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Apostila de guitarra

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Fiz essa apostila de guitarra básica para meus alunos, é bem básica e pratica, espero que gostem! Deus Pai abençoe em Cristo a todos vocês =D

Apostila de guitarra

  1. 1. Apostila de Guitarra<br />Módulo Básico<br />Professor: Marlon Ferreira de Araujo<br />Aluno:__________________<br />Entre também para o grupo de talentos na arte de tocar guitarra, boa sorte!!!<br />História do Instrumento<br /> O mais popular e versátil instrumento do mundo se originou a partir de um instrumento musical espanhol. A vihuela, como este instrumento era denominado, se originou por meio de dois outros instrumentos mais antigos ainda: o “ud”, com cinco cordas, muito popular no Oriente Médio; e a “cozba”, um instrumento musical romano. O violão ou guitarra clássica surgiu na Itália, em 1970, e a guitarra elétrica foi uma modificação do próprio violão.<br /> As guitarras elétricas surgiram em 1930. As mesmas geravam um som muito suave e baixo, bem diferente do que conhecemos atualmente. Para ampliar a potência sonora do instrumento, resolveram colocar captadores, que funcionavam como microfones. Isso gerou um pequeno problema, pois os mesmos faziam os bojos das guitarras vibrarem, provocando a famosa alteração sonora chamada “feedback”. Para solucionar esse problema, o famoso Les Paul inventou o corpo maciço da guitarra, o que deixou o instrumento na forma como conhecemos hoje em dia. A empresa Rickenbacker começou a fabricar as primeiras guitarras em 1931. A guitarra se popularizou após a Segunda Guerra Mundial, nos anos 50 e 60, período em que ganhou enorme espaço no mundo da música. Hoje em dia, estima-se que existam cerca de 50 milhões de guitarristas em todo o mundo.<br /> Você apartir de agora terá o grande privilégio de se juntar aos mais de 50 milhões de guitarristas no mundo, estude, se dedique, pratique com toda paciência e espera, pois só assim os melhores se tornaram os maiores, Marlon Ferreira!<br />Conhecendo as partes de uma <br />Guitarra<br />-927735828040<br />-356235-585470<br />O braço da guitarra e as notas musicais<br /> Imagino que certamente você já deve conhecer a escala musical convencional, certo? Caso não, ai vai...<br />Dó Ré Mi Fa Sol La Si Dó (8º)<br /> Essas são as sete notas musicais existente na música nesta ordem que se encontra Dó, Ré, Mi, Fa, Sol, La, Si. E o que é que dizer aquele Dó com um 8º ao lado? Coloquei a escala dessa forma para apresentar a oitava da mesma, essa é uma escala diatônica maior com sua oitava (repetição da tônica, nesse caso Dó,) isso no caso da tonalidade da escala de Dó maior, se fossem na tonalidade de Ré, a oitava seria Ré, se fosse em Mi, seria Mi... e assim por diante, a cada oitava a altura da nota fica mais aguda.<br />Visualização da Escala Diatônica de Dó maior abaixo:<br />-9467851452245 Agora vamos visualizar todas as notas no braço do instrumento<br /> Você deve ta se perguntando o que são esses sinais (#/b) ao lado das notas né?! Bem estes são os acidentes musicais veja abaixo a explicação!<br /> Bom, a escala apresentada no início da pag. anterior Dó, Ré, Mi, Fa, Sol, La, Si e Dó, é uma escala natural, suas notas são naturais, isso implica que elas não apresentam alterações ou acidentes musicais entre uma e outra. Acidentes Musicais são símbolos utilizados na notação musical para modificar a altura da nota (aguda ou grave), são dois tipos de acidentes que existem, o sustenido representado pelo símbolo (#) e o bemol representado pelo símbolo (b).<br /> Sustenido (#) eleva a altura da nota ½ tom acima, no braço da guitarra se move para frente ou direita. Mais Aguda<br />Ex: Dó# <br /> Bemol (b) diminui a altura da nota ½ tom abaixo, no braço da guitarra se move para trás ou para esquerda. Mais grave<br />Ex: Réb <br /> As notas em bemol ou sustenidos emitem o mesmo som, mas recebem dois nomes diferentes. Podemos dizer que: Db é igual a C#. Eb é igual a D#, Gb é igual a F#, Ab é igual a G# e Bb é igual a A#. Chamamos duas notas que produzem o mesmo som, mas com nomes diferentes de, ENARMONIA<br /> Existe uma regra muito importante que não deve ser esquecida, as notas Mi e Si não vão de modo algum receber um sustenido (#) e nem o Fa e o Dó receberam jamais o bemol (b), isso porque entre Mi e Fa, Si<br />Do, existe um intervalo de semitons. Ou seja, Mi#, Si# ou Fab, Dób não existirão!