Tecido ósseo

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Histologia ossea

Tecido ósseo

  1. 1. Reparação de Fraturas Isadora Maluf Ludmylla Lobato Mariana Rennó Raiane Miranda Raquel Rennó Roberto Rennó Rodrigo Covre Profª Juliana Corrêa do Carmo Cancino Alunos:
  2. 3. Substância intercelular sólida, dura e resistente.
  3. 4. Células : Componentes:
  4. 6. Progenitoras da matriz óssea precursor de osteoblastos precursor de osteoclastos Osteoblastos Formação de osso novo Osteócito Osteoclasto Resorção óssea Osteoblastos iniciam a formação óssea AS CÉLULAS ENVOLVIDAS NA REMODELAGEM ÓSSEA.
  5. 7. Progenitoras da matriz óssea precursor de osteoblastos precursor de osteoclastos Osteoblastos Formação de osso novo Osteócito Osteoclasto Resorção óssea osteócitos monitoram estresse mecânico ósseo AS CÉLULAS ENVOLVIDAS NA REMODELAGEM ÓSSEA.
  6. 8. Progenitoras da matriz óssea precursor de osteoblastos precursor de osteoclastos Osteoblastos Formação de osso novo Osteócito Osteoclasto Resorção óssea osteoclastos reabsorvem osso AS CÉLULAS ENVOLVIDAS NA REMODELAGEM ÓSSEA.
  7. 9. Componentes: Matriz extracelular (matriz óssea): <ul><li>5 a 7% da massa óssea é reciclada semanalment e </li></ul><ul><li>osso esponjo é substituído a cada 3 – 4 semanas </li></ul><ul><li>osso compacto a cada 10 anos </li></ul>
  8. 12. .
  9. 13. O – Osteócito OB - Osteoblasto ME - Matriz Extracelular
  10. 14. CLASSIFICAÇÃO MACROSCÓPICA
  11. 16. A -Chato   B -curto   C -Longo Classificacao macroscopica
  12. 17. CLASSIFICAÇÃO MICROSCÓPICA
  13. 19. Disposição das fibras em lamelas paralelas ou concêntricas (sistemas de Havers)
  14. 21. Tecido ósseo secundário Tecido ósseo primário
  15. 22. Membranas Ósseas – Periósteo e Endósteo Nutrição, crescimento e reparação dos ossos
  16. 23. OSTEOGÊNESE Os processos osteogênicos começam no feto e se continuam por toda a vida
  17. 24. . Fratura – destruição da matriz, vasos sanguíneos e osteócitos;
  18. 25. Estágios do Reparo em uma Fratura Óssea. <ul><li>Hemorragia devido ao </li></ul><ul><li>rompimento dos vasos </li></ul><ul><li>Formação do coágulo </li></ul><ul><li>sangüíneo (hematoma) em volta da fratura </li></ul><ul><li>• Inchaço local, dor; e inflamação </li></ul>
  19. 26. <ul><li>Tecido de granulação (calo mole); Formado dias após </li></ul><ul><li>• Crescimento de capilares no tecido e ínicio do processo de “limpeza” pelas células fagocíticas </li></ul><ul><li>• Formação do calo </li></ul><ul><li>Fibrocartilaginoso </li></ul>Estágios do Reparo em uma Fratura Óssea.
  20. 27. <ul><li>Os Osteoblastos e fibroblastos migram para o local da fratura. </li></ul><ul><li>Fibroblastos secretam fibras colágenas e conectam as duas pontas do osso quebrado. </li></ul><ul><li>Osteoblastos iniciam a formação de osso esponjoso e os osteoblastos mais distantes dos capilares secretam matriz cartilaginosa , a qual depois sofre processo de calcificação. </li></ul>Estágios do Reparo em uma Fratura Óssea.
  21. 28. <ul><li>Novo osso trabecular aparece no calo fibrocartilaginoso que se transforma-se em calo ósseo </li></ul><ul><li>Calo ósseo é formado entre 1 – 4 semanas após a fratura e continua nos próximos 2 – 3 meses </li></ul>Estágios do Reparo em uma Fratura Óssea.
  22. 29. <ul><li>Remodelamento ósseo começa durante a formação do calo ósseo </li></ul><ul><li>Excesso de material é removido da região externa e medular </li></ul><ul><li>Estrutura Final é remodelada pois responde ao estresse mecânico </li></ul>Estágios do Reparo em uma Fratura Óssea.
  23. 30. Fatores que influenciam a fratura
  24. 31. Efeito da idade na massa óssea e risco de ocorrência de fraturas.
  25. 35. Clavícula
  26. 36. Fixação externa : Pinos são colocados através da pele e fixados no osso.
  27. 37. Raquitismo
  28. 39.   PREVENÇÃO DE FRATURAS
  29. 40.   Na reabilitação de uma fratura é indispensável uma boa anamnese para se obter um diagnóstico preciso e traçar o tratamento adequado para cada situação. O reconhecimento de diversas doenças osseas como osteoporose é importante pois alteram tanto o processo de remodelação quanto o de reparação. O tratamento medico das fraturas, auxiliado pelos constantes avanços da histologia , é, talvez,o caminho mais breve e seguro a ser traçado na prática da traumatologia óssea, pois tem apresentado resultados promissores e menos invasivos ao tecido ósseo. Conclusão
  30. 41. Obrigado!

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