Módulo 2 - Aula 1

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Módulo 2 - Aula 1

  1. 1. Março, 2009
  2. 2. DEMOGRAFIA É O ESTUDO DO TAMANHO, DA DISTRIBUIÇÃO TERRITORIAL E DA COMPOSIÇÃO DA POPULAÇÃO, DAS MUDANÇAS E DOS COMPONENTES DE TAIS MUDANÇAS; ESTES ÚLTIMOS PODEM SER IDENTIFICADOS COMO NATALIDADE, MORTALIDADE, MOVIMENTOS TERRITORIAIS (MIGRAÇÕES) E MOBILIDADE SOCIAL (MUDANÇA DE STATUS) (HAUSER E DUNCAM). DEMOGRAFIA NÃO É A CIÊNCIA DE CONTAR AS PESSOAS MAS A DE FAZER COM QUE AS PESSOAS CONTEM” (JANET SCEATS, 1994).
  3. 3. TEORIA DA TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA DESCRIÇÃO DAS TENDÊNCIAS DE LONGO PRAZO DA FECUNDIDADE E MORTALIDADE, UM MODELO DE EXPLICAÇÃO E PREVISÕES DE MUDANÇAS FUTURAS ESPECIALMENTE EM PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO. TRANSIÇÃO---------------DECLÍNIO MODERNIZAÇÃO TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA---------QUEDA DA FECUNDIDADE------ COMO REDUZIR A FECUNDIDADE
  4. 4. COMPONENTES DA DINÂMICA DEMOGRÁFICA BRASILEIRA 50 40 30 (por 1.000) 20 10 0 -10 1860 1880 1900 1920 1940 1960 1980 2000 2020 Taxa Bruta de Natalidade Taxa Bruta de Mortalidade Crescimento Vegetativo Migração Líquida Incremento Líquido Fonte: Merrick and Graham (1979), p.37; IBGE (1990) , p.85; IBGE/Censo Demográfico de 2000.
  5. 5. PRIMEIRA TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA DIMINUIÇÃO DA MORTALIDADE INFANTIL E AUMENTO DA ESPERANÇA DE VIDA REDUÇÃO DA FECUNDIDADE VIA DIMINUIÇÃO DE NASCIMENTOS DE PARIDADE ELEVADA RESULTANDO EM NÍVEIS DE FECUNDIDADE PRÓXIMOS DA REPOSIÇÃO FECUNDIDADE CONCENTRADA NO CASAMENTO FECUNDIDADE ELEVADA X “QUALIDADE” DOS FILHOS “CONSUMERISMO” “NAS SOCIEDADES TRADICIONAIS, FECUNDIDADE E MORTALIDADE SÃO ALTAS. NAS SOCIEDADES MODERNAS, FECUNDIDADE E MORTALIDADE SÃO BAIXAS. NO MEIO ESTÁ A TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA” (PAUL DEMENY, 1972).
  6. 6. TAXA DE MORTALIDADE INFANTIL (POR 1.000 HAB.) E ESPERANÇA DE VIDA ANO NASCER BRASIL, 1940 A 2006 160 80 120 60 TMI E0 80 40 40 20 - - 1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000 2006 TMI E0 Fonte: IBGE.
  7. 7. TAXA DE FECUNDIDADE TOTAL BRASIL 6 5,8 4,5 4 2,7 2,5 2,1 2 1,8 - 0 1965/1970 1 1975/1980 2 1987/19923 1992/1997 4 1997/2002 5 2002/2005 6 7 Fonte: IBGE/Censos Demográficos; PNAD de 2005.