<br /> Poderão surgir dúvidas quanto ao critério usado nas alterações, por exemplo, como determinar a nota que está entre La e Si?<br />Seria La# ou Sib?<br /> Em princípio as duas estão certas. Uma especificação só é necessária, quando as notas estão aplicadas numa música, ou seja, através do tom da música você sabe se a nota vai ser sustenida ou bemol.<br />Conceito sobre Cifrado<br /> Cifrado é o nome dado às notas musicais por meio de letras, números e sinais, sendo assim facilitado a escrita. Ex: “Dó maior” escreve-se “C”, ao invés de escrever “Dó sustenido menor”, escreve-se “C#m”.<br /> Segue-se abaixo as 7 notas e acordes naturais/dissonantes e suas respectivas letras (cifras).<br />Intervalos<br /> Intervalo é a distância entre dois sons, onde um SEMITOM equivale ao menor intervalo entre dois sons e um TOM equivale a um intervalo formado por dois semitons.<br /> Cada espaço que encontramos no braço do instrumento é um semitom (ou meio-tom) <br /> Ex: O intervalo da 1° casa até a 2° é de 1 SEMITOM, o espaço da 1° casa e a 3° casa é de 1 Tom<br /> A música ocidental possui um sistema composto por 12 partes, ou melhor, dizendo, 12 sons musicais diferentes. Temos, a princípio, sete sons principais chamados notas naturais, que derivam outros cinco sons, chamados acidentes musicais.<br /> Para se ter uma relação concreta entre os sons, se fez necessário um padrão de medida entre as notas musicais. Essa unidade de medida é chamada tom.<br /> O tom pode ser fragmentado em duas partes chamadas semitons. O semitom é o menor intervalo possível entre duas notas.<br /> Temos diversos tipos de intervalos: ascendente, descendente, melódico, harmônico, simples, composto, natural, enarmônico e invertido. Por enquanto nos interessam os seguintes intervalos que estão em destaque, são:<br /> Intervalo ascendente: quando o primeiro som é mais grave que o seguinte.<br /> Intervalo harmônico: quando os sons são ouvidos simultaneamente.<br /> Intervalo enarmônico: quando os sons são iguais, mas têm nomes diferentes.<br /> *Estes intervalos nos ajudarão a entender como os acordes são montados, as escalas e etc.<br />Tablaturas<br />O que são tablaturas? Tablatura (tablature ou tabulature ou tab em inglês) é um método usado para transcrever música que pode ser tocada em instrumentos de corda como violões, guitarras e baixos, e também em outros instrumentos como gaita e bateria. Ao contrário das partituras que exigem maior conhecimento de música e bastante treino, as tablaturas são voltadas para o músico iniciante ou prático.<br /> Além das notas a serem feridas a tablatura irá indicar quando devem ser usadas técnicas como bends, slides, hammer-ons, pull-offs, harmônicos e vibrato.<br />Como ler tablaturas? O conceito básico da tablatura é apresentar no papel um conjunto de linhas que representam as cordas do instrumento. Sendo assim para uma guitarra ou violão comum você terá seis linhas, para um baixo de quatro cordas terá quatro linhas, para um baixo de cinco cordas cinco linhas, para uma guitarra de sete cordas sete linhas e assim por diante. Geralmente nos exemplos mostrados aqui usaremos tablaturas de seis linhas para guitarra, mas o principio é o mesmo para qualquer quantidade de cordas.<br />Uma tablatura vazia de guitarra ou violão apresenta-se da seguinte forma:<br />E--------------------------------------------------------B--------------------------------------------------------G--------------------------------------------------------D--------------------------------------------------------A--------------------------------------------------------E--------------------------------------------------------<br /> A linha de baixo representa a corda mais grossa (mi mais grossa) e a linha de cima representa a corda mais fina (mi mais fina). De cima para baixo as linhas representam as cordas mi, si, sol, re, la, mi.<br /> Números escritos nas linhas indicam em que traste as respectivas cordas devem ser apertadas ao serem feridas. Número 0 indica corda solta. As notas devem ser lidas da esquerda para a direita.