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Dr Barakat | E-book #Desafio30Dias

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Dr Barakat | E-book #Desafio30Dias - Quando você pensa na palavra “desafio” o que lhe vem à mente? Se você tem uma visão ligada a algo inatingível, maçante, custoso – saiba que isso na verdade é um “fardo”.
Classifico como sinônimo de “desafio” aquela ferramenta, aquele “algo mais” que vai servir de força para você evoluir. O gás que você precisa para repor as energias e manter-se firme em um propósito. Consiste em quebrar barreiras e se transformar!
É desta forma que compreendo o nosso “Desafio 30 dias”, uma iniciativa que trata de alcançar qualidade de vida por meio da ressignificação da forma como nos relacionamos com aquilo que comemos.
Esta proposição nada tem a ver com dieta, mas sim, com uma reeducação alimentar. Não se trata de uma restrição, mas de substituições.
O objetivo é promover a experimentação de um novo estilo de vida por meio daquilo da alimentação e, com o tempo, transformar isso em uma rotina.

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Dr Barakat | E-book #Desafio30Dias

  1. 1. 1
  2. 2. 2 Já conhece o Desafio 30 Dias Dr. Barakat?! Uma iniciativa que vai ajudar a todos na con- quista de uma melhor qualidade de vida. Não é uma dieta, mas uma ressignifica- ção com a alimentação. É proposta uma reeducação alimentar, com sugestões de substituições mais saudáveis. O objetivo é promover a experimenta- ção de um novo estilo de vida através da alimentação e, com o tempo, transformar isso em uma rotina.
  3. 3. 3 Assim, durante o período de um mês, gradativamente, alguns alimentos deverão ser retirados das refeições. Com isso, será possível avaliar mudanças no organismo – que vão desde bem-estar, melhoras no de- sempenho do seu sistema autoimune (redu- ção de alergias respiratórias, por exemplo), na produtividade, no funcionamento do in- testino. E, mais importante, na autoestima. No caso do glúten e do leite, recomendo que seja feita uma exclusão total. Lembre-se: persista, pois toda mudança – sobretudo alimentar - pode incomodar no início. Que possamos juntos promover qua- lidade de vida através de atitudes simples, respeitando os limites de cada um, basea- do na alimentação saudável. #Gratidão Dr. Mohamad Barakat Médico, escritor e fundador do Instituto Dr. Barakat de Medicina Integrativa
  4. 4. 4 Veja as sugestões de “Incluir” e “Excluir” nas seguintes categorias: Açúcar Farinhas Óleos Sal e Temperos Bebidas Refeições Lanches
  5. 5. 5 AÇÚ- CAR
  6. 6. 6 AÇÚCAR O doce sabor do açúcar... para alguns, entrar neste assunto pode ter o efeito contrário: do amargo. Para ingressar no nosso #Desafio é preciso antes de tudo quebrar esta per- cepção e desconstruir a relação “afetiva”, sobretudo, com o açúcar refinado. Mas, afinal, há opções? Sim! Seguindo a máxima “moderação sempre” as ver- sões mais saudáveis pode ajudar você a seguir em fren- te no desafio 30 dias. Inclua Exclua Açúcar de Coco Açúcar branco refinado Mascavo Adoçantes Demerara Stevia
  7. 7. 7 Não encare como uma dieta, porque não existe “mágica”. Não há atalhos, e sim, reeducação alimentar. São propos- tas trocas de alguns tipos de alimentos e com isso, adaptar o paladar a esses novos sabores. Existem no mercado vários tipos de açúcares mais saudáveis, que não fo- ram contaminados com produtos quími- cos para refinar, branquear ou torna-los mais solúveis. O açúcar de coco, mascavo e demerara são alguns exemplos. Mesmo sendo ricos em nutrientes, seu consumo deve ser moderado, por serem bastante calóricos. A ingesta excessiva de açúcar pode ocasionar doenças como diabetes, obesidade, cáries, déficit de atenção etc. Mas por que excluir o tipo refinado? Ele é nocivo à saúde, altamente calórico e sem valor nutricional. É digerido instantanea- mente pelo organismo e os níveis glicêmi- cos se elevam rapidamente, o que pode ser perigoso por conta do depósito de gordura nas células. Podemos substituir o açúcar refinado por: * O açúcar de coco, mesmo com valor calórico igual ao co-
  8. 8. 8 mum, não possui adição de químicos, é rico em vitaminas (complexo B, potás- sio, magnésio, ferro e zinco) e tem índice glicêmico mais baixo. * O tipo Mascavo, que man- tém a maioria das vitaminas e minerais da cana. Quanto mais escuros, maior quantidade de nutrientes foi mantida. * Demerara, rico em vitamina B1, B2, B6, cálcio, magnésio, cobre, fósfo- ro e potássio, mantém seu valor nutricional, por não conter adi- tivos químicos como o refinado. Assim como o Mascavo, é calóri- co (300kcal a cada 100g) e engorda quando consumido em excesso. E então, aceita o desafio?!
