Dinâmicas Internas do Planeta Terra

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Material de Geografia do 2o. ano do Ensino Médio, feito pelo Professor Samuel Lima, do Colégio Espaço Aberto - Outubro 2010

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Dinâmicas Internas do Planeta Terra

  1. 1. ProfProf. Samuel Lima. Samuel Lima TERRA: DINÂMICA, ESTRUTURA,TERRA: DINÂMICA, ESTRUTURA, FORMAS E ATIVIDADES HUMANASFORMAS E ATIVIDADES HUMANAS
  2. 2. Tempo históricoTempo histórico Tempo geológicoTempo geológico Tempo das transformações em que marcam as ações humanas. É o tempo que mede a idade da Terra. O tempo geológico é dividido em eras, que são subdivididas em períodos. Cada etapa desse tempo é marcado pôr acontecimentos que o caracterizam.
  3. 3. Escala Geológica - pré-cambrianaEscala Geológica - pré-cambriana A primeira Era é a chamada Pré-cambriana, que se divide em três períodos: – - Azóica: Com 4,5 bilhões de anos, esse período é marcado pela não existência de vida. – - Arqueozóica e Proterozóica: Com 4 bilhões de anos, esse período marca o surgimento dos seres unicelulares e invertebrados (algas e bactérias) e formam-se as rochas magmáticas.
  4. 4. Escala Geológica - PaleozóicaEscala Geológica - Paleozóica – Era Paleozóica: 320 milhões de anos, dividi- se nos períodos: Permiano, Carbonífero, Devoniano, Siluriano, Ordoviciano e Cambriano. – As ocorrências do período são a existência de rochas sedimentares e metamórficas, surgem peixes e répteis, formação de grandes florestas, período glacial e a PANGÉIA.
  5. 5. Escala Geológica - MesozóicaEscala Geológica - Mesozóica – A Era Mesozóica, com 170 milhões de anos, é dividida pelos períodos Cretáceo, Jurássico e Triássico. Surgem os répteis gigantescos (dinossauros); rochas sedimentares e vulcânicas e a divisão da PANGÉIA em dois grandes blocos, Laurásia e Gondwana.
  6. 6. Escala Geológica - CenozóicaEscala Geológica - Cenozóica – A Era Cenozóica são dois períodos, 70 milhões de anos, Quaternário e Terciário. Nesses dois períodos houveram, o desenvolvimento dos mamíferos, aves e primatas. Os répteis gigantes foram extintos, surgem os dobramentos, da-se a formação dos atuais continentes, ocorre última glaciação e surge o homem.
  7. 7. A ESTRUTURA DA TERRAA ESTRUTURA DA TERRA (INTERIOR)(INTERIOR) • crosta: constituída de materiais mais leves • manto: camada intermediária • núcleo: formado pôr materiais mais densos.
  8. 8. A ESTRUTURA DAA ESTRUTURA DA TERRA(INTERIOR)TERRA(INTERIOR)
  9. 9. Crosta terrestre ou LitosferaCrosta terrestre ou Litosfera • É dividida em crosta : • continental • oceânica • Abaixo da litosfera está a astenosfera, e abaixo encontramos a mesosfera. • Logo em seguida encontramos a endosfera (núcleo) formada pôr ferro e níquel.
  10. 10. Crosta continental superior(SIAL)Crosta continental superior(SIAL) Crosta continentalCrosta continental inferior(SIMA)inferior(SIMA) • Crosta continental superior, com 15 a 25 km de espessura, formada principalmente pôr silício e alumínio (SIAL) • crosta continental inferior, com 30 a 35 km de espessura; nela predomina silício e magnésio (SIMA)
  11. 11. Crosta e as rochasCrosta e as rochas • A crosta é formada pôr rochas e minerais. • As rochas são agrupamentos de minerais. • Minerais são elementos ou compostos naturais sólidos, que possuem uma composição química bem definida, ou seja, é possível determinar com precisão os elementos que compõem um mineral. • Exemplo: o elemento que compõem o diamante é o carbono.
  12. 12. MineraisMinerais • São exemplos de minerais: apatita, quartzo, calcita, fluorita topázio. • Os minerais e as rochas que possuem valor comercial são considerados minérios. • Minério, portanto, é uma rocha ou mineral dos quais são extraídas substâncias valiosas, como o ouro, o ferro, o cobre, o diamante etc. • Jazida mineral é a massa ou volume de minério que existe nas rochas, em um determinado lugar da crosta, seja na superfície ou no interior.
