GEOMORFOLOGIAEstudo das formas dorelevo e suas origens.
ESTRUTURA INTERNA DA TERRA - CAMADAS
ESTRUTURA INTERNA DA TERRA - CAMADAS
A: CROSTAB: MANTOC: NÚCLEO1: CROSTA CONTINENTAL2: CROSTA OCEÂNICA3: ASTENOSFERA4: MESOFERA5: PIROSFERA6: BARISFERA
ESTRUTURA INTERNA DA TERRA – A INFLUÊNCIA SOBRE O    DESLOCAMENTO DOS OS POLOS MAGNÉTICOS
TIPOS DE ROCHAS ROCHAS ÍGNEAS OU MAGMÁTICAS- Intrusivas ou Plutônicas: formadas no interior da Crosta, por meio deresfria...
STALACTITES
TIPOS DE ROCHAS   ROCHAS METAMÓRFICAS (produzidas por transformações na    natureza de rochas preexistentes)   tiveram s...
CICLO DAS ROCHAS
FORMAÇÃO DE ROCHA SEDIMENTAR
ESCALA GEOLÓGICADO TEMPO ERAS    GERAL     BRASIL
ESCALA GEOLÓGICADO TEMPO
ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPO
ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPO
AGENTES DE FORMAÇÃO DORELEVO    AGENTES INTERNOS OU ENDÓGENOS     (construtores  ou     estruturadores)  -     tectonismo...
TEORIA DA DERIVA   CONTINENTAL:1915 - Alfred Wegener                        Alfred Wegener
TEORIA DA TECTÔNICA DE PLACAS:  Déc. de 1960 - Harry Hess e Jason               Morgan
EXPANSÃO DO ASSOALHO      OCEÂNICO
EXPANSÃO DO ASSOALHO      OCEÂNICO
EXPANSÃO DO ASSOALHO      OCEÂNICO
LIMITES DE PLACAS TECTÔNICAS E AS   “FALHAS DE TRANSFORMAÇÃO”
DORSAL MESOATLÂNTICA
FORMAÇÃO DA   DORSALMESOATLÂNTICA
DORSAL MESOATLÂNTICA
“FALHAS DE TRANSFORMAÇÃO”
EVOLUÇÃO DO ASSOALHO      OCEÂNICO
TIPOS DE LIMITES DE PLACAS
AS CORRENTES DE CONVECÇÃO NAASTENOSFERA
AGENTES    INTERNOS DO       RELEVO:     Tectonismo –  consequências dos      movimentos horizontais da crostaterrestre (O...
CONSEQUÊNCIAS DOS MOVIMENTOS DAS PLACAS
CONSEQUÊNCIAS DOS MOVIMENTOS DAS PLACAS
CONSEQUÊNCIAS DOS MOVIMENTOS DAS            PLACAS
FORMAÇÃO DA CORDILHEIRA DO HIMALAIA
CORDILHEIRA DO HIMALAIA
OROGÊNESEFORMAÇÃO DE DOBRAMENTOS
ELEMENTOS DE UMA DOBRA
FALHA TRANSCORRENTE
FALHA DE SAN ANDREAS
FALHA DE SAN ANDREAS
GRAND RIFT VALLEY
OROGÊNESEFRATURAMENTOS / FALHAMENTOS
TIPOS DE FALHASLegenda:A - Falha de tipo Normal. Este tipo de falha é o que gera maisrelevo, em virtude do mergulho gerado...
(a) Representação esquemática de falhas;(b) sistema de falhas.
HORST eGRABEN
ESCARPA DE FALHA
LAGO DE FALHA
AGENTES INTERNOSO VULCANISMO
AGENTES INTERNOSO VULCANISMO
ELEMENTOS DE UM VULCÃO
Fotos da antiga cidade de Pompéia – itália (corpos mumificados                pelas cinzas do vulcão vesúvio)
FORMAS DE RELEVO ASSOCIADAS A ATIVIDADESVULCÂNICAS
ESTRUTURASDÔMICAS(DOMOS)
AGENTES INTERNOSO VULCANISMO
TIPOS DEMONTANHAS
TIPOS DE MONTANHAS   Montanhas Vulcânicas – São produto das atividades    vulcânicas ou ígneas. Dentre elas, estão alguma...
