__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág. 1Introdução à Informática1. Conceitos básicos ...
__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág. 2“PARA GOSTAR É PRECISO CONHECER!”Assim, todos...
__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág. 3”Letrado em computadores”um computador não te...
__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág. 4HUMANIDADE COMPUTADORESCRIATIVIDADE VELOCIDAD...
__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág. 5INFORMÁTICACiência do tratamento racional da ...
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__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.10Qualidade da informaçãoprecisacorrecta, verda...
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__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.13O computador é o resultado de acumulação deco...
__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.14Esquema Geral da Informáticao esquema geral d...
__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.15Nos Estados Unidos...1925 (100 anos depois da...
__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.16Na Alemanha...1934Konrad Zuze, engenheiro pro...
__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.17Em 1941 foi introduzido o Z3 que possuia, na ...
__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.18O Mark I efectuava somas e subtracções em doi...
__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.191943Na Universidade de Pensilvânia, J. Eckert...
__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.20J. Von Neuman, emigrante Húngaro nos EUA, sug...
__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.21Tipos de informáticaTipos deinformáticaQuanti...
__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.22Gerações de computadores1ª geração (1940-1958...
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__________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.33Supercomputadores- elevado custo- elevada pot...
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Introdução à Informatica

  1. 1. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág. 1Introdução à Informática1. Conceitos básicos de informática- o primado da informação;- a importância da informática;- dados, informação e o computador;- esquema geral da informática;- história do uso da informação e dos computadores- terminologia comum de informática- a arquitectura de um computador- suportes de informação- periféricos de computador- tipos de softwareObjectivos:- apresentação dos conceitos da informática;- apresentação dos conceitos associados ao computador;- apresentação da terminologia dos computadores;- discussão do impacto da informática.
  2. 2. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág. 2“PARA GOSTAR É PRECISO CONHECER!”Assim, todos os indivíduos com responsabilidades edevidamente educados para enfrentar a sociedade devemter conhecimentos em quatro áreas relacionadas com astecnologias de informação:- desenvolvimentos do processamento de dados einformação,- conceitos básicos de hardware e software (materiale lógica) e dos ambientes específicos que estesgeram,- impacto social resultante do uso de computadores,- modos de utilização dos computadores emdiferentes áreas do saber.
  3. 3. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág. 3”Letrado em computadores”um computador não tem capacidade dedecidir sozinhoum computador não tem opinião nem fazjuízos qualitativosembora ajude a encontrar respostas aperguntas, não pode dizer aos utilizadoresquais as perguntas que devem ser feitasmais importante que dominar o computador éconseguir tornar o computador útil pararesolver os nossos problemas!
  4. 4. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág. 4HUMANIDADE COMPUTADORESCRIATIVIDADE VELOCIDADEJUIZO DE VALORPRECISÃOINTUIÇÃO ATENÇÃO AOSPORMENORESCapacidadescomplementares,potencialmentesinergéticas
  5. 5. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág. 5INFORMÁTICACiência do tratamento racional da informação por via douso de máquinas automáticas.A informação é considerada como suporte dosconhecimentos humanos e da comunicação nos domíniostécnico, económico e social.Informação + Automática = InformáticaNeologismo criado por Philippe Dreyfus em 1962 com oobjectivo de designar as disciplinas que permitem otratamento automático de informação com a finalidade degarantir a sua preservação e comunicação.
  6. 6. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág. 6Quais as funções da informática ao lidar com ainformação?PROCESSARcruzar, tratar e manipular dados com o objectivo deobter mais informaçãoARMAZENARgarantir que os dados não se percam ou sejaminadvertidamente modificados. Quando searmazenam dados deve-se pensar em criarestruturas que permitam a sua futura recuperaçãoCOMUNICARtroca de dados entre diferentes computadores, comeventual transmissão através de redes locais e/ouglobais.
  7. 7. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág. 7INFORMÁTICAO que é?x uma necessidade para processamento de informação danossa sociedadex um instrumento que age como prolongamento do homem(tanto de forma individual como em equipa)O que era?x um mito, só alguns eleitos tinham acesso a máquinasmuito caras e complexasx representava o poder, pelo controlo de informaçãorápido e completo que permitia, possibilitando umamelhor capacidade de previsão e reacçãoO que será?x um electrodoméstico, uma máquina que se juntará aotelefone e ao automóvel e que será utilizada pelo“comum dos mortais” no seu dia-a-diax um potenciador da evolução humana pelo que permitenovos cálculos e realizações, novas ideias, tempo para anovidade, inovação e desenvolvimento
  8. 8. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág. 8DADOSitens básicos resultantes da realização de actividadesnormais (os dados mensuráveis ou qualificaveis podem sertratados automaticamente)e os dados qualitativos...mais dificeis de tratar pelos computadores; a exemplode uma opinião ou de uma ideiaINFORMAÇÃOestruturação de itens básicos (dados) num determinadocontexto e com uma determinada finalidadedados relacionados constituem informação...
  9. 9. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág. 9Quando é útil a informação?apenas quando é necessário realizar acções que aenvolvam,é necessário proceder ao seu registo, armazenando osdados que a compõem e as relações que devem serestabelecidas para obter informação.informação conteúdo a preservarcódigo formato de registo da informaçãosuporte meio de registo da informação
  10. 10. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.10Qualidade da informaçãoprecisacorrecta, verdadeiraoportunadisponível no local e momento (tempo) necessáriocompletaassegurada a presença dos diversos componentesque a constituemconcisade fácil manipulação
  11. 11. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.11assiste-se actualmente a um excesso de oferta deinformaçãocom base na tecnologia disponível, é possível ter acessoinstantâneo a mais informação do que aquela que seconsegue tratarexiste um alargado leque de informações disponíveis sobreos mais diversos temasé necessária a existencia de um agente da tecnologiavocaccionado para armazenar, classificar, qualificar,comparar, combinar e exibir informação a alta velocidade.esse agente é o COMPUTADOR
  12. 12. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.12COMPUTADORdispositivo eléctrico concebido para manipular símbolos -dados - com rapidez e precisão, que recebe dados deentrada e, de forma automática, os processa de modo aobter informação de saída, com base num conjuntodetalhado de instruções (que também constituem dados deentrada)Vantagens do computadoré rápidoresolve eficazmente tarefas rotineirastrabalha 24 horas por dianão se cansa ou perde concentraçãoé fiávelpossui grande capacidade de armazenamento
  13. 13. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.13O computador é o resultado de acumulação deconhecimento, de diversas ideias e experiências oriundasde diferentes épocas e de diferentes grupos de interesse.A palavra COMPUTADOR tem a sua origem do latimcomputare que significa “contar”, “calcular” ou “avaliar”.Em Inglês: ComputerEm Francês OrdinateurÉ com base no termo em Francês que, por vezes, sedesigna também computador por ordenador...
  14. 14. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.14Esquema Geral da Informáticao esquema geral de informática ilustra o contexto em queo computador é útil!x o computador realiza o processamentox existe uma entrada de dados - inputx existe uma saída de dados - outputx o processamento de dados é controlado através deum programaUm programa tem de conter, sem ambiguidades, todas asespecificações necessárias e suficientes, para orientarautomaticamente todo o trabalho do computador, naobtenção de resultados.1ª máxima dos computadores!“garbage in, garbage out...”EntradadedadosSaídadedadosProcessamentoDADOS INFORMAÇÃO
  15. 15. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.15Nos Estados Unidos...1925 (100 anos depois da 1ª máquina de Babbage)Desenvolvimento de uma máquina inteiramente mecânicapara efectuar grandes volumes de cálculo - MIT -Massachusetts Institute of Technology1935Melhoria da máquina anterior - MIT, V. Busch - obtendoum calculador mecânico (1942) capaz de efectuar em horae meia cálculos que um matemático apenas faria numasemana (destinava-se a compilar tabelas de tiro para aartilharia)
  16. 16. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.16Na Alemanha...1934Konrad Zuze, engenheiro projectista de aviões, concebeuuma máquina de somar para resolver os cálculosinerentes ao seu trabalho.1936Konrad Zuze dedica-se ao desenvolvimento de umamáquina de somar como actividade principal e em 1938concluiu o Z1, um calculador completamente mecânicocom uma unidade aritmética que utilizava o códigobinário. Em 1939 desenvolve um calculador de maiordesempenho graças ao uso de elementoselectromecânicos: os Relés.1940O Governo Alemão, para fins militares, patrocina ostrabalhos de Zuze e em 1941 estava pronto o Z2, umregulador-calculador electromecânico composto dealgumas partes mecânicas e de uma cadeia de 2600 relés,capaz de receber instruções mediante um programaperfurado em fita de papel.
