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Educação Inclusiva: à conquista das aprendizagens!

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Colaboração, com uma apresentação, na ESE de Santarém no âmbito da Pós Graduação em NEE e Perturbações Cognitivo-Emocionais.

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Educação Inclusiva: à conquista das aprendizagens!

  1. 1. Educação Inclusiva: à conquista das aprendizagens! Nelson Santos Santarém, 21 de março de 2017 neldav25@gmail.com
  2. 2. https://www.youtube.com/watch?v=qJEwsGhif7c neldav25@gmail.com
  3. 3. (UNESCO, 2005) É um processo Participação deTodos os alunos na aprendizagem, vida escolar e comunidade Identificação e remoção de barreiras à participação e à aprendizagem (atitudes, comunicação, espaço físico, meio sócio económico, outro) Garantir a Educação deTodos os alunos neldav25@gmail.com
  4. 4. Geralmente o conceito de educação inclusiva é associada à educação de alunos com deficiência, alunos identificados como apresentando NEE. O termo inclusão e, inerentemente educação inclusiva, deve-se referir a todas as crianças e jovens. (Booth e Ainscow, 2002) neldav25@gmail.com
  5. 5. Educação Inclusiva = Educação Especial neldav25@gmail.com
  6. 6. “ (…) um longo caminho já foi percorrido no que se refere a valores e princípios, mas que é necessário reforçar as componentes pedagógicas e didáticas do ensino destes alunos, de forma a que a inclusão não se reduza a um processo de socialização e conduza a uma real aprendizagem. ”. (Leite, T. S., 2013) neldav25@gmail.com
  7. 7. “ (…) ganhámos a batalha da presença, mas falta ganhar a da aprendizagem. É um dos grandes desafios que temos pela frente”. (Nóvoa, 2014) neldav25@gmail.com
  8. 8. Objetivo central: “Assegurar a educação inclusiva e equitativa de qualidade, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos” Rumo a 2030: uma nova visão para a educação (Declaração de Incheon, Unesco, 2015) neldav25@gmail.com
  9. 9. (UNESCO – Inclusive Education in Action; Rodrigues, 2013) Educação Inclusiva QualidadeEquidade neldav25@gmail.com
  10. 10. “A equidade educativa não é garantida apenas pelo acesso de todos à educação, mas sobretudo pela possibilidade de todos adquirirem conhecimentos, as ferramentas e as atitudes essenciais ao seu desenvolvimento pessoal e cultural, ao sucesso académico e à inserção social e profissional.” (Leite, T. S., 2013. p.53) neldav25@gmail.com
  11. 11. Igualdades de oportunidades não é dar o mesmo a todos, mas sim, dar a cada um aquilo que lhe faz falta. (Rodrigues, 2014) neldav25@gmail.com
  12. 12. (Agência Europeia para o Desenvolvimento da Educação Especial, 2012) 1. Valorização da diversidade (a diferença é considerada um recurso e um valor para a educação); 2. Apoiar todos os alunos (os professores serem efetivamente professores de todos os alunos); 3. Trabalho com outras pessoas (colaboração e trabalho em equipa são metodologias essenciais); 4. Desenvolvimento profissional e pessoal (profissionais reflexivos); Para que tenhamos uma educação de qualidade e com mais equidade: neldav25@gmail.com
  13. 13. Inclusão? Sim! Mas… neldav25@gmail.com
  14. 14. O nosso sistema escolar vai colocando algumas barreiras: (Jha, 2007; Booth e Ainscow, 2002) • Acesso à escola (ainda há escolas que não aceitam a matrícula de alguns alunos); • Acessibilidades (barreiras físicas); • A expressão “necessidades educativas especiais” e o conceito de Inclusão; • Organização do currículo e metodologias de ensino; neldav25@gmail.com
  15. 15. (…) estes estudantes continuam a enfrentar barreiras significativas para serem matriculados como para serem aceites pelas comunidades escolares (…) (UNESCO, 2009) neldav25@gmail.com
  16. 16. Muitas crianças/jovens continuam a enfrentar muitas barreiras a nível da mobilidade. neldav25@gmail.com
  17. 17. A expressão “necessidades educativas especiais” pode constituir-se como uma barreira ao desenvolvimento de práticas inclusivas nas escolas, mantém-se como parte integrante do quadro cultural e político de todas as escolas e influencia uma variedade de práticas. (Booth e Ainscow, 2002) neldav25@gmail.com
  18. 18. neldav25@gmail.com
  19. 19. (…) a discussão sobre a elegibilidade, a colocar-se, seria no sentido de «eleger» a resposta adequada para cada aluno e não «eleger» o aluno adequado para as respostas que definimos. (Morgado, 2007, p. 42) neldav25@gmail.com
