HPV na laringe

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HPV na laringe

  1. 1. HPV na Laringe
  2. 2. INTRODUÇÃO• Os papilomavírus humanos (HPV) são vírus da famíliaPapillomaviridae que causam lesões na pele ou mucosas.• Podem ser divididos em dois grupos: Alto risco (principalmente os tipos 16 e 18) Baixo risco para neoplasia (principalmente os tipos 6 e 11)
  3. 3. INTRODUÇÃO• A papilomatose laríngea • Em casos extremos(PL) é uma doença ocasiona quadros decausada pelos vírus de insuficiência respiratóriabaixo risco que acomete aguda.pregas vocais, epiglote epregas vestibulares, maspode atingir toda a laringe.
  4. 4. CAUSAS• O modo de transmissão do HPV ainda não foicompletamente elucidado. • Nos casos de infecções na laringe em crianças acredita-se na contaminação vertical, que ocorre durante o parto; em adultos, na transmissão por meio de sexo oral sem preservativo.
  5. 5. SINTOMAS• Em crianças os sintomas incluem rouquidão, que podeevoluir para falta de ar, chegando a quadros dramáticos dedesconforto respiratório.• Em adultos e adolescentes as lesões são menosnumerosas, focais e menos recorrentes, porém com maiorpotencial de malignização.
  6. 6. DIAGNÓSTICO• O diagnóstico da doença poderá ser feito mediante arealização de uma laringoscopia, exame em que o médicoexamina de forma direta toda a cavidade oral, epiglote elaringe do paciente.
  7. 7. TRATAMENTO• Procurar um médico aos primeiros sinais da doença éfundamental para a indicação do melhor tratamento paracada caso.• Somente o especialista poderá orientar o paciente emrelação aos procedimentos adequados e ao uso deremédios.
  8. 8. TRATAMENTO• Devido ao conhecimento ainda limitado da doença, nãoexiste um consenso sobre a forma de tratamento.• A opção cirúrgica, com remoção das lesões, não ofereceresultados sempre eficazes, e as lesões podem voltar empouco tempo.
  9. 9. PREVENÇÃONa transmissão pelo sexo oral, a formade prevenção da doença é o uso depreservativos durante o ato sexual. Natransmissão vertical, o ideal é que amãe faça o tratamento do vírus antesde engravidar, tendo em vista que aindanão existem comprovações de que acesariana possa evitar a contaminação.
  10. 10. Procure sempre o seu médico. Fontes: http://oglobo.globo.com/saude/vivermelhor/mat/2007/05/10/295697808.asp. http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034- 72992003000400003. http://www.projetodiretrizes.org.br/projeto_diretrizes/079.pdf. http://www.ipo.com.br. Editora médica: Dra. Anna Gabriela Fuks (615039-RJ) Jornalista responsável: Roberto Maggessi (31.250 RJ)

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