  8. 8. ENTRE 1982 E 2007 A POPULAÇÃO BRASILEIRA AUMENTOU DE 122,5 MILHÕES PARA 186,6. O NÚMERO DE FAMÍLIAS AUMENTOU DE 27,7 MILHÕES PARA 55,7. A ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER AUMENTOU DE 62,4 ANOS PARA 72,6 (1980 A 2000). O TAMANHO MÉDIO DO DOMICÍLIO CAIU DE 4,4 PESSOAS PARA 3,3. A PROPORÇÃO DA POPULAÇÃO QUE ERA URBANA PASSOU DE 67,6% PARA 81,0%. O NÚMERO DE JOVENS ATINGIU O SEU ÁPICE: 47 MILHÕES TINHAM DE 15 A 29 ANOS EM 2000. A PROPORÇÃO DA POPULAÇÃO QUE TINHA MAIS DE 60 ANOS PASSOU DE 6,6% PARA 10,6% (ENVELHECEU).
  9. 9. DISTRIBUIÇÃO ETÁRIA POR SEXO BRASIL, 1940 80 e + 75-79 70-74 Homens Mulheres 65-69 60-64 55-59 50-54 45-49 40-44 35-39 30-34 25-29 20-24 15-19 10-14 5-9 0-4 10% 8% 6% 4% 2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% Fonte: IBGE, Censo Demográfico de 1940.
  10. 10. DISTRIBUIÇÃO ETÁRIA POR SEXO BRASIL, 1950 80 e + 75-79 70-74 Homens Mulheres 65-69 60-64 55-59 50-54 45-49 40-44 35-39 30-34 25-29 20-24 15-19 10-14 5-9 0-4 10% 8% 6% 4% 2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% Fonte: IBGE, Censo Demográfico de 1950.
  11. 11. DISTRIBUIÇÃO ETÁRIA POR SEXO BRASIL, 1960 80 e + 75-79 70-74 Homens Mulheres 65-69 60-64 55-59 50-54 45-49 40-44 35-39 30-34 25-29 20-24 15-19 10-14 5-9 0-4 10% 8% 6% 4% 2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% Fonte: IBGE, Censo Demográfico de 1960.
  12. 12. DISTRIBUIÇÃO ETÁRIA POR SEXO BRASIL, 1970 80 e + 75-79 70-74 Homens Mulheres 65-69 60-64 55-59 50-54 45-49 40-44 35-39 30-34 25-29 20-24 15-19 10-14 5-9 0-4 10% 8% 6% 4% 2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% Fonte: IBGE, Censo Demográfico de 1970.
  13. 13. DISTRIBUIÇÃO ETÁRIA POR SEXO BRASIL, 1980 80 e + 75-79 70-74 Homens Mulheres 65-69 60-64 55-59 50-54 45-49 40-44 35-39 30-34 25-29 20-24 15-19 10-14 5-9 0-4 10% 8% 6% 4% 2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% Fonte: IBGE, Censo Demográfico de 1980.
  14. 14. DISTRIBUIÇÃO ETÁRIA POR SEXO BRASIL, 1991 80 e + 75-79 70-74 Homens Mulheres 65-69 60-64 55-59 50-54 45-49 40-44 35-39 30-34 25-29 20-24 15-19 10-14 5-9 0-4 10% 8% 6% 4% 2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% Fonte: IBGE, Censo Demográfico de 1991.
  15. 15. DISTRIBUIÇÃO ETÁRIA POR SEXO BRASIL, 2000 80 e + 75-79 Mulheres 70-74 Homens 65-69 60-64 55-59 50-54 45-49 40-44 35-39 30-34 25-29 20-24 15-19 10-14 5-9 0-4 10% 8% 6% 4% 2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% Fonte: IBGE, Censo Demográfico de 2000.
