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*Paul KleeResumos documentários: uma proposta metodológica“De um modo geral, concebe-se aelaboração de resumos comouma ope...
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*Albert BierstadtTEXTO CANôNICO:
*PortinariTEXTO DISSERTATIVO:
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*Renoir“Apresentar, inicialmente, breve histórico da constituição do campo, osprincipais conceitos da bibliometria, da cie...
*Thomas EakinsQUANTIFICAÇÃO DA ATIVIDADE CIENTÍFICA:Lotka, Bradford, Zipf e Price ;A lei do quadrado inverso, de Lotka (19...
*Umberto BoccioniPrice, que se valeu das propostas de Lotka, Bradford e Zipf para formular suasleis cienciométricas, os es...
*San Giorgio MaggioreO termo infometria, por sua vez, foi proposto em 1987, pela InternationalFederation of Documentation ...
*Francis BaconConceitos operacionais centrais:A produtividade de autores de artigos científicos (combase nas leis de Lotka...
*DalíMAPAS DA CIÊNCIA E DA TECNICA:Criação de 3 novos Workshops na: 12th International Conference onScientometrics and Inf...
Umberto BoccioniNa visualização da informação, temos 2 eixos:*consideração o modo como essas técnicasexploram o substrato ...
*Lyubov PopovaOs dendogramas constituem outra técnica de visualização dedados. Também conhecidos como diagrama de árvore, ...
O núcleo e a dispersão na distribuição de dadosDois fenômenos podem ser destacados nas representações visuais dos estudosb...
Porque os diferentes atores da comunicação deconhecimento científico tenderiam a se submeter a tal regra?Dos estudos reali...
PontuaçõesBreve histórico dos estudos quantitativos da informação para, em seguida, abordar astendências dos estudos conte...
Estudos para implantação de ferramenta de apoio agestão de linguagens documentárias vocabuláriocontrolado da USPA organiza...
Seguindo essas três dimensões especialista embibliotecas do sistema desenvolveram um projetopelo qual foram responsáveis p...
Gerenciamento do vocabulário controlado doSIBI/USPO “Vocabulário Controlado do SIBi/USP” foi criadopara ser usado pelo Ban...
O primeiro aspecto refere-se ao gerenciamento do processoinclui a elaboração de diretrizes, a definição dos mecanismos der...
S I S T E M A D E S U G E S T Õ E S D O V O C A B U L Á R I OC O N T R O L A D O D A U S P - S I B I X 653A manutenção ege...
O SIBIX 653 foi implementado a partir do delineamento dofluxo de informação proposto pela equipe responsável pelogerenciam...
ANÁLISE DOCUMENTÁRIA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIALLevantar questões relacionadas à interface daAnálise Documentária com a Inte...
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E DOCUMENTAÇÃO:A Inteligência Artificial (I.A.) é uma área da Informáticavoltada à construção de s...
Aplicação da I.A. à Documentação:As pesquisas para aplicação da I.A. ao nossocampo de interesse, a Documentação, vêmsendo ...
Análise Documentária e I.A.:A aproximação da Análise Documentária da InteligênciaArtificial, e mais especificamente dos Si...
CONCLUSÃO:Essa inter-relação fica clara, sem dúvida, na fase de elaboraçãoda Base de Conhecimentos, na medida em que os se...
O objetivo é chegar a uma representação que sendo "todo"o conteúdo, seja mais rápida de absorver e portanto maiseconômica ...
ARQUEOLOGIA DO TRABALHO IMATERIAL: umaaplicação bibliométrica à análise de dissertações e tesesOs trabalhos de Whitley (19...
Considerações Preliminares:1) os produtos da pesquisa científica, vistos na ótica daeconomia informacional, por serem expr...
Inicialmente, empreguei essa palavra de maneira um poucocega, para designar uma forma de análise que não seriaefetivamente...
Explorar as bases de dados de dissertações e teses produzidasno país, descrevê-las e produzir indicadores tem osentido, po...
A APLICAÇÃO BIBLIOMÉTRICA À ANÁLISE DE DISSERTAÇÕES E TESES.Breve caracterização da bibliometriaA bibliometria é uma metod...
Exemplo de mapeamento bibliométricoEm complemento às aplicações para obtenção deindicadores da ciência, tecnologia e inova...
Tais estudos abriram caminhos para explorar ascaracterísticas da percepção global e, consequentemente,para aplicá-las aos ...