  9. 9. 9 FARINHAS
  10. 10. 10 FARINHAS É sabido os malefícios que o glúten pode trazer para a saúde devido ao seu potencial inflamatório do intestino. Ele pode ativar os “gatilhos” de ge- nes de doenças autoimunes, antes estavam inativos no organismo. A indústria acres- centa glúten à fari- nha de trigo refina- da. Ao ingeri-lo em excesso, podemos levar o intestino a um estado inflama- tório, fragilizando-o Inclua Exclua Coco Farinha de trigo refinada Quinoa Adoçantes Amêndoa Linhaça Chia Maracujá Castanhas Arroz
  11. 11. 11 e causando distúrbios. Isso ocasiona numa sensibilidade não celíaca[1][2]. Alguns efei- tos nocivos são fáceis de perceber, como ganho de peso, desconforto ou inchaço abdominal – danos que, a princípio, podem nem parecer tão graves assim. O que torna a farinha de trigo inimiga da saúde é o processo de refinamento, que separa do trigo a casca e o gérmen, man- tendo apenas o endosperma do grão que depois é moído. Com isso retira-se grande parte dos nutrientes e as fibras que ajudam na formação do bolo fecal. Por isso, é recomendada a substituição a farinha branca refinada por opções mais saudáveis como a de coco, quinoa, amên- doa, linhaça, arroz, castanhas, maracujá e chia. Elas são ricas em nutrientes e livres
  12. 12. 12 de glúten. Mas não podemos esquecer a moderação no consumo por conta de seus valores calóricos. Para se ter uma ideia a American Heart Association reconhece a farinha de amên- doa como “amiga do coração” por ser rica em gorduras monoinsaturadas, que auxiliam na redução do colesterol, pres- são arterial, e do risco de coágulos sanguí- neos. A quinoa e linhaça contém alto teor de fibras e ômegas 3 e 6 por exemplo. De acordo com uma publicação do Innovative Food Science & Emerging Technologies, a farinha de coco ajuda a reduzir os riscos de diabetes, doenças cardíacas e o colesterol ruim (LDL). Depois disso, que tal fazer mais essa substituição saudável?!
  13. 13. 13 ÓLEOS
  14. 14. 14 ÓLEOS Qual óleo usar na alimentação? São tan- tas opções no mercado, mas como fazer as escolhas? Precisamos ter cuidado e fi- car atentos ao ingrediente que origina o óleo. Seguem alguns exemplos que po- dem serem boas escolhas. * Banha de porco. Vista como vilã, seu consumo pode fazer bem à saúde, lem- brando sempre de levar em con- ta sua origem e o uso correto (com moderação, sempre!) Ela é boa para frituras por atingir a temperatu- ra ideal muito mais rá- pido, além de não ter sofrido processo de industrialização (leia aditivos químicos). É recomendado que a Inclua Exclua Banha de porco Óleo de Girassol Manteiga Ghee Canola Óleo de Coco Óleo de Milho
  15. 15. 15 banha seja comprada direto com o pro- dutor e não as opções disponíveis nos supermercados. * Já a manteiga ghee é o óleo purificado da manteiga, livre de água, elementos sólidos e to- xinas da gordura do leite e lac- tose. Esse processo de clarifica- ção faz dela muito mais saudável. Quando preparada adequadamente apresenta os seguintes benefícios: não contém sal, lactose, não pro- duz fumaça em temperaturas altas e não precisa ser conser- vada na geladeira. Existem outras opções boas para saúde, como o óleo de ger- gelim, o azeite de oliva extra virgem, o óleo de coco. Infelizmente, grande parte da população ainda recorre aos “vilões” por questões finan- ceiras ou até mesmo por falta de conhecimento dos malefícios que eles podem causar. O óleo de canola, por exemplo, é um dos mais nocivos. Ele deriva de uma planta chamada “colza”, que é geneticamente modificada, sendo
  16. 16. 16 o resultado de um cruzamento de várias subespécies de plantas da mesma família. O nome Canola é uma sigla “Canadian Oil Low Acid”. Pesquisadores canaden- ses buscaram alternativas saudáveis para o óleo de soja e milho (ambos transgê- nicos) e que também fosse mais barata. Eles descobriram que o óleo de colza era um monoinsaturado já usado em outros países. Até aí ok, o grande problema é que quase dois terços desses óleos se tratam de ácido erúcico, extremamente tóxico e com grande associação a pro- blemas no coração.