  16. 16. DISTRIBUIÇÃO ETÁRIA POR SEXO BRASIL, 2020 80 + 75-79 70-74 Homens Mulheres 65-69 60-64 55-59 50-54 45-49 40-44 35-39 30-34 25-29 20-24 15-19 10-14 5-9 0-4 10% 8% 6% 4% 2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% Fonte: IPEA
  17. 17. DISTRIBUIÇÃO ETÁRIA POR SEXO BRASIL, 2020 80 + 75-79 70-74 Homens Mulheres 65-69 60-64 55-59 50-54 45-49 40-44 35-39 30-34 25-29 20-24 15-19 10-14 5-9 0-4 10% 8% 6% 4% 2% 0% 2% 4% 6% 8% 10% Fonte: IPEA
  18. 18. ENVELHECIMENTO INDIVIDUAL DA POPULAÇÃO DAS FAMÍLIAS DA POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE ATIVA
  19. 19. ENVELHECIMENTO INDIVIDUAL PROCESSO UNIVERSAL E NATURAL IRREVERSÍVEL, HETEROGÊNEO E INDIVIDUAL PERDAS PROGRESSIVAS DE FUNÇÃO E PAPÉIS SOCIAIS PROCESSO ÚNICO QUE DEPENDE DE: -CAPACIDADES BÁSICAS, ADQUIRIDAS E MEIO AMBIENTE
  20. 20. ENVELHECIMENTO POPULACIONAL ENVELHECIMENTO PELA BASE: QUEDA DA FECUNDIDADE ENVELHECIMENTO PELO TOPO 1980: EM 100 MULHERES, 28 CHEGAVAM AO 800 ANIVERSÁRIO 2005: 51 CHEGAVAM PROCESSO REVERSÍVEL: AUMENTO DA FECUNDIDADE O MUNDO INTEIRO ENVELHECEU
  21. 21. PROPORÇÃO DE IDOSOS (60 ANOS E MAIS) POR CONTINENTE 1996 E 2005 25 20,7 19,2 20 14,4 15 13,9 13,1 13,3 9,2 9,3 10 7,9 8,2 4,9 5,1 5 0 Africa América do Sul Ásia América do Norte Oceania Europa Fonte: U.S. Census Bureau. 1996 2005
  22. 22. DISTRIBUIÇÃO ETÁRIA POR SEXO E IDADE POPULAÇÃO ECONOMICAMENTE ATIVA BRASIL, 1970 E 2000 70 + 60-69 55-59 50-54 45-49 40-44 35-39 30-34 25-29 20-24 15-19 10-14 0,22 0,18 0,14 0,10 0,06 0,02 0,02 0,06 0,10 0,14 0,18 0,22 Fonte dos dados brutos: IBGE/Censo Demográfico de1970 e 2000. Elaboração IPEA Homens 1970 Mulheres 1970 Homens 2000 Mulheres 2000
  23. 23. PROPORÇÃO DE DOMICÍLIOS COM A PRESENÇA DE IDOSOS BRASIL - 1986, 1996 E 2006 30 26,4 25,0 22,8 20 10 0 1986 1996 2006 Fonte: IBGE/PNAD de 1986, 1996 e 2006.
  24. 24. ENVELHECIMENTO: uma questão de gênero Há mais mulheres entre os idosos, principalmente, entre os muito idosos; As mulheres vivem mais que os homens, mas passam por um período de tempo mais longo expostas a fragilidades físicas e mentais; As mulheres são as principais cuidadoras, mas são as que mais demandam cuidados. Lyod - Sherlock, 2004
  25. 25. PROPORÇÃO DE MULHERES ENTRE OS IDOSOS BRASILEIROS DE ACORDO COM O GRUPO ETÁRIO 2007 70 61,9 60 57,3 55,5 53,7 54,1 50 40 60-64 65-69 70-74 75-79 80 + Fonte: IBGE/PNAD de 2007.
  26. 26. SEGUNDA TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA LESTHAGUE (1986): TRÊS REVOLUÇÕES REVOLUÇÃO CONTRACEPTIVA: DISSOCIAÇÃO DA SEXUALIDADE DA REPRODUÇÃO. REVOLUÇÃO SEXUAL, PRINCIPALMENTE, PARA AS MULHERES: ANTECIPAÇÃO DA IDADE À PRIMEIRA RELAÇÃO SEXUAL. REVOLUÇÃO NO PAPEL SOCIAL DA MULHER E NAS RELAÇÕES DE GÊNERO TRADICIONAIS: HOMEM PROVEDOR, MULHER CUIDADORA.
