Slidesclinicacirurgica2

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  1. 1. CLINICA CIRURGICA II INICIO 16/07/09 TERMINO SET 2009 I PROVA 03/07/09 II PROVA 02/09/09 12 DE AGOSTO AULA PRATICA 24 ENTREGA DOS TRABALHOS
  2. 2. I PROVA 10 PONTOS II PROVA 10 PONTOS AULA PRATICA 4 PONTOS SEMINARIOS 4 PONTOS PARTICIPAÇÃO 2 PONTOS
  3. 3. CLASSIFICAÇÃO DAS CIRURGIAS SEGUNDO O POTENCIAL DE CONTAMINAÇÃO
  4. 4. De acordo com os riscos de contaminação, as cirurgias são classificadas em: limpas, potencialmente contaminadas, contaminadas e infectadas
  5. 5. CIRURGIAS LIMPAS
  6. 6. São realizadas em tecidos estéreis ou passíveis de descontaminação, na ausência de processo infeccioso local. Consideram-se limpas as cirurgias realizadas na epiderme, tecido celular subcutâneo, sistemas músculo-esquelético, nervoso e cardiovascular
  7. 7. CIRURGIAS POTENCIALMENTE CONTAMINADAS
  8. 8. São as realizadas em tecidos colonizados por flora microbiana pouco numerosa, em tecidos cavitários com comunicação com o meio externo, ou de difícil descontaminação, na ausência de processo infeccioso local.
  9. 9. Consideram-se potencialmente contaminadas as cirurgias realizadas nos tratos gastrintestinal (exceto cólon), respiratório superior e inferior, genito-urinário, cirurgias oculares e de vias biliares.
  10. 10. CIRURGIAS CONTAMINADAS
  11. 11. São as realizadas em tecidos colonizados por flora microbiana abundante, de difícil descontaminação, na ausência de processo infeccioso local. Consideram-se contaminadas as cirurgias realizadas no cólon, reto e ânus; em tecido com lesões cruentas e cirurgias de traumatismo crânio encefálicos abertos
  12. 12. CIRURGIAS INFECTADAS
  13. 13. São as realizadas em qualquer tecido, na presença de processo infeccioso local
  14. 14. INCIDÊNCIA ESPERADA DE INFECÇÃO EM FERIDA CIRÚRGICA SEGUNDO O POTENCIAL DE CONTAMINAÇÃO
  15. 15. LIMPAS: 1 a 5% POTENCIALMENTE CONTAMINADADAS: 3 a 11% CONTAMINADAS: 10 a 17% INFECTADAS: maior que 27%
  16. 16. Equipamentos e Materiais do Centro Cirúrgico
  17. 17. Equipamentos fixos: são aqueles que fazem parte da estrutura da sala:
  18. 18. Foco central
  19. 20. Pontos de O2 e vácuo
  20. 23. Negatoscópio
  21. 25. Interruptores de tomadas
  22. 27. Ar condicionado, entre outros.
  23. 29. Equipamentos móveis: são aqueles que podem ser movimentados na sala:
  24. 30. Mesa cirúrgica
  25. 32. mesas auxiliares
  26. 34. suporte de hampers
  27. 36. balde de lixo
  28. 38. escadinha
  29. 39. foco auxiliar
  30. 41. suporte de soro
  31. 43. arco
  32. 45. monitores
  33. 47. Aspirador Portatil
  34. 49. Aparelho de Anestesia
  35. 51. bisturi elétrico
  36. 53. mesa de mayo
  37. 55. mesa de instrumental
  38. 57. entre outros
  39. 58. Materiais
  40. 59. Esterilizado ( roupas para paramentação, campos operatórios, compressas,  instrumental );
  41. 60. Soluções, pomadas, material para curativo ( soros, degermantes...
  42. 61. Sutura e procedimentos ( fios, agulhas, sondas, cateteres, próteses, seringas, luvas,    etc. );
  43. 62. Impressos ( receituário para medicamentos controlados, requisições para laboratório e banco de sangue, folha de relação de gastos, folha de gráfico de anestesia e impressos utilizados pela enfermagem ).