  17. 17. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.17Em 1941 foi introduzido o Z3 que possuia, na época, umaespantosa velocidade de cálculo: três a quatro adiçõesnum segundo, uma multiplicação em 4 ou 5 segundos,conseguindo resolver as quatro operações aritméticas e decalcular a raiz quadrada de um número; estava iniciada aera dos calculadores electromecânicos.Nos Estados Unidos trabalhava-se no aperfeiçoamentodos protótipos dos primeiros calculadoreselectromecânicos e em 1944, a IBM e a Universidade deHarvard - H. Haiken - concluiam a construção de umverdadeiro computador: o Harvard Mark IO Mark I foi feito com as peças recuperadas de 78máquinas de calcular de mesa e adicionadores, assimcomo 3000 relés, era uma máquina digital que funcionavaem decimal.
  18. 18. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.18O Mark I efectuava somas e subtracções em dois décimosde segundo, multiplicações em quatro segundos e divisõesde dois números com vinte e três algarismos em dezsegundos.Possuia um programa memorizado para as operações decálculo e as instruções eram introduzidas através deperfurações em fita de papel e os dados eram colocadosem fichas perfuradas (comuns nas máquinasmecanográficas).O Mark I era capaz de efectuar as quatro operaçõesfundamentais e o cálculo de funções trignométricas,exponenciais e logarítmica, fornecendo os resultados naforma de fichas perfuradas ou imprimindo-asdirectamente em máquinas de escrever.
  19. 19. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.191943Na Universidade de Pensilvânia, J. Eckert e J. Nancklyiniciaram a construção de um computador de válvulas, degrande velocidade, para elaborar os dados necessários àconstrução de bombas atómicas. Concluído em 1946, oENIAC erá uma máquina de grandes proporções: pesavamais de 30 toneladas, tinha 18.000 válvulas (consumia aelectricidade necessária para uma pequena cidade),ocupava um edifício de dois andares, as instruções deoperação não eram armazenadas internamente eefectuava 500 multiplicações por segundo e 5.000 adiçõespor segundo.O ENIAC tinha muita memória e podia ser reprogramadopara diversas funções, mas exigia a mudança de inúmerasligações para o efeito; assim os esforços concentraram-sena busca de formas de programação mais fáceis eflexíveis.
  20. 20. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.20J. Von Neuman, emigrante Húngaro nos EUA, sugeriuque a memória do computador deveria ser desenvolvida demaneira a poder armazenar um programa na forma deinstruções codificadas.Em 1948 aparece o primeiro computador a funcionar comum programa armazenado: Manchester Mark I, emInglaterra. Esta máquina possuia 2,5 metros de altura por18 metros de comprimento.Com a introdução do programa memorizado, oscomputadores superaram a fase preliminar e assumiramas características principais conservadas e desenvolvidasaté aos nossos dias.
  21. 21. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.21Tipos de informáticaTipos deinformáticaQuantidadecálculosQuantidadedadosRecolhade dadosComplexidadedos dadosComplexidadeestruturados dadosInformáticade Gestão baixa elevada manual baixa elevadaInformáticaCientífica elevada baixasemsignificado elevada baixaInformáticaIndustrialmédia aelevadamédia aelevadaautomáticamédia aelevadamédiae aindaInformática MilitarInformática Médica(...)
  22. 22. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.22Gerações de computadores1ª geração (1940-1958)na sequência dos protótipos anterioresinicio de actividade de entidades com fins lucrativos1951 - 1º computador comercial: UNIVAC I,Sperry Rand (possuia 100 vezes a capacidade doENIAC, era dez vezes mais rápido e tinha umdécimo do seu tamanho). O seu componente básicoera a válvula electrónica.Válvula electrónica: componente que possui umaduração média de 800 a 1000 horas (numcomputador existiam entre 10.000 e 20.000).1953 - IBM 701 e em 1954, o IBM 650, queconstitui um grande exito com mais de 2000unidades vendidas em cinco anos.
  23. 23. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.232ª geração (1958-1964)1958 - utilização do transistor e dos núcleosmagnéticos (memória) para substituição de válvulase relés - uso de semicondutores.a vida útil média das válvulas (5.000 horas) éreduzida em relação à dos transistores; 90.000horas.os transistores permitiam a construção decomputadores mais rápidos e de menor dimensão.O IBM 7090 com 40.000 transistores e 1.200.000núcleos magnéticos ocupava uma superfície de40m2(o ENIAC 180 m2), tinha igualmente menorcusto e maior fiabilidade, permitindo já cerca de100.000 adições por segundo.
  24. 24. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.243ª geração (1964-1971)7 de Abril de 1964 - anuncio da IBM dolançamento da série 360 que introduz o circuitointegrado.os circuitos microminiaturizados são circuitosimpressos num suporte com dimensões de algunsmilimetros de lado. Um circuito deste tipo podiaconter vinte transistores, dezoito resistências e doiscondensadores ocupando um volume reduzido;50.000 circuitos cabem num dedal.este tipo de circuitos permitiu aumentar muito avelocidade de computação dos dados e passar demilionésimos de segundo para bilionésimos desegundo; um programa que exigia uma hora de umcomputador de 1951 era agora concluído em 3 ou 4segundos.exemplos de máquinas desta geração são o IBM1130, IBM 360, CDC 6000/7000, UNIVAC 9000 eUNIVAC 1000/1100, introduzindo uma politica decompatibilidade entre diferentes modelos da mesmamarca e o conceito de um computador diferentepara um tipo de cliente diferente.
  25. 25. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.254ª geração (1971-1987)os valores de integração de circuitos sofreramgrandes incrementos, com crescimentos de 1.000vezes mais a cada 10 anos!um dos resultados desta tecnologia do “microship”,foi o aparecimento do microcomputador,estimulado pelo aparecimento do microprocessador“processor-on-a-chip”foram sendo introduzidas várias escalas deintegração, definidas pelo número de circuitos quese podem colocar num único chip.1970 - LSI, Large Scale Integration1975 - VLSI, Very Large Scale Integration1980 - ULSI, Ultra Large Scale Integration
  26. 26. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.265ª geração (1987-????)constituida pelo uso de novas tecnologias,nomeadamente o recurso a dispositivos ópticos, àstelecomunicações e ao aumento de processamentoparalelo.maior riqueza de formatos, maiores capacidadesdos computadores, aumento de capacidade dearmazenamento e vulgarização do processamentodistribuído.com o crescente recursos a comunicações assiste-seà tendência de sobreposição dos computadores comos dispositivos de comunicações.recurso crescente à inter-operacionalidade euniversabilidade de operação de sistemas decomputadores e à normalização
  27. 27. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.27Gerações de ComputadoresGeraçãoComponenteelectrónico Vantagens Desvantagens1ª geração1940-1958 válvulaselectrónicas- únicos componenteselectrónicos disponíveis- grande dimensão- produzem muito calor- pouco fiáveis- necessitam de arcondicionado2ª geração1958-1964 transistores- menor dimensão- produzem menos calor- mais fiáveis- mais rápidos- ainda necessitam deconstante manutenção- necessitam de arcondicionado3ª geração1964-1971 circuitosintegrados- ainda menor dimensão- menor produção de calor- menor consumo deenergia- aumento de fiabilidade- ainda mais rápidos- inicialmente commuitos problemas defabrico4ª geração1971-1987 circuitosintegradoslarga escala- não é necessário arcondicionado- conservação mínima- alta densidade decomponentes- diminuição de custo- existem aindacomputadores commenos potência emrelação a computadoresde outras gerações5ª geração1987-???? transdutorescircuitos emparalelo- maior densidade decomponentes de sempre- reduzido tamanho- auto-regeneração- grande fiabilidade evelocidade- multiprocessamento- maior complexidade- ainda muito carosa evolução é cada vez maior e também mais dificilestabelecer novas gerações de computadores...