  17. 17. 17 SALE TEMPEROS
  18. 18. 18 Sal e Temperos As especiarias ou temperos como hoje chamamos já foram motivos de grandes batalhas, longas expedições entre conti- nentes – o Brasil foi descoberto graças a uma expedição que tinha como objetivo chegar as Índias em busca delas – tama- nha a sua importância. E hoje muitas pes- soas acham que tempero vem em pó no saquinho cheio de amor ou em cubinhos. Aham, ‘vai nessa’! Os temperos na- turais possuem muitos benefí- cios para a saúde, que vão além de agregar sabor e aroma. Sugiro algumas trocas por opções mais saudáveis, defendo a exclusão do sal refinado Inclua Exclua Sal Marinho Sal branco refinado Sal Rosa Temperos prontos em cubos Temperos e Ervas (caseiros e naturais)
  19. 19. 19 e temperos industrializado, ricos em sódio e aditivos químicos nocivos à saúde. São várias a opções de temperos naturais: • manjericão • salsa • cebolinha • cardamomo • sal rosa • sal marinho • pimenta O manjericão tem pro- priedades bactericidas[1], antioxidante[2], visão, alivia o estresse e ainda é um esti-
  20. 20. 20 mulante da memória. O cardamomo é uma especiaria que pode ser usada em pratos salgados e doces. De sabor diferenciado, é rica em nutrientes como vitaminas A, B e C, Potássio, Ferro, Cálcio e Magnésio. Pos- sui ação termogênica e antiinflamatória[3], sendo um ótimo auxiliar no tratamento de gripes e resfriados. A pimenta é rica em capsaicina[4], res- ponsável por sua ação termogênica, é bas- tante apreciada em vários tipos de culiná- rias. Possui baixa caloria, vitamina A, B6 e C, além de minerais como magnésio, ferro e potássio[5]. Ajuda no processo de diges- tão por auxiliar no aumento da produção de saliva, o que facilita a formação do bolo alimentar a ser digerido pelo estômago. Ainda existem várias opções mais saudá- veis como o sal rosa, flor de sal e o marinho, por exemplo, o que importa é não serem processados e acrescidos de aditivos quí- micos. A versão do Himalaia contém mais de 80 minerais, incluindo cálcio, potássio, fósforo, ferro, magnésio. Ambos são boas opções para a alimen- tação, mas não esqueçam, mesmo com nutrientes devem ser usados sempre com MODERAÇÃO.
  21. 21. 21 BEBI- DAS BEBI- DAS
  22. 22. 22 BEBIDAS Aumentar o consumo de água é muito importante para o bom funcionamento do organismo. No desafio 30 dias, sugiro al- gumas substituições de bebidas. Existem hoje no mercado diversas mar- cas, sabores e versões de refrigerantes. Eles contêm quantidades absurdas de açúcar, que além de engordar, causam picos de insulina no organismo, poten- cializando o desen- volvimento de diabetes, distúrbios metabólicos, gordura no fígado, cá- ries entre outros[1] [2]. O pH deles é Inclua Exclua Água Refrigerantes Água de coco Sucos de caixinha Sucos orgânicos, naturais Leite Leite de amêndoas e/ou de coco
  23. 23. 23 altamente ácido, próximo de 2,2 o que causa um verdadeiro descontrole no me- tabolismo, que para se alcalinizar precisa de uma grande quantidade de água alca- lina. E para piorar ainda mais, existem os corantes, conservantes e outros aditivos químicos para tornar o sabor agravável e nos viciar[3]. Aí você pensa que está livre de todos esses venenos porque não con- some refrigerantes, mas é da turma que adora sucos “naturais” de caixinha. Olha...
