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Compartilhar para encantar: o consumo colaborativo como base para a criação de ações publicitárias (Trabalho de conclusão)

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Compartilhar para encantar: o consumo colaborativo como base para a criação de ações publicitárias (Trabalho de conclusão)

  1. 1. COMPARTILHAR PARA ENCANTAR: A EXPERIÊNCIA DO CONSUMO COLABORATIVO COMO BASE PARA A CRIAÇÃO DE AÇÕES PUBLICITÁRIAS
  2. 2. 06 13MIN ~ PRODUTO SERVIÇO =ERA DO ACESSO
  3. 3. MUDA O CONSUMO DE PRODUTOS. E A NOÇÃO DE NEGÓCIOS.
  4. 4. PRODUTOS AÇÕES
  5. 5. como as empresas podem se apropriar da experiência do consumo colaborativo como base para a criação de ações publicitárias para atrair e fidelizar consumidores?
  6. 6. discutir conceitos de comunicação, consumo colaborativo e economia
  7. 7. verificar como a cultura da participação se transforma com o tempo
  8. 8. conferir a utilização do consumo compartilhado como parte da estratégia publicitária
  9. 9. UMAS TEORIAS
  10. 10. DESENVOLVIMENTO
  11. 11. a televisão...
  12. 12. AQUI ESTÁ O NOVO CONSUMIDOR
  13. 13. Anunciou, vendeu! Baseado em argumentos racionais. Perde força com a expansão dos produtos similares.
  14. 14. Considera os desejos do consumidor mas ainda acredita que ele é usuário passivo. A boa imagem era tudo.
  15. 15. O marketing entende o consumidor como um ser humano completo, que busca nas empresas mais que produtos.
  16. 16. CONHECENDO AS EMPRESAS
  17. 17. ITAÚ
  18. 18. TECNISA
  19. 19. Análise documental para conhecer melhor os objetos e entender a forma que se apropriam do consumo colaborativo Entender quais foram os suportes colaborativos desenvolvidos; identificar o apelo publicitário de cada empresa; verificar a questão-problema;
  20. 20. ITAÚ
  21. 21. Visão de negócio: “ser o banco líder em performance sustentável e na satisfação dos clientes” Por renda, três públicos:
  22. 22. Em 2011 o banco tornou-se patrocinador. Primeiro anúncio veiculado em 2013. Premissas do consumo colaborativo
  23. 23. - Não utiliza verba de marketing - #issomudaomundo: cultura, educação mobilidade urbana e microcrédito
  24. 24. - no lançamento da campanha, em 2013, apareceu junto das outras iniciativas - dia 3 de junho “Equilíbrio, #issomudaomundo” - dia 12 de junho, dia dos namorados - dia dos pais,“Empurrãozinho de pai, #issomudaomundo” - No Natal, substituição de brinquedos no parque - Filme atual: cultura, educação e bike, #issomudaomundo - Usuário é meio. - Não utiliza “consumo colaborativo”
  25. 25. TECNISA
  26. 26. - Tecnisa Ideias, em 2010 - 2000 ideias - Consumo colaborativo nos empreendimentos - No começo, apenas posts informativos no blog. - Setembro de 2011 - Retorna apenas em junho de 2012. Anúncio de concorrência criativa - Caronas entre colaboradores - Agosto de 2012 – aplicativo Facebook - Setembro: campanha institucional sobre Compartilhamento. Essencialmente informativa
  27. 27. ESTUDO COMPARATIVO DE CASO
  28. 28. Informação sobre consumo colaborativo x Experiência de consumo Itaú: patrocínio em 2011, campanha em 2013 Tecnisa: menção em 2011, lançamento 2012 O consumidor busca empresas que ofereçam experiências e não apenas informação. Tecnisa nos empreendimentos. Itaú nas ruas.
  29. 29. OBSERVAÇÕES GERAIS
  30. 30. Consumo colaborativo pode ser utilizado em diferentes negócios. Tecnisa usa argumento racional, Itaú na ideia de um mundo melhor. Para o Itaú a construção de narrativas pode ser mais viável, já para a Tecnisa é uma relação direta com o tipo de negócio que oferece. Como ferramenta publicitária a longo prazo, a visão do Itaú parece mais eficaz, pois cria uma circulação da marca.
  31. 31. Observa-se, por fim, o consumo colaborativo como uma experiência ainda recente e pouco utilizada como estratégia publicitária. É, portanto, uma alternativa de comunicação com potencial a ser reconhecido. Cada empresa – assim como faz Itaú e Tecnisa – deve buscar a melhor alternativa em cada momento de negócio.