MONTE KILIMANDJARO - ÁFRICA
AGENTES INTERNOSABALOS SÍSMICOS
AGENTES INTERNOSABALOS SÍSMICOS
A INSTABILIDADE TECTÔNICA NO MUNDO
ESTRUTURAS GEOLÓGICAS
AGENTES EXTERNOSOS VENTOS – AÇÃO EÓLICA                          EROSÃO POR CORROSÃO
EROSÃO POR DEFLAÇÃO        DUNAS
Tempestade deAreia sobre oMar Vermelho
AGENTES EXTERNOSOS VENTOS - CONSEQUÊNCIAS DA DEFLAÇÃO
ACUMULAÇÃO – VENTO DEPOSITANDO AREIA                     Dunas
AGENTES EXTERNOSOS VENTOS - CONSEQUÊNCIAS DA ACUMULAÇÃO
AGENTES EXTERNOSAS CHUVAS – A AÇÃO PLUVIAL
PROCESSO DE DESLIZAMENTOS DE ENCOSTAS
DESMORONAMENTOS
ELÚVIO E COLÚVIO
VOÇOROCAMENTO NA PRAIA DE MORRO BRANCO-CE
AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIALFASES DO CICLO DE EROSÃO:JUVENTUDE – poucos tributários e amplos interflúvios, com...
A EROSÃO FLUVIAL ÉREMONTANTE: OCORREDA FOZ PARA ANASCENTE DO RIO.
AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL - EROSÃO
AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL - EROSÃOFORMAÇÃO DE “BOQUEIRÕES”
AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL - EROSÃO
AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL - EROSÃO
GRAND CANYON - EUACHAPADA DOS GUIMARÃES - MT
AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL - ACUMULAÇÃO
AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL – NÍVEL DE BASE
AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL – NÍVEL DE BASE LOCAL
AGENTESEXTERNOS:EROSÃOMARINHA            FALÉSIA VIVA
FALÉSIA MORTA
AGENTES EXTERNOSOS MARES – A AÇÃOMARINHA      PROMONTÓRIO
PROMONTÓRIOS
AGENTES EXTERNOSOS MARES – A AÇÃO MARINHA
AGENTES EXTERNOSOS MARES – A AÇÃO MARINHA                            RESTINGAS
RESTINGAS
AGENTESEXTERNOS:A AÇÃOMARINHA
AGENTES EXTERNOSOS MARES – A AÇÃO MARINHA
TÔMBOLO DA ILHA PORCHAT- LITORAL DE SÃO PAULO
ENSEADABAÍA
GOLFOS
BARRAS DE PRAIA
AGENTES EXTERNOSOS MARES – A AÇÃO MARINHA
EVOLUÇÃO DAS ÁREASCOSTEIRAS,   SEGUNDOAS    VARIAÇÕES  DOSNÍVEIS ISOSTÁTICOS EEUSTÁTICOS.
EUSTASIASão novimentos de variação global do nível dosmares. Os movimentos eustáticos se diferenciamdos movimentos epiroge...
AGENTES EXTERNOSOS MARES – REGRESSÃO MARINHA (EUSTATISMONEGATIVO)                                A: FALÉSIA MORTA         ...
FORMAÇÃO DE UM ATOL:consequência do abaixamentodo   nível  do   oceano   eexposição da cratera de umvulcão.
AGENTES EXTERNOSOS MARES – TRANSGRESSÃO MARINHA (EUSTATISMOPOSITIVO)                                      FALÉSIA VIVA
FALÉSIAS
COSTÕES
COSTAS DÁLMATAS
DESENBOCADURA AFOGADA- FORMAÇÃO DE RIAS
ISOSTASIAO conceito de isostasia é baseado na influênciaoposta das forças de gravidade e flutuação, ouseja, no equilíbrio ...