  28. 28. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.28O COMPUTADOR=> conjunto de componentes electrónicos quepermite a transformação dos dados de entrada eminformação de saída e cuja transformação écontrolada através de intervenção humana.Características do computadorsistema electrónicoé rápido e é precisoé fiávelpermite a manipulação de símbolos ou dadosarmazena grandes volumes de dadospossui elevada velocidade de processamentoproduz resultados com base num programaarmazenado em memória
  29. 29. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.29Sistema de computadorconjunto de elementos que constituem ocomputador:inclui o teclado, o rato (entrada de dados), oCPU (processamento), os drives de disketes e odisco duro (armazenamento de dados), o monitor ea impressora (saída de dados) além de um conjuntoalargado de outros dispositivos que sãodenominados periféricosa parte física de um sistema de computador édesignada por HARDWAREa parte lógica que torna útil o sistema decomputador é designada por SOFTWAREnão é possível conceber um sistema de computador semhardware, e este, por sua vez é inútil sem o software, quepermite executar as tarefa, através de diversos programas
  30. 30. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.30Tipos de computadoresclassificação segundo o tipo de dadosprocessados...x computadores analógicosnão calculam directamente números, masutilizam variáveis que são medidas numaescala contínua (exemplo temperatura numasala, velocidade de um automóvel)variável contínua -» toma uma infinidade devaloresx computadores digitaistrabalho directo com números ou digitos querepresentam quantidades, letras ou outrossímbolos especiaisvariável digital -» restringida a um conjuntode valores
  31. 31. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.31x computadores híbridoscombinam o digital com o analógico,possibilitando a utilização de dados discretos econtínuos (exemplo: sistema de cuidadosintensivos num hospital).=> os computadores actuais são digitaisExiste ainda uma classificação quanto àfinalidade do computador...de uso específico: quando se destinam arealizar uma tarefa bem definida (exemplo:sistema de apoio à navegação, centraltelefónica)de uso geral: são os computadores normais,destinam-se a serem utilizados por adaptaçãoa um dados objectivo através de um programa
  32. 32. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.32Classificação de computadores- cada vez mais dificil classificar um computador...- tendência de aumento de desempenho (potencia)- tendência de diminuição de custo- grande inter-penetração de diferentesequipamentos- coexistencia de diferentes tecnologias e datas deintrodução dos computadoresPotência enumero deutilizadoresCustoMicrocomputadoresMinicomputadoresMédio porte“Mainframes”Supercomputadores
  33. 33. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.33Supercomputadores- elevado custo- elevada potencia- destinam-se a servir um elevado numero de utilizadores eorganizações- justificam-se com a necessidade de interligar diferentessistemas e para fins muito específicos (investigação, usomilitar, meteorologia,...)Médio porte (mainframes)- grande custo- grande potencia- úteis para organizações de grande dimensão, ministérios,bancos e grupos empresariaisMinicomputadores- de custo médio- possuem ainda grande potência- úteis para múltiplas aplicações, designados porcomputadores departamentais- máquinas versáteis para empresas médias e universidadesMicrocomputadores- baixo custo- grande flexibilidade de operação- utilizados como ferramenta de produtividade pessoal, parapequenas empresas e como interface para equipamentos demaior dimensão- existem diversas classes designadas por: estações detrabalho, computadores pessoais, portáteis, computadoresdomésticos, ...
  34. 34. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.34Porque é tão rápido o computador?MIPS -» milhões de instruções por segundoMFLOPS -» milhões de instruções de vírgulaflutoante por segundoum indicador da velocidade do computador é afrequência do relógio que lhe está associado...PeriodoFracção desegundoFrequênciaassociadaInterpretaçãoMilisegundomsmilésimo(1/1000)1KHzum automóvel que anda auma velocidade de cerca de153 Km/h, move-se a menosde 50 mm num milisegundoMicrosegundoPsmilionésimo(1/1000000)1MHzuma nave espacial a viajarpara a lua a uma velocidadede 160.930 Km/h percorremenos de 50 mm nummicrosegundoNanosegundoKsbilionésimo(1/1000000000)1000 MHz1GHzhá tantos nanosegundos numsegundo como segundos numanoPicosegundoUstrilionésimo(1/1000000000000)1000GHz1THzum picosegundo é para umsegundo o que um segundo épara 31.710 anos
  35. 35. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.35Como é representada a informação nocomputador?utilizando a electricidade como portador de dadosmas como? (um pouco de história...)desde sempre o homem teve necessidade de calculargrandezas e, para isso, desenvolveu o conceito denúmero e de contagemvárias civilizações desenvolveram os seus própriossistemas de numeração:- os Maias utilizavam um sistema de base 20,com unidades de 1 a 19;- os Babilónios utilizavam o sistemasexagesimal- os Árabes introduziram na Europa o sistemadecimal, que tal como os anteriores é umsistema posicional, com 10 algarismosdiferentes, com o valor ZERO (desconhecidodos restantes sistemas referidos)
  36. 36. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.36Sistemas de numeraçãoforma de representação de quantidades usandouma série de símboloso símbolo zero representa a ausência daunidadeo número de símbolos representa a sua basea diferença entre dois símbolos consecutivosrepresenta a unidadea quantidade é o resultado da representaçãopor um numero da quantidade física deunidades correspondenteem qualquer sistema de numeração existemdois conceitos básicos:- posição do símbolo: atribuição a umsímbolo de um valor que depende:do valor absoluto do símboloda posição do símbolo no numero- o símbolo zero
  37. 37. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.37Leibnitz (séc XVIII) introduz a numeraçãobinária que utiliza dois símbolos (0 e 1) e porisso trata-se de um sistema de base 2.Boole (séc XIX) estuda a simbologia dopensamento humano, emprestando-lhe umsentido determinista, introduzindo a lógicabinária com uma algebra própria.o sistema binário é o modo de codificaçãoutilizado no funcionamento interno docomputador, devido à sua simplicidade efacilidade como pode ser representado pelapassagem ou não de eléctricidade (situaçãoequivalente à de um interruptor).num circuito digital os níveis de tensão estãolimitados a dois, cada um correspondente a umestado binário:Estado Tensão0 0 volts1 5 volts
  38. 38. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.38O sistema de numeração bináriosímbolos: 0, 1base: doisexemplo:10(10)= 1010(2)conversão binário para decimal1x23+0x22+1x21+0x201x8+0x4+1x2+0x18+0+2+010conversão decimal para binário13(10)=?13(10)=1101(2)Decimal(base 10)Binário(base 2)0 00001 00012 00103 00114 01005 01016 01107 01118 10009 100110 101011 101112 110013 21 6 20 3 21 1
  39. 39. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.39O estado binário referido anteriormente (valor0 ou valor 1) designa-se por digito binário ou,abreviadamente por bitUm agrupamento de 8 bits permite arepresentação de 256, 28, sequênciasdiferentes de 00000000(2), representando ovalor 0(10), até 11111111(2) representanto ovalor 255(10).Um grupo de 8 bits é designado por BYTE ouOcteto (origem Francesa).Um outro termo é também utilizado paradesignar a associação de 2,4, 8 BYTES -WORD, caso se trata de máqinas de 16, 32,64 bits, respectivamente.
