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1191713142 1787.apresentacao 2

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1191713142 1787.apresentacao 2

  1. 1. CORRENTES DA ANÁLISE ERGONÓMICA  CORRENTE ANGLO - SAXÓNICA  CORRENTE EUROPEIA / FRANCÓFONA
  2. 2. Corrente Anglo - Saxónica  Mais antiga;  Centra – se nos factores humanos;  Preconiza a Ergonomia baseada nas características dos homens;  Não tem necessidade de uma análise do trabalho;  Lista de exigências da tarefa;  Orienta a Ergonomia para a concepção /reconcepção de dispositivos técnicos;
  3. 3. Corrente Europeia  Centra-se na actividade do homem no trabalho;  Apoia-se na análise do trabalho real para a concepção / transformação dos sistemas de trabalho;  A Ergonomia é um estudo específico do trabalho humano, com o intuito de melhorá- lo;  Utiliza métodos de análise da actividade;
  4. 4. Corrente Europeia  Esta corrente orienta a Ergonomia para a organização do Trabalho, tendo como base as seguintes questões: Quem faz?;  O que faz?;  Como faz?;  Como poderia fazer?;
  5. 5. Análise Ergonómica do trabalho  Procura dar resposta a questões fundamentais, tais como: Qual o trabalho a executar?  Como é que o operador o executa? Análise Realista do Trabalho
  6. 6. Análise Ergonómica do trabalho  Segundo alguns autores, a análise ergonómica do trabalho visa:  Confrontar as exigências da tarefa com as atitudes e sequências operacionais pelas quais os indivíduos respondem realmente a estas exigências.
  7. 7. Análise Ergonómica do trabalho  A Análise do Trabalho fixa-se sobre duas abordagens complementares da tarefa e da actividade;  A Tarefa e a Actividade são duas palavras – chave na Prática Ergonómica;
  8. 8. Tarefa Noção de Tarefa  Tarefa é aquilo que é dado ao trabalhador para ser cumprido; Indica o que é para fazer;  Evoca a ideia de obrigação;  “ É um objectivo a alcançar em condições determinadas” (Leontiev)
  9. 9. Tarefa Noção de Actividade É a mobilização da pessoa humana para realizar as tarefas; Funcionamento das “funções” fisiológicas e psicológicas de uma determinada pessoa;  É aquilo que é posto em funcionamento pelo indivíduo para executar a tarefa;  Reporta-se ao trabalho real.
  10. 10. Análise Ergonómica do trabalho Exemplo da descrição de uma sequência de trabalho em termos de tarefa e de actividade
  11. 11. Análise Ergonómica do trabalho  A actividade é observável?
  12. 12. Análise Ergonómica do trabalho  É necessário conhecer a tarefa prescrita para analisar a actividade?  Na ausência do conhecimento da tarefa, é difícil analisar a actividade do indivíduo; Entre a tarefa e a Actividade há diferenças, que por vezes até são muito profundas; Mas porque a tarefa condiciona a actividade, por vezes é necessário realizar a análise do desvio padrão;
  13. 13. Análise Ergonómica do trabalho  É necessário conhecer a tarefa prescrita para analisar a actividade? A análise do desvio padrão, entre a tarefa e actividade permite: Colocar em evidência as falhas da organização;  Ajudar a hierarquizar os constrangimentos da situação trabalho; Explicar as relações entre as condições internas (inerentes ao indivíduo) e externas (inerentes às condições de trabalho);  Ajudar a compreender as consequências para a saúde;
  14. 14. Análise Ergonómica do trabalho A Análise da Actividade de Trabalho
  15. 15. Análise Ergonómica do trabalho  QUADRO GLOBAL DA PRÁTICA ERGONÓMICA A prática ergonómica apresenta as seguintes etapas:  Planificação da análise ergonómica de acordo com a estratégia e objectivos da organização;  Desenvolvimento de planos de acção com a equipa de trabalho (equipa de saúde, de análise de valor,…) e identificação dos factores críticos da análise ergonómica;  Análise da actividade de trabalho (identifica as exigências) –da situação de trabalho;  Análise das normas e legislação em vigor;  Definição de critérios de eficiência, segurança e conforto;