  20. 20. “(…) as pressões de tempo criadas por um currículo fortemente formatado podem criar novas dificuldades para as escolas, fazendo com que os professores possam sentir necessidade de aderir aos métodos «tradicionais» de ensino e avaliação, (…).” (Agência Europeia para o Desenvolvimento da Educação Especial, 2014, p.16) neldav25@gmail.com
  21. 21. Um currículo para ser rigoroso e ter sucesso é aquele que proporciona oportunidades de aprendizagem para todos os alunos. (Meyer, A., Rose, D. H., & Gordon, D. , 2014) neldav25@gmail.com
  22. 22. Quando os alunos encontram algum tipo de dificuldade, o currículo - não o aluno – deveria ser assumido como sendo inadequado para atender às diferentes necessidades dos alunos. (Meyer, A., Rose, D. H., & Gordon, D. , 2014) neldav25@gmail.com
  23. 23. “One size does not fit all” Meyer, A., Rose, D. H., & Gordon, D. , 2014 O “currículo uniforme pronto-a-vestir de tamanho único” (João Formosinho, 1987), deu lugar a um novo conceito de currículo ficando evidente a “necessidade de diversificar o ensino e as práticas pedagógicas em função da diversidade dos alunos” (Barroso, 2005, p. 49) neldav25@gmail.com
  24. 24. “(…) é preciso encontrar as respostas curriculares para a sua efectiva aprendizagem nesses contextos.” (Leite, T. 2011, p. 6) neldav25@gmail.com
  25. 25. Enquanto professores procuramos que todos os nossos alunos tenham o maior número de remos, de forma a que consigam ter sucesso. neldav25@gmail.com
  26. 26. O sucesso da educação inclusiva reside nas formas de gestão do currículo. (Leite, T. S., 2013. pp.53-54) Requer que os professores (…) ousem correr o risco de reconstruir o currículo face a situações concretas (…). No caso dos alunos com NEE (…) não podem continuar a ser orientados unicamente para a tomada de decisão sobre o que se corta no programa, sobre quais as metas que o aluno não atingirá. Deve incidir na definição de prioridades curriculares, na incorporação no currículo de conhecimentos, procedimentos e atitudes que são dados como adquiridos noutros alunos. Análise exaustiva de desempenhos até se perceber como se podem usar os pontos fortes para colmatar fragilidades. É, no campo das práticas curriculares que se ganham ou perdem as possibilidades de uma verdadeira inclusão. neldav25@gmail.com
  27. 27. neldav25@gmail.com Famílias Educadores/ Professores Assistentes Operacionais Técnicos Especializados Órgão de gestão Coordenações Comunidade
  28. 28. neldav25@gmail.com
  29. 29. http://www.theinclusiveclass.com/ neldav25@gmail.com
  30. 30. https://www.youtube.com/watch?v=e6ieXLVCss4 neldav25@gmail.com
  31. 31. Reconhecer a necessidade de criar oportunidades para que todos os alunos possam ser incluídos no currículo comum e em atividades realizadas no ensino regular, implica desenvolver práticas que permitam múltiplos meios de envolvimento, de representação e de expressão (King-Sears, 2009). (Nunes, C., Madureira, I. 2015, pp. 132) neldav25@gmail.com
  32. 32. O pressuposto de que os alunos com NEE devem ter acesso ao currículo é criticado pela EADSNE (2008). (Dias, J., 2014, pp. 171-172) neldav25@gmail.com
  33. 33. Continua a assumir-se o currículo como entidade estática (Dias, J., 2014, pp. 171-172) (…) os alunos com NEE têm o direito de ver respondidas as suas necessidades através de adequações curriculares possibilitadas pelas práticas inerentes ao princípio de flexibilidade curricular. neldav25@gmail.com Continua a assumir-se o currículo como entidade estática
  34. 34. (Dias, J., 2014, pp. 171-172) O conceito de flexibilidade curricular é essencial numa escola para todos uma vez que é um princípio orientador da gestão do currículo. neldav25@gmail.com
  35. 35. (Roldão 2003) A diferenciação curricular pode operacionalizar-se em três níveis: Nível político, Organizacional Pedagógico-curricular neldav25@gmail.com
  36. 36. (Roldão 2003) Algumas contradições quando se fala em diferenciação curricular que se tornam formas de exclusão: Princípio da simplificação-redução (alterações/reduções porque se considera que não são capazes); Princípio da adequação às características dos alunos (redução de objetivos – reforço em determinadas áreas em detrimento de competências académicas); Princípio do défice institucional (valorizar a socialização, afetividade e respeito pela multiculturalidade dissociada da prática curricular; Princípio da compensação quantitativa (apoios em quantidade vs apoios em qualidade); Princípio da produção e gestão curricular pelos profissionais (défices ao nível da formação) neldav25@gmail.com