  40. 40. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.40Os dados e os programas são armazenados nocomputador, na sua memória.Como a sua representação é feita porcodificação em binário, a capacidade damemória é medida em bytes.São frequentemente usados os seguintesmultiplos:8 bits = 1 byte1 KB = 1024 bytes(Kilo) = 210bytes1 MB = 1Kbyte x 1Kbyte(Mega) = 1.048.576 bytes1 GB = 1Kbyte x 1Mbyte(Giga) = 1.073.741.824 bytes1 TB = 1Kbyte x 1Gbyte(Tera) = 1 trilião de bytes
  41. 41. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.41A representação de símbolos no computador, alémdos próprios números, é conseguida associandosequências de bits a cada caracter particular.Assim, por imperativos de diálogo entre diferentescomputadores, foi definido um código utilizado porum conjunto alargado de fabricantes e que é umanorma universalmente aceite para computadorespessoais.A sua designação é código ASCII - “americanstandard code for information interchange”; normaamericana de codificação para troca de informação.O código ASCII define uma tabela de equivalênciaentre um byte (8 bits) e um símbolo (caracteresalfabéticos, maiusculas e minisculas, algarismos,caracteres especiais, símbolos gráficos, de controlode computador, letras gregas e caracteres deacentuação).O código ASCII serve como base de armazenamentoe manipulação de informação entre computadores ecom impressoras e sistemas de registo de dados, taiscomo as disketes
  42. 42. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.42Como funciona o computador?o computador possui um conjunto de componentesque possibilitam o tratamento de dados e a formacomo se relacionam é designada por arquitecturado computador.o seu componente central é a unidade central deprocessamento ou processador (CPU, do Inglês,“central processing unit”).um processador reconhece um conjunto básico deinstruções, que recolhe da memória e executa.o tempo que cada instrução demora a serdescodificada e executada é medido em ciclos derelógio do sistema.o relógio (clock) produz um sinal de frequência bemdefinida e constante que serve de “marcação deritmo” para o processador. A frequência é igual aoinverso da duração do ciclo f=1/T.
  43. 43. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.43o tamanho da palavra (word) define também onúmero de digitos binários que o processador podetratar de uma só vez, sem recurso à programação.os registos do processador são zonas de memóriaprivilegiadas para operações aritméticas, lógicas eoutras, aumento a velocidade de processamento.os barramentos (bus) constituem os caminhos poronde a informação circula entre os diversoscomponentes do processador e entre este e ocomputador (memória e periféricos).existem três barramentos: dados, endereços econtrolo (sinais que permitem sincronizar econtrolar as operações de transferência deinformação).a velocidade do processador é função do ciclo dorelógio (frequência), pelo número de ciclos deespera (wait states) e pela largura dos barramentos(8, 16, 32, 64, ...).
  44. 44. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.44o hardware é responsável por quatro funçõesprincipais:entrada de dados (input), comunicaçãohomem-máquina, aceitando os dados e osprogramas a serem processadosprocessador (CPU), circuitos eléctricos quemanipulam os dados para obter informação,com base em programas introduzidos; amemória associada serve de localizaçãotemporária para dados e programas.saída de dados (output), dispositivos quepermitem a visualização e obtenção dainformação produzida.armazenamento (memória secundária),unidades que permitem guardar dados einformação para reutilização e transporte.
  45. 45. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.45Esquema de um processadorFluxo de controloFluxo de dadosFluxo de endereçosCPUunidade de controlounidade aritmética e lógicaregistosENTRADA DE DADOS SAÍDA DE DADOSMemória
  46. 46. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.46O processador é composto por:unidade de controlo- interpreta as instruções armazenadas;- dá comandos a todos os elementos do sistema.unidade aritmética e lógica- executa operações aritméticas (cálculos);- executa operações lógicas (testes e decisão).registos- memórias de elevada velocidade, dearmazenamento temporário (elevado custo);- existem na unidade de controlo e na unidadearitmética e lógica;- os registos são designados conforme o seu uso eentre estes existem o acumulador, dearmazenamento, de endereço, de uso geral e dearitmética e lógica.
  47. 47. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.47A memória contém dados, programas e osresultados (intermédios e finais) do processamentoA memória é uma componente essencial para ofuncionamento de um sistema de computadorA memória pode ser dividida em dois tipos:memória principal- de grande velocidade- “próxima” do processador- utilizada para armazenar os resultadosintermédios, os dados e os programas a processar- nenhum programa pode ser executado nemnenhuns dados podem ser processados sem primeiroserem carragados em memóriamemória secundária (de massa)- está mais distante do processador- é persistente, isto é, mantêm o seu conteúdo, mesmoquando se desliga o computador- possui enorme capacidade em comparação com amemória principal- utilizada para registo e armazenamentopermanente de dados e programas que poderão serúteis no futuro
  48. 48. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.48a memória é composta por um número finito deposiçõescada uma das posições existentes éreferênciada por um endereçoum dado endereço (que indica uma posição dememória) permite o acesso ao seu conteúdoque é designado por valoré possível efectuar duas operações distintascom a memória (quer principal quersecundária)leitura dos dadosoperação em que é efectuada uma cópiado conteúdo da posição de memória,permanecendo a posição originalinalteradaescrita de dadosoperação de atribuição de um novoconteúdo a uma posição de memóriaeliminando o seu valor original.
  49. 49. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.49actualmente as memórias são implementadaspor circuitos integradosnem toda a memória principal apresenta asmesmas características...- parte é volátil, isto é, quando se desliga ocomputador os valores que a memória contém sãoperdidosé possivel distinguir assim uma memória que évolátil, designada por memória RAM -“random access memory”, memória de acessoaleatório que permite as operações de leitura eescrita de dados.
  50. 50. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.50a memória ROM - “read only memory” sópermite operações de leitura e não é volátil. Oseu conteúdo é definido na fase de fabrico enão pode ser alterado posteriormente.a memória PROM - “programmable readonly memory” pode ser programada (escritas)uma só vez após o que apenas pode ser lida.a memória EPROM - “erasable ROM” podeser reprogramada várias vezes, é apagada porraios ultravioletas.a memória EEROM - “electrically erasableROM” pode ser lida, apagada e de novoescrita , sem ser retirada do computador.
  51. 51. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.51Periféricosos periféricos constituem os dispositivos deentrada e saída de dados dos computadores;permitem a comunicação entre o computador eo homema transferência de informação entre ocomputador e os periféricos é feita através deportasem geral um computador possui múltiplasportas, que o permitem interligar com váriosperiféricos (monitor, teclado, rato, impressora,etc.)