  27. 27. SEGUNDA TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA O CASAMENTO DEIXA DE SER A INSTITUIÇÃO QUE MARCA O INÍCIO DA VIDA EM COMUM E DA VIDA SEXUAL DAS MULHERES. A SUA DISSOLUÇÃO DEIXA DE SER INVOLUNTÁRIA (MORTE) E PASSA A DEPENDER DA VONTADE DOS INDIVÍDUOS. OS INDIVÍDUOS PASSAM A TER MAIS CONTROLE DO SEU DESTINO E DE SUAS FAMÍLIAS AJUDADOS PELOS NOVOS VALORES, COM MUDANÇAS NO DIREITO DA FAMÍLIA, NO SISTEMA TRIBUTÁRIO E NAS POLÍTICAS SOCIAIS. AS TECNOLOGIAS ANTICONCEPCIONAIS E DE REPRODUÇÃO ASSISTIDA CONTRIBUEM PARA ISTO. “HIGHER ORDER NEEDS” -------------AUMENTO DA ESCOLARIDADE
  28. 28. CONSEQÜÊNCIAS DIMINUIÇÃO DOS CASAMENTOS FORMAIS E AUMENTO DA COHABITAÇÃO, “DE-SACRAMENTAÇÃO“ DOS CASAMENTOS. AUMENTO DE DIVÓRCIOS E SEPARAÇÕES, DE RECASAMENTOS E NÃO CASAMENTOS. AUMENTO DAS FAMÍLIAS MONO-PARENTAIS. INÍCIO MAIS CEDO DA VIDA SEXUAL, PRINCIPALMENTE, PARA AS MULHERES. AUMENTO DA PROPORÇÃO DE FILHOS NASCIDOS FORA DO CASAMENTO E DA GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA. ADIAMENTO DA IDADE AO PRIMEIRO FILHO. FECUNDIDADE SUB-REPOSIÇÃO. AUMENTO DAS RELAÇÕES HOMOSSEXUAIS.
  29. 29. DISTRIBUIÇÃO PROPORCIONAL DOS DOMICÍLIOS COM IDOSOS SEGUNDO O TIPO DE ARRANJO BRASIL 50 40 30 20 10 0 Casal sem filhos Casal com filhos Mulher sozinha Mãe com filhos Homem sozinho Pai com filhos Fonte: IBGE/PNAD 1986, 1996 e 2006. 1986 1996 2006
  30. 30. DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO IDOSA POR SEXO E CONDIÇÃO NO DOMICÍLIO BRASIL, 1986 E 2006 100 80 60 40 20 0 Chefe Cônjuge Outro parente Homens 1986 Homens 2006 Fonte: IBGE/PNAD de 1986 e 2006. Mulheres 1986 Mulheres 2006
  31. 31. DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO IDOSA POR SEXO E CONDIÇÃO NO DOMICÍLIO BRASIL, 2006 100 80 60 40 20 0 Chefe Cônjuge Outro parente Fonte: IBGE/PNAD de 2006. Homens Mulheres
  32. 32. TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E EPIDEMIOLÓGICA OMRAN (1971): AS MUDANÇAS NA SAÚDE E NO PADRÃO DE ENFERMIDADE E MORTE, QUE CARACTERIZAM A TRANSIÇÃO EPIDEMIOLÓGICA, ESTÃO ESTREITAMENTE ASSOCIADAS COM A TRANSIÇÃO DEMOGRÁFICA E ECONÔMICA. MUDANÇAS NO PADRÃO DA MORTALIDADE: SUBSTITUIÇÃO DAS DOENÇAS INFECCIOSAS E PANDEMIAS COMO PRINCIPAL CAUSA DE MORTE POR DOENÇAS CRÔNICAS DEGENERATIVAS.