<br />E--------------------------------------------------------B--------------------------------------------------------G--------------------------------------------------------D--------------------------------------------------------A--------------------------------------------------------E---0--1--2--3-------------------------------------------<br />Notações usadas em tablaturas <br /> Além dos números que apenas indicam qual corda deve ser ferida em qual casa (traste) existem algumas letras e símbolos comumente usados para notar determinadas técnicas. Essas notações podem variar um pouco de autor para autor, mas as mais comuns são:<br />h - fazer um hammer-on p - fazer um pull-off b - fazer um bend para cima r - soltar o bend / - slide para cima (pode ser usado s)  - slide para baixo (pode ser usado s) ~ - vibrato (pode ser usado v) t - tap x - tocar a nota abafada (som percussivo)<br />Notação de Hammer-Ons<br /> Um hammer-on consiste em martelar com um dedo da mão esquerda uma corda em um traste fazendo soar a nota sem o auxílio da mão direita.<br />E--------------------------------------------------------B--------------------------------------------------------G--------------------------------------------------------D--------------------------------------------------------A---------5h7-----------5h7---------------------------E---0--0----------0--0---------------------------------<br /> No exemplo acima após ferir a corda grossa solta duas vezes o músico deverá ferir a segunda corda na quinta casa e imediata e vigorosamente apertar a mesma corda (segunda) duas casas a frente (sétimo traste), fazendo a corda soar apenas com a martelada e sem auxílio da mão direita. Depois repita a seqüência.<br />Notação de Pull-Offs<br /> Pull-Offs são de certa forma o inverso de um hammer-on e consistem em soltar rapidamente uma corda fazendo com que a mesma soe solta (ou apertada em um traste anterior).<br />E----3p0-----------------------------------------------B---------3p0------------------------------------------G--------------2p0-------------------------------------D-------------------2-----------------------------------A--------------------------------------------------------E--------------------------------------------------------<br /> No exemplo acima o primeiro pull-off na corda mais fina consiste em ferir a corda apertada no terceiro traste e soltá-la rapidamente para que soe solta. Posteriormente um pull-off idêntico é feito uma corda acima e assim por diante. Note que o terceiro pull off é feito a partir do segundo traste.<br />Hammer-ons e pull-offs costumam ser usados em conjunto como indicado abaixo:<br />E--------------------------------------------------B--------------------------------------------------G---2h4p2h4p2h4p2h4p2h4p2-------------D--------------------------------------------------A--------------------------------------------------E--------------------------------------------------<br /> Neste caso a corda deve ser ferida na segunda casa, imediatamente apertada na quarta casa (hammer-on), imediatamente solta da quarta casa (soando novamente na segunda, pull-off), novamente apertada na quarta e assim por diante. Note que a mão direita da música só irá ferir a primeira nota... todas as outras são tocadas apenas com os hammer-ons e pull-offs da mão esquerda no braço.<br />Notação de bends<br /> Um bend consiste em empurrar uma corda para cima aumentando a tensão e conseqüentemente gerando uma nota mais aguda. Quanto mais empurrada for a corda maior será o efeito. Um número é usado para indicar o quanto a nota deve ser aumentada.<br />E------------------------------------------------------B------7b9-------------------------------------------G------------------------------------------------------D------------------------------------------------------A------------------------------------------------------E------------------------------------------------------<br /> No exemplo acima a corda (re) deve ser tocada no sétimo traste e empurrada para cima até que soe mais aguda como se estivesse apertada no nono traste (um tom acima). Note que o dedo do musico continuara na sétima casa. O bend pode também ser indicado entre parênteses como 7b(9).