A visualização da dinâmica da aplicação de processocientífico de “radiação gama à base de cobalto 60”sobre os mais diverso...
Classificação, em espaço reduzido, não hierárquica de descritores – ESCALAMULTIDIMENSIONAL (MSD)
Em que se estuda a mesma categoria S63, oobjetivo foi o de representar em espaçoreduzido, os “clusters” que se formaram en...
Fundamentos semânticos e pragmáticos daconstrução de instrumentos derepresentação deinformaçãopor Nair Yumiko Kobashi
• A Organização da informação, enquanto campo disciplinar, tem como umade suas preocupações mais importantes propor princí...
• A criação de linguagens para operar em contextos deprodução e de busca de informação é, pois, parte constitutivada preoc...
As teorias lingüísticas e as linguagens derepresentação• Saussure: a língua, concebida como uma atividadesocial,passa a se...
• A idéia central de Bakhtin é que a língua é atividade social que sefunda nas necessidades de comunicação (Cintra et al, ...
• A incorporação da linguagem do usuário aos sistemas de informação é umfato recente e auspicioso.• As unidades denominati...
Relações entre termos nas linguagens derepresentação.• As Linguagens documentárias são constituídas de unidadesespeciais. ...
• Os mecanismos estruturais de fixação do sentido e do valor de cadaunidade da Linguagem documentária não existem, portant...
CUNHA, Isabel Maria Ribeiro Ferin; KOBASHI, Nair Yumiko. Análise documentária e inteligência artificial.Revista Brasileira...
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  1. 1. Informaçõesdocumentárias:Kobashieaorganizaçãodoconhecimentoedainformação• A relação da autora com os termos:“organização da informação” e“organização do conhecimento”- umabusca em base de dadosDisciplina: Elaboração de resumos documentários e indexação,Solange Puntel MostafaUniversidade de São Paulo, Campus Ribeirão PretoFaculdade de Filosofia Ciências e LetrasCiências da Informação e da DocumentaçãoDiscentes: Felipe, Rodrigo, André, Vander, João e Luís*Rembrandt
  2. 2. *Van GoghA base de dados BRAPCI: www.brapci.ufpr.brPautou-se a busca na base com os termos: “organização dainformação”, “organização do conhecimento” e vinculados ao nomeKobashi. A base nos retornou com 7 artigos de pertinência naestruturação e na construção do conhecimento cientifico nasmetodologias documentárias e processos indexatórios.Interessante ressaltar a remissiva gerada pela base, do qual na pesquisa feitapor tais termos, as palavras - chave sugeridas remetem ao trabalho deindexação.“cartografia temática conceitos dissertações dissertações eteses indicadores bibliométricos indicadoresbibliométricos; institucionalização da pesquisacientífica institucionalização da pesquisa científica; linguagensdocumentárias lingüística e ciência da informação organização dainformação organização do conhecimento teorias do conceito teses ”
  3. 3. Nair YumikoKobashiKOBASHI, Nair Yumiko é professorada Escola de Comunicação e Artes(ECA) da Universidade de SãoPaulo, e elabora pesquisas no campodas construções documentárias eindexação. Em sua tese: Aelaboração de informaçõesdocumentárias: em busca de umametodologia, Kobashi aborda osdiversos aspectos metodológicos nacriação de textos documentais(resumos) tais como o afeto causadona recuperação da informação.Na construção dessa metodologiaem sua tese, Kobashi faz umlevantamento bibliográfico de maisde 150 referencias como baseempírica para embasar tal trabalho.Kobashi aponta aspectos cognitivos,semânticos, tipos de resumos,formas e formatos indexatórios.