  13. 13. RochasRochas • Quando um ou mais minerais se agregam, eles formam as rochas. • O granito pôr exemplo é formado pôr três minerais:quartzo, feldspato, e mica. • São exemplos de rochas: areia, xisto dobrado, gnaisse, sienito , pedra-pomes, basalto, granito, calcário, carvão mineral, argilito, arenito, mármore entre outras.
  14. 14. Rochas Magmáticas ou ÍgneasRochas Magmáticas ou Ígneas • Resultam da solidificação e resfriamento do magma que é lançado pelos vulcões. • Classificação : Intrusiva e Extrusiva
  15. 15. Intrusivas ou plutônicasIntrusivas ou plutônicas • Formam-se quando o magma se resfria lentamente nas profundezas da Terra, dando origem a cristais relativamente grandes.
  16. 16. Pedreira de GranitoPedreira de Granito
  17. 17. Rochas magmáticas intrusivasRochas magmáticas intrusivas • Granito Amarelo Real
  18. 18. Rochas magmáticas intrusivasRochas magmáticas intrusivas DioritoDiorito
  19. 19. Extrusivas ou VulcânicasExtrusivas ou Vulcânicas • Formam-se pela solidificação do magma expelido pelas erupções vulcânicas.Como seu resfriamento e solidificação são rápidos, não há tempo para a formação de macro-cristais.
  20. 20. Extrusivas ou VulcânicaExtrusivas ou Vulcânica (Basalto)(Basalto)
  21. 21. Extrusivas ou VulcânicaExtrusivas ou Vulcânica (Basalto)(Basalto)
  22. 22. Rochas sedimentaresRochas sedimentares • Ocorre através da litificação dos sedimentos que procedem da erosão, transporte e deposição de sedimentos, realizado pela água, vento em reações físicas e químicas. • Derivam-se as rochas que sofrem a ação de processos erosivos. – Litificação: processo de sedimentação e cimentação, exercida através das camadas superiores.
  23. 23. Origem das rochas sedimentaresOrigem das rochas sedimentares Detríticas: constituída pelo fragmento de outras rochas. Químicas: provenientes de transformações químicas de materiais rochosos com a água. Orgâncias: formada pelo acúmulo de dejetos de animais e vegetais.
  24. 24. Rochas sedimentares - arenitoRochas sedimentares - arenito
  25. 25. Rochas sedimentares - arenitoRochas sedimentares - arenito
  26. 26. Rocha sedimentar detrítica -Rocha sedimentar detrítica - CalcárioCalcário
  27. 27. Rocha sedimentar químicaRocha sedimentar química Mina de Sal-gemaMina de Sal-gema
  28. 28. Rocha sedimentar química:Rocha sedimentar química: EstalactiteEstalactite
  29. 29. Mina de carvão mineral (orgânica)Mina de carvão mineral (orgânica)
  30. 30. Rocha sedimentar orgânica:Rocha sedimentar orgânica: Carvão mineralCarvão mineral
  31. 31. Rochas metamórficasRochas metamórficas • Foram originalmente rochas magmáticas, sedimentares ou metamórficas que, pela ação do calor ou da pressão do interior da Terra, adquiriram outra estrutura.
  32. 32. Rochas Metamórficas - GnaisseRochas Metamórficas - Gnaisse
  33. 33. Rochas Metamórficas - GnaisseRochas Metamórficas - Gnaisse
  34. 34. Rochas Metamórficas -Rochas Metamórficas - MármoreMármore • Pedreira de Mármore - Espanha
  35. 35. Rochas Metamórficas -Rochas Metamórficas - MármoreMármore • Mármore azul mediterrâneo
  36. 36. Rochas Metamórficas -Rochas Metamórficas - MármoreMármore • Arabescato
  37. 37. Rochas Metamórficas -Rochas Metamórficas - MármoreMármore • Onix
  38. 38. Rochas Metamórficas -Rochas Metamórficas - MármoreMármore • Rosa Egeo
  39. 39. ORIGEM DOS CONTINENTESORIGEM DOS CONTINENTES Isostasia Deriva dos continentes Placas tectônicas
  40. 40. Isostasia, ou movimento isostático • É o termo utilizado em Geologia para se referir ao estado de equilíbrio gravitacional, e as suas alterações, entre a litosfera e a astenosfera da Terra. Esse processo resulta da flutuação das placas tectônicas sobre o material mais denso da astenosfera, cujo equilíbrio depende das suas densidades relativas e do peso da placa. • Tal equilíbrio implica que um aumento do peso da placa (por espessamento ou por deposição de sedimentos, água ou gelo sobre a sua superfície) leva ao seu afundamento, ocorrendo, inversamente, uma subida (em geral chamada re-emergência ou rebound), quando o peso diminui.