<br />E------------------------------------------------------B------7b9--9r7-------------------------------------G------------------------------------------------------D------------------------------------------------------A------------------------------------------------------E------------------------------------------------------<br /> No exemplo acima é indicado depois do bend inicial que ele deve ser soltado. O músico deve ferir a corda na sétima casa, fazer um bend de um tom inteiro (equivalente a subir duas casas), ferir novamente a corda e soltar o bend (de forma que a corda volte a sua posição e nota originais).<br />Outros exemplos: bends podem ser de meio tom (7r8, equivalente a uma casa), de um quarto de tom (7r7.5, equivalente a meia casa) e assim por diante. É comum não ser indicado o valor (7b, por exemplo) e nestes casos é preciso ouvir a música para saber o valor do bend.<br />Notação de Slides<br /> Um slide consiste em fazer deslizar um dedo da mão esquerda pelo braço enquanto uma corda soa gerando uma variação do tom.<br />E------------------------------------------------------B------7/9--------------------------------------------G------------------------------------------------------D------------------------------------------------------A------------------------------------------------------E------------------------------------------------------<br /> <br /> O exemplo acima indica que a corda deve ser ferida na sétima casa e imediatamente o dedo que aperta a corda nesta casa deve deslizar para a nona casa enquanto a nota continua soando (aumentando, portanto um tom).Não necessariamente o início e o fim de um slide precisam ser indicados:<br />E------------------------------------------------------B------/7--7-----------------------------------------G------------------------------------------------------D------------------------------------------------------A------------------------------------------------------E------------------------------------------------------<br /> <br /> Neste caso a nota deve inicialmente ser ferida em alguma das primeiras casas e deslizada até a sétima casa, posteriormente sendo deslizada de volta para as primeiras casas. Novamente é necessário conhecer a música que se deseja tocar de forma, a saber, o tamanho do slide.<br /> Vários slides podem ser usados seguidos como indicado abaixo. Apenas a primeira nota precisa ser ferida.<br />E-------------------------------------------------------B------7/9/119767------------------------------G-------------------------------------------------------D-------------------------------------------------------A-------------------------------------------------------E-------------------------------------------------------<br />Notação de Vibrato<br /> O vibrato é o efeito de variação de tom conseguido com a alavanca ou mesmo através de pressão variável do dedo sobre a corda no braço do instrumento (vide músicos de blues).<br />E------------------------------------------------------B------------------------------------------------------G------------------------------------------------------D-------2--5~----------------------------------------A----3-------------------------------------------------E------------------------------------------------------<br /> Neste caso a última nota deve sofrer vibrato. É necessário conhecer a música em questão para saber como este vibrato deve ser efetuado.<br />Notação de Tap<br /> Tap ou tapping consiste em fazer soar notas feridas com a mão direita apertando as cordas nos trastes. É técnica geralmente usada por guitarristas rápidos como Eddie Van Hallen entre outros. A indicação de que uma nota deve ser tocada como tap consiste apenas em acrescentar a letra t à nota correspondente. Geralmente são efetuadas na parte mais interna do braço do instrumento.<br />E------------------------------------------------------B----13t----------------------------------------------G---------12t-----------------------------------------D--------------12t------------------------------------A------------------------------------------------------E------------------------------------------------------<br /> <br />No exemplo acima as notas devem ser feridas pela mão direita do músico simplesmente apertando as cordas vigorosamente nos trastes indicados.