  33. 33. DISTRIBUIÇÃO ETÁRIA DOS ÓBITOS POR SEXO BRASIL, 1980 E 2005 80 + 75-79 70-74 65-69 60-64 55-59 50-54 45-49 40-44 35-39 30-34 25-29 20-24 15-19 10-14 5-9 1-4 <1 15 10 5 0 5 10 15 Homens 1980 Mulheres 1980 Fonte: Ministério da Saúde/SIM. Homens 2005 Mulheres 2005
  34. 34. DISTRIBUIÇÃO PROPORCIONAL DAS PRINCIPAIS CAUSAS DE MORTE DA POPULAÇÃO BRASILEIRA BRASIL, 1980 E 2005 30 20 10 0 Doenças do aparelho Sintomas sinais e Causas externas Doenças infecciosas e Neoplasmas Outras circulatório afecções mal definidas parasitárias Fonte: Ministério da Saúde/SIM. 1980 2005
  35. 35. MORTALIDADE INFANTIL REDUÇÕES NA MORTALIDADE NO PRIMEIRO ANO DE VIDA DESEMPENHAM O PAPEL MAIS IMPORTANTE NA REDUÇÃO DA MORTALIDADE TOTAL. SOCIEDADES PRÉ-INDUSTRIAIS: TMI 100 A 300 POR 1000 PAÍSES DESENVOLVIDOS, HOJE: TMI 5 A 15 POR 1000
  36. 36. RAZÕES PARA O DECLÍNIO DA MORTALIDADE INFANTIL MELHORAMENTOS SANITÁRIOS: ÁGUA ENCANADA E ESGOTO; MELHOR COMIDA: QUANTIDADE E QUALIDADE (LEITE, POR EXEMPLO); SERVIÇOS DE SAÚDE: PRÉ E PÓS-NATAL; AUMENTO NO NÍVEL EDUCACIONAL DAS MÃES; FECUNDIDADE DECLINANTE: MAIOR ESPAÇAMENTO ENTRE OS FILHOS E MENOR NÚMERO DE FILHOS.
  37. 37. ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER 2005 90 83,5 81,6 81,6 81,9 82,1 60 38,9 39,1 37,0 37,5 33,2 30 0 Suazilândia Angola Zâmbia Libéria Zimbábue San Marino Singapura Japão Macau Andorra Fonte: U.S. Census Bureau.
  38. 38. ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER BRASIL - 2005 80,0 74,8 74,9 66,0 66,8 60,0 40,0 20,0 0,0 Alagoas Maranhão Santa Catarina Distrito Federal Fonte: IBGE/Pnad 2005. Síntese dos Indicadores 2006.
  39. 39. TAXAS ESPECÍFICAS DE MORTALIDADE HOMENS - 1980, 1991, 2000 E 2005 1,0000 0,1000 0,0100 0,0010 0,0001 0 <1 1-4 2 5-9 10-14 4 15-19 20-24 6 25-29 30-34 8 35-39 40-44 10 45-49 50-54 12 55-59 60-64 14 65-69 70-74 16 75-79 80+ 18 20 Fonte: IBGE/Censo Demográfico de 1980, 1991 e 2000; PNAD de 2005; Ministério da Saúde/SIM 1980 1991 2000 2005
  40. 40. TAXAS ESPECÍFICAS DE MORTALIDADE MULHERES - 1980, 1991, 2000 E 2005 1,0000 0,1000 0,0100 0,0010 0,0001 0 <1 1-42 5-9 10-14 4 15-19 6 20-24 25-29 8 30-34 35-39 10 40-44 45-49 12 50-54 55-5914 60-64 16 65-69 70-74 18 75-79 80+ 20 Fonte: IBGE/Censo Demográfico de 1980, 1991 e 2000; PNAD de 2005; Ministério da Saúde/SIM 1980 1991 2000 2005
  41. 41. PERSPECTIVAS PARA MELHORAMENTOS FUTUROS: A MAIORIA DOS GANHOS EM TORNO DE 1970 OCORREU NAS TAXAS DE MORTALIDADE DA POPULAÇÃO MAIS JOVEM (MENOS DE 40 ANOS); DESDE 1970, A MAIORIA DOS GANHOS FOI PARA A POPULAÇÃO DE MAIS DE 40 ANOS; DESDE 1980 - TAXAS DE MORTALIDADE DECLINANTES PARA A POPULAÇÃO MAIS VELHA. HÁ UM LIMITE PARA A REDUÇÃO DA MORTALIDADE ???