  4. 4. *Paul KleeResumos documentários: uma proposta metodológica“De um modo geral, concebe-se aelaboração de resumos comouma operação que consiste emtratar textos: seleciona-se dosmesmos as informaçõesconsideradas essenciais, tendoem vista a produção de um novotexto condensado” (p.1)
  5. 5. *CezanneA seleção de informações é, nesse sentido, uma dasoperações centrais dos processos que visam a obterrepresentações condensadas. Seu fundamentorepousa na distinção entre informação essencial einformação acessória do texto de partida.” (p.1)“Assim, o resumo é um produto que mantém com otexto uma relação de Similaridade”(p.1)
  6. 6. *Picasso“a expressão concreta de um raciocíniocientífico é o texto científico, no qual o autorexpõe as operações do espírito que oconduziram da observação de certos fatosempíricos ao enunciado de proposiçõesdenominadas de forma diversa:teses, hipóteses, interpretações, comentários, conclusões, explicações, etc...” (p,2) (Gardin)
  7. 7. *Giacomo Balla“É no interior da atividade deconhecer, portanto, que se define o textocientífico: uma unidade de comunicação dosaber, dotado de certos elementos estruturais “(p.2)“A primeira coluna do quadro relaciona ascategorias textuais e, a segunda, descreve anatureza de cada uma delas.” (p.3)
  8. 8. *Albert BierstadtTEXTO CANôNICO:
  9. 9. *PortinariTEXTO DISSERTATIVO:
  10. 10. *Ivan Konstantinovich AivazovskiiElaborando resumo:“ler o texto para identificar seu tema, categoriaresponsável pela condensação semântica dotexto ao seu nível hierárquico mais geral.” (p.5)“selecionar as informações consideradaspertinentes para o tipo de produto que se querelaborar”.(p.5)
  11. 11. *Nadezhda UdaltsovaGT7: PRODUÇÃO E COMUNICAÇÃO DA INFORMAÇÃO EM CT&I -BIBLIOMETRIA, CIENTOMETRIA, INFOMETRIA: CONCEITOS EAPLICAÇÕES“Análise da constituição e institucionalização dabibliometria, da cientometria e da infometria.“Segundo Boustany (1997), a análise estatística de informações bibliográficas e aformulação de modelos ou leis vêm sendo feitas desde o século XIX. Sua expressãomais sistemática, porém, teve início no século XX, com os trabalhos de Lotka. Apartir daí, as informações bibliográficas ou factuais, reunidas em bancos de dadospúblicos, de acesso gratuito ou mantidos por serviços comerciais, foram objeto deinúmeros estudos que resgataram ou deram origem a novas designações, de acordocom o objeto em foco: cientometria, infometria, tecnometria, museometria,arquiometria, iconometria, biblioteconometria, webmetria, entre outras.(ROSTAING, 1996).
  12. 12. *Renoir“Apresentar, inicialmente, breve histórico da constituição do campo, osprincipais conceitos da bibliometria, da cientometria e da infometria para, emseguida, abordar algumas tendências atuais dos estudos métricos dainformação. “Bibliometria, cientometria e infometria: breve histórico“Gabriel Peignol, pesquisou a produção universal de livros no períodocompreendido entre a metade do século XV e início do século XIX.”Século XX se constitui sua legitimação;A bibliometria foi caracterizada por Pritchard (1969) como conjunto demétodos e técnicas quantitativos para a gestão de bibliotecas einstituições envolvidas com o tratamento de informação.
  13. 13. *Thomas EakinsQUANTIFICAÇÃO DA ATIVIDADE CIENTÍFICA:Lotka, Bradford, Zipf e Price ;A lei do quadrado inverso, de Lotka (1926), refere-se aocálculo da produtividade de autores de artigos científicos.;A lei de Bradford (1934), por sua vez, trata da dispersão dosautores em diferentes publicações periódicas;Lei de Zipf, apresentada em 1935, refere-se à freqüência daocorrência de palavras num texto longo. Lei quantitativafundamental da atividade humana, Zipf extraiu sua lei de umprincípio geral do “esforço mínimo”: palavra cujo custo deutilização seja pequeno ou cuja transmissão demande esforçomínimo são frequentemente usadas em texto grande.
  14. 14. *Umberto BoccioniPrice, que se valeu das propostas de Lotka, Bradford e Zipf para formular suasleis cienciométricas, os estudos quantitativos adquiriram novos contornos,centrando-se fundamentalmente, na análise da dinâmica da atividadecientífica, incluindo tanto os produtos quanto os produtores de ciência;MAPAS DA CIÊNCIA:Os referidos mapas têm por base, segundo Price (1965), as "relaçõesestruturais de uma rede de referências e citações", projeto que serádesenvolvido no Institute for Scientific Information (ISI), na década de 70,por meio de métodos de co-citação. (POLANCO, 1995);A análise multidimensional, aplicada às palavras-chave de registrosbibliográficos, configura-se como uma das contribuições teóricas maisrecentes aos métodos quantitativos. Baseado no cálculo matricial e na álgebralinear, esse método supõe a classificação automática dos dados e suarepresentação por meio de cartografias temáticas.
