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Cicilia Maria Krohling Peruzzo
 Primeira ParteMODALIDADES DE PARTICIPAÇÃOI. A QUESTÃO DA PARTICIPAÇÃO1. Algo que se conquista2. A relação com o poderII....
1. Algo que se conquista(A participação) “não é dada, é criada. Não é dádiva, éreivindicação. Não é concessão, é sobrevivê...
2. A relação com o poderGraus de participação, segundo Bordenave:Informação <Consulta facultativa ou obrigatória <Elaboraç...
2. A relação com o poderImportância das deliberações em três níveis:Formulação da doutrina e da políticainstitucional >Det...
2. A relação com o poderSobre o envolvimento da comunidade emprogramas públicos, para Ferreira, três tipos departicipação:...
 Nos resultados: é aquela denotada pela própriaexpressão. Na execução: ocorre quando se estabelecem relaçõescontroladas,...
1. Participação passiva2. Participação controladaa. Limitadab. Manipulação3. Participação-podera. Co-gestãob. Autogestão4....
1. Participação passivaMesmo que não se envolva ativamente ao assumir umapostura de espectador e de conformismo, a pessoad...
2. Participação controladaa. LimitadaÉ favorecida e possível somente nos aspectosou até o ponto que as instâncias detentor...
2. Participação controladaa. ManipulaçãoManipular a comunidade denota a tentativa de, viade regra, de forma velada, adequa...
3. Participação-poderEla não é passiva nem manipulada, apesar de por vezes serlimitada, no sentido de não atingir todas as...
3. Participação-poderb. AutogestãoNo sentido estrito, a autogestão refere-se à participação direta dapopulação nas associa...
Ambas as formas de participação-poder – co-gestão e autogestão – implicamo exercício da decisão partilhada e requerem a ex...
Prof. Dr. Cristóvão AlmeidaDiscente: Ivana Cavalcante
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Comunicação nos movimentos populares

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Apresentado a disciplina de Comunicação Pública e Cidadania. Curso Relações Públicas ênfase Produção Cultural, Universidade Federal do Pampa. Em 29 de abril de 2013, São Borja/RS

Comunicação nos movimentos populares

  1. 1. Cicilia Maria Krohling Peruzzo
  2. 2.  Primeira ParteMODALIDADES DE PARTICIPAÇÃOI. A QUESTÃO DA PARTICIPAÇÃO1. Algo que se conquista2. A relação com o poderII. DA PASSIVIDADE À PARTICIPAÇÃO-PODER1. Participação passiva2. Participação controlada3. Participação-poder4. Poder compartilhado
  3. 3. 1. Algo que se conquista(A participação) “não é dada, é criada. Não é dádiva, éreivindicação. Não é concessão, é sobrevivência. Aparticipação precisa ser construída, forçada, refeita erecriada.”DEMO, Pedro. Op. Cit., p.82
  4. 4. 2. A relação com o poderGraus de participação, segundo Bordenave:Informação <Consulta facultativa ou obrigatória <Elaboração/recomendação <Cogestão e delegação <Autogestão
  5. 5. 2. A relação com o poderImportância das deliberações em três níveis:Formulação da doutrina e da políticainstitucional >Determinação de objetivos estratégicos, da elaboraçãode planos, programas e projetos, da alocação derecursos, da administração e da execução das ações >Avaliação dos resultados
  6. 6. 2. A relação com o poderSobre o envolvimento da comunidade emprogramas públicos, para Ferreira, três tipos departicipação:Nos resultados;Na execução;Nas decisões.
  7. 7.  Nos resultados: é aquela denotada pela própriaexpressão. Na execução: ocorre quando se estabelecem relaçõescontroladas, utilizando-se a negociação, a consulta e acolaboração. Nas decisões: implica o exercício do poder emconjunto, de forma solidária e compartilhada, comoparticipação-poder.
  8. 8. 1. Participação passiva2. Participação controladaa. Limitadab. Manipulação3. Participação-podera. Co-gestãob. Autogestão4. Poder compartilhado
  9. 9. 1. Participação passivaMesmo que não se envolva ativamente ao assumir umapostura de espectador e de conformismo, a pessoadesenvolve um tipo de participação. Ela consente, seobjetiza, se submete e simplesmente delega o poder aoutra.
  10. 10. 2. Participação controladaa. LimitadaÉ favorecida e possível somente nos aspectosou até o ponto que as instâncias detentorasdo poder permitirem.Ex: Uma prefeitura que facilita a participação dos grupos populares debase na elaboração do orçamento municipal, mas não coloca na mesade discussão o bolo total de recursos, mas só uma parte, aquela que ostécnicos já destinaram de antemão a programas sociais ou, pior ainda,só aquela que se reservou para iniciativas a serem realizadas emconjunto com a comunidade.
  11. 11. 2. Participação controladaa. ManipulaçãoManipular a comunidade denota a tentativa de, viade regra, de forma velada, adequar suasdemandas aos interesses de quem detém opoder.“Qualquer poder não aprecia ser contestado. Mesmo oplanejamento participativo pode tornar-se mera legitimaçãodo poder, à medida que reproduzir apenas uma farsaparticipativa.”- DEMO
  12. 12. 3. Participação-poderEla não é passiva nem manipulada, apesar de por vezes serlimitada, no sentido de não atingir todas as instancias daestrutura política ou não abarcar todas as decisões.a. Co-gestãoEla implica o acesso ao poder e à sua partilha, mas com limitações.Delegam-se parcelas dele, descentraliza-se-o até certo ponto, masas decisões centrais permanecem reservadas à cúpula hierárquica,não se alterando a estrutura central do poder (...) Falar em co-gestão é assumir a democracia, o que requer tomar a sério asrelações dialéticas com o poder. Como democratizar, por exemplo, opoder público municipal se não ousamos tocar nele, que é fruto dasociedade?
  13. 13. 3. Participação-poderb. AutogestãoNo sentido estrito, a autogestão refere-se à participação direta dapopulação nas associações e nos órgãos do poder público oudos trabalhadores nas empresas, no que se refere à tomadade decisões.É a negação da heterogestão e da burocracia. A heterogestãofunciona na relação dual entre o que gere e o que é gerido;entre o que planeja, organiza, comanda e controla e o queexecuta. A burocracia é a base de funcionamento daheterogestão, protege-a e lhe dá forma ativa. É, nessesentido, garantidora da alienação humana.
  14. 14. Ambas as formas de participação-poder – co-gestão e autogestão – implicamo exercício da decisão partilhada e requerem a existência de canaisdesobstruídos, informações abundantes, autonomia, co-responsabilidade erepresentatividade.4.Poder compartilhadoO poder é a questão central nessa temática. Eledeve ser solidário e partilhado, revestindo-se de“características participativas da comunidade”. Demoalerta para o fato de que tais características são viáveis,em sua totalidade, apenas em grupos pequenos e comconsciência política avançada.
  15. 15. Prof. Dr. Cristóvão AlmeidaDiscente: Ivana Cavalcante

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