  42. 42. PERSPECTIVAS: CONTINUAÇÃO DO AUMENTO DA ESPERANÇA DE VIDA? ELIMINANDO CAUSAS EXTERNAS PICHAT (1978) - E0: 77 ANOS NIHON UNIVERSITY (1982) - E0: 80,3 OLSHANSKY ET AL (1990) - E0: 85,0 OUTROS DEMÓGRAFOS EM TORNO DE 100 ANOS; FRIES (1981) - E0: 85 ANOS
  43. 43. PERSPECTIVAS: CONTINUAÇÃO DO AUMENTO DA ESPERANÇA DE VIDA? MELHOR ESTILO DE VIDA, MELHOR DIETA ----- COMPRESSÃO DA MORBIDADE, MORTALIDADE E INCAPACIDADES. OUTROS - EXTENSÃO DO TEMPO DE CONVIVÊNCIAS COM DOENÇAS NÃO TRATÁVEIS E NÃO LETAIS (EXPANSÃO DA MORBIDADE). ROBINE: MULHERES ¼ DAS SUAS VIDAS COM ALGUMA INCAPACIDADE E HOMENS 1/5.
  44. 44. PERSPECTIVAS: CONTINUAÇÃO DO AUMENTO DA ESPERANÇA DE VIDA? AS PROJEÇÕES SOBRE A DURAÇÃO DA VIDA HUMANA BASEADAS EM MODELOS MATEMÁTICOS TÊM LEVADO ALGUNS PESQUISADORES A CONCLUIR QUE NÃO EXISTEM LIMITES INFERIORES PARA AS TAXAS DE MORTALIDADE E, CONSEQÜENTEMENTE, NÃO EXISTEM LIMITES SUPERIORES PARA A ESPERANÇA DE VIDA. É BEM PROVÁVEL QUE UMA ESPERANÇA DE VIDA EM TORNO DE 100 ANOS SEJA FACILMENTE ENCONTRADA NO SÉCULO XXI (CARNES, OLSHANSKY E GRAHAN, 2003).
  45. 45. CAUSAS EVITÁVEIS POR MEIO DE PREVENÇÃO PRIMÁRIA GRUPO 1 NEOPLASIA MALIGNA DAS VIAS RESPIRATÓRIAS ALTAS E TRATO DIGESTIVO NEOPLASIA MALIGNA DE ESTÔMAGO NEOPLASIA MALIGNA DO CÓLON NEOPLASIA MALIGNA DO FÍGADO NEOPLASIA MALIGNA DA TRAQUÉIA, BRÔNQUIOS E PULMÃO NEOPLASIA MALIGNA DA BEXIGA ENFERMIDADE CEREBROVASCULAR ENFERMIDADE HEPÁTICA E CIRROSE CRÔNICA CAUSAS (LESÕES) E ENVENENAMENTOS ACIDENTES DE VEÍCULO A MOTOR QUEDAS ACIDENTAIS ENVENENAMENTOS SUICÍDIOS E LESÕES AUTOPROVOCADAS
  46. 46. CAUSAS EVITÁVEIS POR MEIO DO DIAGNÓSTICO "PRECOCE" E TRATAMENTO OPORTUNO GRUPO 2 NEOPLASIA MALIGNA DA PELE NEOPLASIA MALIGNA DA MAMA FEMININA NEOPLASIA MALIGNA DO CÉRVIX UTERINO NEOPLASIA MALIGNA DO ÚTERO