  15. 15. *San Giorgio MaggioreO termo infometria, por sua vez, foi proposto em 1987, pela InternationalFederation of Documentation / Federação Internacional de Documentação(FID), para designar o conjunto das atividades métricas relativas àinformação, cobrindo tanto a bibliometria quanto a cientometria.Dessa forma Polanco(1995):[...] a infometria comporta uma síntese da bibliometria e dacientometria, mas também como Brookes destacou tão bem, ela significauma abertura ao estudo matemático da informação e sobre suas formasdocumentárias (Ciência social da informação) seja eletrônica ou física [...]BIBLIOMETRIA, CIENTOMETRIA E INFOMETRIA, distinções:“A bibliometria tem como objetos de estudo os livros ou as revistascientíficas, cujas análises se vinculam à gestão de bibliotecas e bases dedados. A cientometria preocupa-se com a dinâmica da ciência, comoatividade social, tendo como objetos de análise a produção, a circulação e oconsumo da produção científica. A infometria, por sua vez, abarca as duasprimeiras, tendo desenvolvido métodos e ferramentas para mensurar eanalisar os aspectos cognitivos da ciência.”
  16. 16. *Francis BaconConceitos operacionais centrais:A produtividade de autores de artigos científicos (combase nas leis de Lotka e Price); o núcleo e a dispersãode artigos em periódicos científicos (lei de Bradford); ea freqüência de palavras em textos longos (lei de Zipf).O cálculo de co-ocorrências (de autores, de palavras, deinstituições), fundada em métodos de análisemultidimensional é uma das áreas que vem crescendo deforma acentuada nos estudos métricos contemporâneos.
  17. 17. *DalíMAPAS DA CIÊNCIA E DA TECNICA:Criação de 3 novos Workshops na: 12th International Conference onScientometrics and Informetrics, Rio de Janeiro, julho de 2009, para avisualização da informação:WK1: este workshop objetiva identificar e avaliar pesquisasinterdisciplinares: métricas e mapas;WK2: este workshop objetiva visualizar e analisar a literaturacientífica com CitySpace. Ressalta-se que CiteSpace é uma aplicaçãoJava para analisar e visualizar redes de co-citação, como Chen(2004) esclarece. A meta central do CiteSpace é facilitar a análise detendências emergentes num determinado campo de conhecimento.Permite ao usuário se informar com rapidez das novidades na áreae, então, tirar proveito.WK3: este workshop objetiva utilizar mapas de ciência para ensinarciência.
  18. 18. Umberto BoccioniNa visualização da informação, temos 2 eixos:*consideração o modo como essas técnicasexploram o substrato visual, as marcas e aspropriedades visuais do desenho;*as técnicas são classificadas de acordo com ascaracterísticas dos dados a serem visualizados(visualização maior dos que utilizam ainformação científica);
  19. 19. *Lyubov PopovaOs dendogramas constituem outra técnica de visualização dedados. Também conhecidos como diagrama de árvore, permitemvisualizar, hierarquicamente, resultados de análise deagrupamentos.Fachin e Santos (2009), que analisaram, com fins exploratórios,os registros da área de organização da informação e doconhecimento, armazenados em Library and InformationScience Abstracts (LISA).Da análise dos agrupamentos, infere-se que, na Base LISA, osartigos indexados com o descritor knowledge organization têmconteúdos relativos aos fundamentos da organização doconhecimento, enquanto os artigos indexados com o descritorknowledge representation são relativos às aplicações ditastecnológicas da organização do conhecimento.
  20. 20. O núcleo e a dispersão na distribuição de dadosDois fenômenos podem ser destacados nas representações visuais dos estudosbibliométricos, cientométricos e infométricos: a conjunção e a disjunção dedados.O núcleo representa o grupo de dados que aparecem com as maioresfreqüências, relativamente ao conjunto dos itens analisados. Levando-se emconsideração a Lei de Lotka, o núcleo simboliza os autores mais férteis numaárea de especialidade.A dispersão representa os dados de baixa freqüência relativamente ao conjuntode dados. Segundo a mesma lei de Lotka, a dispersão corresponde à grandediversidade de autores que publicam muito pouco dentro da área deespecialidade estudada.Nesta modelização, o núcleo é o espaço no qual se distribuem os elementosbibliográficos redundantes e / ou que identificam certa área ou certo domíniode especialização. Na zona da dispersão, é onde se distribuem os elementos querepresentam a individualidade ou a variação da área.
