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ABSOLUTISMO e MERCANTILISMO Numa Sociedade de Ordens <ul><li>O MERCANTILISMO </li></ul><ul><li>A POLÍTICA DO CONDE DA ERIC...
O MERCANTILISMO IMP EXP EXP IMP balança mercantilista COLBERT
O MERCANTILISMO 1 <ul><li>Pensamento mercantilista: A riqueza se um país residia na quantidade de metais precisos que poss...
O CONDE DA ERICEIRA <ul><li>Fomentou manufacturas de  tecidos  (Covilhã, Fundão, Estremoz) ,  ferro ,  couro ,  construção...
A FALÊNCIA DAS MEDIDAS <ul><li>Reclamação dos industriais têxteis ingleses contra as Leis Pragmáticas </li></ul><ul><li>Os...
A SOCIEDADE DE ORDENS <ul><li>O PODER ABSOLUTO </li></ul><ul><li>ARTE BARROCA </li></ul>
A SOCIEDADE DE ORDENS <ul><li>O ANTIGO REGIME É HERDEIRO DA DIVISÃO TRINITÁRIA MEDIEVAL. </li></ul><ul><li>CLERO </li></ul...
ORDENS PRIVILEGIADAS  <ul><li>CLERO </li></ul><ul><ul><li>Possuía cerca de 1/3 das terras do país e recebia os Dízimos de ...
O TERCEIRO ESTADO <ul><li>O POVO, engloba situações distintas: </li></ul><ul><ul><li>Jornaleiros </li></ul></ul><ul><ul><l...
O PODER ABSOLUTO <ul><li>DEUS, QUE DEU OS REIS AOS HOMENS, QUIS QUE ELES FOSSEM RESPEITADOS COMO SEUS LUGARES-TENENTES, RE...
Monarquia de Direito Divino <ul><li>O Rei passou a concentrar em si todos os poderes e a submeter todos os súbditos à sua ...
Imagem de poder <ul><li>Para melhor imporem a sua autoridade, os monarcas procuravam ostentar uma imagem de grandeza e esp...
A ARTE BARROCA <ul><li>O Barroco foi um movimento artístico cultural e mental que surgiu na Europa nos finais do século XV...
Arquitectura  <ul><li>Características </li></ul><ul><ul><ul><li>Fachadas onduladas, com curvas e contracurvas </li></ul></...
ARQUITECTURA BARROCA 1 S. Pedro : Colunata:  Bernini Talha dourada Colunas torsas ( torcidas)
Escultura  <ul><li>Características </li></ul><ul><ul><li>Dramatismo/Sentimentalismo  das expressões. </li></ul></ul><ul><u...
ESCULTURA 1
Pintura  <ul><li>Características </li></ul><ul><ul><li>Exuberância da cor  (  contrastes fortes )  e das formas </li></ul>...
PINTURA 1 -  RUBENS “ Horror” ao vazio; contrastes de cores; movimento; dramatismo Movimento; espiral
PINTURA 2  RUBENS
PINTURA 3 -  REMBRANDT A luz e a sombra O momento, a expressividade, o contraste de cores
PINTURA 4 -  VELASQUEZ A Corte e o Pintor O quotidiano e o Povo O príncipe, o poder
O BARROCO EM PORTUGAL <ul><li>O espírito barroco penetrou profundamente em Portugal, manifestou-se sobretudo desde o sécul...
BARROCO EM PORTUGAL 1 Convento de Mafra-  Ludovice Biblioteca do Convento de Mafra
Barroco do norte <ul><li>Devido à prosperidade alcançada no século XVIII, o barroco atingiu o seu maior arrojo decorativo....
Torre dos Clérigos  -  Nasoni
Escultura  <ul><li>O maior escultor foi  Machado de Castro , autor da estátua equestre de D. José. </li></ul><ul><li>Mas u...
