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Indices de liquidez analise

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Analise das demonstrações contabeis

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Indices de liquidez analise

  1. 1. ANÁLISE INDICE DE LIQUIDEZ GERAL (AC+RLP/PC+ELP) Com o índice de liquidez geral analisamos a capacidade de pagamento da empresa a longo prazo e envolve todas as contas do ativo e do passivo tanto de curto como a longo prazo. Em 2008 a empresa possuía R$ 2,29 de valores a receber para R$ 1,00 de contas a pagar, já em 2009 esse valor aumentou para R$ 2,73 cada R$ 1,00, conclui-se que a empresa tem potencial para honrar os seus compromissos em curto e longo prazo. INDICE DE LIQUIDEZ CORRENTE (AC/PC) Em 2008 a empresa possuía para cada R$ 1,00 de obrigação a curto prazo R$ 2,29 para cobertura da dívida, já em 2009 essa proporção aumentou para R$ 2,73 para cada R$ 1,00. INDICE DE LIQUIDEZ IMEDIATA (Disp/PC) Para liquidação imediata da dívida a empresa possuía para cada R$ 1,00, R$ 0,73 centavos em 2008, o que diminui para R$ 0,13 centavos em 2009. INDICE DE LIQUIDEZ SECA (AC-Est./PC) Com este índice podemos analisar a capacidade da empresa em pagar suas dívidas no caso de uma possível paralisação nas vendas, isto porque subtraímos do ativo circulante, o estoque. Com um acréscimo de R$ 0,48 centavos na capacidade de pagamento a empresa representa um bom índice. ENDIVIDAMENTO TOTAL (Exg. Tot./PL*100) Com este índice observamos que para cada R$ 100,00 de capital próprio investido, existia R$ 203,77 de capital de terceiros em 2008 caindo para 33,13 em 2009. COMPOSIÇÃO DO ENDIVIDAMENTO (PC/Exg. Tot*100.) Com este índice apuramos que na composição do endividamento, 100% são dívidas a curto prazo , um aumento de 79,7% em relação a 2008 que foi de 20,30%. Apesar do aumento, o endividamento tem uma composição equilibrada o que da mais tranqüilidade para a empresa. IMOBILIZAÇÃO DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO (A Per./PL*100) Indica a parcela dos recursos próprios investidos em Ativo Permanente. 21,28% dos recursos próprios estão investidos em Ativo Permanente e, portanto, os restantes 78,72% dos recursos próprios estão sendo investidos em ativos realizáveis. IMOBILIZAÇÃO DOS RECURSOS CORRENTES (A Per./PL+Exig a Longo Prazo)
  2. 2. ANÁLISE Informa quanto de recursos permanentes e de longo prazo está investido em Ativo Permanente. O calculo indica que 21,3% dos recursos permanentes e de longo prazo está “imobilizado” e, portanto, 78,7% desses recursos estão sendo utilizados por ativos realizáveis. PRAZO MÉDIO DE CONTAS A RECEBER (Contas a Receber / Rec. Oper. Bruta *360.) Indica o número de dias que a empresa leva para pagar seus fornecedores, de modo geral quanto menor, melhor. Em 2008 a empresa levava em média 3 dias para pagar seus fornecedores já em 2009 aumentou para 4 dias. PRAZO MEDIO DE RENOVAÇÃO DE ESTOQUE (Estoque / Custo de Prod. Vendidos*360) O índice de prazo médio de renovação de estoque mostra que em 2008 o prazo médio de renovação de estoque era 78 dias, em 2009 reduziu para 44 dias. Este prazo decorre do período da compra da mercadoria até o momento da venda, ou seja, quanto menor o prazo de renovação de estoque, menor será o custo da mercadoria parada aguardando realização. PRAZO MÉDIO PARA LIQUIDAÇÃO DE COMPRAS (Fornecedor/Compras*360) O índice mostra que em 2009 o prazo médio para pagamento de seus fornecedores era 58 dias, Em 2009 a empresa está com prazo médio de renovação de estoque maior do que o prazo médio de pagamento das compras, ou seja, os fornecedores estão financiando apenas uma parte do estoque. Isso significa que maior será o período dependente de recursos de terceiros para financiar seus estoques, resultando no aumento do custo operacional. CICLO FINANCEIRO (PMRE + PMPC + PMRV) Tempo entre o pagamento a fornecedores e o recebimento das vendas. Quanto maior