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FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU –
CAMPUS ALIANÇA
ENFERMAGEM | 5º PERÍODO | TURNO MANHÃ
 DOCENTE:
 Daniel Galeno
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A CRIANÇA VÍTIMA DE
VIOLÊNCIA
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VIOLÊNCIA
“O abuso sexual deixa a maioria das pessoas
incomodadas. É triste pensar que adultos causem
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 Maus-tratos na infância
representam uma
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que vem assumindo
proporções
epidêmicas e se
tornando cada ...
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 Esses maus-tratos vão
desde privação de
alimentos, roupas,
abrigo e amor parental,
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 Denunciar qualquer
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 O silêncio perdoa o
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 A criança sente-se
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das quais 25,8% alegaram a causa disciplinar para o
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 Dados mostram que a violência (em termos gerais)
infantil e hebiátrica cresceu 60% em Teresina no
último ano.
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 O Mapa da Violência do Conselho Tutelar de
Teresina aponta as mães como os principais
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 “Avalio o aumento no número de denúncias como
algo positivo, que a sociedade está tendo mais
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CASOS DE VIOLÊNCIA QUE TOMARAM
RECONHECIMENTO NACIONAL
 CUIDADOS DE ENFERMAGEM ÀS CRIANÇAS
VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA:
 Capacitação adequada para um melhor acolhimento
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REFERÊNCIAS
 ARAÚJO, M.F., Violência e abuso sexual na família. Psicologia em Estudo. v.
7, n. 2, p. 3-11, 2002.
 AMAZAR...
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A criança vítima de violência - No Caminho da Enfermagem - Lucas Fontes

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Slide sobre a criança vítima de violência (física e sexual) apresentado por um grupo de graduandos para a disciplina de Saúde da Criança do curso de Enfermagem da Faculdade Maurício de Nassau - Campus Aliança. Lucas Fontes. http://NoCaminhoDaEnfermagem.blogspot.com.br/

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A criança vítima de violência - No Caminho da Enfermagem - Lucas Fontes