  21. 21. Porque os diferentes atores da comunicação deconhecimento científico tenderiam a se submeter a tal regra?Dos estudos realizados para responder a estaindagação, decorreram duas regras:1. A vantagem do acúmulo (cumulative advantage) –subentende-se que quanto maior a freqüência de umareferência bibliográfica, maior a tendência a reutilizá-la;2. A especialização – quanto maior a freqüência de umareferência bibliográfica, menor a quantidade de informação aela associada e, portanto, maior é a probabilidade de que sejarejeitada em favor de uma referência mais específica ouinovadora.
  22. 22. PontuaçõesBreve histórico dos estudos quantitativos da informação para, em seguida, abordar astendências dos estudos contemporâneos sobre o tema. Esse percurso permite tiraralgumas conclusões:1. O campo dos estudos métricos, embora tenha origens remotas, seconsolidou a partir da década de 50.2. Os objetos de estudo passaram, gradativamente, da contagem de livros erevistas, para fins de gestão, para a interpretação da atividade científica epara orientar políticas de ciência.3. Novos métodos de abordagem e tecnologias foram sendo criados paracorrelacionar dados, como estudos de citação, co-autorias e co-words.4. A visualização de informações ganha, desde os anos 90, lugar de destaque.5. Os estudos métricos se aproximam, cada vez mais, das ciências ditas“moles” (CHS) porque estas últimas oferecem teorias e modelos quepermitem interpretar os dados em contextos culturais, políticos, ideológicose econômicos distintos.6. Ao lado dos estudos de natureza externalista, vêm crescendo os estudosinternalistas. Significa, portanto, que aos estudos de quantificação de autores,de artigos e de citações, agregam-se estudos sobre os conteúdos dos trabalhoscientíficos.
  23. 23. Estudos para implantação de ferramenta de apoio agestão de linguagens documentárias vocabuláriocontrolado da USPA organização e a recuperação da informação fundamentam-se empressupostos aceitos na área da ciência da informação. O pressuposto com maisdestaque e importância afirma que a organização da informação é umaatividade intelectual que apresenta ao menos três dimensões (SVENONIUS,2001):a) dimensão social: se explicita no fato de ser uma atividade institucional; nessamedida ela deve estar em harmonia com os objetivos da instituição no interiorda qual se desenvolve.b) dimensão teórico/metodológica: se relaciona aos aspectos cognitivos, o seja,ao conhecimento crítico acumulado pela área, o que permite propor hipótesesde solução de problemas do campo.c) dimensão operacional: que se refere ao modo de organizar o trabalho, tendoem vista os instrumentos que podem ser utilizados no processo.
  24. 24. Seguindo essas três dimensões especialista embibliotecas do sistema desenvolveram um projetopelo qual foram responsáveis pela criação eorientação metodológica conhecido como“Vocabulário Controlado do Departamento Técnicodo Sistema de Bibliotecas da USP (SIBi/USP)”, oqual conta com professores especialistas nosassuntos do vocabulário SIbi/USP, assim garantindoconsistência da terminologia e dos sistemasconceituais de cada área, caracterizando suadimensão. O qual em conjunto com o suporte da áreada informática, iniciou se um projeto no qual oresultado foi um banco de dados bibliográficos daUSP (Dedalus).
  25. 25. Gerenciamento do vocabulário controlado doSIBI/USPO “Vocabulário Controlado do SIBi/USP” foi criadopara ser usado pelo Banco DEDALUS, o qual foi feitauma proposta de um projeto para garantir seucrescimento controlado e harmonioso, através deatualizações permanentes dos vocabulárioscontrolados, assim corrigindo descritores eintroduzindo notas para descritores ambíguos. Gerandoassim uma política de manutenção e atualização deuma linguagem documentaria, na prática, deve preverdois aspectos: o gerenciamento do processo e o controleterminológico.
  26. 26. O primeiro aspecto refere-se ao gerenciamento do processoinclui a elaboração de diretrizes, a definição dos mecanismos derevisão e atualização, o estabelecimentos de prazos a verificaçãode falhas e solução dos problemas detectadosO segundo aspecto refere-se à análise dos descritores e nãodescritores, à revisão/atualização das relações entre eles e àconsulta de fontes e/ou especialistas da área para garantir apertinência das modificações a serem introduzidas.Dessa forma sempre mantendo o banco DEDALUS atualizadosobre os padrões diretrizes e normas de construção emanutenção para o vocabulários controlados.
