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Junior

  1. 1. Abordagem construcionista de parpert
  2. 2. Biogeafia:seymour papert <ul><li>Nasceu pretóra africa do sul em 01/03/1928. é matematico e proeminente educador. Trabalhou com piaget na university of geneva de 1958 a 1963. reside nos estados unidos. Fundador e menbro do media lab – massachusetts institute of technology 1 (mit). </li></ul>
  3. 3. Seymour papert <ul><li>Um dos pioneiros na historia da informatica na educação, preocupado com a relação entre o homem e a tecnologia e com a natureza da aprendizagem. Criou a linguagem de progamação logo na década de 60 com foco educacional, ou seja utilizada por educadores na processo de aprendizagem das crianças. </li></ul>
  4. 4. Seymour papert <ul><li>Conseguiu ressignificar os principios psicologicos e pedagogicos, tais como: </li></ul><ul><li>O aprender-fazendo; </li></ul><ul><li>A aprendizagem significativa e reflexiva; </li></ul><ul><li>A afetividade e a interação integrando-os no contexto computacional. </li></ul>
  5. 5. Construcionismo de seymour papert <ul><li>Apresenta-se pautado nos principios psicologicos pedagogicos e computacionais. Esta abordagem foi fundamental para orientar as ações de mediação do professor enteragindo com os alunos progamando a linguagem de progamação logo. </li></ul>
  6. 6. Abordagem construcionista <ul><li>Construtivismo de piaget </li></ul><ul><li>Teoria de inteligemcias múltiplas de howard gardner </li></ul><ul><li>Pedagogia social de paulo freir. </li></ul>
  7. 7. Abordagem construcionista <ul><li>Na decada de 90, com a expansão do uso do computador em diferentes comunidades escolares e em diverssas culturas, evidenciou a importancia do desenvolvimento de materiais e a criação de ambientes de aprendizagem que permitem aos diferentes sujeitos envolver-se em atividades reflixivas. </li></ul>
  8. 8. Segundo papert (1994)‏ <ul><li>Os materiais devem favorecer ao aluno tanto o aprender com como o aaprender-sobre-o-pensar. É a ideia do “hands-on”e “head-in”. Isto significa que o aluno aprende fazendo (colocando a mão na massa) e construindo algo que lhe seja significativo, de modo que possa envolver-se afetiva e cognitivamente com aquilo que está sendo produzido. </li></ul>
  9. 9. referencia <ul><li>papert,s . a maquinadas das crianças: repensando a escola na area da informatica. Porto alegre; artmed, 1994. </li></ul>

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