Editor's Notes

  • O objetivo deste trabalho é identificar de que forma as empresas podem se apropriar do
    consumo colaborativo para desenvolver ações de Comunicação Publicitária.
  • Propriedade privada é predominante: característica da sociedade industrial
  • Compartilhamento: característica da sociedade pós-industrial. Era do acesso.
    Claro, em alguns produtos a necessidade de propriedade é reduzida. Outros, não
    As pessoas cada vez mais “pensam” e menos “produzem”
  • DESMATERIALIZAÇÃO DOS PRODUTOS... Não é só o consumo direto que muda!

    TAMBÉM ACONTECE COM VALOR DE NEGÓCIOS

    ATIVOS INTANGIVEIS

    Em uma é a mudança literal, no outro é uma alegoria apenas

    38 BILHÕES E 50 FUNCIONÁRIOS CONTRA 154 MIL FUNCIONÁRIOS E 28 BILHÕES. Claro, há segurança onde há bens físicos. Mas é tendência.

    NADA CONTRA A PROPRIEDADE... MAS ÀS VEZES ELA PODE NÃO SER NECESSÁRIA, NÉ? ASSISTE FILME QUANTAS VEZES?
  • PARA ENTENDER ISSO, TEMOS O SEGUINTE NOS PRÓXIMOS SLIDES;;;;;
  • pesquisa bibliográfica para entender estes conceitos

    Explicar que há relação direta entre todos os assuntos aqui abordados, mesmo que às vezes não esteja tão óbvio.

    por muito tempo foi dominante a ideia de que a oferta é capaz de moldar por completo a demanda, mas sabemos que não se trata de anunciar para vender. Mas os primeiros anos do mkt foram com base nisso,
  • Este foi um recorte importante dentro de todo o resto para entendermos como chegou até aqui.
  • ESTUDO DOS OBJETOS
  • O QUE FAZER COM O TEMPO LIVRE? Durante a revolução industrial, as pessoas não sabiam o que fazer com tempo livre.

    Londres houve um surto de Gim. Se resolveu com a adaptação das cidades, criação de estruturas sociais.

    BARES, RESTAURANTES, PARTIDOS POLÍTICOS, TEATROS ETC
  • CADA VEZ MAIS TEMPO LIVRE... A TELEVISÃO SURGIU E RESOLVEU ESSE PROBLEMA... OCUPOU ELE!

    MAS A TV É UM CONSUMO PASSIVO, PROFISSIONAIS FAZEM TUDO.

    NÃO RESOLVE OS DESEJOS DE INTERAÇÃO DOS USUÁRIOS. CLARO QUE A TV NÃO É UM PROBLEMA, ESSA É SÓ UMA CARACTERÍSTICA
  • ESTE FOI UM RECORTE RÁPIDO DE DOIS MOMENTOS IMPORTANTES. ATUALMENTE ESTAMOS FOCADOS NA INTERNET.

    PRODUTOS E CONSUMIDORES SÃO UM SÓ! FICA FÁCIL PUBLICAR. EM CERTA MEDIDA ISSO OCORREU NA PRENSA DE GUTEMBERG!