  27. 27. S I S T E M A D E S U G E S T Õ E S D O V O C A B U L Á R I OC O N T R O L A D O D A U S P - S I B I X 653A manutenção egerenciamento dovocabulário se efetivacom o uso dovocabulário controladoda SIBi/USPdenominado SIBIX 653,desenvolvido pelodepartamento tecnicoSIBi/USP.
  28. 28. O SIBIX 653 foi implementado a partir do delineamento dofluxo de informação proposto pela equipe responsável pelogerenciamento do Vocabulário. É constituído por uma base dedados, um conjunto de programas que controla o fluxo dainformação e propicia a interface para o usuário(bibliotecários indexadores do Sistema), por meio deformulário disponível para preenchimento on-line, sendoassim uma ferramenta essencial de gerenciamento dovocabulario pois permite fazer o acompanhamento ágil eseguro das decisões pelas diversas instâncias envolvidas noprocesso.
  29. 29. ANÁLISE DOCUMENTÁRIA E INTELIGÊNCIA ARTIFICIALLevantar questões relacionadas à interface daAnálise Documentária com a Inteligência Artificial.Nesse sentido, procuraremos expor as perspectivasque se abrem para a Análise Documentária aoadotar os pressupostos e técnicas de InteligênciaArtificial; e demonstrar que os mesmos mostram-seutilizáveis nas operações documentárias de análise,síntese e representação deinformações/conhecimentos.
  30. 30. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL E DOCUMENTAÇÃO:A Inteligência Artificial (I.A.) é uma área da Informáticavoltada à construção de sistemas com caraterísticasassociadas à inteligência do comportamento humano,particularmente aquelas relacionadas com a compreensão dalinguagem natural, aquisição de conhecimentos, raciocínios eprocessos cognitivos. Os sistemas "inteligentes" distinguem-se dos sistemas tradicionais, que lidam com dados numéricos,por terem como objeto o processamento de ideias e deconhecimentos representados por símbolos (CATENAT,1984; VALLE, 1984). As perspectivas de aplicação deInteligência Artificial são bastante variadas, abrangendo,entre outras, o reconhecimento de imagens, formas e voz,resolução de problemas, demonstração de teoremas, traduçãoautomática e manipulação de dispositivos robóticos.
  31. 31. Aplicação da I.A. à Documentação:As pesquisas para aplicação da I.A. ao nossocampo de interesse, a Documentação, vêmsendo feitas tanto em atividades deprocessamento quanto de recuperação dainformação.As aplicações da I.A. à Documentação são,contudo, limitadas, e podem ser ampliadas emelhoradas. A exploração de sua aplicação àAnálise Documentária mostra-seextremamente promissora, como veremos aseguir.
  32. 32. Análise Documentária e I.A.:A aproximação da Análise Documentária da InteligênciaArtificial, e mais especificamente dos SistemasEspecialistas, deu-se por três razões fundamentais:a) convergência de objetivos - tratamento e representaçãode dados e conhecimentos;b) convergência de problemas - como tratar e representardados e conhecimentos qualitativos, em linguagem natural eem diferentes áreas de conhecimento;c) convergência de instrumentos - sistemas derepresentação específicos tanto na Análise Documentária eInformática, como em cada área de conhecimento.
  33. 33. CONCLUSÃO:Essa inter-relação fica clara, sem dúvida, na fase de elaboraçãoda Base de Conhecimentos, na medida em que os seusinstrumentos (objeto, atributo) dependem de sistemas derepresentação, cuja construção e uso são comuns à I.A. e àstécnicas documentárias.Por outro lado, o exercício sistematiza um procedimento que écomum tanto aos documentalistas como aos leitores-cientistas, procedimento que se baseia nos seguintes postulados:a) o volume de publicações, e, portanto de conhecimentos, éinversamente proporcional à capacidade de consumo. Quantomaior a produção, menor a possibilidade de absorção.b) os bancos de dados bibliográficos e/ou conceituais sãoregistros sofisticados mas, por se terem tornadoexaustivos, comprometeram a especificidade (quantidade xqualidade).
