Por Que Vivermos JUNTOS?

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Pregação ministrada no Retiro de Férias 2015 da IBC - Igreja Batista Central de São João do Jaguaribe - Ce na Praia de Majorlândia, pelo Pr. Eid Marques em 24.07.2015.

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Por Que Vivermos JUNTOS?

  1. 1. POR QUE VIVERMOS JUNTOS?
  2. 2. 1. A IGREJA É MAIS DO QUE UMA INSTITUIÇÃOFORMAL A igreja é, ao mesmo tempo, “família de Deus” e “corpo de Cristo”. Efésios 2 19 Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos, e sois da família de Deus,
  3. 3. Romanos 12 4 Porque assim como num só corpo temos muitos membros, mas nem todos os membros têm a mesma função, 5 assim também nós, conquanto muitos, somos um só corpo em Cristo e membros uns dos outros,
  4. 4. Isso aponta para dois fatos importantes. Primeiro, apesar do cuidado legítimo com estruturas físicas e organizacionais, a igreja não pode ser identificada meramente com um prédio ou instituição.
  5. 5. Como grupo social organizado, ela possui personalidade jurídica, um patrimônio e lugar no qual se reúne para articular os serviços orientados pela Escritura. No entanto, todas essas coisas não são propriamente “a igreja”.
  6. 6. A palavra grega mais usada no Novo Testamento e traduzida por “igreja” significa, literalmente, uma assembleia convocada, um grupo de pessoas agregadas para adorar, testemunhar e servir.
  7. 7. Os cristãos se integram à igreja para servir no poder do Espírito Santo. A igreja cresce amadurecendo na sã doutrina, ao se esforçar pela unidade, seguindo a verdade em amor, com cada crente desempenhando seu serviço para o benefício dos demais.
  8. 8. 2. DEUS DERRAMA GRAÇA NA COMUNHÃO CRISTÃ A verdadeira igreja de Cristo possui três marcas inconfundíveis:
  9. 9. • Pregação e ensino fiéis das Escrituras. • Administração correta dos dons. • Exercício bíblico na comunhão.
  10. 10. Existem, no Novo Testamento, dezenas de mandamentos de reciprocidade. A expressão “uns aos outros” ocorre 53 vezes na versão Almeida Revista e Atualizada.
  11. 11. A intenção do Senhor é estabelecer uma comunidade de ministração mútua. Igreja, então, é uma família que se relaciona.
  12. 12. João 17 21 a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também sejam eles em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste. 22 Eu lhes tenho transmitido a glória que me tens dado, para que sejam um, como nós o somos; 23 eu neles, e tu em mim, a fim de que sejam aperfeiçoados na unidade, para que o mundo conheça que tu me enviaste e os amaste, como também amaste a mim.
  13. 13. Sobre a união dos irmãos, Deus ordena “a sua bênção e a vida para sempre” (Sl 133.3).
  14. 14. Assim sendo, a prática da mutualidade produz relacionamentos fraternos permeada pela graça de Deus, que inspira e capacita os cristãos a darem de si mesmos em favor uns dos outros.
  15. 15. Em outras palavras, os cristãos assumem responsabilidade pelo bem- estar mútuo, entendendo que precisam uns dos outros.
  16. 16. Gálatas 6 1 Irmãos, se alguém for surpreendido nalguma falta, vós, que sois espirituais, corrigi-o com espírito de brandura; e guarda-te para que não sejas também tentado. 2 Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo.
  17. 17. Hebreus 10 24 Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. 25 Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.
  18. 18. Hebreus 10 24 Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. 25 Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima.
  19. 19. A vida da igreja proporciona provisão para o atendimento das necessidades de seus membros e frequentadores.
  20. 20. 3. A IGREJA APOSTÓLICA REUNIA-SE EM GRUPOS PEQUENOS Pelo menos até o período em que os discípulos eram considerados um segmento do judaísmo, eles se reuniam no templo de Jerusalém e nas sinagogas (At 2:46; 3:1).
  21. 21. Depois os judeus perseguiram os crentes em Jesus, expulsando-os dos locais de adoração pública.
  22. 22. Os primeiros cristãos também se reuniam em residências. Mesmo antes das perseguições, eles alternavam entre as reuniões maiores e os grupos menores. (At. 2:42- 47).
  23. 23. 4.OCRESCIMENTO DA IGREJA EXIGEM PASTOREIO COMPARTILHADO O trabalho em pequenos grupos pode se beneficiar da prática de pastoreio registrada em Êxodo 18.13- 27.
  24. 24. Moisés não conseguia atender a todas as demandas de pastoreio dos israelitas. A multidão sob seus cuidados era enorme. A centralização do pastoreio esgotou tanto ele quanto o povo.
  25. 25. Sendo assim, Moisés dividiu o trabalho (Êx 18:21- 22). Isso permitiu que muito mais fosse feito com menos esforço.
  26. 26. O trabalho com pequenos grupos permite aos crentes amar, testemunhar e servir de forma diferenciada. Nos pequenos grupos, cada membro pode ser acompanhado ao mesmo tempo em que cuida de outros.
  27. 27. Os grupos pequenos podem contribuir para o desenvolvimento da maturidade cristã.
  28. 28. Os grupos pequenos resgatam a igreja simples. Eles permitem o entrelaçamento pessoal e a possibilidade de os membros se visitarem e aprofundarem a experiência de comunhão.
  29. 29. Participar desses grupos pode significar se encontrar com os irmãos, conhecê-los melhor, saber quais são suas alegrias e tristezas, enfim, manter acesa uma chama de amizade condizente com a proposta do evangelho.

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