ISOSTASIA
ISOSTASIA
AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO
AGENTES EXTERNOSTORRENTES
AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO
AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO
AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO  fiordes
AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO fiordes
AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO fiordes
AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO   fiordes
AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - ACUMULAÇÃO
AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - ACUMULAÇÃO   moraina
MODELADOS DO RELEVO: DISSECAÇÃO
MODELADOS DO RELEVO: DISSOLUÇÃO
FORMAS DE RELEVO: planaltos
FORMAS DE RELEVO: planaltos
FORMAS DE RELEVO: planaltos - Serras
FORMAS DE RELEVO: planaltos - Chapadas
FORMAS DE RELEVO: planícies
FORMAS DE RELEVO: planícies interioranas
FORMAS DE RELEVO: planícies costeiras
FORMAS DE RELEVO: depressões
FORMAS DE RELEVO:depressões relativas
FORMAS DE RELEVO:depressões absolutas               MAR MORTO
RELEVO BRASILEIRO:ESTRUTURAGEOLÓGICA
ESTRUTURAGEOLÓGICADO BRASIL
BACIAS SEDIMENTARES BRASILEIRAS
RELEVO BRASILEIRO: CLASSIFICAÇÕES(Aroldo de Azevedo)
RELEVO BRASILEIRO: CLASSIFICAÇÕES(Aziz Ab’Saber)
RELEVOBRASILEIRO:CLASSIFICAÇÕES(JURANDYRROSS)
O RELEVO BRASILEIRO
RELEVOBRASILEIRO:TOPOGRAFIA
RELEVO BRASILEIRO: TOPOGRAFIA
ZONAS HIPSOMÉTRICAS DO BRASIL
RELEVO DA REGIÃO NORTE: TOPOGRAFIA
PERFIL DE RELEVO DA AMAZÔNIA CENTRO-OCIDENTAL
RELEVO DA REGIÃO CENTRO-OESTE: TOPOGRAFIA
RELEVO DA REGIÃO SUDESTE: TOPOGRAFIA
BACIA SEDIMENTAR DE SÃO PAULO
RELEVO DA REGIÃO SUL: TOPOGRAFIA
RELEVO DA REGIÃO NORDESTE: TOPOGRAFIA
REGIÃO NORDESTE: PERFIL DO RELEVO
PERFIS DO RELEVO   BRASILEIRO
PERFIS DO RELEVO   BRASILEIRO
PERFIS DO RELEVO   BRASILEIRO
SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOBCONDIÇÕES CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS
SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOBCONDIÇÕES CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS
SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOBCONDIÇÕES CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS
MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues
MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues
MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues
MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues
PALEOPAVIMENTO DETRÍTICO:“Stone Line”
AFLORAMENTOS ROCHOSOS                        MATACÕES
SUPERFÍCIE DE ARRASAMENTO FORMADA SOBCONDIÇÕES CLIMÁTICAS ÚMIDAS
MORROS-TESTEMUNHOS:monadnocks
MORROS-TESTEMUNHOS: chapadas
RELEVO DE CUESTA
RELEVO DE CUESTA
GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL:COSTA SETENTRIONAL (LITORAIS BAIXOS, DUNAS E FALÉSIAS)
ILHA DE MARAJÓ
ILHA DE MARAJÓ
LENÇÓIS MARANHENSES
FALÉSIA SEDIMENTAR DE MORRO BRANCO-CE
GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL: COSTA ORIENTAL(MARES-DE-MORROS ,TABULEIROS, FALÉSIAS E ARRECIFES)
MAR DE MORROS FLORESTADOS, AO LONGO DA RODOVIA PE-60
GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL: TABULEIROSCOSTEIROS
FALÉSIAS
ARRECIFES
ILHA DE ITAMARACÁ E  COROA DO AVIÃO
RECÔNCAVO E BAÍA DE  TODOS OS SANTOS
GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL:   COSTA MERIDIONAL (COSTÕES E FALÉSIAS BASÁLTICAS )                     FALÉSIAS        ...
RIAS DA BAÍA DE  PARANAGUÁ
Geomorfologiageraledobrasil 110314195148-phpapp02
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Geomorfologiageraledobrasil 110314195148-phpapp02

  1. 1. GEOMORFOLOGIAEstudo das formas dorelevo e suas origens.
  2. 2. ESTRUTURA INTERNA DA TERRA - CAMADAS
  3. 3. ESTRUTURA INTERNA DA TERRA - CAMADAS
  4. 4. A: CROSTAB: MANTOC: NÚCLEO1: CROSTA CONTINENTAL2: CROSTA OCEÂNICA3: ASTENOSFERA4: MESOFERA5: PIROSFERA6: BARISFERA
  5. 5. ESTRUTURA INTERNA DA TERRA – A INFLUÊNCIA SOBRE O DESLOCAMENTO DOS OS POLOS MAGNÉTICOS
  6. 6. TIPOS DE ROCHAS ROCHAS ÍGNEAS OU MAGMÁTICAS- Intrusivas ou Plutônicas: formadas no interior da Crosta, por meio deresfriamento lento, gerando cristais macroscópicos.- Extrusivas ou Vulcânicas: formadas na superfície, depois dorápido resfriamento gerado pelo contato com o ar atmosférico oucom a água, gerando cristais microscópicos. ROCHAS SEDIMENTARES (agregados de matéria mineral e/oumatéria orgânica)-Detríticas ou Clásticas: têm origem nos fragmentos de rochasígneas, metamórficas ou sedimentares.- Químicas: formadas pelos sedimentos resultantes do depósito demateriais dissolvidos em água .- Orgânicas: se originam dos restos de organismos animais ou vegetais.