  41. 41. ORIGEM DOS CONTINENTESORIGEM DOS CONTINENTES • Resultado de um processo na fragmentação e no afastamento das terras emersas, a partir de um bloco único chamado PANGÉIA. • Duas teorias que se completam, procuram explicar as etapas desse processo.
  42. 42. DERIVA DOSDERIVA DOS CONTINENTESCONTINENTES
  43. 43. Deriva dos continentesDeriva dos continentes • Defendida pelo geofísico alemão Alfred Wegener, em 1912. • Havia originalmente uma única massa continental, a Pangéia, cercada pelo um único oceano, o Pantalassa. • Na era Mesozóica, há cerca de 135 milhões de anos teria começado a fragmentação. • Formou-se dois continentes:Laurásia, ao norte e Gondwana, ao sul. A partir daí foram se sucedendo até a configuração atual.
  44. 44. Deriva dos continentesDeriva dos continentes • Wegener não definiu as causas. Sugeriu o movimento de rotação da Terra e as marés. • As maiores evidências eram as identidades geológicas e de vida animal e vegetal entre os continentes. • Na comunidade científica da época poucos davam créditos às idéias de Wegener, acabando esquecida durante anos, voltando a ser considerada com o passar dos anos com os avanços tecnológicos.
  45. 45. Deriva dos continentesDeriva dos continentes • Durante a década de 60, geólogos americanos encontraram uma resposta para a causa da deriva. A respostas estava no fundo dos oceanos. • Pois as rochas situadas no centro do assoalho submarino são mais recentes do que as das bordas, chegou a conclusão de que verdadeiras “esteiras rolantes” submarinas são responsáveis pelo movimento das placas tectônicas. • Ao longo das grandes cordilheiras submarinas(dorsais oceânicas), abrem-se fendas pôr onde passa o material magmático, que após se resfriar forma uma nova crosta, provocando a expansão do fundo do mar.
  46. 46. Teoria das placas tectônicasTeoria das placas tectônicas • Resultado da teoria de Wegener e da descoberta da expansão do fundo do mar. • A crosta terrestre esta dividida em placas de espessura média de 150 km que flutuam sobre um substrato pastoso: a astensofera e sobre o magma.
  47. 47. Teoria das placas tectônicasTeoria das placas tectônicas • É justamente na região de encontro entre uma placa e outra que ocorrem fenômenos e as conseqüentes modificações na crosta terrestre. • Estas regiões estão sujeitas a vulcanismo e terremotos • As áreas mais estáveis localizam-se no interior das placas. • Estes encontros não acontecem da mesma forma.
  48. 48. AS PLACAS TECTÔNICASAS PLACAS TECTÔNICAS
  49. 49. Principais placas tectônicasPrincipais placas tectônicas – Americana – Pacífico – Antártica – Indo-australiana – Euro-asiática – Africana
  50. 50. Áreas de encontro das placasÁreas de encontro das placas • Conseqüências: vulcanismo, terremotos. • Movimentos originados • Orogênese (movimento horizontal das placas); • Epirogênese (movimento vertical das placas).
  51. 51. TerremotosTerremotos
  52. 52. Abalos Sísmicos ou TerremotosAbalos Sísmicos ou Terremotos • Uma das manifestações mais temidas e destruidoras dos movimentos da crosta terrestre. • Ocorrem quando as forças tectônicas atuam prolongadamente em áreas de rochas duras, elas provocam fraturas ou o deslocamento de camadas.Se uma das camadas se mover horizontalmente ou verticalmente, serão produzidas ondas vibratórias que se espalham em várias direções, causando um terremoto.
  53. 53. Abalos Sísmicos ou TerremotosAbalos Sísmicos ou Terremotos • Portanto, o terremoto é produzido pôr acomodações geológicas de camadas internas da crosta ou pela movimentações das placas. • Em limites transformantes, onde não há convergência nem divergência de placas. Podemos citar como exemplo a falha de San Andreas , na Califórnia, EUA e a falha da Anatólia, na Turquia.