  44. 63. EQUIPE DE CIRURGIA
  45. 64. A EQUIPE DE CIRURGIA E RESPONSAVEL DIRETA PELO PROCEDIMENTO CIRURGICO E COMPOEM –SE DOS SEGUINTES ELEMENTOS
  46. 65. MEDICO CIRURGIÃO: E O RESPONSAVEL PELO ATO CIRURGICO A SER DESENVOLVIDO . CABE-LHE PORTANTO , PLANEJA-LO E EXECUTA-LO , COMANDANDO-O MANTENDO A ORDEM NO CAMPO O OPERATORIO
  47. 66. MEDICO ASSISTENTE: E O QUE AUXILIA NA CIRURGIA . DEPENDENDO DO PORTE DESTA , PODE SER MAIS DE UM. AO PRIMEIRO ASSITENTE COMPETE AUXILIAR DIRETAMENTE O MEDICO CIRURGIÃO E SUBSTITUI-LO CASO HAJA NECESSIDADE
  48. 67. INSTRUMENTADOR CIRURGICO: PARTE INTEGRANTE DA EQUIPE CIRURGICA , RESPONSAVEL PELA MESA DE INSTRUMENTAL , DEVENDO PREVER E SOLICITAR COM ANTECEDENCIA TODO MATERIAL QUE JULGAR NECESSARIO . E AINDA QUEM FORNECE OS INSTRUMENTAIS AO CIRURGIÃO E SEUS ASSISTENTENTES DURANTE O ATO CIRURGICO ,MANTENDO A MESA DE INSTRUMENTAL EM ORDEM E FICANDO SEMPRE ATENTO PARA QUE NADA FALTE
  49. 68. EQUIPE DE ENFERMAGEM
  50. 69. A EQUIPE DE ENFERMAGEM QUE ATUA NO CENTRO CIRURGICO E COMPOSTA POR PROFISSIONAIS DE VARIOS NIVEIS COM RESPONSABILIDADES DIFERENTES . A QUANTIDADE DESSE PESSOAL VARIA CONFORME A COMPLEXIDADE E O VOLUME DE TRABALHO EXISTENTE NA UNIDADE , MAS EM GERAL A EQUIPE E COMPOSTA DE :
  51. 70. ENFERMEIRA: RESPONSAVEL PELO PLANEJAMENTO DAS AÇÕES DE ENFERMAGEM QUE SERÃO DESENVOLVIDAS NO DECORRER DO ATO CIRURGICO , BEM COMO O DE GERENCIAMENTO RELATIVO A MATERIAIS E EQUIPAMENTOS
  52. 71. TÉCNICO DE ENFERMAGEM: AUXILIAR DIRETO DA ENFERMEIRA SÃO-LHE DELEGADAS TAMBEM TAREFAS ESPECIAIS , COMO: VERIFICAR O FUNCIONAMENTO DO CC ; RESPONZABILIZA-SE PELO ENCAMINHAMENTO DAS PEÇAS CIRURGICAS AOS LABORATORIOS ESPECIALIZADOS E CONTROLAR O MATERIAL ESTERELIZADO , VERIFICANDO SEUS PRAZOS DE VALIDADE
  53. 72. PODEM TAMBEM EXERCER ATIVIDADES DE INSTRUMENTTADOR CIRURGICO OU DE CIRCULANTE DE SALA
  54. 73. CIRCULANTE DE SALA: PAPEL NORMALMENTE DESEMPENHADO PELO AUXILIAR DE ENFERMAGEM , COM ESTAS ATRIBUIÇÕES : ATENDIMENTO DIRETO DAS SOLICITAÇÕES DA EQUIPE MEDICA NO DECORRER DO ATO CIRURGICO , POSICIONAMENTO ADEQUADO DO PACIENTE , VERIFICAÇÃO E CONTROLE DE TODOS OS EQUIPAMENTOS EXIGIDOS PELA CIRURGIA
  55. 74. INSTRUMENTADOR CIRURGICO: FORNECEDOR DE INSTRUMENTAIS CIRURGICOS A EQUIPE MEDICA NO DECORRER DA CIRURGIA . EMBORA ESSE PAEL DEVA SER DESENPENHADO PELO AUXILIAR DE ENFERMAGEM E MUITO COMUM QUE ACADEMICOS DE MEDICINA O FAÇAM
  56. 75. Desfribilador

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