<br />Outras notações<br /> Notações extras necessárias em determinadas músicas e/ou técnicas são comuns, mas não padronizadas, sendo geralmente explicadas na própria tablatura em texto anexo. Variações das notações acima também são bastante comuns.<br />Formação de acordes (maiores)<br /> Acorde é um conjunto de três ou mais notas executadas simultaneamente ou sincronizadamente, formando, assim, uma harmonia. Vejamos como se chamam certos grupos de notas:<br />Notas executadas uma a uma (separadamente) – Solo ou melodia<br />Duas notas executada juntas – Dupla ou dueto<br />Três notas executadas juntas – Acorde, trio, tríade ou acorde de 3 sons<br />Quatro notas executadas juntas – Acorde ou quarteto<br />Cinco notas executadas juntas – Acorde ou quinteto<br />Seis notas executadas juntas – Acorde ou sexteto <br /> Um acorde maior é formado pelo modo maior de uma escala, acordes são criados para tocar uma música propriamente dita.<br /> Acorde Tríade<br /> Um acorde tríade é um acorde formado por 3 notas conjuntas (tríade 3) da escala maior, usaremos como exemplo a escala de Dó maior para formar assim nosso acorde C maior, vejamos:<br />I II III IV V VI VII VIIIDÓ RÉ MI FÁ SOL LÁ SI DÓ T T ST T T T ST<br /> As notas ou graus que precisamos pegar dessa escala para formar uma tríade são o I II III graus ou ainda Dó, Mi e Sol que respectivamente são 3 notas tiradas da escala maior, por isso o nome tríade.<br /> Então nosso acorde Dó maior ficaria da seguinte forma:<br /> TRÍADE <br /> / | <br /> / | <br /> 1° 3° 5° <br /> C E G Dó maior <br />Obs.: As três notas que compõe um acorde podem ser repetidas em suas oitavas não alterando assim em nada sua composição harmônica da tríade maior do acorde.<br />Formação de acordes (menores)<br />Bom, agora que já sabemos o que são acordes, tríades, e já sabemos forma um acorde maior e etc. agora vamos ver como se é formado os acordes tríades menores. É bastante simples de entender, pois o processo é o mesmo, a diferença é que iremos montar um acorde menor através de uma escala menor ou modo menor, vejamos apartir da nota A:<br />I II bIII IV V bVI bVII VIIILÁ SI DÓ RÉ MI FÁ SOL LÁ T ST T T ST T T <br /> <br /> TRÍADE <br /> / | <br /> / | <br /> 1° b3° 5° <br /> A C E La menor <br /> Obs.: As três notas que compõe um acorde podem ser repetidas em suas oitavas não alterando assim em nada sua composição harmônica da tríade maior do acorde.<br />Introdução as Escalas<br /> As escalas são compostas de 7 notas, por exemplo, a escala mais simples, a de Dó maior compreende as notas: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si.<br /> Então o que define uma escala é a primeira nota com que ela inicia – se iniciar com dó é uma escala, se iniciar com ré, é outra escala e assim por diante. Como existem 12 notas no espectro sonoro, há um total de 12 escalas.<br /> Porém, a música ocidental usa dois modos na maneira como os intervalos estão distribuídos ao longo da escala: o maior e o menor. Então temos 12 escalas no modo maior e mais 12 no modo menor, totalizando 24 escalas possíveis de se fazer com as 12 notas disponíveis na música ocidental. <br />Vamos ver algumas escalas:<br />Escala cromática e Diatônica veja na próxima página.<br />Escala cromática – é a sucessão de todas as notas em SEMITONS, até completar uma oitava, veja abaixo uma escala cromática apartir de C:<br /> <br />CC#/DbDD#/EbEFF#/GbGG#/AbA A#/BbBC<br />Escala Diatônica – é a sucessão das notas em intervalos de SEMITONS e TONS, podendo ser MAIOR ou MENOR, veja o exemplo na próxima pag. da escala de A maior:<br />ATBTC#STDTETF#TG#STA<br /> T tom II tom III semitom IV tom V tom VI tom VII semitom VIII<br /> Essa fórmula acima é a fórmula de estrutura da escala maior em qualquer tonalidade.<br /> Note que entre as notas da escala diatônica de A maior eu inseri uns T e ST, que são representação de TOM (T) e SEMITON (ST). Sendo que fica sendo regra da escala diatônica maior a seguinte fórmula: T T ST T T T ST<br />Escala diatônica de A menor natural, veja abaixo:<br />A TBSTC TDTESTF TG TA<br /> T tom II semitom III tom IV tom V semitom VI tom VII tom VIII<br /> Essa fórmula acima é a fórmula de estrutura da escala menor natural em qualquer tonalidade.