    GANHA DIVERSIDADE PERDE QUALIDADE. MAS COMO NINGUÉM É OBRIGADO A CONSUMIR NADA NÉ;;;
  • // Marketing 1.0 (Kotler) ou Era do Produto:
  • // Markeing 2.0 ou Era da Imagem:
  • MARKETING 3.0 TAMBÉM É IMAGEM E RELACIONAMENTO COMO O 2.0. SÓ QUE AQUI O CONSUMIDOR DECIDE QUANDO INTERAGIR, E NÃO MAIS PASSIVO ESPERANDO A EMRPESA FAZER ISSO

    NO 2.0 É UM PRA UM, A EMPRESA CONSIDERA O CONSUMIDOR. NO 3.0 OS CONSUMIDORES FALAM ENTRE SIM, TODOS PARA TODOS

    É necessário encontrar cada vez mais formas de diferenciação. E é justamente isso que modifica o marketing, ele acompanha as mudanças no comportamento do consumidor. ISSO QUE VEREMOS NESTE TRABALHO
  • Análise documental e estudo de caso, que serão feitos de forma conjunta.
  • MAIOR BANCO DO PAÍS.
    2013 banco lembrado por 17% dos consumidores. Em 2014 21%.

    Sampaio diz que a publicidade deve sempre existir, mesmo para líderes. E isso é claro aqui! O crescimento acompanha o investimento em comunicação. 2013: R$346 mil. 2014: 586 mil.
  • varejo, = até R$4 mil -- MAIOR PUBLICO;
    Uniclass = até R$7 mil atendimento personalizado, com orientações de crédito
    Personalité = superior a R$7 mil e que são atendidos em mais de 200 agências exclusivas em todo Brasil.
  • Em 2008 o sistema SAMBA (Sistema Alternativo de Mobilidade por Bicicleta Alugada), criou o primeiro grande bike sharing do país. Mas com pouco $$ não dispunha de muita tecnologia e aí não tinha controle que inibisse o vandalismo.

    Então o Itaú, em 2011, visualizou o potencial da bike sharing como ferramenta de comunicação – embora digam que é só melhorar o mundo – e tornou-se patrocinador.

    Rio de Janeiro conta com 60 estações e um total de 600 bicicletas
  • Como aparece o consumo colaborativo na campanha:

    Utiliza verba de mkt, né?

    Em nenhum momento o Itaú o apresenta como tal. Como se trata de um banco cujo público é bastante diversificado em termos econômicos e culturais, a provável explicação esteja no fato de consumo colaborativo ser uma tendência recente, ainda desconhecido da maioria, pelo menos com essa nomenclatura.
    Como se trata de um banco cujo público é bastante diversificado em termos econômicos e culturais, a provável explicação esteja no fato de consumo colaborativo ser uma tendência recente, ainda desconhecido da maioria, pelo menos com essa nomenclatura.
  • Fundada em 1977 já vendeu mais de 7 milhões de metros quadrados.
    Sempre busca inovar e já recebeu prêmios por isso.
    Pioneira em blogs corporativos, em 2006.
    Mais de 35% das vendas são via internet e 20% por indicação.
    Há dez anos eram apenas 3%. Isso é relacionamento. Primeiro site a funcionar 24h por dia.
    Público alvo: acima de 8 mil mensais.
  • o site conta com badges, marcadores que mostram o grau de interação dos visitantes na plataforma, indicando os usuários mais ativos

    Nele, a empresa informa que participará de um evento do setor imobiliário e irá disponibilizar o compartilhamento de bicicletas no local, informando que a ideia surgiu a partir da sugestão de usuários.

    A empresa apenas incentiva o publico geral a participar. A prática só é oferecida nos empreendimentos. Enquanto o itau oferece apenas a experiência mas a qqr usuário.
  • Internet e vivência: falar da Tecnisa usar só internet contra a pesquisa do Ibope

    Enquanto o Itaú é capaz de atrair aqueles usuários que se interessam, entre outras coisas, por bicicleta, sustentabilidade e iniciativas voltadas ao meio ambiente, a interação com a Tecnisa fica restrita entre aquelas pessoas se compartilham da ideia do consumo colaborativo e se interessam em compartilhá-la na Internet.

    A Tecnisa utiliza argumentos racionais para convencer da venda. O Itaú trabalha a contrução de narrativas que visem a identificação do público. Contar histórias é o que faz o airbnb e o catarse, por ex. e são plataformas exclusivas de compartilhamento.
  • Encerrar aqui!

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