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Marketing Esportivo e Consumo

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Apresentação realizada para a turma da disciplina

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Marketing Esportivo e Consumo

  1. 1. Olho no DigitalBranding! Estratégias para clubes de futebol (re)conquistarem o torcedor MARCELLA RODRIGUES
  2. 2. MarcellaRodrigues MestreemComunicação–UFPE Publicitária–UFC AnalistadePerformance–Muchmore Digital Professora–FaculdadedeOlinda
  3. 3. O QUE OS CLUBES DE FUTEBOL NO BRASIL ESTÃO FAZENDO?
  4. 4. O QUE ESSAS AÇÕES TÊM EM COMUM?
  5. 5. >> Falta depesquisa >> Conteúdoirregular >> Ausência de integração entre agestão e o clube >> Achar que a forma de torcer do dirigentedefine como os torcedores vivenciam o clube
  6. 6. Está acontecendo uma crise de sentido no consumo das agremiações de futebol. É preciso reinventar a marca esportiva e a internet pode se tornar uma ferramenta essencial para isso, na possibilidade de descobrir novas formas de se conectar ao torcedor.
  7. 7. http://www.ibopeinteligencia.com/noticias-e-pesquisas/90-dos-brasileiros-nao-costumam-ir-aos-estadios-de-futebol/
  8. 8. https://goo.gl/UBKgiR
  9. 9. TV ABERTA É O MEIO MAIS UTILIZADO PARA ACOMPANHAR AS NOTÍCIAS SOBRE O ESPORTE (63,6%), MAS, SEGUIDA DE SITES NA INTERNET (61,9%) E DAS REDES SOCIAIS DIGITAIS (42,7%). JÁ A PESQUISA IBOPE REBUCOM APONTA QUE, NO BRASIL, 78% DOS QUE ESTÃO ASSISTINDO JOGOS PELA TV ACESSA A WEB.
  10. 10. POR QUE DIGITAL BRANDING NO FUTEBOL? PORQUE É NA INTERNET QUE OS TORCEDORES ESTÃO SE CONECTANDO AO SEU CLUBE DE FUTEBOL!
  11. 11. O QUE É A MARCA ESPORTIVA NA ERA DIGITAL?
  12. 12. NÃO SÃO OS ESCUDOS, NEM AS CORES
  13. 13. NÃO É O ESTÁDIO, NEM A LOJA
  14. 14. NÃO É O TIME, NEM AS ESTRELAS
  15. 15. NÃO É O SITE, NEM AS REDES SOCIAIS DIGITAIS.
  16. 16. NEM MESMO O DIRIGENTE É A MARCA ESPORTIVA.
  17. 17. A MARCA PERSONIFICA OS SENTIMENTOS DE PERTENCIMENTO E ORGULHO DO CLUBE PENSAMENTOS, DESEJOS, MEMÓRIAS
  18. 18. NÃO É O QUE VOCÊ DIZ QUE É
  19. 19. É O QUE A TORCIDA DIZ QUE É
  20. 20. A LEALDADE DA MARCA É OBTIDA AO LONGO DO TEMPO ATRAVÉS DE EXPERIÊNCIAS E COMPROMISSOS CONSISTENTES POSITIVOS COM O CLUBE.
  21. 21. Algumas verdades sobre o torcedor pós-moderno: >> Ele é inconstante >> Ele é multifacetado >> A fidelidade é um MITO!
  22. 22. O QUE PRECISAMOS PARA(RE)CONQUISTAR ESSE TORCEDOR? CENTRAR NELES! >>ACESSIBILIDADE >> INTERATIVIDADE >> RESPONSIVIDADE
  23. 23. ATRAVÉS DE: >> OBJETIVOS CLAROS >> O PERFIL DO PÚBLICO >> POSICIONAMENTO EIMAGEM >> PLANO >> CONTEÚDOS DE MARCA >> MONITORAMENTO
  24. 24. DRAMATIZAÇÇÃO GUIAR UM ASTRO/ESTRELA INTERNACIONALIZAÇÃO CONEXÃO COM NOVOS SEGMENTOS NOSTALGIA RIVALIDADE EXPERIÊNCIAS
  25. 25. O QUE MOTIVA O SUCESSO DO BRANDING DIGITAL ESPORTIVO? >> CONEXÃO COM OS TORCEDORES >> AMPLIAR A FORÇA DA PRESENÇA DIGITAL >> JOVENS, IDOSOS, CRIANÇAS, INDEPENDENTE DO GÊNEREO, >> INDEPENDENTE DA CLASSE SOCIAL. INDEPENDENTE DA POSIÇÃO GEOGRÁFICA >> IMAGEM DA MARCA CENTRADA NO TORCEDOR E NÃO NA DIRETORIA >> ENFRENTAR OS DESAFIO DO TORCEDOR INSCONSTANTE - FÁCIL DE ATINGIR, DIFÍCL DE FIDELIZAR >> A MUTAÇÃO NA RELAÇÃO ENTRE TORCEDORES E MARCAS ESPORTIVA
  26. 26. PESQUISAS SOBRE O INTERESSE OU COMPORTAMENTO DO PÚBLICO EM RELAÇÃO ÀS MODALIDADES, ATLETASOU CAMPEONATOS SÃO REALIZADAS CONSTANTEMENTE, PORÉM, NESSES RESULTADOS OS INDIVÍDUOS SÃO APRESENTADOS APENAS POR UMA DE SUAS PERSONAS, A ESPORTIVA.
