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Arquitetura de Micro Serviços

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Arquitetura de Micro Serviços não é uma bala de prata, esta é uma introdução comparando com Arquittura Monolítica. Como também as vantagens e desvantagens de usá-las.

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Arquitetura de Micro Serviços

  1. 1. Arquitetura de Micro Serviços Fernando Ike
  2. 2. Fernando Ike // fernando.ike@gmail.com // linkedin.com/in/fernandoike // twitter.com/fernandoike // www.10deploys.com // https://events.docker.com/sao-paulo/
  3. 3. Conway’s law “Organizações que desenvolvem sistemas tendem a produzir sistemas que são cópias da comunicação das mesmas.”
  4. 4. Arquitetura Monolítica “É um único programa que faz praticamente tudo, mostra a interface do usuário, acessa os dados, processa as compras dos clientes, imprime notas fiscais, lança mísseis e qualquer outra coisa que a aplicação precise fazer.” Rod Stephens - Beginning Software Engineering
  5. 5. Benefícios de um monolito ● Facilidade para desenvolver ○ Alcança rapidamente o protótipo ou produto final ● Fácil de atualizar versão ○ basta atualizar o diretório específico da aplicação e reiniciar o serviço ● Fácil de escalar ○ basta subir novas instâncias com o mesmo artefato atrás de balanceador de carga ● Padronização ○ Uniformidade da stack/linguagem de programação no desenvolvimento
  6. 6. Mais comum usar o Monolito ● Uma equipe precisa desenvolver rapidamente uma aplicação ● Os novos membros da equipe devem-se tornar rapidamente produtivos ● A aplicação deve ser fácil de entender e modificar ● Testar as tecnologias emergentes (Frameworks, linguagem de programação, etc. )
  7. 7. Desvantagens do Monolito ● Quando com uma base de código muito grande são difíceis de manter ● Intimida pessoas que entram na equipe a desenvolver rapidamente ● O medo em mexer no código diminui a velocidade de entrega e também a qualidade do código ● Continuous Deployment, escalabilidade e confiabilidade tornam-se cada vez mais complexas e demoradas
  8. 8. Influências ● DevOps ● Cloud ● Continuous Delivery ● Immutable Infrastructure ● Domain-Driven Design
  9. 9. E o que é arquitetura de Micro Serviços? Uma arquitetura orientada a serviço compostas de elementos levemente acoplados que possuem contextos delimitados Adrian Crockcroft
  10. 10. E o que é arquitetura de Micro Serviços? Micro Serviços são serviços pequenos e autônomos que trabalham em conjunto Sam Newman
  11. 11. E o que é arquitetura de Micro Serviços? “É uma forma de desenvolver uma aplicação como uma suíte de pequenos serviços, cada qual rodando em seu próprio processo (...). Esses serviços são construídos ao redor de capacidades de negócio e são implantados independentemente com processos automatizados. (...) Podem ser escritos em diferentes linguagens e usar tecnologias diferentes de armazenamento de dados” James Lewis e Martin Fowler
  12. 12. Vantagens ● Arquitetura por serviço mais simples ● “Padronização da comunicação (HTTP Rest, Message Broker) ● Serviços “independentes” ● Tende ser mais fácil aplicar Continuous Delivery
  13. 13. Vantagens ● Aplicação de testes unitários e sistêmicos mais facilmente ● Liberdade de escolher a tecnologia ● Times autocontidos ● Diminuição de potenciais pontos de falhas
  14. 14. Desvantagens ● Exige uma boa maturidade em automação, rastreamento de bugs e monitoramento ● Aumento da coordenação e comunicação entre equipes para evolução do que existe ou novos serviços ● Torna mais difícil testes de integração
  15. 15. Desvantagens ● Exige uma boa maturidade em automação, rastreamento de bugs e monitoramento ● Aumento da coordenação e comunicação entre equipes para evolução do que existe ou novos serviços ● Torna mais difícil testes de integração ● Mais difícil contratação de pessoas. Mais habilidade são requeridas
  16. 16. Premissas ● Centralização dos logs ● “Instâncias” (VMs e containers) stateless ● Distributed Tracing ● Circuit Breaking ● Health Check
  17. 17. Premissas ● Monitoramento “das regras de negócio” ● Use um serviço de “mensageria” para comunicação entre os Micro Serviços ● Cada Micro Serviço tem sua própria instância de banco de dados ● Múltiplas versões da aplicação rodando ao mesmo tempo ● Uso de um gerenciador de segredos “Secrets”
  18. 18. Orquestrado Coreografado
  19. 19. As Equipes ● Organização das equipes capazes de desenvolver um Micro Serviço/Sistema de forma autônoma ● Desenvolvimento baseado no Trunk/Master ● Autonomia ● Independência
  20. 20. E o legado?
  21. 21. Quando não usar ● Aplicações CRUD simples ● Quando a complexidade e custo de Micro serviços > Monolito
  22. 22. Obrigado Fernando Ike - fike@nyalix.com

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