  1. 1. FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU – CAMPUS ALIANÇA ENFERMAGEM | 5º PERÍODO | TURNO MANHÃ  DOCENTE:  Daniel Galeno Teresina (PI), setembro de 2015.  Francisco Lucas Fontes  Waldennia Veloso  Alzira Sousa  Renata Freitas  Larisse Neves  Cecília Natielly  Natana Karen  Jessica Suelen  Letícia Silva  Elane Rodrigues
  2. 2. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  3. 3. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA “O abuso sexual deixa a maioria das pessoas incomodadas. É triste pensar que adultos causem dor física e psicológica nas crianças para satisfazer seus próprios desejos, especialmente quando esses adultos são amigos ou confiáveis membros da família.” (Watson, 1994, p. 12)
  4. 4.  Maus-tratos na infância representam uma doença médico-social que vem assumindo proporções epidêmicas e se tornando cada vez mais arraigada na população. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  5. 5. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA  Esses maus-tratos vão desde privação de alimentos, roupas, abrigo e amor parental, até incidentes nos quais as crianças são fisicamente maltratadas por um adulto.
  6. 6.  Denunciar qualquer tipo de violência contra a criança é uma tarefa essencial.  O silêncio perdoa o agressor e reforça seu poder sobre a vítima.  O agressor não percebe a vítima como uma pessoa, mas como um objeto destituído de sentimentos e de direitos. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  7. 7.  A criança sente-se impotente e está constantemente lutando por sua sobrevivência.  O abuso e exploração sexual infantil vêm se tornando um tipo de maus-tratos cada vez mais difundido, com implicações psicossociais, legais e médicas. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  8. 8.  A violência infantil ainda é fator de surpresa em nossa sociedade.  Muitas pessoas (inclusive profissionais) têm dificuldade em aceitar que o abuso sexual venha daqueles com variado grau de consanguinidade e de proximidade.  A consciência do abuso sexual infantil tem origem em duas fontes: os direitos da criança e o conhecimento e preocupação com a saúde física e mental da criança. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  9. 9.  Ainda se observa um despreparo generalizado envolvendo profissionais da área da saúde, educadores, juristas e instituições escolares e hospitalares, no manejo e tratamento adequado aos casos surgidos. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  10. 10.  Os conceitos violência intrafamiliar e violência doméstica são frequentemente usados para nomear a violência que acontece no espaço doméstico e familiar, atingindo crianças, adolescentes e mulheres. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  11. 11. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA Violência intrafamiliar. Violência doméstica.
  12. 12.  O principal alvo da violência intrafamiliar são crianças do sexo feminino.  A violência intrafamiliar continua acontecendo, apesar de algumas conquistas no campo institucional, político e jurídico.  Mantém-se pela impunidade, pela ineficiência de políticas públicas e ineficácia das práticas de intervenção e prevenção. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  13. 13.  O abuso sexual infantil é frequentemente praticado sem o uso da força física e não deixa marcas visíveis, o que dificulta a sua comprovação, principalmente quando se trata de crianças pequenas.  Ele pode variar de atos que envolvem contato sexual com ou sem penetração a atos em que não há contato sexual, como o voyeurismo e o exibicionismo. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  14. 14.  A violência física também tem aumentado ultimamente devido ao maior número de notificações e à mudança na legislação, a qual determina a notificação obrigatória de casos suspeitos.  No Brasil, a cada caso de abuso físico, 10 a 20 deles não são registrados, o que confirma o grande índice de subnotificação. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  15. 15.  O fato de uma pessoa ter sido vítima de violência física quando criança está relacionado a um comportamento violento, mais tarde.  “Crianças aprendem aquilo que vivenciam”. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA CICLO VICIOSO
  16. 16. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA  As cicatrizes emocionais geradas pelo abuso podem persistir por muitos anos e se manifestarem como depressão, ansiedade, perturbações do apetite, queixas psicossomáticas, comportamentos promíscuos e muitos outros.
  17. 17.  56% das crianças apresentam-se em idade escolar;  71,1% das crianças apresentam satisfatório rendimento escolar;  59,6% são primeiro filho da família.  84,4% consistem em filhos naturais;  Múltiplas lesões (38,2%) atingem o corpo das vítimas, e os ferimentos, na maioria das vezes (37,8%), apresentam-se como hematomas. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  18. 18.  O principal agente agressor é a própria mãe (42,2%), das quais 25,8% alegaram a causa disciplinar para o abuso.  Utilizam-se das mãos (32,5%) para efetuar a violência e 72% delas negam o uso de bebida alcóolica. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  19. 19.  Dados mostram que a violência (em termos gerais) infantil e hebiátrica cresceu 60% em Teresina no último ano.  746 casos foram registrados em 2014, sendo a negligência e o conflito familiar os principais crimes.  Os demais crimes de maior relevância estão: violência física, abuso sexual e evasão escolar. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  20. 20.  O Mapa da Violência do Conselho Tutelar de Teresina aponta as mães como os principais violadores.  Bairros com maiores incidências são Pedra Mole (ZL), Satélite (ZL) e Vila Santa Bárbara (ZL).  Os canais denúncia mais utilizados são: telefone, visita da família ao conselho, a escola e o disque 100. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  21. 21.  “Avalio o aumento no número de denúncias como algo positivo, que a sociedade está tendo mais consciência e revertendo a sua responsabilidade. As pessoas estão denunciando mais", comentou o conselheiro tutelar Djan Moreira, acrescentando a entrega do relatório ao poder executivo, objetivando novas intervenções em benefício aos direitos das crianças e adolescentes. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  22. 22. CASOS DE VIOLÊNCIA QUE TOMARAM RECONHECIMENTO NACIONAL
  23. 23.  CUIDADOS DE ENFERMAGEM ÀS CRIANÇAS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA:  Capacitação adequada para um melhor acolhimento da criança vítima e da família.  Medidas de intervenção com enfoque psicossocial.  Atendimento familiar conjunto, envolvendo toda a família, inclusive o agressor.  Utilização do cuidado humanizado e boa relação com outros profissionais da equipe multiprofissional que irão atender às vítimas infantes. A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA
  24. 24. REFERÊNCIAS  ARAÚJO, M.F., Violência e abuso sexual na família. Psicologia em Estudo. v. 7, n. 2, p. 3-11, 2002.  AMAZARRAY, M.R., Alguns aspectos observados no desenvolvimento de crianças vítimas de abuso sexual. Psicologia: Reflexão e Crítica. v 11, n. 3, 1998.  WOISKI, R.O.S., Cuidado de enfermagem à criança vítima de violência sexual atendida em unidade de emergência hospitalar. Esc Anna Nery Revista de Enfermagem. v. 14, n. 1, 2010.  PASCOLAT, G., Abuso físico: o perfil do agressor e da criança vitimizada. Jornal da Pediatria. v. 77, n. 1, 2001.  Portal G1, disponível em: <http://g1.globo.com/pi/piaui/noticia/2015/04/violencia-infantil-cresce-60-em- um-ano-na-cidade-de-teresina-diz-relatorio.html>. Acesso em 11 de setembro de 2015.
  25. 25. BOM DIA!

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