  27. 27. PRECISAMOS REFLETIR SOBREUM UNIVERSO MAIS AMPLO QUE ENVOLVE ESSE INDIVÍDUO, COLOCANDO-O COMO UM HOMEMPÓS-MODERNO QUE CARREGA CONSIGO UMA COMPLEXA CARACTERIZAÇÃO INFLUENCIADA FORTEMENTE PELA SOCIEDADE EM QUE HABITA, PELA TECNOLOGIA E PELA SOCIEDADE EM REDE.
  28. 28. >> A LEALDADE, DIFERENTE DA CRENÇA DE SENSO COMUM, SERÁ COMPOSTA PELAS EXPERIÊNCIAS POSITIVAS E O ENGAJAMENTO AO QUE É OFERECIDO PELO CLUBE QUAL O EFEITO DO DIGITAL BRANDING NO FUTEBOL? >> A CONEXÃO COM OS TORCEDORES! (OU SEJA, NÃO É APENAS TECNOLOGIA, É VÍNCULO (QUE É DIFERENTE DE RELACIONAMENTO) >> O QUE OS CLUBES FAZEM HOJE É RELACIONAMENTO. O QUE ELES PRECISAM? DOS VÍNCULOS!
  29. 29. FATORES DE SUCESSO >> BENCHMARKING >> INOVAÇÃO
  30. 30. A CONCLUSÃO É A CONSTRUÇÃO DO POSICIONAMENTO E IMAGEM DOS CLUBRES DE FUTEBOL NAS MÍDIAS SOCIAIS, PRECISA COMUNICAR A SUA IMAGEM, INCORPORAR OS SENTIMENTOS E ANSEIOS DOS VÁRIOS TORCEDORES E O INÚMEROS CONCORRENTES NA INTERNET. CONTEÚDO + ENTRETENIMENTO + MONITORAMENTO = FATORDE SUCESSO!
  31. 31. A experiência de consumo extraordinária da prática esportiva: das mídias sociais para as ruas
  32. 32. ~ Desafios para as atividades físicas~ >
  33. 33. ~ a internet pode ser considerada vilã da atividade física também? ~ >
  34. 34. ~ cultura ~ >
  35. 35. cultura digital
  36. 36. NO MUNDO...
  37. 37. Cisco Visual Networking Index: Forecast and Methodology, 2016–2021. bit.ly/2x3ICSu 78 100 124 135 190 233 96 14 21 29 412016 2017 2020 2021 TRÁFEGO, em EXABYTES por MÊS 2018 2019 1 exabyte = 1.000.000.000.000.000.000 bytes
  38. 38. Data Age 2025: The Evolution of Data to Life-Critical Don’t Focus on Big Data; Focus on the Data That’s Big. bit.ly/2NliPOP 85 218 601 4.785 2010 2015 2020 2025 INTERAÇÕES por PESSOA conectada POR DIA IDC/Seagate Data Age 2025, April 2017 um TOUCH a cada 18s
  39. 39. AINDA QUE O MUNDO SEJA DIGITAL
  40. 40. AINDA A ERA DA INTERNET DAS COISAS ESTEJA CADA VEZ MAIS FORTE
  41. 41. O DESAFIO É... GENTE
  42. 42. a. experiência do consumidor b. transformação social c. transformação do negócio esportivo
  43. 43. O desafio é verificar se é possível fazer com que uma experiência esportiva seja considerada como algo memorável na perspectiva do consumidor
  44. 44. O processo de formação da experiência ocorre de maneira dinâmica em que os fatores sociais ou externos ao consumidor agem sitematicamente com os processos cognitivos ou fatores internos (DE TONI e SCHULER, 2003).
  45. 45. Como suporte de sociabilidade, a rua adquire significados para além do senso comum. Esta deve ser capaz de romper com as barreiras sociais, culturais e econômicas que, em outras situações do cotidiano, se erguem imponentes e intransponíveis entre os indivíduos. (MAGNANI, 1993).
  46. 46. Ela se estabelece como o ponto de encontro entre desconhecidos e do reconhecimento de uma diversidade de usos e costumes proporcionados pela desigualdade social e cultural.
  47. 47. É assim que as atividades ao ar livre, que tem a rua como palco e cenário de sua manifestação, possibilita o fenômeno da sociabilidade urbana.
  48. 48. INTERAÇÕES NAS MÍDIAS SOCIAIS >>>>>>> SOCIABILIDADE URBANA
  49. 49. @SAUDENAROTINA @CORREDORADAVIDAREAL @EUESCOLHICORRER
  50. 50. e a pergunta nunca é…
  51. 51. se “INTERNET” é boa ou ruim …
  52. 52. mas como tentar,errar… e aprender com ela.
  53. 53. AS MÍDA AS MÍDIAS SOCIAIS CONVIDAM VEM PRA RUA!
  54. 54. OBRIGADA!

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