas emprega o terrorismo como principal método de operação e dissemina suas ideologias através de comunicação em massa, células políticas e atividades sociais que atraiam a população palestina. </li></ul><ul><li>O Hamas virou um partido político em 2005. Em janeiro do ano seguinte, venceu as eleições parlamentares palestinas, derrotando o Fatah e ficando com a maioria das cadeiras. </li></ul><ul><li>Em junho de 2007, a chamada Batalha de Gaza resultou na expulsão do Fatah da Faixa de Gaza, que passou a ser controlada pelo Hamas. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Para muitos palestinos, entretanto, trata-se de uma organização beneficente, que presta ajuda e assistência nos lugares onde a Autoridade Nacional Palestina (ANP) falha. </li></ul><ul><li>Foi também graças à atuação do Hamas que foram inaugurados hospitais, jardins-de-infância, escolas e pontos de distribuição de sopa nos territórios em conflito, o que permitiu que a organização ganhasse amparo junto à parte pobre da população palestina. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>O Hamas sempre faz uso de fortes bombardeios, sem a menor preocupação de que podem atingir pessoas inocentes. </li></ul>
  15. 16. Atualmente <ul><li>O grau de divisão do grupo palestino radical ficou claro durante as negociações de cessar-fogo atualmente ocorrendo no Cairo. Khaled Meshaal, diretor da ala militante enviou uma série de membros proeminentes para o Egito na terça-feira para averiguar a possibilidade do Cairo ter um papel de intermediário. A assim chamada &quot;Iniciativa do Cairo&quot;, que tinha o objetivo de deter o banho de sangue atual e abordar as raízes do problema, agora cresceu para uma tentativa promissora de colocar um fim rápido à violência. </li></ul><ul><li>Ainda assim, mesmo dentro da delegação do Hamas, há opiniões conflitantes quanto ao caminho que o grupo deve seguir nas negociações. </li></ul>
  16. 17. PKK Partido dos Trabalhadores do Curdistão (em Curdo, Partiya Karkerên Kurdistan ou PKK) é um partido militante armado fundado terrorismo em 1970, foi conduzido até sua captura por Abdullah Öcalan. A ideologia do PKK é o marxismo e o nacionalismo curdo.
  17. 18. OBJETIVOS / LOCALIZAÇÃO O PKK tem por objetivo a criação de um estado curdo independente socialista no território que alega como Curdistão, uma área que compreende partes do sudeste da Turquia, nordeste do Iraque, nordeste da Síria e noroeste do Irã e é contra qualquer mudança do tamanho do território alegado como Curdistão. O partido é uma organização secessionista que utiliza da força e ameaça de força tanto contra civis quanto militares afim de alcançar seu objetivo político
  18. 19. CAUSAS / AÇÕES Fundado em 1978, o Partido dos Trabalhadores do Curdistão (PKK) é a principal força entre a população curda. É considerado ilegal e seu líder, Abdulláh Oçalan, foi preso em fevereiro, no Quênia. Mantém posições de esquerda revolucionária e sua tática tem sido desenvolver uma guerrilha popular, a partir do campesinato, haja vista que 99% das indústrias se concentram na zona turca do país. Prega um estado federal respeitando as fronteiras turcas. Desde 1984, impulsiona uma organização de guerrilhas e ergueu um Parlamento Curdo no Exílio (PKE), com sede na Europa. Apóia, ademais, o Partido da Democracia do Povo. O PKE, proclamou-se em abril de 1995 como única forma de representar o povo curdo na Turquia. Está composto por 65 membros, entre eles a Frente de Libertação Nacional do Curdistão (FLNK) - braço político do PKK -, representantes do movimento islâmico (não fundamentalista), intelectuais, mulheres e personalidades independentes. Está composto, também, de membros originários das quatro partes do Curdistão, com a imensa procedência do Curdistão turco. Se auto-afirma &quot;solidário com a luta armada do PKK contra o Estado turco e sua ideologia racista&quot;. Essa solidariedade se expressa por meios legais e diplomáticos. A principal função do PKE é conseguir apoio internacional para uma solução política da questão. A força do PKK é de uns 10.000 a 15.000 membros dedicados exclusivamente à guerrilha, 5.000 a 6.000 dos quais estão na Turquia; 60.000 a 75.000 militantes que se dedicam parcialmente à guerrilha; e centenas de simpatizantes na Turquia e Europa. Atua na Turquia e Europa Ocidental.
  19. 21. ATUALMENTE Só se tem supostos indícios de ataques do PKK, o que se tem é o ultimo ocorrido; em 24 de março de 2009 O PKK (Partido dos Trabalhadores do Curdistão) não aceitou o ultimato feito pelo presidente do Iraque, Jalal Talabani, de abandonar a luta armada ou deixar o Curdistão Iraquiano.Segundo o porta-voz do partido, Ahmed Deniz, o ultimato do governo iraquiano vai trazer graves conseqüências. &quot;Talabani não tem competência para lançar chamadas deste tipo. O PKK não recebe ordens do presidente iraquiano&quot;, disse Ahmed Deniz.A declaração do presidente iraquiano foi feito nesta terça-feira em uma entrevista coletiva junto com o chefe do Estado turco, Abdulah Gül .
  20. 22. Colégio “Jesus Cristo Rei” Componentes: Lays, Haysla,Camila e Cassiano. Professor: Mario de Mori Série: 2° Turma: VA Cachoeiro de Itapemirim; quarta-feira, 10 de Junho de 2009.

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