  7. 7. STALACTITES
  8. 8. TIPOS DE ROCHAS ROCHAS METAMÓRFICAS (produzidas por transformações na natureza de rochas preexistentes) tiveram sua origem em rochas ígneas e/ou sedimentares que foram submetidas a elevadas temperaturas e pressões no interior da crosta.
  9. 9. CICLO DAS ROCHAS
  10. 10. FORMAÇÃO DE ROCHA SEDIMENTAR
  11. 11. ESCALA GEOLÓGICADO TEMPO ERAS GERAL BRASIL
  12. 12. ESCALA GEOLÓGICADO TEMPO
  13. 13. ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPO
  14. 14. ESCALA GEOLÓGICA DO TEMPO
  15. 15. AGENTES DE FORMAÇÃO DORELEVO  AGENTES INTERNOS OU ENDÓGENOS (construtores ou estruturadores) - tectonismo ou diastrofismos, vulcanismo, terremotos.  AGENTES EXTERNOS OU EXÓGENOS (modeladores ou escultores) - chuva, vento, geleiras, rios, lagos, mares; agentes erosivos em geral.
  16. 16. TEORIA DA DERIVA CONTINENTAL:1915 - Alfred Wegener Alfred Wegener
  17. 17. TEORIA DA TECTÔNICA DE PLACAS: Déc. de 1960 - Harry Hess e Jason Morgan
  18. 18. EXPANSÃO DO ASSOALHO OCEÂNICO
  19. 19. EXPANSÃO DO ASSOALHO OCEÂNICO
  20. 20. EXPANSÃO DO ASSOALHO OCEÂNICO
  21. 21. LIMITES DE PLACAS TECTÔNICAS E AS “FALHAS DE TRANSFORMAÇÃO”
  22. 22. DORSAL MESOATLÂNTICA
  23. 23. FORMAÇÃO DA DORSALMESOATLÂNTICA
  24. 24. DORSAL MESOATLÂNTICA
  25. 25. “FALHAS DE TRANSFORMAÇÃO”
  26. 26. EVOLUÇÃO DO ASSOALHO OCEÂNICO
  27. 27. TIPOS DE LIMITES DE PLACAS
  28. 28. AS CORRENTES DE CONVECÇÃO NAASTENOSFERA
  29. 29. AGENTES INTERNOS DO RELEVO: Tectonismo – consequências dos movimentos horizontais da crostaterrestre (Orogênese)
  30. 30. CONSEQUÊNCIAS DOS MOVIMENTOS DAS PLACAS
  31. 31. CONSEQUÊNCIAS DOS MOVIMENTOS DAS PLACAS
  32. 32. CONSEQUÊNCIAS DOS MOVIMENTOS DAS PLACAS
  33. 33. FORMAÇÃO DA CORDILHEIRA DO HIMALAIA
  34. 34. CORDILHEIRA DO HIMALAIA
  35. 35. OROGÊNESEFORMAÇÃO DE DOBRAMENTOS
  36. 36. ELEMENTOS DE UMA DOBRA
  37. 37. FALHA TRANSCORRENTE
  38. 38. FALHA DE SAN ANDREAS
  39. 39. FALHA DE SAN ANDREAS
  40. 40. GRAND RIFT VALLEY
  41. 41. OROGÊNESEFRATURAMENTOS / FALHAMENTOS
  42. 42. TIPOS DE FALHASLegenda:A - Falha de tipo Normal. Este tipo de falha é o que gera maisrelevo, em virtude do mergulho gerado. Pode ocorrer associadaà de tipo inversa.B - Falha de tipo Inversa. Este tipo de falha também gerabastante relevo, mas que é rapidamente intemperizado emvirtude do mergulho.C - Falha de tipo Transcorrente. Este tipo de falha, geralmentenão forma relevo, pois os movimentos são laterais.