  34. 34. O objetivo é chegar a uma representação que sendo "todo"o conteúdo, seja mais rápida de absorver e portanto maiseconômica para ser consultada (GARDIN,1987).Mais ainda, esta tendência instaura como objeto daDocumentação já não o documento, nem a informação,mas sim o conhecimento (com base na informação e nodocumento) um conhecimento (tema) que se quer local(específico) e total (exaustivo) (SOUZA, 1988).
  35. 35. ARQUEOLOGIA DO TRABALHO IMATERIAL: umaaplicação bibliométrica à análise de dissertações e tesesOs trabalhos de Whitley (1974), realizados no campoda Sociologia da Ciência, são referências teóricas úteispara abordar a institucionalização da pesquisacientífica. Segundo o modelo por ele proposto, apesquisa científica pode ser analisada segundo duascategorias: a institucionalização cognitiva e ainstitucionalização social.
  36. 36. Considerações Preliminares:1) os produtos da pesquisa científica, vistos na ótica daeconomia informacional, por serem expressões do trabalhoimaterial (HARDT e NEGRI, 2002), podem ser descritos eanalisados para revelar aspectos da institucionalização daciência.2) trabalhos de escavação da produção intelectual, como oaqui proposto, não são novos. De fato, inspira-se em trabalhoseminal de Foucault - “A arqueologia do saber”. Seucomentário sobre o porquê da escolha desse título temservido de base para muitos trabalhos sobre os processos deconstrução do conhecimento.
  37. 37. Inicialmente, empreguei essa palavra de maneira um poucocega, para designar uma forma de análise que não seriaefetivamente uma história (no sentido em que se relata, porexemplo, a história das invenções e das idéias), e que tampoucoseria uma epistemologia, ou seja, uma análise interna da estruturade uma ciência. Trata-se de uma coisa diferente, e então eu achamei de “arqueologia”; depois, retrospectivamente, pareceu-meque o acaso não tinha me guiado muito mal: afinal, essa palavra“arqueologia”, ao preço de uma aproximação que me seráperdoada, eu espero, pode querer dizer: descrição do arquivo. Porarquivo, entendo o conjunto de discursos efetivamentepronunciados; e esse conjunto é considerado não somente como umconjunto de acontecimentos que teriam ocorrido uma vez por todase quepermaneceriam em suspenso, nos limbos ou purgatórios dahistória, mas também como um conjunto que continua afuncionar, a se transformar através da história, possibilitando osurgimento de outros discursos (FOUCAULT, 2000, p. 145).
  38. 38. Explorar as bases de dados de dissertações e teses produzidasno país, descrevê-las e produzir indicadores tem osentido, portanto, de rememorar e reavaliar a atividadecientífica desenvolvida na universidade. O projeto propostorequer abordagem interdisciplinar que entrecruza trêssaberes: os Estudos Sociais da Ciência, a Organização eRepresentação do Conhecimento e os MétodosBibliométricos avançados.
  39. 39. A APLICAÇÃO BIBLIOMÉTRICA À ANÁLISE DE DISSERTAÇÕES E TESES.Breve caracterização da bibliometriaA bibliometria é uma metodologia de recenseamento das atividadescientíficas e correlatas, por meio de análise de dados que apresentem asmesmas particularidades. Por meio dessa metodologia, pode-se, porexemplo, identificar a quantidade de trabalhos sobre um determinadoassunto; publicados em uma data precisa; publicados por um autor ou poruma instituição ou difundidos por um periódico científico, o grau dedesenvolvimento de P&D e de inovação, entre outros. Por meiosbibliométricos pode-se, por exemplo, computar dados para comparar econfrontar os elementos presentes em referências bibliográficas dedocumentos representativos das publicações.Os indicadores bibliométricos vêm ganhando importância crescente comoinstrumentos para análise da atividade científica e das suas relações com odesenvolvimento econômico e social. Sua construção tem sido incentivadapelos órgãos de fomento à pesquisa como meio para se obter uma visãoacurada da produção de ciência, de modo a subsidiar a política científica eavaliar seus resultados.