 
 
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ABSOLUTISMO-MERCANTILISMO-BARROCO

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ABSOLUTISMO-MERCANTILISMO-BARROCO

  1. 1. ABSOLUTISMO e MERCANTILISMO Numa Sociedade de Ordens <ul><li>O MERCANTILISMO </li></ul><ul><li>A POLÍTICA DO CONDE DA ERICEIRA </li></ul>
  2. 2. O MERCANTILISMO IMP EXP EXP IMP balança mercantilista COLBERT
  3. 3. O MERCANTILISMO 1 <ul><li>Pensamento mercantilista: A riqueza se um país residia na quantidade de metais precisos que possuía, ou seja, na moeda de ouro e prata que acumulasse </li></ul><ul><li>Para conseguir essa moeda, era necessário exportar o máximo e importar o mínimo, para assim ter uma balança comercial positiva ( favorável ou equilibrada) </li></ul><ul><li>Para conseguir esses exportações um país deveria ter umas manufacturas desenvolvidas e uma forte actividade comercial </li></ul><ul><li>Dever-se-ia dar privilégios, regalias, às empresas de manufacturas e Companhias de comércio e colocar barreiras, obstáculos ( taxas alfandegárias , por exemplo) à importação de produtos estrangeiros </li></ul><ul><li>O Mercantilismo era assim uma política “PROTECCIONISTA” e “NACIONALISTA” </li></ul>
  4. 4. O CONDE DA ERICEIRA <ul><li>Fomentou manufacturas de tecidos (Covilhã, Fundão, Estremoz) , ferro , couro , construção naval </li></ul><ul><li>Mandou vir equipamentos e operários e equipamentos especializados do estrangeiro </li></ul><ul><li>Fez publicar as “Leis Pragmáticas” – proimbiam a importação e uso de artigos de luxo ( chapéus, sedas, fitas, etc) </li></ul>O Conde de Ericeira – Vedor da Fazenda de D. Pedro II
  5. 5. A FALÊNCIA DAS MEDIDAS <ul><li>Reclamação dos industriais têxteis ingleses contra as Leis Pragmáticas </li></ul><ul><li>Os Ricos não cumpriram as Leis Pragmáticas </li></ul><ul><li>Os grandes viticultores do Norte, pressionaram o rei, contra o desenvolvimento manufactureiro, porque temiam perder a exportação de vinho para Inglaterra </li></ul><ul><li>O Tratado de Methuen (1703) , que permitiu à Inglaterra colocar os seus têxteis em Portugal em condições alfandegárias muito favoráveis, em troca do mesmo em relação ao Vinho do Porto. O desenvolvimento manufactureiro ficou arruinado </li></ul><ul><li>A descoberta de ouro no Brasil, que vai levar os monarcas a desinteressarem-se pelo desenvolvimento manufactureiro e levar à emigração de muitos portugueses para esse território </li></ul>John Methuen
  6. 6. A SOCIEDADE DE ORDENS <ul><li>O PODER ABSOLUTO </li></ul><ul><li>ARTE BARROCA </li></ul>
  7. 7. A SOCIEDADE DE ORDENS <ul><li>O ANTIGO REGIME É HERDEIRO DA DIVISÃO TRINITÁRIA MEDIEVAL. </li></ul><ul><li>CLERO </li></ul><ul><li>NOBREZA </li></ul><ul><li>POVO- TERCEIRO ESTADO </li></ul><ul><ul><li>A lei e o costume fixavam para cada uma das ordens direitos e obrigações, e dentro delas poderíamos encontrar uma grande variedade de situações, no que diz respeito a rendimentos, prestígio e funções. </li></ul></ul>
  8. 8. ORDENS PRIVILEGIADAS <ul><li>CLERO </li></ul><ul><ul><li>Possuía cerca de 1/3 das terras do país e recebia os Dízimos de todos do reino. </li></ul></ul><ul><ul><li>Não pagavam impostos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Dispunham de tribunais próprios. </li></ul></ul><ul><ul><li>Estavam isentos da justiça régia. </li></ul></ul><ul><li>NOBREZA </li></ul><ul><ul><li>Isenção da maior parte dos impostos. </li></ul></ul><ul><ul><li>Regime penal favorável. </li></ul></ul><ul><ul><li>Acesso exclusivo aos cargos superiores de governação e da Igreja. </li></ul></ul><ul><ul><li>Direitos senhoriais e tenças que o Rei lhes concedia. </li></ul></ul>