  43. 43. (a) Representação esquemática de falhas;(b) sistema de falhas.
  44. 44. HORST eGRABEN
  45. 45. ESCARPA DE FALHA
  46. 46. LAGO DE FALHA
  47. 47. AGENTES INTERNOSO VULCANISMO
  48. 48. AGENTES INTERNOSO VULCANISMO
  49. 49. ELEMENTOS DE UM VULCÃO
  50. 50. Fotos da antiga cidade de Pompéia – itália (corpos mumificados pelas cinzas do vulcão vesúvio)
  51. 51. FORMAS DE RELEVO ASSOCIADAS A ATIVIDADESVULCÂNICAS
  52. 52. ESTRUTURASDÔMICAS(DOMOS)
  53. 53. AGENTES INTERNOSO VULCANISMO
  54. 54. TIPOS DEMONTANHAS
  55. 55. TIPOS DE MONTANHAS Montanhas Vulcânicas – São produto das atividades vulcânicas ou ígneas. Dentre elas, estão algumas das montanhas mais conhecidas do mundo: os montes Vesúvio e Etna, na Itália; o Fuji, no Japão. Algumas ilhas são cadeias montanhosas de origem vulcânica submersas no oceano e que surgem, na sua superfície, como ilhas: Canárias, Aleutas e Havaí. Montanhas de Dobramento – É o tipo mais comum de montanhas, e se origina do deslocamento da crosta. As dobras que formam as montanhas resultam da compressão das camadas de rocha por forças horizontais. Montanhas de Falhas – Originam-se de falhas da crosta terrestre. As montanhas de falhas aparecem sempre junto com as de dobramento, sendo impossível separa- las. Em certos casos, uma montanha apresenta dobras, falhas e vulcanismo, a um só tempo.
  56. 56. MONTE KILIMANDJARO - ÁFRICA
  57. 57. AGENTES INTERNOSABALOS SÍSMICOS
  58. 58. AGENTES INTERNOSABALOS SÍSMICOS
  59. 59. A INSTABILIDADE TECTÔNICA NO MUNDO
  60. 60. ESTRUTURAS GEOLÓGICAS
  61. 61. AGENTES EXTERNOSOS VENTOS – AÇÃO EÓLICA EROSÃO POR CORROSÃO
  62. 62. EROSÃO POR DEFLAÇÃO DUNAS
  63. 63. Tempestade deAreia sobre oMar Vermelho
  64. 64. AGENTES EXTERNOSOS VENTOS - CONSEQUÊNCIAS DA DEFLAÇÃO
  65. 65. ACUMULAÇÃO – VENTO DEPOSITANDO AREIA Dunas
  66. 66. AGENTES EXTERNOSOS VENTOS - CONSEQUÊNCIAS DA ACUMULAÇÃO
  67. 67. AGENTES EXTERNOSAS CHUVAS – A AÇÃO PLUVIAL
  68. 68. PROCESSO DE DESLIZAMENTOS DE ENCOSTAS
  69. 69. DESMORONAMENTOS
  70. 70. ELÚVIO E COLÚVIO
  71. 71. VOÇOROCAMENTO NA PRAIA DE MORRO BRANCO-CE
  72. 72. AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIALFASES DO CICLO DE EROSÃO:JUVENTUDE – poucos tributários e amplos interflúvios, comvales em aprofundamento. Maior poder de Erosão.MATURIDADE: desenvolvimento completo da rede dedrenagem, com alargamento dos vales.SENILIDADE: interflúvios intensamente rebaixados e valesmuito largos, com rios meandrantes. Menor poder de erosão.
  73. 73. A EROSÃO FLUVIAL ÉREMONTANTE: OCORREDA FOZ PARA ANASCENTE DO RIO.
