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 Cada vez mais cedo, as crianças veem se  aventurando na leitura e na escrita ocupando parte  de suas atividades diárias....
 Para    Vygotsky (apud Oliveira, 1999, p. 68):   A escrita é uma função culturalmente mediada à criança    que se desen...
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   Uma das atividades realizadas com a turma de    quatro anos são as Assembleias, onde em roda    conversamos, contamos ...
OUTRO FATOR   IMPORTANTE, É QUE NESSE MOMENTO ASCRIANÇAS INTERAGEM UMAS COM AS OUTRAS.EXPERIÊNCIA   SITUAÇÕES DESAFIADORAS...
 Soares (1999, p.52) confirma a importância do  aluno se envolver nas atividades. Ele não é mais um sujeito que aprende ...
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O trabalho com o nome próprio possibilitou novas situações da aprendizagem da língua escrita. A criança sente-se motivada ...
Assim, nesse sentido evidencia-se que a construção da linguagem oral e escrita por situações distintas e estimuladoras, a ...
   REFERÊNCIAS   BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação    Fundamental. Referencial Curric...
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  1. 1. FUNÇÃO SOCIAL DA ESCRITA: UMRELATO DE EXPERIENCIA NAEDUCAÇÃO INFANTILEliane Tramontin Silveira Moletalelemoleta@ig.com.brCentro de Atenção a Criança e ao Adolescente ReitorAlvaro Augusto Cunha Rocha – UniversidadeEstadual de Ponta GrossaCAIC/UEPG
  2. 2.  . Objetiva registrar a prática em sala de aula como professora da educação infantil num contexto da função social da escrita.
  3. 3.  Cada vez mais cedo, as crianças veem se aventurando na leitura e na escrita ocupando parte de suas atividades diárias. Criar oportunidades que favoreceram o acesso a portadores de texto é fundamental para despertar a compreensão da função social da escrita e da leitura. A escola neste contexto torna-se um ambiente propicio. Pois o convívio em grupo e a presença de outras crianças contribuem para um avanço significativo no desenvolvimento e aprendizagem dos alunos.
  4. 4.  Para Vygotsky (apud Oliveira, 1999, p. 68): A escrita é uma função culturalmente mediada à criança que se desenvolve numa cultura letrada e está exposta aos diferentes usos da linguagem escrita e a seu formato, tendo diferentes concepções a respeito desse objeto cultural ao longo de seu desenvolvimento. A condição para que uma criança tenha possibilidades de entender adequadamente o funcionamento da língua escrita é descobrir que ela é um sistema de signos que não tem significado em si, mas que, dentro de um conjunto, ganha novos caracteres, expressões típicas da língua passando a constituir inúmeros signos lingüísticos. Vygotsky (apud Oliveira, 1999, p. 68).
  5. 5. • ENTÃO, A CRIANÇA QUE EXPERIÊNCIA UMACULTURA LETRADA VIVENCIA UM PROCESSO DEALFABETIZAÇÃO QUE É MEDIADO POR UM ADULTOOU POR OUTRAS CRIANÇAS. FAZ-SE NECESSÁRIOCONHECER E SE APROPRIAR DESDE CEDO DOSUSOS DA LÍNGUA ESCRITA PRESENTE EM SEUMUNDO.
  6. 6.  Uma das atividades realizadas com a turma de quatro anos são as Assembleias, onde em roda conversamos, contamos as novidades e construímos as propostas do dia respeitando o planejamento da professora de acordo com os objetivos da Matriz Curricular. Para trabalhar atitudes de valores com as crianças, as normas comportamentais são construídas junto com elas a medida que vão surgindo. Assim sentem-se parte do processo e conseguem cumpri-las e entendem a sua importância. Nesta perspectiva de trabalho, aparecem questionamentos, as crianças elaboram suas hipóteses, opinam, desenvolvem seu vocabulário expondo suas ideias, dúvidas, gosto e, assim desenvolvem-se habilidades para a oralidade a qual é estimulada de maneira rica e prazerosa.