  24. 24. 24 sinto dizer que o veneno é o mesmo, ape- nas mudou de nome. Eles possuem em sua composição grandes quantidades de açúcar, aditivos químicos, que realçam o sabor, dão cor, consistência e aumentam substancialmente a validade do produto. Para vocês terem uma ideia, os néctares são aqueles que possuem no máximo 30% de frutas em sua composição. Já os refres- cos, apenas 10%. Para ser considerado um suco, é preciso ter 100% de frutas. Mas é aquele pozinho, fácil e prático de fazer?! A quantidade de fruta presente entre os ingredientes é insignificante, cerca de 1% ou até menos! Assustador não é?! Mas, o que fazer em meio a tantos ve- nenos disponíveis no mercado?! Prefira os sucos naturais (com moderação sempre, porque frutose em excesso também faz mal), água de coco, água pura ou saboriza- da com limão, maçã, abacaxi, hortelã, leite de coco ou amêndoas. Invista em saúde! Seu organismo agradece.
  25. 25. 25 REFEI- ÇÕES
  26. 26. 26 REFEIÇÕES Seja qual for a refeição - café da manhã, lanche, almoço ou jantar – o que é propos- to é fazer uma exclusão no período de ali- mentos processados, congelados, embuti- dos – enfim, industrializados. E, começar a dar lugar a comidas com valor nutricional. Ou seja, descascar mais e de- sembalar menos! Mas, por que isso? Com a rotina que as pessoas levam, houve uma maior preocupação com a praticidade do que com a quali- dade – e quando falo sobre isso, quero dizer do as- Inclua Exclua Alimentos orgânicos Alimentos industrializados Pratos feitos em casa Alimentos processados Sem conservantes Embutidos Conservantes
  27. 27. 27 pecto nutricional daquilo que comemos. Na medida em que houve uma evolução industrial em seus diversos setores (como o químico) passou-se a recorrer à soluções rápidas para nossas necessidades básicas – como comer. A humanidade deixa de consumir refei- ções “naturais”, preparadas em casa e dá lugar ao consumo de fast foods, congela- dos de todos os gostos e tipos. Com isso, houve um aumento na inges- tão de elementos que podem danificar o organismo: desde o excesso de açúcar refinado, de sódio (que inclusive há uma
  28. 28. 28 movimentação mundial para a redução do teor do mesmo nos alimentos porque atestou-se que faz mal à saúde), de acidu- lantes, nitritos, nitratos, conservantes, gor- dura trans (hidrogenada) aromatizantes, e outros produtos aplicados à comida para realçar sabor, manter a validade, textura e outras características. O velho ditado “você é o que você come”, mas, sobretudo o que absorve fala claramente sobre a importância da quali- dade do que você ingere. Por isso ingerir alimentos naturais é a melhor opção, pois eles estão livres de agrotóxicos, antibióti- cos e hormônios. Sempre que puder, co- mece a optar pelos alimentos considera- dos “orgânicos”. Os benefícios de comer alimentos frescos, ricos em nutrientes – são infinitos e serão percebidos dia após dia!