  74. 74. AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL - EROSÃO
  75. 75. AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL - EROSÃOFORMAÇÃO DE “BOQUEIRÕES”
  76. 76. AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL - EROSÃO
  77. 77. AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL - EROSÃO
  78. 78. GRAND CANYON - EUACHAPADA DOS GUIMARÃES - MT
  79. 79. AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL - ACUMULAÇÃO
  80. 80. AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL – NÍVEL DE BASE
  81. 81. AGENTES EXTERNOSOS RIOS – A AÇÃO FLUVIAL – NÍVEL DE BASE LOCAL
  82. 82. AGENTESEXTERNOS:EROSÃOMARINHA FALÉSIA VIVA
  83. 83. FALÉSIA MORTA
  84. 84. AGENTES EXTERNOSOS MARES – A AÇÃOMARINHA PROMONTÓRIO
  85. 85. PROMONTÓRIOS
  86. 86. AGENTES EXTERNOSOS MARES – A AÇÃO MARINHA
  87. 87. AGENTES EXTERNOSOS MARES – A AÇÃO MARINHA RESTINGAS
  88. 88. RESTINGAS
  89. 89. AGENTESEXTERNOS:A AÇÃOMARINHA
  90. 90. AGENTES EXTERNOSOS MARES – A AÇÃO MARINHA
  91. 91. TÔMBOLO DA ILHA PORCHAT- LITORAL DE SÃO PAULO
  92. 92. ENSEADABAÍA
  93. 93. GOLFOS
  94. 94. BARRAS DE PRAIA
  95. 95. AGENTES EXTERNOSOS MARES – A AÇÃO MARINHA
  96. 96. EVOLUÇÃO DAS ÁREASCOSTEIRAS, SEGUNDOAS VARIAÇÕES DOSNÍVEIS ISOSTÁTICOS EEUSTÁTICOS.
  97. 97. EUSTASIASão novimentos de variação global do nível dosmares. Os movimentos eustáticos se diferenciamdos movimentos epirogenéticos em função docaráter global dos primeiros.Os movimentos eustáticos ocorrem em função davariação do volume de água nos oceanos emares. Nos períodos glaciais o nível desce devidoà enorme massa de gelo imobilizada nas calotaspolares e em grandes altitudes. Nos períodosinterglaciais o nível dos mares sobe em função daliberação destas águas imobilizadas como gelo.
  98. 98. AGENTES EXTERNOSOS MARES – REGRESSÃO MARINHA (EUSTATISMONEGATIVO) A: FALÉSIA MORTA B: TERRAÇO MARINHO C: INCISÃO DE UMA CORRENTE FLUVIAL D: NÍVEL DO MAR ATUAL
  99. 99. FORMAÇÃO DE UM ATOL:consequência do abaixamentodo nível do oceano eexposição da cratera de umvulcão.
  100. 100. AGENTES EXTERNOSOS MARES – TRANSGRESSÃO MARINHA (EUSTATISMOPOSITIVO) FALÉSIA VIVA
  101. 101. FALÉSIAS
  102. 102. COSTÕES
  103. 103. COSTAS DÁLMATAS
  104. 104. DESENBOCADURA AFOGADA- FORMAÇÃO DE RIAS
  105. 105. ISOSTASIAO conceito de isostasia é baseado na influênciaoposta das forças de gravidade e flutuação, ouseja, no equilíbrio existente entre o peso dalitosfera rígida sobre a astenosfera viscosa.Variações no peso da litosfera induzemmovimentos verticais e a busca de um novoequilíbrio da flutuação (equilíbrio isostático). Asmodificações no peso da litosfera são causadaspor acumulações localizadas de gelo (glacio-isostasia), água (hidro-isostasia), sedimentos eacumulação de crosta (este ultimo associado avulcanismo e colisão de placas).