  37. 37. (Sousa, 2010, p. 21) A diferenciação pedagógica é “uma forma de diferenciação curricular (…) desde que não se limite a uma simples diferenciação de estratégias de ensino”. neldav25@gmail.com
  38. 38. (Leite, T. S., 2013. p.54) A diferenciação pressupõe o conhecimento claro: i) dos conteúdos intermédios necessários para apreender cada um dos tópicos e temas, ii) da gradação dos objetivos face a esses conteúdos, iii) da determinação dos diferentes níveis de desempenho para o ato pedagógico subsequente – isto é, da capacidade de conceber sequências de atividades estrategicamente organizadas para que o aluno progrida desse nível de desempenho para o(s) seguinte(s). neldav25@gmail.com
  39. 39. (Perrenoud, 2008, p. 9) “(…) diferenciar é então lutar ao mesmo tempo para que as desigualdades na escola se atenuem e para que o nível se eleve” neldav25@gmail.com
  40. 40. (Dias, J., 2014, p. 172) “Numa perspetiva de educação inclusiva as questões relacionadas com o currículo devem atender à estruturação e flexibilidade no sentido de ser acessível a todos os alunos.” neldav25@gmail.com
  41. 41. Currículo aberto, flexível e acessível (Meyer & Rose, 2000; Rose & Meyer, 2002) neldav25@gmail.com
  42. 42. Qual o nosso destino? Como vamos chegar lá? Valorizar a diversidade A Educação precisa desta flexibilidade! (Meyer, A., Rose, D. H., & Gordon, D. , 2014) neldav25@gmail.com
  43. 43. Quem pode ter dificuldade no acesso a este edifício? Origem do conceito Desenho Universal neldav25@gmail.com
  44. 44. Alguns exemplos: neldav25@gmail.com
  45. 45. O conceito de Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA) baseia-se no princípio do desenho universal, mas liga-se a área da educação tendo por base uma educação acessível para todos os alunos. Concentra-se nos objetivos, métodos, materiais e a avaliação que se pretendem flexíveis para poderem ser personalizados para as diferentes necessidades de cada aluno. (CAST, 2014) neldav25@gmail.com Como surge o Desenho Universal para a Aprendizagem?
  46. 46. Princípios do Desenho Universal para a Aprendizagem 1 – Proporcionar múltiplos meios de envolvimento 2 - Proporcionar múltiplos meios de representação 3 - Proporcionar múltiplos meios de ação e de expressão neldav25@gmail.com
  47. 47. Apresentar a informação e conteúdos de diferentes formas; Diferentes formas de perceber e compreender a informação; Proporcionar múltiplas formas de representação; Neurociências – Redes neuronais neldav25@gmail.com
  48. 48. Proporcionar múltiplas formas de ação e expressão; Diferentes formas de expressar o que sabem; Diferentes formar de organizar uma atividade; Neurociências – Redes neuronais neldav25@gmail.com
  49. 49. Estimular o interesse dos alunos e motivá-los para a aprendizagem; Proporcionar múltiplas formas de envolvimento e motivação dos alunos; Ajudá-los a manter e a persistir nos objetivos e a autorregular comportamentos; Neurociências – Redes neuronais neldav25@gmail.com
  50. 50. Como é que aprendemos? neldav25@gmail.com
  51. 51. Como é que aprendemos? Imagem retirada de: http://www.psiconlinews.com/2015/05/teoria-das-inteligencias-multiplas-de-gardner.html neldav25@gmail.com
  52. 52. Adequações Conteúdo(s) Processo(s) Produto(s) Contexto(s) de aprendizagem neldav25@gmail.com
  53. 53. Adequação de processos e de contextos neldav25@gmail.com
  54. 54.  Objetivo: trabalhar áreas e perímetros;  Verificou-se que alguns alunos têm dificuldades em concretizar após serem dadas as fórmulas;  Proposta da professora de Matemática: ir para a rua medir a área e o perímetro dos canteiros. neldav25@gmail.com
  55. 55.  Objetivo: Contactar, observar e descrever diferentes locais de comércio (supermercado, mercearia, sapataria, praça, feira…): - o que vendem; - onde se abastecem; - Identificar notas e moedas do sistema monetário em uso no nosso país;  Proposta do professor de 1.ºCEB: distribuir a turma em grupos (produtores, vendedores e consumidores. Fazerem as trocas comerciais usando as notas e as moedas de acordo com os preços previamente estipulados. neldav25@gmail.com
  56. 56.  Objetivo: trabalhar/sistematizar o algoritmo com centenas, dezenas e unidade;  Existem alunos que estão a ter dificuldades na operação com centenas; A turma tem um aluno com uma problemática a nível neuromotor: como adaptar esta atividade?  Proposta da professora de 1.ºCEB: ir para a rua e fazer um jogo de bowling. Os garrafões representavam as centenas, as garrafas de 1,5l eram as dezenas e as garrafas de 0,5l eram as unidades. 1.º jogavam a bola, viam quantos objetos deitavam abaixo e de seguida faziam as operações neldav25@gmail.com