  52. 52. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.52existem dois tipos de portas quanto à formacomo a transferência de informação pode serrealizada:porta sériea informação é decomposta em pequenasunidades (bits) que passam pela porta, bita bit, em sequência ordenadaporta paralelaa informação é encaminhada de modo aiseficiente, uma vez que não hádecomposição da unidade de informação,pois os bits passam pela porta emsimultâneo
  53. 53. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.53Os periféricos podem ser divididos conforme osentido de comunicação, tomando como referencial oprocessador:- periféricos de entrada de dadostecladoratodigitalizador de imagem (scanner)caneta óptica (lightpen)ecran táctilcâmara de vídeoleitor ópticomicrofonecd-rommesas digitalizadoras (tablets)joystickterminal de computador- periféricos de saída de dadosmonitorimpressoraaltifalantetraçador gráfico (plotter)videogravadormicrofilme (COM)- periféricos de entrada e saída de dadosdisco magnéticodrives de disketesbanda magnéticacartão magnéticodisco ópticocassetes de vídeocassetes de audio
  54. 54. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.54O teclado do computadoro teclado é o interface mais comum dos computadoresé possível subdividir o teclado por grupos de teclas comfunções distintas:1. teclas alfanuméricas (entrada de textos, números esímbolos): teclas de números (0 a 9), teclas de símbolos (!,#, $, %, &, /,...), pontuação ( . , ; : - ...), teclas alfebéticas (Aa Z, a a z e espaço) e teclas de controlo do sistema (ctrl, alt,esc, shif, ...)2. teclas de função: permitem a definição, por programa, detarefas específicas. O número de teclas de função variaentre 10 e 24.3. teclas de cursor: permitem o controlo do cursos nasquatro direcções possíveis4. teclas de navegação: permitem o controlo de visualizaçãode informação no ecran: são normalmente seis teclas(insert, delete, home, end, pageup, pagedown)5. teclado numérico: possui as operações básicas, osnúmeros e uma segunda tecla de execução (enter). Destina-se a permitir a entrada rápida de dados numericos. Com atecla numlock é possível activar/desactivar as teclas 8, 4, 6e 2 como teclas de cursor.6. área de informação: constituida por três sinaisluminosos que indicam o teclado numerico activo (numlock), maiusculas activas (caps lock) e deslocação verticalbloqueada (scroll lock)existem diversos teclados com diferente numero de teclas ediferentes disposições, com o objectivo de dar suporte adiferentes linguagens (países) e funcionalidades tanto deriqueza de operação como ergonomia
  55. 55. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.55O monitor do computadoro monitor constitui a forma mais comum de saída dedados do computador; existem monitores com uma só cor- monocromaticos - e os que suportam o uso de cor -policromáticosos monitores também se distinguem pela dimensão da áreade visualização (9”, 11”, 14”,15”, 17”, 19” e 21” são osmais usuais para microcomputadores)existem dois modos de utilização do ecran: modo texto, emque os símbolos afixados são os constantes na tabelaASCII e o modo gráfico, utilizado para representação deimagens e gráficosa resolução da imagem define a quantidade de informaçãoque pode ser representada e é constituida por uma grelhade linhas por colunas em que, cada posição, representaum caracter em modo texto (24x80) e um elemento deimagem - pixel - “picture element” em modo gráficoas resoluções mais comuns são objecto de normalizaçãopelo que é possível, entre outras, distinguir as seguintes:- hércules: resolução de 720x350, monocromático- CGA - “color graphics adapter”: gama de 16 cores,320x200 com 4 cores e 640x200 com 2 cores- EGA - “enhanced graphics adapter”: gama de 64 cores e640x350 com 16 cores- VGA - “video graphics adapter”: gama de 262144 corescom uma resolução 360x480 com 256 cores e 640x480 com16 cores- SVGA - “super VGA”: gama de 256 cores, 800x600 com16 cores- XVGA - “extended graphics array”: com uma resoluçãode 1024x768 com 256 coresA impressora do computador
  56. 56. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.56as impressoras são dispositivos de saída de dados quepermitem a passagem de informação do formato digitalpara um formato entendível pelo homem e num suporteque lhe é natural: o papelexistem múltiplos tipos de impressoras que se podemdistinguir tanto pela sua forma de impressão deinformação como pela tecnologia que utilizamé possível definir um conjunto de critérios que permitediferenciar e avaliar os diversos tipos existentes:- velocidade de impressão: quantidade de informaçãoimpressa por unidade de tempo, cps (caracteres porsegundo), lpm (linhas por minutos) e ppm (páginas porminuto)- definição de impressão: precisão com que o caracter édesenhado pela impressora, medida em dpi (“dots perinch”, pontos por polegada)- capacidades gráficas: possibilidade de impressão degráficos e imagens- capacidade de cor: possibilidade de impressão com cor- nível de ruído: valor de ruído que a impressora produz emtrabalho e em repouso, medido em décibeis - db- tipos de papel suportado: possibilidade de impressão emdiferentes tipos de papel. Relaciona-se com o peso do papel,a sua espessura e a sua textura- área de impressão: área útil de impressão que odispositivo pode realizar (tipicamente A4, A3 e A0)
  57. 57. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.57Tipos de impressorasas impressoras podem ser classificadas segundo a formade impressão da informação:-se se tratar de uma impressão caracter a caracter,designam-se por impressoras de caracter- se efectuarem a impressão linha a linha, designam-se por impressoras de linha- se efectuarem a impressão página a página,designam-se por impressoras de páginaoutro tipo de classificação é dada pela forma de contactoentre a impressora e o suporte de escrita; existem assimimpressoras que actuam por pressão mecânica directasobre o suporte - impressoras de impacto e aquelas queactuam sem pressão mecânica sobre o suporte -impressoras sem impactouma terceira e última classificação de impressoras éobtida pela tecnologia adoptada para operação. Tem-seassim impressoras de esfera, de margarida, de agulhas, debanda, de tambor, térmicas, de jacto de tinta e laser
  58. 58. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.58impressora de esfera- de impacto- impressão caracter a caracteros caracteres estão distribuídos sobre a superfície de umaesfera metálica que, posicionada, bate numa fita à frentedo papel, realizando a impressãovantagensboa qualidade de impressãodesvantagensvelocidade de impressão reduzida (15 cps)produz muito ruídoimpressora de margarida- de impacto- impressão caracter a caracterrealiza a impressão através de um mecanismo amovívelque possui um conjunto de caracteres dispostos numcirculo em que cada pétala tem gravado um símbolo (daí onome de margarida). Para imprimir a roda é posicionadade forma a que o caracter pretendido fique de frente paraa àrea do papel em que irá ser produzidovantagensboa qualidade de impressãopossibilidade de trocar o tipo de símbolosutilizados; - fontesdesvantagensproduz muito ruídovelocidade de impressão baixa (40 a 80 cps)número limitado de caracteres (cerca de 100)
  59. 59. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.59impressora de agulhas (matriz de pontos)- de impacto- impressão caracter a caracterestas impressoras formam o caracter progressivamenteatravés da sua representação com base em associações depontos realizados sobre o suporte por impacto de agulhas.Assim a cabeça de impressão é constituída por umconjunto de agulhas que podem ou não ser activadas edessa forma constituem os caracteres e gráficos aapresentar; a matriz de pontos é constituida por 7x5, 9x7,7x7, ...vantagens- flexibilidade na construção de fontes de letras- boa qualidade de impressão- impressão de caracteres e gráficos- velocidade de impressão rápida (120 a 260 cps)desvantagens- produz muito ruído- velocidade e qualidade menores em relação aoutros tipos de impressoras- a fiablidade dos modelos de maior qualidade éreduzida