  106. 106. ISOSTASIA
  107. 107. ISOSTASIA
  108. 108. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO
  109. 109. AGENTES EXTERNOSTORRENTES
  110. 110. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO
  111. 111. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO
  112. 112. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO fiordes
  113. 113. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO fiordes
  114. 114. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO fiordes
  115. 115. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - EROSÃO fiordes
  116. 116. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - ACUMULAÇÃO
  117. 117. AGENTES EXTERNOSAS GELEIRAS – A AÇÃO GLACIAL - ACUMULAÇÃO moraina
  118. 118. MODELADOS DO RELEVO: DISSECAÇÃO
  119. 119. MODELADOS DO RELEVO: DISSOLUÇÃO
  120. 120. FORMAS DE RELEVO: planaltos
  121. 121. FORMAS DE RELEVO: planaltos
  122. 122. FORMAS DE RELEVO: planaltos - Serras
  123. 123. FORMAS DE RELEVO: planaltos - Chapadas
  124. 124. FORMAS DE RELEVO: planícies
  125. 125. FORMAS DE RELEVO: planícies interioranas
  126. 126. FORMAS DE RELEVO: planícies costeiras
  127. 127. FORMAS DE RELEVO: depressões
  128. 128. FORMAS DE RELEVO:depressões relativas
  129. 129. FORMAS DE RELEVO:depressões absolutas MAR MORTO
  130. 130. RELEVO BRASILEIRO:ESTRUTURAGEOLÓGICA
  131. 131. ESTRUTURAGEOLÓGICADO BRASIL
  132. 132. BACIAS SEDIMENTARES BRASILEIRAS
  133. 133. RELEVO BRASILEIRO: CLASSIFICAÇÕES(Aroldo de Azevedo)
  134. 134. RELEVO BRASILEIRO: CLASSIFICAÇÕES(Aziz Ab’Saber)
  135. 135. RELEVOBRASILEIRO:CLASSIFICAÇÕES(JURANDYRROSS)
  136. 136. O RELEVO BRASILEIRO
  137. 137. RELEVOBRASILEIRO:TOPOGRAFIA
  138. 138. RELEVO BRASILEIRO: TOPOGRAFIA
  139. 139. ZONAS HIPSOMÉTRICAS DO BRASIL
  140. 140. RELEVO DA REGIÃO NORTE: TOPOGRAFIA
  141. 141. PERFIL DE RELEVO DA AMAZÔNIA CENTRO-OCIDENTAL
  142. 142. RELEVO DA REGIÃO CENTRO-OESTE: TOPOGRAFIA
  143. 143. RELEVO DA REGIÃO SUDESTE: TOPOGRAFIA
  144. 144. BACIA SEDIMENTAR DE SÃO PAULO
  145. 145. RELEVO DA REGIÃO SUL: TOPOGRAFIA
  146. 146. RELEVO DA REGIÃO NORDESTE: TOPOGRAFIA
  147. 147. REGIÃO NORDESTE: PERFIL DO RELEVO
  148. 148. PERFIS DO RELEVO BRASILEIRO
  149. 149. PERFIS DO RELEVO BRASILEIRO
  150. 150. PERFIS DO RELEVO BRASILEIRO
  151. 151. SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOBCONDIÇÕES CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS
  152. 152. SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOBCONDIÇÕES CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS
  153. 153. SUPERFÍCIES DE ARRASAMENTO FORMADAS SOBCONDIÇÕES CLIMÁTICAS SEMI-ARIDAS
  154. 154. MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues
  155. 155. MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues
  156. 156. MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues
  157. 157. MORROS-TESTEMUNHOS: inselbergues
  158. 158. PALEOPAVIMENTO DETRÍTICO:“Stone Line”
  159. 159. AFLORAMENTOS ROCHOSOS MATACÕES
  160. 160. SUPERFÍCIE DE ARRASAMENTO FORMADA SOBCONDIÇÕES CLIMÁTICAS ÚMIDAS
  161. 161. MORROS-TESTEMUNHOS:monadnocks
  162. 162. MORROS-TESTEMUNHOS: chapadas
  163. 163. RELEVO DE CUESTA
  164. 164. RELEVO DE CUESTA
  165. 165. GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL:COSTA SETENTRIONAL (LITORAIS BAIXOS, DUNAS E FALÉSIAS)
  166. 166. ILHA DE MARAJÓ
  167. 167. ILHA DE MARAJÓ
  168. 168. LENÇÓIS MARANHENSES
  169. 169. FALÉSIA SEDIMENTAR DE MORRO BRANCO-CE
  170. 170. GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL: COSTA ORIENTAL(MARES-DE-MORROS ,TABULEIROS, FALÉSIAS E ARRECIFES)
  171. 171. MAR DE MORROS FLORESTADOS, AO LONGO DA RODOVIA PE-60
  172. 172. GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL: TABULEIROSCOSTEIROS
  173. 173. FALÉSIAS
  174. 174. ARRECIFES
  175. 175. ILHA DE ITAMARACÁ E COROA DO AVIÃO
  176. 176. RECÔNCAVO E BAÍA DE TODOS OS SANTOS
  177. 177. GEOMORFOLOGIA COSTEIRA DO BRASIL: COSTA MERIDIONAL (COSTÕES E FALÉSIAS BASÁLTICAS ) FALÉSIAS BASÁLTICASCOSTÕES
  178. 178. RIAS DA BAÍA DE PARANAGUÁ

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