  57. 57. neldav25@gmail.com Ficha de avaliação
  58. 58. Adequação de produtos neldav25@gmail.com
  59. 59. Português nível 1 1 Português nível 2 2 Matemática nível 1 3 Matemática nível 2 4 neldav25@gmail.com
  60. 60. História adaptada Ficha de interpretação neldav25@gmail.com
  61. 61. Formulário Matemática Formulário História e Geografia de Portugal neldav25@gmail.com
  62. 62. Adequação de conteúdos neldav25@gmail.com
  63. 63. neldav25@gmail.com
  64. 64. Unidade Temática 1 - A importância das rochas e do solo na manutenção da vida 1.2. Distinguir ambientes terrestres de ambientes aquáticos, com base na exploração de documentos diversificados. 1.2.1. Identificar ambientes terrestres com base em imagens. 1.2.2. Identificar ambientes terrestres com base em descrições em diferentes textos (histórias, notícias, reportagens, etc.). 1.2.3. Identificar ambientes aquáticos com base em imagens. 1.2.4 Identificar ambientes aquáticos com base em descrições em diferentes textos (histórias, notícias, reportagens, etc.). neldav25@gmail.com
  65. 65. 1.3. Caracterizar dois habitats existentes na região onde a escola se localiza. 1.3.1. Conhecer as características de uma foz (foz do rio Trancão). 1.3.2. Conhecer as características de um estuário (estuário do rio Tejo). 1.3.3. Identificar outros locais com as mesmas características. 1.5. Relacionar os impactes da destruição de habitats com as ameaças à continuidade dos seres vivos. 1.5.1.Conhecer o conceito de sustentabilidade. 1.5.2.Conhecer o conceito de biodiversidade. 1.5.3.Conhecer o conceito de habitat. 1.5.4.Conhecer o conceito de biosfera. 1.5.5.Conhecer diferentes tipos de impacto e destruição dos habitats (incêndios, poluição, desflorestação, etc. ) 1.5.6.Relacionar a diminuição de biodiversidade com a destruição dos habitats. neldav25@gmail.com
  66. 66. 1. Frações equivalentes 1.1. Obter frações equivalentes a uma fração dada multiplicando o numerador e o denominador pelo mesmo número natural 1.2. Simplificar uma fração: 1.2.1. identificar um divisor comum ao numerador e denominador 1.2.2. dividir o numerador e o denominador pelo divisor comum 1.3. Frações irredutíveis: 1.3.1. Dividir sucessivamente o numerador e o denominador por divisores comuns 1.3.2. calcular o máximo divisor comum (m.d.c.) do numerador e do denominador 1.3.3. Dividir o numerador e o denominador pelo m.d.c Números e Operações Números racionais não negativos neldav25@gmail.com
  67. 67. 2. Redução de duas frações ao mesmo denominador 2.1. Multiplicar os denominadores um pelo outro 2.2. Reconhecer que um dos denominadores é múltiplo do outro 2.3. Calcular o mínimo múltiplo comum (m.m.c.) entre os denominadores 3. Ordenação de números racionais representados por frações 3.1. Comparação com a unidade 3.2. Comparação de frações com o mesmo denominador 3.3. Comparação de frações com o mesmo numerador 3.4. Comparação de frações com denominadores ou numeradores diferentes 3.4.1. transformar as frações em numeral decimal (recorrendo à calculadora) e comparar 3.4.2. reduzir as frações ao mesmo denominador ou numerador. Números e Operações Números racionais não negativos neldav25@gmail.com
  68. 68. Números e Operações Números racionais não negativos 4. Representação de números racionais na forma de numerais mistos 4.1. Utilizando a representação em figuras 4.1.1. Identificar a parte inteira, como sendo o número total de unidades completas pintadas 4.1.2. Identificar a parte fracionária, na unidade não completa 4.1.3. Escrever o numeral misto 4.1.4. Passar de numeral misto para fração (contar o número de partes em que está dividida a unidade - denominador; e o número de partes pintadas – numerador) 4.2. Sem utilizar a representação em figuras 4.2.1. Fazer a divisão inteira do numerador pelo denominador 4.2.2. Identificar o quociente da divisão inteira como a parte inteira 4.2.3. Identificar o resto como o numerador da parte fracionária (o denominador mantém-se) 4.2.4. Passar de numeral misto para fração: multiplicar a parte inteira pelo denominador e somar o numerador para obter o numerador da fração (o denominador mantém-se). neldav25@gmail.com
  69. 69. neldav25@gmail.com E embora possamos remar sozinhos … acreditamos que só através do trabalho colaborativo conseguiremos chegar mais longe!