  54. 54. Abalos Sísmicos ou TerremotosAbalos Sísmicos ou Terremotos • O ponto onde o terremoto se origina recebe o nome de Centro ou Foco. • O ponto da superfície terrestre diretamente acima do centro é o Epicentro, onde o terremoto é sentido com maior intensidade. • O aparelho utilizado para medir a intensidade de um terremoto é o Sismógrafo, que segue a escala Richter - uma escala com 10 graus, cada um indicando uma intensidade 10 vezes maior que a anterior
  55. 55. Falhas ou FraturasFalhas ou Fraturas • Ocorrem em áreas onde as rochas são rígidas e resistentes às forças internas e “quebram-se” em vez de dobrar. • Caracterizam-se pôr um desnível do terreno: uma parte elevada e outra rebaixada.
  56. 56. Falha San Andrea (EUA)Falha San Andrea (EUA)
  57. 57. Abalos Sísmicos ou TerremotosAbalos Sísmicos ou Terremotos
  58. 58. Abalos Sísmicos ou TerremotosAbalos Sísmicos ou Terremotos
  59. 59. VulcanismoVulcanismo • Chamamos de vulcanismo os fatos e fenômenos geográficos relacionados com as atividades vulcânicas, através dos quais o magma do interior da Terra chega até a superfície.
  60. 60. VulcanismoVulcanismo
  61. 61. Vulcanismo(Gêiseres)Vulcanismo(Gêiseres) • Manifestações vulcânicas secundárias • Expelem água quente no sentido vertical. • Seus jatos podem durar segundos ou semanas e atingir muitos metros de altura. • Seu funcionamento dependem da quantidade e da temperatura da água subterrânea.
  62. 62. Vulcanismo(Gêiseres)Vulcanismo(Gêiseres) – Quando a temperatura da água se torna muito elevada, formam-se jatos de água no sentido vertical. A água expelida do interior da Terra se infiltra lateralmente no solo, é novamente aquecida e recomeça o ciclo das águas quentes.
  63. 63. Vulcanismo(Gêiseres)Vulcanismo(Gêiseres)
  64. 64. Vulcanismo(Gêiseres)Vulcanismo(Gêiseres)
  65. 65. Vulcanismo(Fontes Termais)Vulcanismo(Fontes Termais) • Caldas novas(GO) Thermas (RN)
  66. 66. VulcanismoVulcanismo
  67. 67. VulcanismoVulcanismo
  68. 68. VulcanismoVulcanismo
  69. 69. Pico do Cabuji (RN)Pico do Cabuji (RN)
  70. 70. Ocorrências nas áreas de encontroOcorrências nas áreas de encontro das placasdas placas ● Convergência ou Zona de subducção ● Colisão (obducção) ● Afastamento, limites divergentes ou cristas em expansão ● Deslizamento ou limites transformantes ● Soerguimento
  71. 71. Convergência ou Zona deConvergência ou Zona de subducçãosubducção e obducçãoe obducção • Subducção:Subducção: As placas movem-se uma em direção a outra e a placa oceânica mais densa mergulha sob a continental menos densa e mais espessa. A placa oceânica entra em estado de fusão no manto. • Obducção: choque entre placas na porção continental.
  72. 72. Convergência de placasConvergência de placas
  73. 73. Afastamento, limitesAfastamento, limites divergentes ou cristas emdivergentes ou cristas em expansãoexpansão • a fossa entre elas é preenchida por rochas liquefeitas do manto, no fundo do mar damos nome de cordilheiras submarinas e no continente vales de afundamento
  74. 74. Divergência de placasDivergência de placas
  75. 75. Limites transformantesLimites transformantes
  76. 76. ●● SoerguimentoSoerguimento • as camadas de rocha elástica formam grandes cadeias de montanha muitas vezes vulcânica , tais como, Andes, Himalaia.
  77. 77. SoerguimentoSoerguimento
  78. 78. A estrutura geológica do Brasil é caracteriza-seA estrutura geológica do Brasil é caracteriza-se por três tipos de terrenos:por três tipos de terrenos: Maciços antigos ou Escudos cristalinos Correspondem aos terrenos de formação pré cambriana, que afloram em cerca de 36% do território do país. Bacias sedimentares Correspondem às formações recentes,recobrindo cerca de 64% do território brasileiro. Dobramentos modernos Não temos presença desse terreno aqui no Brasil.