<br />Escala diatônica de A menor melódica<br />A TBSTC TD TE TF# TG#STA<br />Escala diatônica de A menor harmônica <br />A TBSTC TD TESTFTSG#STA<br /> T tom II semitom III tom IV tom V semitom VI tom+semitom VII semitom VIII<br /> As escalas também podem ser ascendentes ou descendentes, conforme a disposição das notas, isto é, do grave para o agudo ou vice-versa. Uma particularidade importante nas Escalas Menores, é que a descendente não é igual ascendente, como acontece nas escalas maiores (mas isso não funciona como uma regra, tudo vai depender da harmonia do estilo que estarás tocando).<br />Escalas pentatônica<br />Introdução:<br /> As escalas Pentatônicas são um dos passos mais importantes para aprender e evoluir a tocar guitarra. Especialmente utilizadas na música pop/rock, mas também em jazz, blues, folk, country entre outros estilos, são uma dádiva particularmente especial para os guitarristas amadores com pouco tempo para praticar porque são muito fáceis de memorizar e aplicam-se a quase qualquer música destes estilos.O que são ?<br /> Tecnicamente qualquer escala de cinco notas por oitava pode ser considerada uma pentatónica, daí o seu nome (Penta). Porém, em 99% dos casos, utilizamos o termo Pentatónica para nos referirmos às escalas derivadas do círculo de quintas (lição em breve), ou seja, começando na nota raiz da escala e indo fazendo as quintas consecutivas de cada nota. Por exemplo:<br />C (Dó) C + 5ª = G (Sol) G + 5ª = D (Ré)D + 5ª = A (Lá) A + 5ª = E (Mi) Re-ordenando estas notas obtemos a pentatónica maior de Dó: C D E G A<br />É um fato intuitivo para a maioria dos guitarristas e baixistas que a 5ª funciona bem como complemento a qualquer nota de uma escala ou progressão de acordes, daí as pentatônica também resultarem. A pentatónica menor, também se deriva do círculo de 5ªs, pegando na nota raiz e "andando para trás", por exemplo:<br />Cnota cuja 5ª é C = Fnota cuja 5ª é F = A#nota cuja 5ª é A# = D#nota cuja 5ª é D# = G#Re-ordenando estas notas obtemos a pentatónica menor de Dó: C D# F G# A#<br />Como se constroem ?<br /> OK. Isto é só para ler uma vez, porque quando as memorizar na barra da guitarra nunca mais vai querer formar Pentatônicas a partir dos intervalos.A Pentatónica maior, formada a partir da nota raiz, é: R 2 3 5 6, ou sejaR + Tom + Tom + Tom Semi-tom + TomPor exemplo, na escala de Dó: C D E G A A Pentatónica menor, formada a partir da nota raiz, é: R m3 4 5 m7, ou sejaR + Tom Semi-Tom + Tom + Tom + Tom Semi-tomPor exemplo, na escala de Dó: C Eb F G Bb<br /> Desenhos/Shapes das Escalas<br />-414020439420Escala Cromática<br />Escala diatônica de C Maior apartir da 5ª corda:<br />Escala diatônica de C maior apartir da 6ª corda:<br />Escala diatônica de A menor melódica:<br />-375285645795Escala A menor melódica:<br />Escala Menor harmônica<br />-518160359410<br />-461010368935<br />-794385-623570-7943851500505-7950203529330-7943855853430<br />-889635-52070-10610854043680 <br />-8134353376930-890270-404495<br /> -527685-42545<br />Trabalhando a Palhetada<br /> Existem dois tipos de Palhetada, a ALTERNADA e o SWEEP, com as frases que serão dadas abaixo, você desenvolverá os dois modos, preste atenção no posicionamento dos dedos e na posição da palheta, para que você não se vicie de forma errada. <br />Palhetando no Cromatismo <br /> No exercício abaixo você irá utilizar seis notas por tempo, preste muita atenção no posicionamento dos dedos e na palhetada que deve ser ALTERNADA em todo o exercício baixo. <br /> Esse 2º exercício cromático tem por finalidade, apresentar um uso prático para o cromatismo, ou seja, vamos mostrar como um grande guitarrista como Joe Petrucci, utiliza o cromatismo em seus solos. Esse exercício foi extraído de um vídeo aula do mesmo. Só um lembrete, este exemplo só fica interessante quando tocado muito rápido. <br />Licks<br /> Nas frases abaixo procurei usar a maioria das técnicas citadas nessa apostila, Sweeps, Bends, Reverse Bend, Pull-Off, Hammer-On, essas técnicas são assinaladas na tablatura através de suas iniciais. Preste muita atenção na hora de reproduzir as frases com as suas respectivas técnicas. Muitas das frases citadas abaixo podem ser usadas em improvisos. <br /> <br />Exemplos de Sweep.<br /> <br />Frases de Blues <br />Frases de Blues Pentatônica Gm<br />FIM<br />

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