  29. 29. 29 LAN- CHES
  30. 30. 30 LANCHES Estes são apenas alguns dos exemplos do que podemos recorrer como alternati- vas para o lanche e, também, aqueles que devemos suprimir – na linha do #Desafio. Vamos entender: em lugar de consu- mir aqueles lanches de bisnaguinhas com embutidos como presunto e requeijão, dê uma chance ao frango desfiado. Fica muito saboroso se misturado com biomassa de banana por exemplo. A bio- massa pode ser um “co- ringa”, pois “dá liga” no preparo de patês com ervas, legumes entre outros itens. Vale a criatividade. Inclua Exclua Frango desfiado Bolachas Biomassa de banana verde Bisnaguinhas Bolinhos (muffins) salgados Embutidos Barras de cereais industrializadas
  31. 31. 31 A máxima aqui é: sem conser- vantes, preservan- tes ou algum in- grediente de produto industrializado. Um mix de oleaginosas é uma boa pedida. Comer uma boa maçã. E, para quem é fã de um salgado que tal muffin salgado de legumes, frango? Agora, vamos lá: uma das “queridinhas” do lanche costuma ser a “barrinha de ce- real”. Se este for seu caso, prefira uma barra de cereal caseira. (nada de recorrer às prontas). Sobre os líquidos já sabem: abordamos no post sobre as “bebidas”. Nada de refrigerantes, suquinhos e chás industrializados, bebidas lácteas prontas para consumo. Substitua por água, água de coco outros. E lembre-se da máxi- ma: tudo o que for consumir, seja com moderação, alinhado ao seu estilo de vida e necessidade nu- tricional e, que tenha como base a comida de verdade.
  32. 32. 32 Referências Farinhas [1] Elli, Luca, Leda Roncoroni e Maria Teresa Bardella. “Non-Celiac Gluten Sensitivity: Time for Sifting the Grain.” Jornal Mundial de Gastroenterologia: WJG 21.27 (2015): 8221-8226. PMC . Rede. 10 de maio de 2017. [2] El-Salhy, Magdy et ai. “A Relação entre Doença Celíaca, Sensibilidade Glúten Nonceliac e Síndrome do Cólon Irri- tável.” Nutrition Journal 14 (2015): 92. PMC . Rede. 10 de maio de 2017. Bebidas [1] Vartanian, Lenny R., Marlene B. Schwartz, and Kelly D. Brownell. “Effects of Soft Drink Consumption on Nutrition and Health: A Systematic Review and Meta-Analysis.” Ame- rican Journal of Public Health 97.4 (2007): 667–675. PMC. Web. 6 July 2017. [2] Berkey CS, Rockett HR, Field AE, Gillman MW, Colditz GA. Bebidas adicionadas de açúcar e mudança de peso para adolescentes. Obes Res . 2004; 12 : 778-788. [3] Jacobson MF. Liquid candy: como refrigerantes estão prejudicando a saúde dos americanos. Disponível em: http://www.cspinet.net/new/pdf/liquid_candy_final_w_ new_supplement.pdf . Acessado em 10 de agosto de 2005. Sal e Temperos [1] Da Costa, Andréa Santos et al. “Chemical Diversity in
  33. 33. 33 Basil (Ocimum Sp.) Germplasm.” The Scientific World Jour- nal 2015 (2015): 352638. PMC. Web. 4 July 2017. [2] Politeo O., Jukic M., Milos M. Chemical composition and antioxidant capacity of free volatile aglycones from ba- sil (Ocimum basilicum L.) compared with its essential oil. Food Chemistry. 2006;101(1):379–385. doi: 10.1016/j.food- chem.2006.01.045. [3] Goyal, Sameer N. et al. “Protective Effects of Cardamom in Isoproterenol-Induced Myocardial Infarction in Rats.” Ed. Guido R. M. M. Haenen. International Journal of Molecular Sciences 16.11 (2015): 27457–27469. PMC. Web. 4 July 2017. [4] O’Neill, Jessica et al. “Unravelling the Mystery of Cap- saicin: A Tool to Understand and Treat Pain.” Ed. Annette C. Dolphin. Pharmacological Reviews 64.4 (2012): 939–971. PMC. Web. 4 July 2017. [5] Sricharoen, Phitchan, Suchila Techawongstein, and Sak- sit Chanthai. “A High Correlation Indicating for an Evalua- tion of Antioxidant Activity and Total Phenolics Content of Various Chilli Varieties.” Journal of Food Science and Te- chnology 52.12 (2015): 8077–8085. PMC. Web. 4 July 2017.
  34. 34. /barakat.vidasaudavel /DoutorBarakat Compartilhe conosco sua experiência, queremos saber sobre suas conquistas. ao postar nas redes sociais, utilize a hashtag: #Desafio30DiasDrBarakat

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