  60. 60. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.60impressora de banda- de impacto- impressão linha a linhaos caracteres estão gravados sobre uma fita de aço quegira a grande velocidade. Aproveitando a grandevelocidade de revolução a impressão é realizada linha alinha. Os 132 martelos que se encontram fixos sãoaccionados, fazendo embater o papel e a fita contra oscaracteres em relevo na fita de aço, logo que o caracterpretendido esteja em frente ao martelovantagens- boa qualidade de impressão- elevada velocidade de impressão (300 a 1200 lpm)desvantagens- produz muito ruídoimpressora de tambor- de impacto- impressão linha a linhaé usado um tambor cilíndrico em que cada conjunto decaracteres se repete 132 vezes em torno do eixo. Atrás dopapel encontram-se dispostos os 132 martelos queaccionados selectivamente, fazem embater o papel e a fitano tambor quanto o caracter estiver em posiçãovantagens- velocidade de impressão (200 a 900 lpm)desvantagens- produz muito ruído- pelo impacto produzido, marca o papel
  61. 61. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.61impressora térmica- sem impacto- impressão caracter a caracterusa um processo de escurecimento de determinadas zonasdo papel (correspondentes à definição do caracter), comuma composição química especial, por acção daproximidade de uma fonte de calorvantagens- quase não produz ruído- boa qualidade de impressão- baixo custo e dimensão da impressoradesvantagens- usa papel caro- a impressão desaparece com o tempo- impressão muito lentaimpressora jacto de tinta- sem impacto- impressão caracter a caracterusa um sistema semelhante ao das impressora matriciais,mas em vez de agulhas, utiliza um jacto de tintavantagens- optima qualidade de impressão- quase não produz ruído- suporta o uso de cordesvantagens- velocidade de impressão baixa- custo da tinta- necessidade de uso de papel especial para maiorqualidade
  62. 62. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.62impressora laser- sem impacto- impressão página a páginao elemento de impressão é um laser de baixa potência. Oscaracteres são traçados electricamente sobre o tambor(revelador), ao girar. O tambor recebe a aplicação deuma tinta pulverizada (“toner”) que adere somente àspartes expostas ao raio laser. Essa tinta é transferida parao papel, produzindo a impressão dos caracteresvantagens- grande velocidade de impressão (4 a 12 ppm)- grande qualidade de impressão (300 a1200dpi)- uso simultâneo de múltiplas fontes de letras- suporte de impressão de gráficos e imagem- uso dos suportes iguais ao da fotocopiadoradesvantagens- custo de aquisição da impressora- suporte de cor só em equipamento de alto degama
  63. 63. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.63Suportes de informaçãoo computador processa os dados para obter informação.Para que a informação possa ser tratada e armazenada énecessário o uso de suportes físicos (que permitemtambém garantir à informação uma existência real)existem dois tipos distintos de suportes de informaçãoquanto à percepção que permitem do registo deinformação:- formato de computador, a utilizar pelo computadore não entendível pelo ser humano. Este formatopossui dois subgrupos;o formato electrónico, em que a codificação é embinário e,o formato não electrónico em que a codificação éalternativa ao código binário- formato humano, em que o registo de informação éentendível directamente pelo ser humano
  64. 64. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.64é possível distinguir quatro grupos distintos de suportes deinformação:-» papel- virgem- perfuradocartãofita- estampadocaracteres ópticoscódigo de barras-» magnético- banda magnética- discos magnéticosflexívelduros (fixo e amovível)- registo magnéticocaracteres magnéticoscartões magnéticos-» óptico- CD-ROM (só de leitura)- WORM (só 1 escrita, muitas leituras)- MO (regraváveis)-» microforma- microponto- microficha- microfilme
  65. 65. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.65Papelpapel virgem, em formato humano: papel normal defolhas soltas ou papel continuo de arrasto (paraimpressora)por vezes utiliza-se papel contínuo pré-impresso comlogotipo e formulários; neste caso designa-se porformulários em contínuoo papel pode ser opaco (folhas de papel normal) outransparente, como é o caso dos acetatoso papel perfurado possui duas variantes: cartão perfuradoe fita perfurada, neste caso, a informação encontra-senum formato perceptivel ao computador e não electrónico.A codificação da informação é conseguida pela colocaçãodos orifícios no suporteo papel perfurado é uma das formas de registo deinformação mais antigas usadas pelos computadores eencontra-se actualmente absoleto. Os orifícios sãorectangularesa fita perfurada é semelhante ao cartão, mas os orifíciossão circulares. O material é um papel forte, enrolado embobines de comprimento entre os 250 a 300 metros
  66. 66. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.66Magnéticoo registo de informação em suportes magnéticas ébaseado nas propriedades magnéticas de certos materiaisque permitem a alteração da polaridade das suasparticulas por influência de um campo magnético externoos suportes magnéticos são utilizados para registo deinformação em formato do computador e num formatoelectrónico que garante grande velocidade de escrita eleitura com um leque alargado de funcionalidades quetornam este tipo de suporte, d os mais divulgadosos suportes magnéticos- facilitam a escrita de dados de forma automática- facilitam a recuperação de dados automática- facilitam o transporte de dados- constituem uma optima solução custo/desempenhopara registo de informação
  67. 67. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.67banda magnéticaa banda magnética é constituida por uma fita plásticacontínua, com uma das superficies coberta de materialmagnetizável. Os dados são registados sequencialmente, oque implica sempre um acesso sequencial a esses dadosa fita é dividida ao longo do seu comprimento em canais(trilhas) e verticalmente por colunas, em que cada colunacorresponte a um caracter. Os dados são armazenados aolongo da banda numa determinada densidade degravação, medida em “bytes per inch” - bpi.os dados são lidos e escritos na banda em blocos. Umregisto físico é um grupo contínuo de caracteres nãorelacionados entre sí e constitui uma unidade deassociação de informação na banda.Reg 1 Reg 2 Reg 3 Reg 4 Reg 5 Reg 6BlocoFactor de blocagem = 6a informação é agrupada em registos lógicos queconstituem um agrupamento de caracteres que possuemum contexto comum. O factor de blocagem é o número deregistos lógicos que estão contidos dentro de um registofísico - blocono registo de dados nas bandas existem "gaps" entreblocos - “inter block gap”. A capacidade útil dearmazenamento é função dos seguintes três factores:tamanho da banda, densidade de gravação e número degaps.
  68. 68. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.68banda magnéticavantagensx comprimento ilimitado de registos (os arquivosorganizados sequencialmente podem ser tãograndes quanto o comprimento da bando opermitirx alta densidade de gravação de dadosx baixo custo de armazenamento de dadosx fácil manuseamento do suportex elevada velocidade de transferênciax muito utilizados para realizar cópias de segurançax muito utilizados para transporte e transferência dequantidades elevadas de dadosdesvantagensx impossibilidade de acesso directo aos registos(toda a fita é lida para processar e actualizar osregistosx formato de computador, não perceptivel pelo serhumanox problemas de ambiente tais como pó, humidade,exposição ao calor e a campos magnéticos podemprovocar erros na leitura e mesmo danificar oregisto dos dados
  69. 69. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.69Discos magnéticosos dados são armazenados nas faces dos discosmagnéticos, numa ou mais pistas, com uma determinadacapacidade de armazenamento medida em bytes dispostosao longo de pistas e com uma densidade de gravação dadapor pistas por polegada - tpi (“tracks per inch”).ao conjunto das diversas pistas dispostas nas facesdisponiveis do disco, igualmente afastadas do centro dapilha de discos, dá-se o nome de cilindro.estes dispositivos permitem ficheiros (conjunto de registoslógicos correlacionados) com organização sequencial,directa ou indexada.capacidade de armazenamento é função do número deelementos que constituem o disco:- faces utilizáveis; quantidade de superficies que odisco magnético possui- total de pistas; número de bandas de gravaçãodispostas em circulos concêntricos em cada uma dassuperficies do disco- sectores; divisão das pistas em áreas de modo aque a informação exista numa dada pistaposicionado no n-ésimo sector- cilindros; agrupamento de sectores similares masde faces diferentes (também designado por“clusters”)e de:- capacidade por pista;