  7. 7. OUTRO FATOR IMPORTANTE, É QUE NESSE MOMENTO ASCRIANÇAS INTERAGEM UMAS COM AS OUTRAS.EXPERIÊNCIA SITUAÇÕES DESAFIADORAS, A QUAL AOSPOUCOS SE SENTEM A VONTADE PARA CONTAR HISTÓRIA,CANTAR E RELATAR FATOS. ASSIM ENQUANTOEDUCADORA VALORIZO A INDIVIDUALIDADE DA CRIANÇACOMO TAMBÉM A ESTIMULAÇÃO DA CONSTRUÇÃO DOPENSAMENTO E DA LINGUAGEM.
  8. 8.  Soares (1999, p.52) confirma a importância do aluno se envolver nas atividades. Ele não é mais um sujeito que aprende a escrever por imitação, por repetição, por associação, copiando e reproduzindo letras, sílabas, palavras, frases, mas um sujeito que aprende atuando “com” e “sobre” a língua escrita, buscando compreender o sistema, levantando hipóteses sobre ele, com base na suposição de regularidades. Soares (1999, p.52)
  9. 9.  Uma maneira significativa realizada para essa situação de escrita com a participação das crianças foi a de escrever textos coletivos tendo a professora como escriba, carta a outros grupos, bilhetes para os pais e para os amigos, escrever o nome dos brinquedos trazidos de casa, realizar a escrita da receita da massinha de trigo confeccionando junto com eles, realizar a leitura em voz alta de um recado deixado por outro professor na lousa, permitir a participação dos acontecimentos da sala de aula.
  10. 10. O trabalho com o nome próprio possibilitou novas situações da aprendizagem da língua escrita. A criança sente-se motivada ao O trabalho com o nome próprio possibilitou novas situações da aprendizagem da língua escrita. A criança sente-se motivada ao escrever o seu nome, quando menos espera já está descobrindo mais letras. Foi realizado na lousa escrita de lista dos nomes incluindo o seu próprio nome o da professora como também, montar nomes com o alfabeto móvel. Os alunos realizam o registro do nome nas atividades da maneira que já pensavam da escrita do nome. Essa atividade além de ser muito significativa, informa as crianças sobre a quantidade, a posição e a ordem das letras, posteriormente permite o contato com diferentes sílabas e diferentes tamanhos de palavra, além de favorecer a aquisição da base alfabética.
  11. 11. Assim, nesse sentido evidencia-se que a construção da linguagem oral e escrita por situações distintas e estimuladoras, a criança por meio do lúdico e interagindo com um adulto ou outra criança pode aprender brincando, favorecendo dessa maneira o desenvolvimento da linguagem oral e escrita com autonomia.
  12. 12.  REFERÊNCIAS BRASIL, Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. Volumes 2 e 3, Brasília: MEC/SEF, 1998 CRAIDY, C.; KAERCHER, G. E. (org.). Educação Infantil – pra que te quero? São Paulo: Artmed, 2001. DOURADO, Ione Collado Pacheco. PRANDINI, Regina Célia Almeida Rego. Henri Wallon: Psicologia e Educação. Disponível em:<http://www.anped.org.br/reunioes/24/T2071149960279.doc> Acesso em 10 de janeiro 2012. FERREIRO, Emilia Reflexões sobre Alfabetização. São Paulo: Cortez/Autores Associados, 1985. OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky: Aprendizado e desenvolvimento: um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 2008 PIAGET, Jean. Seis estudos de Psicologia. Rio de Janeiro: Forense, 1969. SOARES, Magda Becker. Aprender a escrever, ensinar a escrever: in: ZACCUR, Edwiges: A Magia da linguagem. Rio de Janeiro: DP&A Editora, 1999. VYGOTSKY, L. S. A Formação Social da Mente. São Paulo, Martins Fontes, 2009.

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