  70. 70. neldav25@gmail.com “num livro não há páginas sem margens e são as margens que seguram as páginas do livro. Assim devemos colocar as “margens” no centro das nossas preocupações e lutar pela equidade educativa como forma de qualidade civilizacional.” Nóvoa (2013)
  71. 71. ▪ Agência Europeia para as Necessidades Especiais e a Educação Inclusiva, (2014). Organização dos Recursos para o Apoio à Educação Inclusiva – Relatório Síntese. Odense, Dinamarca: Agência Europeia para as Necessidades Especiais e a Educação Inclusiva. ▪ Agência Europeia para o Desenvolvimento da Educação Especial (2012). Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos – Avaliação para a Aprendizagem e Alunos com Necessidades Educativas Especiais. Odense, Denmark: Agência Europeia para o Desenvolvimento da Educação Especial. ▪ Barroso, João (2005). Políticas Educativas e Organização Escolar. Lisboa: Universidade Aberta. ▪ Center for Applied Research and Technology [CAST]. (2010). Research and development in universal design for learning. Consultado em julho, 2016. http://www.cast.org/research/index.html ▪ Center for Applied Special Technology [CAST]. (2014). Universal Design for Learning: Theory and Practice. Consultado em julho, 2016. http://udltheorypractice.cast.org ▪ Dias, J. C., (2014). Avaliação para as Aprendizagens de Alunos com Necessidades Educativas Especiais no 1.º Ciclo do Ensino Básico: da Diversidade da Avaliação à Avaliação da Diversidade. Lisboa: Universidade de Lisboa – Instituto de Educação. ▪ Leite, T. S. (2013). Adequações curriculares: perspetivas e práticas de planeamento e intervenção. Da investigação às práticas, III (I). 30 – 52. ▪ Meo, G. (2008). Curriculum planning for all learners: Applying universal design for learning (UDL) to a high school reading comprehension program. Preventing School Failure, 52(2), 21-30. ▪ Meyer, A., Rose, D. H., & Gordon, D. (2014). Universal design for learning: Theory and practice. Wakefield: CAST Professional Publishing. ▪ Nóvoa, A. (2014, abril 30). Apostar na educação para Reinventar Portugal. Jornal de Letras Artes e Ideias. consultado em http://aulp.org/noticias/revista-de-imprensa/ensino-superior/11017-apostar-na-educacao-para- reinventar-portugalentrevista-a-antonio-novoa ▪ Rodrigues, D. (2013, março). Os desafios da Equidade e da Inclusão na Formação de Professores de Educação Especial. Comunicação apresentada na Conferência Parlamentar sobre Formação Inicial e Contínua, na área da Educação Especial, face aos desafios do alargamento da escolaridade obrigatória inclusiva, realizada na Assembleia da República, Portugal. ▪ UNESCO – Inclusive Education in Action, consultado em http://www.inclusive-education-in-action.org/iea/index.php?menuid=1 ▪ World Education Forum (2015). Incheon Declaration. Education 2030: Towards inclusive and equitable quality education and lifelong learning for all. Paris: UNESCO. Consultado em dezembro, 2016: http://unesdoc.unesco.org/images/0023/002331/233137POR.pdf Referências Bibliográficas
  72. 72. neldav25@gmail.com http://gritodemudanca.blogspot.pt/ Muito Obrigado! Nelson Santos Apresentação disponível em: http://pt.slideshare.net/nelsonsantos7505

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