  70. 70. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.70discos magnéticosx tempo de processamento- tempo de busca “seek time”: tempo que o discogasta a posicionar a cabeça de leitura/escrita nocilindro apropriado;- atraso de rotação “rotacional delay”: temponecessário para posicionar a cabeça no registo emcausa (não inclui o tempo de leitura/escrita, entre 35a 60 ms). Este atraso também pode ser designadopor tempo de rotação“latency time”: periodo quedemora a iniciar a operação de leitura devido àconstante rotação do disco (tempo típico na ordemdos 0.01 seg)- velocidade de transferência ou taxa detransferência “data rate time”: velocidade a que osdados são lidos do disco para a memória docomputador (valores em número de bytes porsegundo)x Determinar o tempo necessário para ler um determinadonúmero de registos com um dado tamanho:Tempo de acesso “access time”ta = skt + (rd * nr) + (drt * nr*cr)ta -» tempo de acesso “access time”skt -» tempo de busca “seek time”rd -» tempo de rotação “rotational delay”drt -» taxa de transferência “data rate time”nr -» número de registoscr -» tamanho dos registos (em bytes)
  71. 71. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.71discos magnéticoso tempo de acesso é uma característica importante emconjunção com este valor deve ser medido o tempo detransferência dos dados para a memória principal (RAM),que é denominada por velocidade ou taxa detransferênciaentre o computador e o dispositivo existe o controlador dedisco, que tem um papel importante como intermediárioentre os pedidos do computador e o controlo do disco, istoé, separa o nível lógico do nível físicoo computador preocupa-se com dados e o controladorcom a sua localização e comandos para a sua obtençãoentre o computador e o controlador existe o barramento:- ISA, bus AT de 16 bits- MCA, microcanal IBM de 32 bits- EISA, extended ISA de 32 bits- VESA LB, local bus de 32 bits de, até 3 slots, deacesso ao computadorentre o computador e o disco- IDE, intelligent drive electronics- SCSI e SCSI-II- PCMCIACOMPUTADOR CONTROLADORDISCORIGIDODRIVE
  72. 72. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.72Discos magnéticos(comparação com as bandas magnéticas)vantagensx os registos de dados podem ser armazenadossequencialmente como nas bandas magnéticas oupodem ser colocados em zonas determinadas, paraacesso directox os discos on-line podem ser acedidos e actualizadaa sua informação em poucos milisegundos semnecessidade de ordenar os pedidos de actualizaçãox um só acesso ao disco permite a actualização devários registos de informação relacionados(ficheiro)desvantagensx o processamento sequencial com discos é maislento do que com bandasx o custo do disco é cerca de 10 vezes maior que abandax quando uma banda é actualizada a antiga bandamestre mantêm os dados originais podendo-serecuperar em caso de problemas. No caso dosdiscos não, pelo que se exigem cuidadosadicionaisx os discos apresentam maiores problemas desegurança, quer activos quer passivos
  73. 73. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.73drives de disketesos dados codificados são inscritos sobre um suportemagnético e dispostos ao longo de pistas e sectorestraçados sobre as superfícies magnéticas dos suportes.cada sector contém um certo número de bytes (cada byterepresenta um caracter). Um sector comporta em geral512 bytes. O número de pistas e sectores depende do tipode disketeTamanho(polegadas)Descrição CapacidadeBytesNúmero depistasNº sectorespor face5.25 Single-sideDouble-density160 KB/180 KB 40 95.25 Double -sideDouble-density320 KB/360 KB 40 95.25 High-capacityQuadruple-density1.2 MB 80 153.5 Double -sideDouble-density720 KB3.5 High-capacityQuadruple-density1.44 MB3.5 VHigh-capacityDouble-density2.88 MBa unidade de disketes (ou drive de disketes) é responsávelpela leitura e escrita das disketes
  74. 74. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.74Óptico- observando a lista de custos por megabyte de informaçãoarmazenada em vários suportes:Media Capacidade Custo p/ MBDisco rígido 100 MB (média) Cerca de 1.200$00Papel 2KB por página Cerca de 750$00Banda magnética 60 MB (média) Menos de 150$00Diskete 1.44MB Menos de 75$00CD-ROM 650 MB Cerca de 1$50um disco compacto ou CD “compact disc” é uma superficie finade plástico policarbonato e metal com 120mm de diâmetro, comum pequeno orifício no centro (designado por hub). A camada demetal é normalmente alumínio puro, colocado sobre a superficiede policarbonato com uma espessura minima. à medida que odisco roda num drive CD, o metal reflete a luz de um pequenolaser infravermelho para um receptor diodo, sensivel à luz. Estasreflexões são transformadas em sinais eléctricos que a seguir sãoconvertidos para bits e bytes com a respectiva informação paraprocessamento digital.a informação é armazenada em "pits" que possuem de 1 a 3microns de comprimento, por 0,5 de largura e um 0,1 deprofundidade (um cabelo humano, para comparação, possui 18microns de diâmetro). Um CD pode conter até 3,6 Kilometros depits numa espiral que percorre o CD desde o orifício (hub) até aoseu limite exterior. Uma camada de laca é aplicada para protegera superficie e normalmente é colocado no lado oposto a etiquetado produtor e autor com base num trabalho de arte - "artwork".
  75. 75. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.75Tipos de discos ópticosCD-ROM-» aplicações mais adequadasdistribuição de dadosdistribuição de softwaredistribuição de documentaçãodivulgação intra empresa-» vantagensnormas multiplataformapossui capacidade até 650 MBarmazenamento de dados permanentehardware e suporte de baixo custo-» desvantagensdispositivo lentosó permite leituraWORM-» aplicações mais adequadasarquivos on-linesistemas de arquivo documental específicos-» vantagensdados estáveis até 100 anospermite uma só escritapossui capacidade até um 1 GB-» desvantagensescreve uma só vezhardware caroMO - regraváveis-» aplicações mais adequadasarmazenamento secundáriopre processamento electrónicoprocessamento de documentossuporte de edição multimédia-» vantagensregravável (muitas escritas)possui capacidade até 1 GBdados estáveis pelo menos 10 anos-» desvantagenshardware carodispositivo lento
  76. 76. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.76Microformaforma de registo de grandes quantidades de informação. Ainformação de uma página A4 pode ser reduzida pelomenos 48 vezes e registada sob a forma de um ponto(microponto), de uma ficha (microficha) ou de um filme(microfilme)a folha de pelicula de 4x6 polegadas é designada pormicroficha e permite o registo de 270 imagens dotamanho de uma página (em alguns casos podem serarmazenadas 1000 páginas)o microfilme utiliza uma pelicula de 16 ou 35 milimetros(preto e branco ou cor). A informação pode ser gravadade forma directa ou indirecta em sistemas do tipo COM“computer on-line microfilm”a recuperação da informação pode ser feita por consultamanual ou de forma automática, usando um método derecuperação auxiliada por computador designado porCAR ou micrografiaAs vantagens da utilização do COM são:saída de dados de média velocidade: um sistema COM podefilmar informação 10 a 20 vezes mais rápido que umaimpressora de impacto de alta velocidadecustos de pelicula baixos: o custo de papel necessário paraimprimir um documento de 100 páginas é cerca de 30 vezesmaior que o custo da pelicula correspondenteeconomia de espaço: a ocupação de espaço por ummicrofilme é manifestamente menor que o necessário para opapel
  77. 77. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.77Softwareparte lógica do sistemaconjunto de programas a utilizar num sistemade computadorpara quê?- para assegurar o seu funcionamento- para integrar os diversos componentes que oconstituem- para responder às necessidades dosutilizadorese o que é um programa?conjunto de instruções sequenciais destinado aorientar um sistema de computador naexecução de passos que, no seu conjunto,conduzem a um objectivo final.
