Unisal americana - 20090618

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Unisal americana - 20090618

  1. 1. Aprendizagem nas Organizações: Gestão do Conhecimento e Gestão de Competências Eduardo O C Chaves
  2. 2. Questões a Serem Abordadas • A inter-relação de importantes conceitos da área da educação, como o próprio conceito de educação e os conceitos de aprendizagem e competência, tanto na escola como na empresa, em ONGs, no governo • O processo de desenvolvimento de competências • O desafio da gestão de competências • O papel da tecnologia no desenvolvimento e na gestão de competências
  3. 3. – I – Educação, Aprendizagem, e Competências
  4. 4. O Homem: Natureza e Cultura • Diferentemente de muitas outras espécies animais, o ser humano nasce incompetente, absolutamente dependente e incapaz de assumir responsabilidade • Mas ele nasce com uma enorme capacidade de aprender • Por isso, após sua “gestação biológica”, que dura nove meses no ventre da mãe, ele deve passar por uma “gestação cultural”, no seio da sociedade, que dura, digamos, a vida inteira
  5. 5. Educação e Aprendizagem • Esse a esse processo de “gestação cultural” que damos o nome de educação • A educação é, portanto, o processo cultural através do qual o ser humano se desenvolve • O desenvolvimento cultural do ser humano é bem diferente de seu desenvolvimento biológico e se dá através da aprendizagem • “Aprender é tornar-se capaz de fazer o que antes não se conseguia fazer” (Peter Senge)
  6. 6. A Natureza da Aprendizagem • Aprender, portanto, não é “absorver saberes” – é “construir saber-fazeres”, vale dizer: desenvolver competências • Nesse desenvolvimento estão envolvidos: • Habilidades (competências de menor escopo) • Saberes (informações) • Procedimentos • Valores • Atitudes
  7. 7. Competências • Mas o conceito básico, que ancora todos os demais, é o de competência • Competência: capacidade de mobilizar habilidades, informações, procedimentos, valores, atitudes, etc. para produzir conhecimentos teóricos ou práticos • Competência, portanto, é a capacidade de produzir conhecimentos • Assim, a chamada “gestão do conhecimento” é, na verdade, parte integrante do que chamo “gestão de competências” (e não vice-versa)
  8. 8. – II – O Desenvolvimento de Competências
  9. 9. O Processo • Competências não se desenvolvem através do ensino: um instruindo (falando), o outro ouvindo • Competências se desenvolvem na prática, pela observação, comunicação, interação, colaboração • O aprendizado de competências é ativo: aprende- se fazendo • Na escola, a melhor maneira de desenvolver competências é através da metodologia de projetos de aprendizagem, com a orientação de um mentor • Na empresa, é através de aprendizado “on the job”, “hands on”, com a orientação de um “coach”
  10. 10. Aprendizagem Colaborativa • Hoje se reconhece que a forma mais efetiva de aprendizagem não é passiva e solitária, mas, pelo contrário, é ativa e colaborativa • Na escola, a aprendizagem se dá através da participação em projetos coletivos de aprendizagem – ou pela discussão coletiva de projetos individuais • Na empresa, a aprendizagem se dá através do trabalho em equipe ou através de projetos de aprendizagem colaborativos
  11. 11. Paulo Freire • Ninguém aprende através do ensino de terceiros – por outro lado, tampouco alguém aprende por si só, sozinho • Aprendemos uns com os outros, na medida em que nos observamos, nos comunicamos, interagimos e colaboramos em atividades que significativas para nós, relacionadas ao viver neste mundo [Adaptação livre]
  12. 12. A Situação Atual • Se levarmos Paulo Freire a sério – e não há por que não fazê-lo – o currículo da maioria das escolas hoje e os diferentes programas de treinamento das empresas são um total desastre
  13. 13. Ambientes de Aprendizagem • Embora aprendamos uma enorme quantidade de coisas através de atividades que não foram planejadas como atividades de aprendizagem, a forma mais efetiva de aprendizagem envolve atividades planejadas para produzir a aprendizagem em ambientes especificamente estruturados para facilitar e otimizar a aprendizagem • Esses ambientes integram, hoje, situações formais e não-formais de aprendizagem, componentes presenciais e virtuais (mediados pela tecnologia)
  14. 14. – III – A Gestão de Competências
  15. 15. A Matriz de Competências • O primeiro passo é a criação de uma matriz que descreve as competência requeridas para, na escola, completar o curso, e, na empresa, vir a exercer, no nível desejado, a função que a pessoa deve exercer • Essa matriz deve também especificar, para cada competência, as habilidades, as informações, os valores e as atitudes envolvidos • Para cada competência devem ser especificados indicadores, critérios, conceitos, instrumentos que permitam a sua avaliação
  16. 16. O Perfil dos Aprendentes • O segundo passo na gestão de competências é a criação de uma base de dados que, inicialmente, vai conter as competências de um aluno ou empregado ao ingressar na escola ou na empresa (ou seja, o que eles já sabem fazer ao ingressar na escola ou na empresa), e que vai sendo com as competências desenvolvidas em serviço • A avaliação inicial permite definir um quadro das competências que o aluno ou o empregado ainda precisa desenvolver
  17. 17. Currículo Personalizado • O terceiro passo é a especificação das atividades que podem ajudar o aluno ou o empregado a desenvolver, num plano de curto, médio e longo prazo, as competências de que ele ainda carece para completar o curso ou para exercer, no nível desejado, a função que lhe cabe
  18. 18. Projetos de Aprendizagem • O quarto passo é o envolvimento dos alunos ou empregados naquelas atividades que irão ajudá- los a desenvolver as competências de que ainda carecem
  19. 19. Avaliação Permanente • O quinto passo envolve a avaliação constante e permanente do aluno ou do empregado para verificar em que medida está desenvolvendo as competências requeridas • Essa avaliação não se dará sem acompanhamento e monitoramento das atividades realizadas
  20. 20. – IV – O Papel da Tecnologia
  21. 21. O Papel da Tecnologia • Facilitar, no plano interno, a comunicação e a interação entre as pessoas – e, assim o trabalho e a aprendizagem colaborativa • Permitir a criação de um repositório interno de informações • Permitir o acesso a repositórios externos de informações • Facilitar a disponibilização de informações e a comunicação e interação com o público externo
  22. 22. A Tecnologia: O Essencial • O essencial, em relação à tecnologia, mais do que aprender a usá-la, é usá-la para aprender
  23. 23. Obrigado! eduardo@chaves.com.br http://chaves.com.br http://ec.spaces.live.com

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