o poder de negociação da empresa com fornecedores, menor o ciclo financeiro. CICLO OPERACIONAL (PMRE + PMRV) O ciclo operacional da empresa em 2008 é de 112,52 dias, sendo que o prazo médio de renovação de estoque é de 78 dias, o prazo médio de recebimento das vendas é de 3 dias e o prazo médio de pagamento das compras é de 0 dias. Isso significa que os fornecedores financiam apenas uma parte dos estoques, ou seja, o ciclo de caixa é de 109,52 dias, tempo que a empresa precisa obter recursos para financiar parte de seus estoques e suas vendas, resultando em maior custo operacional, sendo que o ideal seria que os fornecedores financiassem todo o ciclo operacional da empresa, da compra até o recebimento pelas vendas efetuadas. Em 2009, o ciclo operacional da empresa aumentou para 113,07 dias.
  3. 3. ANÁLISE RENTABILIDADE DO ATIVO ( Lucro Liquido/Ativo Total) O quociente de Rentabilidade do Ativo evidencia o potencial de geração de lucros por parte da empresa. Quanto à empresa obteve de lucro por cada real investido ou para cada cem unidades na forma percentual. A análise mostra que a empresa obteve no ano de 2009 R$ 16,93 de cada R$ 100,00 investido no Ativo Total. No ano de 2008 o valor foi de R$ 29,99. Os valores mostram diminuição em investimento do Ativo nos períodos estudados. RENTABILIDADE DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO ( Lucro Liquido/Patrimônio Liquido) A Rentabilidade do Patrimônio Líquido revela a taxa de rentabilidade obtida pelo Capital Próprio investido na empresa. Nos dois exercícios analisados a empresa não manteve evolução. No ano de 2008, a Rentabilidade do Patrimônio Líquido foi de 42,45% no ano de 2009 diminui para 22,54. CAPITAL DE GIRO (Ativo Circ Operacional - Passivo Circ Operacional) A empresa apresentou índice de 0,38 ou 38%. Significa que a empresa vendeu R$ 38,00 para cada R$ 100,00 de investimento total no exercício de 2009. No exercício de 2008 o percentual foi de 23,66%. Este quociente mede a eficiência da empresa medindo o volume de vendas em relação ao Capital Total investido na empresa Fator de Insolvência Kanitz A análise do fator de insolvência permite verificar se a empresa corre ou não o risco de falir. Kanitz Apud Silva (2010) determinou faixas de solvência que vão de 0 a - 7, o chamado termômetro de insolvência. Fator de Insolvência entre 0 e 7 é a faixa de solvência, entre 0 a –3 é a região de penumbra e entre –4 a –7 é a faixa de Insolvência. O fator de insolvência é o seguinte; Fórmula; X1 = (Lucro Líquido/Patrimônio Líquido) X2 = (Ativo Circulante + Ativo Não Circulante) / Exigível Total X3 = (Ativo Circulante – Estoques) / Passivo Circulante X4 = Ativo Circulante / Passivo Circulante X5 = Exigível Total / Patrimônio Líquido Ano 2009 FI= (0,05 x 0,011) + (1,65 x 4,51) + (3,55 x 7,63) – (1,06 x 2,89) – (0,33 x 0,10) Ano 2008 FI= (0,05 x 0,021) + (1,65 x 3,76) + (3,55 x 5,87) – (1,06 x 2,42) – (0,33 x 0,13) Cálculo Ano 2009 FI= (0,05 x X1) + (1,65 x X2) + (3,55 x X3) – (1,06 x X4) – (0,33 x X5)= 9,14 Ano 2008 FI= (0,05 x X1) + (1,65 x X2) + (3,55 x X3) – (1,06 x X4) – (0,33 x X5)= 7,10
  4. 4. ANÁLISE O fator de insolvência mostrou que de 7,10 em 2008, aumentou para 9,14 em 2009, nos dois períodos analisados a empresa está solvente, ou seja, não apresenta risco de falência. Alavancagem Financeira A medida do grau de alavancagem financeira (GAF) de uma empresa é um importante indicador do grau de risco a que empresa está submetida. Se existe a presença de capital de terceiros de longo prazo na estrutura de capital, a empresa estará "alavancada", ou seja, corre risco financeiro. Nos períodos analisados a GAF foi maior que 1, então a alavancagem financeira é considerada favorável: o retorno do Ativo Total (conjunto de bens e direitos da empresa, expressos em moeda) será razoavelmente maior que a remuneração paga ao capital de terceiros.

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