  47. 47. CAUSAS EVITÁVEIS POR MEIO DE MELHORIAS NOS TRATAMENTOS E CUIDADOS MÉDICOS TUBERCULOSE ENFERMIDADES INFECCIOSAS E PARASITARIAS NEOPLASIA MALIGNA DO TESTÍCULO LEUCEMIA ENFERMIDADES DO SISTEMA CARDIOVASCULAR FEBRE REUMÁTICA ENFERMIDADE HIPERTENSIVA CARDIOPATIA ISQUÉMICA ENFERMIDADE DA CIRCULAÇÃO PULMONAR ASTEROSCLEROSES ENFERMIDADE DO APARELHO RESPIRATÓRIO DIABETES MELLITUS ÚLCERA GÁSTRICA E DUODENAL
  48. 48. NÚMERO DE ANOS QUE PODERIAM SER ADICIONADOS À ESPERANÇA DE VIDA AOS 60 ANOS DA POPULAÇÃO BRASILEIRA BRASIL, 2000 12 10 8 6 4 2 0 Grupo I Grupo II Grupo III Externas Todas Fonte: IBGE/Censo Demográfico de 2000; Ministério da Saúde (SIM). Homens Mulheres
  49. 49. ESPERANÇA DE VIDA E SAUDÁVEL AOS 60 ANOS E ANOS DE VIDA SEM SAÚDE PAÍSES SELECIONADOS - 2000 Esperança de vida aos 60 anos Esperança de vida saudável aos 60 anos Países Homens Mulheres Homens Mulheres Japão 21,3 26,8 17,5 21,7 Suíça 20,6 25,2 17,1 20,4 Austrália 20,7 24,6 16,9 19,5 Suécia 20,6 24,3 17,1 19,6 Canadá 19,8 23,9 16,1 19,3 Brasil 19,33 22,40 11,6 13,7 Brasil Simulado 29,23 32,48 17,5 19,9 Anos de vida sem saúde % de anos de vida sem saúde Países Homens Mulheres Homens Mulheres Japão 3,8 5,1 18% 19% Suíça 3,5 4,8 17% 19% Austrália 3,8 5,1 18% 21% Suécia 3,5 4,7 17% 19% Canadá 3,7 4,6 19% 19% Brasil 7,7 8,7 40% 39% Brasil Simulado 11,7 12,6 Fonte: WHO Nota 1: Dados fornecidos pela WHO
  50. 50. O ENVELHECIMENTO DA POPULAÇÃO BRASILEIRA TEM SIDO ACOMPANHADO POR: ENVELHECIMENTO DA PRÓPRIA POPULAÇÃO IDOSA E POR TRANSFORMAÇÕES ACENTUADAS: NO MERCADO DE TRABALHO NO PAPEL SOCIAL DA MULHER NOS ARRANJOS FAMILIARES.
  51. 51. CONTEXTUALIZAÇÃO: MUDANÇAS NO PAPEL SOCIAL DAS MULHERES AUMENTO DA ESCOLARIDADE DA POPULAÇÃO BRASILEIRA, PARTICULARMENTE DAS MULHERES. A PROPORÇÃO DE MULHERES QUE FAZIAM PARTE DO MERCADO DE TRABALHO PASSOU DE 30,1% PARA 48,8% ENTRE 1980 E 2007. AUMENTO DA PARTICIPAÇÃO DA RENDA DAS MULHERES CÔNJUGES NA RENDA DA FAMÍLIA.
  52. 52. CONTRIBUIÇÃO DA RENDA DA MULHER NA RENDA DOMICILIAR BRASIL, 1985 E 2007 45 30 15 - Renda total Renda do trabalho Fonte: IBGE/PNAD de 1985 e 2007. 1985 2007

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