  9. 9. O TERCEIRO ESTADO <ul><li>O POVO, engloba situações distintas: </li></ul><ul><ul><li>Jornaleiros </li></ul></ul><ul><ul><li>Grandes mercadores </li></ul></ul><ul><ul><li>Rendeiros </li></ul></ul><ul><ul><li>Vendedores ambulantes </li></ul></ul><ul><ul><li>Pescadores </li></ul></ul><ul><ul><li>Artesãos </li></ul></ul><ul><ul><li>Camponeses </li></ul></ul><ul><li>Asseguram as actividades produtivas da nação </li></ul><ul><li>No terceiro estado destacou-se um grupo social a Burguesia . </li></ul><ul><li>Olhada com desconfiança pelo clero e pela nobreza, foi-se afirmando pelo seu poder económico. </li></ul><ul><li>Os reis recorreram muitas vezes aos grandes burgueses para a obtenção de empréstimos. </li></ul>
  10. 10. O PODER ABSOLUTO <ul><li>DEUS, QUE DEU OS REIS AOS HOMENS, QUIS QUE ELES FOSSEM RESPEITADOS COMO SEUS LUGARES-TENENTES, RESERVANDO PARA ELE O DIREITO DE JULGAR A SUA CONDUTA. É VONTADE DE DEUS QUE OS SÚBDITOS OBEDEÇAM SEM PENSAR; E ESTA LEI NÃO FOI FEITA APENAS PARA FAVORECER OS PRINCÍPES, MAS TAMBÉM PARA O BEM DOS QUE OBEDECEM. </li></ul><ul><li>Luís XIV, Memórias para a instrução do Delfim </li></ul><ul><li>ABSOLUTISMO: Poder forte e pessoal dos Reis, em que estes mandavam fazer as leis, mandavam executá-las e puniam quem não as cumpriam </li></ul>L’État c’est Moi
  11. 11. Monarquia de Direito Divino <ul><li>O Rei passou a concentrar em si todos os poderes e a submeter todos os súbditos à sua autoridade – Absolutismo Régio. </li></ul><ul><li>O poder do monarca era independente de toda e qualquer autoridade existente na terra, provindo apenas de Deus. O rei não prestava conta das suas acções senão a Deus. </li></ul><ul><li>O modelo do absolutismo régio, foi o Rei de França Luís XIV e em Portugal D. João V e D. José </li></ul>D. João V – O Magnânimo
  12. 12. Imagem de poder <ul><li>Para melhor imporem a sua autoridade, os monarcas procuravam ostentar uma imagem de grandeza e esplendor. </li></ul><ul><li>A corte tornou-se o cenário dessa ostentação. Os reis para dominar a nobreza, atraiam os nobres até si, davam-lhes luxo, títulos, tenças (dinheiro), controlando-os melhor </li></ul><ul><li>Em Portugal, D. João V, procurou imitar o Rei Francês: a sua magnificência era sustentada pelo ouro do Brasil . </li></ul>Palácio de Versalhes
  13. 13. A ARTE BARROCA <ul><li>O Barroco foi um movimento artístico cultural e mental que surgiu na Europa nos finais do século XVI e atingiu o seu apogeu nos séculos XVII e XVIII </li></ul><ul><li>Enquanto na arte renascentista “reinava” a serenidade, a simplicidade, o equilíbrio, a ordem a harmonia, o gosto pelas proporções, no Barroco, quase se pode afirmar que o contrário do atrás afirmado era a regra. </li></ul><ul><li>O Barroco é uma arte da Contra-Reforma , usada pela igreja católica para lutar contra as doutrinas protestantes , porque servia para atrair os sentidos ( visão, audição), impressionar, cativar, exaltar os fiéis pela grandiosidade, o espectáculo, a riqueza, o deslumbramento, o sentimentalismo. </li></ul><ul><li>O Barroco tamém serviu o Absolutismo e o Despotismo . Foi uma arte do luxo, do fausto, da riqueza, do poder. </li></ul>
