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O depoimento

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O depoimento

  1. 1. O depoimento Manoel Neves
  2. 2. O DEPOIMENTO aspectos gerais
  3. 3. O DEPOIMENTO aspectos gerais definiçãorelato  sobre  assunto  do  qual  tem  conhecimento  ou  sobre  o  qual  tenha  interesse   intencionalidade a  testemunha  ou  a  parte  visa  a  influenciar  a  opinião  de  outrem   estrutura 6tulo,  introdução,  micronarra9vas,  análises,  implicações,  conclusão   tipos textuais narração,  exposição,  argumentação   contexto de circulação amplo,  de  processo  criminal  a  culto  religioso  
  4. 4. PARTICULARIDADES depoimentoAquilo  que  uma  ou  mais  testemunhas,  ou  as  partes  de  um  processo,  afirmam  verbalmente  em  juízo.  Esse  depoimento  verbal  é  registrado,  por  escrito,  pelo  escrivão  do  julgamento,  que  o  faz  em  forma  de  discurso  relatado  ou  indireto.    Atente-­‐se,   ainda,   para   o   fato   de   que   quando   se   testemunha   algo   que   se   viveu   ou   presenciou  através  de  um  relato  tem-­‐se  um  depoimento.    Por  úl9mo,  cumpre  informar  que  os  depoimentos  deixados  no  Orkut  são  mensagens  nas  quais  se  fala  sobre  o  amigo,  nas  quais  não  especificamente  se  relatam  experiências  vividas  com  ou  pelo  homenageado.  
  5. 5. CARACTERÍSTICAS depoimento 01.  o  narrador  é  de  primeira  pessoa;  normalmente  protagonista;  02.  trata-­‐se  de  uma  modalidade  de  relato  com  intencionalidade  injun<va.  
  6. 6. ESTRUTURA MÍNIMA o depoimento título curto  e  temá9co;  é  faculta9vo   introdução breve  apresentação  de  personagem,  situação  ou  assunto  a  ser  comprovado   micronarrativaspequenas  histórias  que  comprovam  e/ou  conferem  verossimilhança  ao  que  se  diz   análises sequências  argumenta9vas  conectadas  ou  não  às  narra9vas  anteriores   conclusão exposição  didá9ca  do  que  levou  o  locutor  a  fazer  o  depoimento  
  7. 7. DEPOIMENTO um modeloMeu   pai...   também   9nha   um   nariz   grande   e   sofreu   por   causa   disso.   Ele   me   deixou   com   esse  nariz  de  italiano.  Isso  me  deixa  sen9mentalmente  magoada...  Meu  irmão  também  tem  um  nariz  como  o  meu,  mas  ele  é  homem  e  não  sofre  tanto  como  eu...  porque  sou  ví9ma  da  sociedade.  Nossa  família  inteira  tem  histórias  tristes  para  contar  por  causa  do  nariz...  Vários  nomes  eu  já  recebi   por   causa   do   nariz:   nariz   de   papagaio,   nariz   de   tucano,   tucanão...   Isso   dói.   Ou   nariz   de  Kubitscheck...  Não  é  uma  invenção  da  minha  cabeça,  é  um  problema  mesmo...  Ah!  Na  escolha  me   chamavam   de   Narizinho,   que   era   muito   chato   também...   parece   que   sempre   tem   gente  analisando  meu  nariz,  me  olhando  no  nariz  ou  querendo  fazer  alguma  piadinha  dele...  sempre  há   um   engraçadinho   que   acaba   mesmo   falando   algo   do   meu   nariz.   Isso   me   faz   sen9r   uma  pessoa  defeituosa,  eu  sei  que  não  sou,  mas  como  é  se  eu  fosse  uma  pessoa  aleijada...  é  como  se  eu   não   9vesse   uma   perna   ou   9vesse   três   pernas...   parece   que   eu   tenho,   é   assim   que   eu   me  sinto,  um  olho  vazado,  alguma  cosia  muito  ruim,  mesmo!  de  verdade!  POLTRONIEIRI, V. W. A procura da rinoplastia estética: um estudo exploratório à luz dos processos deatribuição. São Paulo: Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo, 1995.  
  8. 8. DEPOIMENTO um modeloEu   e   meu   irmão   Alfredo   somos   da   Infantaria   e   ficamos   trinta   anos   na   tropa.   Não   6nhamos  intenção   de   generalato   e,   com   a   reforma,   fomos   trabalhar   no   setor.   Quando   a   corrida   de  Fórmula   1   voltou   do   Rio   para   São   Paulo,   os   promotores   sen9ram   a   deficiência   na   área   de  segurança   e   de   controle   do   público.   Nosso   trabalho   no   apoio   a   autoridades   estava   sendo  observado   e   fomos   chamados.   Fizemos   o   atendimento   voltado   para   o   grande   evento,   e   dessa  experiência   surgiu   a   ideia   de   criar   a   empresa.   Sem   falsa   modés9a,   trouxemos   uma   nova  mentalidade  ao  setor,  pois  an9gamente  o  evento  era  na  base  da  pancada,  do  homem  forte.  A  Controller   veio   com   a   técnica   mais   social,   de   saber   lidar   com   o   público.   Hoje,   temos   clientes  como  a  Koch  Tavares,  Café  do  Ponto,  as  Confederações  de  Basquete  e  Vôlei,  BCP  Celular,  Face  Eventos,  entre  muitas  outras.  Temos  duas  empresas  porque  existe  diferença  entre  prestação  de  mão-­‐de-­‐obra   e   consultoria.   A   AWR   é   especializada   no   conceito   de   segurança   passiva,   de  prevenção.   Ela   faz   o   planejamento   e   presta   assessoria,   treina   os   funcionários   dos   clientes   e  pode,  assim,  evitar  gastos  desnecessários.  Temos  condições  de  viabilizar,  com  nossa  consultoria  empresarial,  muitos  negócios  de  um  mercado  globalizado  e  com  muita  demanda  no  setor.   Disponível  em:  hdp://www.empresario.com.br/memoria/entrevista.php3?pic_me=73  
  9. 9. BIBLIOGRAFIA o depoimentoABAURRE,   Maria   Luiza   M.,   ABAURRE,   Maria   Bernadete   M.   Produção   de   texto;   interlocução   e  gêneros.  São  Paulo:  Moderna,  2007.  COSTA,  Sérgio  Roberto.  Dicionário  de  gêneros  textuais.  Belo  Horizonte:  Autên9ca,  2008.  

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