  79. 79. Estrutura Geológica do BrasilEstrutura Geológica do Brasil
  80. 80. Relevo - GeomorfologiaRelevo - Geomorfologia • Quatro formas de relevo: Planalto: formado a partir de erosões eólicas (pelo vento) ou pela água. Planície: como o próprio nome já diz são áreas planas e baixas. As principais planícies brasileiras são as planícies Amazônica, do Pantanal e Litorânea. Depressões: resultado de erosões. Cadeias de montanhas.
  81. 81. Processo erosivoProcesso erosivo • Intemperismo físico • Intemperismo químico
  82. 82. Intemperismo físicoIntemperismo físico • Conceito: primeiro passo no processo erosivo, ocorre principalmente devido a contração e dilatação das rochas provocadas pelas mudanças de temperatura.No frio as rochas contraem e no calor dilatam, este processo ao longo de vários anos provoca sua fratura.
  83. 83. Intemperismo químicoIntemperismo químico • Conceito: segundo passo no processo erosivo, após o Intemperismo físico, ou seja, com a rocha fraturada, a penetração da água da chuva dissolvendo alguns minerais hidrossolúveis ocasiona a quebra das rochas.
  84. 84. VOÇOROCAVOÇOROCA
  85. 85. GRAND CÂNIONGRAND CÂNION
  86. 86. Classificação do relevo no BrasilClassificação do relevo no Brasil Mapa Aroldo AzevedoMapa Aroldo Azevedo
  87. 87. Aroldo Azevedo • Definia o relevo de planalto e planície a partir de sua altitude; • O período datava da década de 40; • Eram 4 planaltos: das Guianas, Central, Atlântico e Meridional. • Planícies eram 3: Amazônia, Pantanal e Costeira.
  88. 88. Mapa Aziz Ab’ SaberMapa Aziz Ab’ Saber
  89. 89. Aziz Ab’ SaberAziz Ab’ Saber • Esse período datava a década de 60 e tinha como princípio além da altitude os processos de gênese e desgaste que constituíram outras formações: • 7 planaltos: das Guianas, Central, do Maranhão- Piauí, Nordestino, Meridional, Serras e planaltos do leste e sudeste, Uruguaio-Sul-Rio- Grandense. • 3 planícies: Amazônia e Terras baixas, Pantanal e Terras baixas Costeira.
  90. 90. Mapa Jurandir RossMapa Jurandir Ross
  91. 91. Jurandir RossJurandir Ross • Datada da década de 90 essa classificação leva em conta levantamento aerofogamétrico, informações altimétricas, a gênese e a gênese. • São ao todo: 12 planaltos, 11 depressões e 6 planícies.
  92. 92. SoloSolo • Resultado do processo de desintegração e decomposição de rochas devido ao intemperismo. • Classificam-se em: • Eluviais(Origem da desagregação ou decomposição da rocha do próprio local); • Aluviais(acúmulo de material transportado).
  93. 93. Analise o esquema geral dos horizontes de um solo. Horizonte O- Camada de restos orgânicos. Horizonte A- Horizonte de pedras e argila. Ocorre a lixiviação (dissolução e remoção de minerais devido a infiltração da água da chuva), pode haver perda de minerais. Horizonte B- Chamado horizonte de acumulação, com grande concentração de minerais. Horizonte C - Começa na rocha que deu origem ao solo (rocha matriz fragmentada). Horizonte R- Rocha matriz.
  94. 94. Classificação zonal dos solos • Zonais com quatro categorias: latossolos, podzóis, solos de pradarias e desérticos. • Intrazonais: com duas categorias: salinos ou halomórficos e hidromórficos. • Azonais: com duas categorias: litossolos e aluviais.
  95. 95. Formas de cultivo no soloFormas de cultivo no solo • Plantio direto: consiste em plantar sobre os restos de plantas da colheita anterior. • Rotação de culturas: cultivo alternado de culturas. • Curvas de nível: Plantação em fileiras de plantas na mesma cota altimétrica. • Afloramento: terra dividida três: área de repouso e as outras duas com culturas diferentes.
  96. 96. Imagens dos tipos de cultivoImagens dos tipos de cultivo

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