  14. 14. Arquitectura <ul><li>Características </li></ul><ul><ul><ul><li>Fachadas onduladas, com curvas e contracurvas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Balustradas , nichos , medalhões , brasões , grinaldas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Uso da talha dourada na decoração de interiores </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Grandiosidade </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Grandes arquitectos: Bernini e Borromini </li></ul></ul></ul>Balustrada Fachada ondulada Nichos Medalhão
  15. 15. ARQUITECTURA BARROCA 1 S. Pedro : Colunata: Bernini Talha dourada Colunas torsas ( torcidas)
  16. 16. Escultura <ul><li>Características </li></ul><ul><ul><li>Dramatismo/Sentimentalismo das expressões. </li></ul></ul><ul><ul><li>Torsão dos gestos; Movimento </li></ul></ul><ul><ul><li>Vestes ondulantes </li></ul></ul><ul><ul><li>Grandes escultures: Bernini </li></ul></ul>
  17. 17. ESCULTURA 1
  18. 18. Pintura <ul><li>Características </li></ul><ul><ul><li>Exuberância da cor ( contrastes fortes ) e das formas </li></ul></ul><ul><ul><li>Magníficos efeitos de luz e sombra </li></ul></ul><ul><ul><li>Dramatismo da expressão e sentimento das personagens </li></ul></ul><ul><ul><li>Gosto pelas linhas curvas, contra-curvas, diagonais, espirais </li></ul></ul><ul><ul><li>“ Horror” ao vazio </li></ul></ul><ul><ul><li>Uso da ilusão “Trompe d’Oeil” </li></ul></ul><ul><ul><li>Grandes Pintores: Rubens; Rembrandt; Velasquez </li></ul></ul>
  19. 19. PINTURA 1 - RUBENS “ Horror” ao vazio; contrastes de cores; movimento; dramatismo Movimento; espiral
  20. 20. PINTURA 2 RUBENS
  21. 21. PINTURA 3 - REMBRANDT A luz e a sombra O momento, a expressividade, o contraste de cores
  22. 22. PINTURA 4 - VELASQUEZ A Corte e o Pintor O quotidiano e o Povo O príncipe, o poder
  23. 23. O BARROCO EM PORTUGAL <ul><li>O espírito barroco penetrou profundamente em Portugal, manifestou-se sobretudo desde o século XVII e atinge o seu auge no reinado de D. João V, graças ao ouro brasileiro . </li></ul><ul><li>Uma das primeiras grandes obras é a Igreja de Santa Engrácia, em Lisboa, notável pela complexidade do seu traçado. </li></ul><ul><li>O imponente Convento de Mafra de autoria de Ludovice , reflecte a influência do barroco italiano. </li></ul>
  24. 24. BARROCO EM PORTUGAL 1 Convento de Mafra- Ludovice Biblioteca do Convento de Mafra
  25. 25. Barroco do norte <ul><li>Devido à prosperidade alcançada no século XVIII, o barroco atingiu o seu maior arrojo decorativo. </li></ul><ul><li>Igreja dos Clérigos , no Porto, construída por Nasoni , veio a influenciar numerosas igrejas e solares da região </li></ul><ul><ul><li>Utilização de ornamentos escultóricos de pedra brancas e do azulejo – típicos da última fase designada de rococó. </li></ul></ul>
  26. 26. Torre dos Clérigos - Nasoni
  27. 27. Escultura <ul><li>O maior escultor foi Machado de Castro , autor da estátua equestre de D. José. </li></ul><ul><li>Mas uma das mais originais manifestações do barroco português reside na escultura decorativa: </li></ul><ul><ul><li>O esplendor da talha dourada que cobre os retábulos das Igrejas. </li></ul></ul><ul><ul><li>As peças de ourivesaria e de mobiliário ou os coches. </li></ul></ul><ul><ul><li>A pintura não deixou obras-primas, mas o azulejo, arte tipicamente portuguesa atingiu um grande desenvolvimento. </li></ul></ul>

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