  16. 16. Análise Ergonómica do trabalho  QUADRO GLOBAL DA PRÁTICA ERGONÓMICA A prática ergonómica apresenta as seguintes etapas:  Diagnóstico de problemas existentes do ponto de vista ergonómico;  Elaboração de recomendações e definição de directivas gerais ou normas internas;  Colaboração na elaboração de planos de acção para implementar soluções ergonómicas;  Participação com outros técnicos, no desenvolvimento de soluções que respondam aos problemas diagnosticados;
  17. 17. Análise Ergonómica do trabalho  QUADRO GLOBAL DA PRÁTICA ERGONÓMICA A prática ergonómica apresenta as seguintes etapas: Simulação de situações de trabalho de forma a encontrar soluções que optimizem os critérios ergonómicos definidos e participação na validação;  Definição com outros técnicos das soluções a implementar, fornecendo informações aos órgãos para a tomada de decisão; Acompanhamento da implementação das medidas ergonómicas escolhidas; Avaliação dos resultados e do grau de aceitabilidade das medidas ergonómicas implementadas;
  18. 18. Análise Ergonómica do trabalho As duas principais fases de prática ergonómica são:  Análise Ergonómica;  Intervenção Ergonómica;
  19. 19. Operacionalização de planos de acção resultantes da análise ergonómica; Identificação e compreensão das relações entre as condições organizacionais, técnicas, sociais e humanas
  20. 20. Análise Ergonómica do trabalho Em Ergonomia devemos:  Compreender o trabalho;  Transformar o trabalho;  Avaliar a intervenção;
  21. 21. Domínios de Análise Ergonómica  Sistema Sociotécnico;  Operador;  Actividade;  Efeitos;
  22. 22. Variáveis de Referência para a análise ergonómica de um posto de trabalho
  23. 23. Métodos de Análise Ergonómica  Observação;  Experimentação;  Simulação;  Verbalizações;
  24. 24. Domínios de Intervenção Ergonómica  Concepção ou Reformulação de Produtos, serviços e/ ou sistemas produtivos;  Higiene Segurança e Saúde Ocupacional;  Formação Profissional;
  25. 25. Principais Níveis de Intervenção Ergonómica  Ao nível do posto de Trabalho;  Ao nível das ferramentas usadas;  Ao nível do ambiente físico;  Ao nível da organização do trabalho;
  26. 26. Principais Níveis de Intervenção Ergonómica  Ao nível do posto de Trabalho;  Relações dimensionais (é feita uma análise da forma e estrutura das diferentes componentes do posto de trabalho, em função das capacidades e limites humanos);  Relações Informativas (Análise das compatibilidades entre a capacidade de percepção de informação, a informação recebida e os dispositivos informativos de processamento da informação);
  27. 27. Principais Níveis de Intervenção Ergonómica  Ao nível do posto de Trabalho;  Relações de Controlo ( Visa-se a compatibilidade entre as necessidades dos trabalhadores para regular as máquinas e/ou os processos de segurança, conforto, rapidez e eficácia, tendo em conta os objectivos definidos);
  28. 28. Principais Níveis de Intervenção Ergonómica  Ao nível das ferramentas manuais;  As ferramentas devem ser adaptadas à utilização humana; Ex.: Martelo com cabo anatómico ou alicate ergonómico
  29. 29. Principais Níveis de Intervenção Ergonómica  Ao nível do Ambiente Físico;  Análise das condições favoráveis e /ou desfavoráveis para a prática da actividade humana;  A Acção ergonómica, deve ter em atenção os seguintes princípios de prevenção:  Fazer desaparecer a fonte agressora;  Colocar uma barreira entre o trabalhador e a fonte agressora;  Recorrer ao uso de EPI;
  30. 30. Métodos para a melhoria do conteúdo do trabalho  Parcialização das tarefas;  Enriquecimento das tarefas;  Rotação das tarefas;

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