  78. 78. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.78além do termo software existem outros que lhe estãoassociados, identificando grupos específicos, bemcaracterizados, de programas- firmware; programas que pela suaimportancia para o sistema de computador oupela necessidade de maior velocidade deexecução, são colocados em memórias só deleitura do tipo ROM, EPROM, EEROM, etc.- shareware; agrupa os programas que podemser experimentados durante um periodo detempo após o qual deve ser pago um valor peloseu uso ou abandonados- freeware; agrupa os programas que podemser copiados sem qualquer custo ou limitação anão ser a preservação da identificação do seuautor- vaporware; forma de referência ao softwareque é anunciado pelas “software houses” e quenunca chega a existir, ou que tem a sua data deapresentação sucessivamente adiada
  79. 79. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.79o software pode ser classificado em função da suafinalidade em três grandes grupos, referidos como tipos desoftwaresistema operativo - s.o.agrupa os programas que permitem oreconhecimento do hardware, o seu funcionamento,asseguram a representação dos dados na memória eo diálogo com o utilizador (o s.o. também édesignado por sistema de exploração)linguagens de programaçãoagrupa os programas que permitem a construção edesenvolvimento de mais software de qualquer umdos tipos indicadosaplicaçõesagrupa os programas que constituem formas deoperação do computador para uma determinadafinalidade
  80. 80. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.80a relação entre o hardware, o sistema operativo e asaplicações pode ser exemplificada com base naseguinte analogia:taxi - hardwareum taxi pode ser considerado hardware...motorista de taxi - sistema operativoum taxi sem o respectivo motorista não se desloca,pelo que este constitui o seu sistema operativo:assegura o seu funcionamento e o diálogo com osutilizadores...(a gasolina está para o taxi assim como aelectricidade está para o computador!)clientes - aplicaçõesos utilizadores do taxi só tem que indicar aomotorista qual o seu destino, deixando ao motoristaa condução do taxi e a escolha do melhor caminhopara lá chegar...(é óbvio que é o cliente quem tem, em últimainstância, de assegurar que chega onde pretende!)
  81. 81. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.81evolução dos sistemas operativosdécadas de 40 e 50os computadores não possuiam memória paraarmazenamento dos programas, pelo que se denominavaprogramação externaos programas realizavam todas as tarefas para controlo docomputador; não existia separação por tipos de softwaredécada de 60aumento de eficiência dos computadores e tambémintrodução do programa em memória principal.Necessidade de reescrever um programa com todos oscomandos de controlo do hardware; não existia qualquernível de independência entre o hardware e os programasque se pretendia executaraparecimento de rotinas de auxilio ao programador paracontrolo de tarafas mais comuns relacionadas com amemória e execução dos programas; aparecimento dosmontadores, monitores, e supervisoresdécada de 70aumento da potência dos computadores acompanhada dasua maior utilização em todos os ramos de actividade;aparecimento dos sistemas operativos e linguagens deprogramação tal e qual são hoje conhecidasapartir da década de 80evolução do hardware e sofisticação dos sistemas decomputador introduz novos tipos de aplicações cada vezmais próximas do utilizador
  82. 82. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.82funções do sistema operativode forma resumida é possível enumerar as quatroprincipais funções de um sistema operativo- gestão do processador- gestão da memória- gestão dos periféricos- diálogo (interface) com o utilizadorquando um sistema operativo se destina a suportarum único utilizador de modo simultâneo, denomina-se por um s.o. mono-utilizador (um exemplo é o MS-DOS, “Microsoft disc operating system”)quando um sistema operativo se destina a suportarmais de um utilizador simultâneamente, denomina-sepor um s.o. multi-utilizador (um exemplo é o UNIX)
  83. 83. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.83técnicas de processamentomonoprogramaçãoapenas um programa é executado, o que conduz aum desperdício de tempo de processador, pois estefica inactivo sempre que é solicitada a intervençãode um periféricomultiprogramaçãoexiste mais de um programa a executar residente emmemória principal. Desta forma o tempo deinactividade do processador é diminuido pelaconcorrência de todos os programas para o seu usotimesharing - (tempo partilhado)permite o uso de um computador por váriosutilizadores, tendo cada um destes a impressão deser o único a utilizar a máquina. Este efeito só épossivel graças ao recurso à multiprogramação e àdivisão do tempo de processador, de modosequencial, por cada um dos utilizadoresmonoprocessamentoo sistema de computador possui um únicoprocessadormultiprocessamentoo sistema de computador possui mais de umprocessador; só desta forma é possível a execuçãosimultânea de mais do que um programa (tantosquantos os processadores)
  84. 84. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.84as linguagens de programação constituem um meiode comunicação com o computadoruma linguagem de programação é constituida porum conjunto de palavras (ou símbolos) quecolocados segundo determinadas regras, significamoperações a realizar pelo computador - programao conjunto de palavras constitui o vocabulário; asregras que determinam a sua colocação sãodesignadas por sintaxeexistem múltiplas linguagens de programação quediferem quanto à suas funcionalidades e possuemdiferentes objectivos (exemplo: gestão, científicas,uso geral, ...)
  85. 85. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.85é possivel distinguir três tipos de linguagens deprogramação:linguagem máquina: mais próximo do modo defuncionamento interno do computador e trata-se desequências de zeros e uns. A sua vantagem é ser maisrápida que qualquer outra mas possui inumerasdesvantagens tais como ser cansativa, sujeita amuitos erros, dependente do processador,improdutiva e pesada para o programadorlinguagem de baixo nível: ainda de dificil persepçãohumana, mas mais fácil uma vez que recorre amnemónicas. O programa para utilização destalinguagem (denominada assembly) tem o nome deassembler. O assembly é mais flexivel mas exige aescrita de uma instrução por cada instruçãomáquina, está sujeita a muitos erros e é ainda muitotrabalhosalinguagem de alto nível: meio de programação maisdifundido que recorre a linguagens de programaçãomais proximas da linguagem comum (são exemplodestas linguagens o Pascal e o BASIC, de uso geral,o COBOL e o RPG para gestão e o FORTRAN e APLpara cálculo científicopor vezes a linguagem C é referida como um tipointermédio entre as linguagem de alto e baixo nível,que se designa por linguagem de médio nível
  86. 86. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.86a utilização de uma linguagem de programação exige ouso de um tradutor que faça a respectiva passagem doprograma para código máquinaao texto que compõe o programa numa dada linguagem deprogramação é dado o nome de código fonte “source” e ocódigo máquina obtido pela sua tradução é designado porcódigo objecto (executável)existem dois tipos de tradutores:- interpretador: trata uma instrução de cada vez, istoé, lê uma instrução, converte em linguagemmáquina, executa-a, passa para a instrução seguintee repete o processovantagens: mais fácil detectar e corrigir errosde sintaxe, maior rapidez de teste do programadesvantagens: necessária a presença dointerpretador para correr o programa, é maislento a executar e possui maiores custos- compilador: analisa e trata todo o conjunto deinstruções numa dada linguagem (programa fonte) econverte-o num programa objeto executávelvantagens: maior rapidez de execução, menornecessidade de memória secundáriadesvantagens: mais dificil de detectar ecorrigir erros de sintaxe
  87. 87. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.87com base na evolução do software e na descrição dostipos de software apresentados, é possivel definir (àsemelhança do hardware) cinco gerações de software:1ª geraçãomonitores, montadores e linguagens de baixo nível2ª geraçãosistemas operativos e aparecimento das linguagensde alto nível, tradutores3ª geraçãolinguagens estruturadas e modulares (a exemplo doCOBOL, C, Pascal, FORTRAN, PL/1, BASIC, ADA,RPG, APL, ...)4ª geraçãolinguagens lógicas (Prolog, Lisp, Logo, ...),linguagens de inquérito a base de dados (SQL, ...),sistemas integrados de desenvolvimento5ª geraçãoknowledge base systems, sistemas periciais, motoresde inferência, linguagem natural
  88. 88. __________________________________________________ Luís Gouveia / 95 - Pág.88as aplicações constituem o terceiro tipo de softwaree podem ser, quanto à sua concepção:- feitas à medida (desenvolvidasespecificamente para o efeito);- adaptadas (realizadas modificações a umaaplicação existente de modo a conseguir obteros resultados pretendidos) ou- adquiridas já feitas (normalmente designadas“packages” ou software de pacote)existem múltiplas aplicações do tipo pacote, taiscomo:- processamento de texto- folha de cálculo- bases de dados- desenho livre- desenho técnico- animação- apresentação- editores gráficos- comunicação de dados- gestor de projectos- agenda electrónica- facturação- gestão de stocks- contabilidade- salários- controlo de produção- etc, ...

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