  40. 40. Exemplo de mapeamento bibliométricoEm complemento às aplicações para obtenção deindicadores da ciência, tecnologia e inovação, os estudosrecentes da área concentram-se em técnicas demapeamento bibliométrico para monitorar odesenvolvimento científico (básico ou aplicado), uma vezque eles são considerados instrumentos úteis paraidentificar padrões na estrutura dos camposcientíficos, identificar processos de disseminação doconhecimento e visualizar as dinâmicas dodesenvolvimento científico, tecnológico e de sua efetivaadoção na produção de bens e serviços.A visualização da informação por meio de mapas baseia-senos estudos sobre a percepção, que mostram que o serhumano tem primeiro uma percepção global de uma cenaantes de atentar para os detalhes (TUFTE, 1983).
  41. 41. Tais estudos abriram caminhos para explorar ascaracterísticas da percepção global e, consequentemente,para aplicá-las aos sistemas de informação, particularmentenos aspectos relacionados à recuperação de informação, taiscomo:_ Exploração rápida de conjuntos de informações desconhecidas;_ Evidenciação de relações e estruturas nas informações;_ Fornecimento de alternativas de acesso a informações pertinentes;_ Classificação interativa de informação.Classificação hierárquica de descritores – DENDOGRAMA
  42. 42. A visualização da dinâmica da aplicação de processocientífico de “radiação gama à base de cobalto 60”sobre os mais diversos tipos de matérias e organismosvivos evidencia, de forma objetiva, as relações e asestruturas que foram, ao longo dos últimos 30 anos depesquisa no IPEN, hierarquicamente, estabelecidasentre as temáticas de estudo.
  43. 43. Classificação, em espaço reduzido, não hierárquica de descritores – ESCALAMULTIDIMENSIONAL (MSD)
  44. 44. Em que se estuda a mesma categoria S63, oobjetivo foi o de representar em espaçoreduzido, os “clusters” que se formaram entreas temáticas estudadas, a partir dos processosde radiação gama à base do cobalto 60, bemcomo as relações que se estabelecerem entre osdiversos clusters.
  45. 45. Fundamentos semânticos e pragmáticos daconstrução de instrumentos derepresentação deinformaçãopor Nair Yumiko Kobashi
  46. 46. • A Organização da informação, enquanto campo disciplinar, tem como umade suas preocupações mais importantes propor princípios e métodos pararepresentar “*...+conhecimento institucionalizado e funcionalizado comoinformação” (Abril, 2004, p. 9).• A principal questão: como organizar informação para que oconhecimento fique visível e possa ser acessado e fruído?• o conhecimento e suas representações se expressam pelalinguagem.
  47. 47. • A criação de linguagens para operar em contextos deprodução e de busca de informação é, pois, parte constitutivada preocupação com a funcionalidade dos sistemas deinformação• As Linguagens Documentárias são, nessesdispositivos, instrumentos privilegiados de mediação• que apresentam dupla função:• a) representar o conhecimento inscrito e• b) promover interação entre usuário e dispositivo.
  48. 48. As teorias lingüísticas e as linguagens derepresentação• Saussure: a língua, concebida como uma atividadesocial,passa a ser analisada por métodos que entrecruzamdiferentes disciplinas.• Na segunda metade do séc. XX, com a virada pragmática nocampo da lingüística, o foco se desloca da estrutura abstratada língua para o uso que os falantes dela fazem.
  49. 49. • A idéia central de Bakhtin é que a língua é atividade social que sefunda nas necessidades de comunicação (Cintra et al, 2002). Assim,para o pesquisador russo, as instâncias enunciativas sãoindissociáveis no processo de produção de sentido. Enfatiza-se,assim, a fala, a parole, a enunciação, o diálogo e o que dele resulta:o enunciado.• A compreensão da natureza essencialmente dialógica da linguagemdetermina, em larga medida, as propostas de construção deLinguagens documentárias ancoradas na Socioterminologia.Decorre daí a concepção de que as Linguagens documentárias sópodem operar adequadamente em horizontes sociaisdeterminados.
  50. 50. • A incorporação da linguagem do usuário aos sistemas de informação é umfato recente e auspicioso.• As unidades denominativas próprias dos usuários (as folksonomias)tendem a ser uma instância complementar de indexação dos sistemas deinformação. Nesses modelos, admitem-se os processos de registroreferencial temático da informação, tanto pelo sistema quanto pelousuário, de modo a torná-los dialogantes.
  51. 51. Relações entre termos nas linguagens derepresentação.• As Linguagens documentárias são constituídas de unidadesespeciais. Não por acaso, o signo que interessa é a palavradenominativa ,que são as unidades típicas das Linguagensdocumentárias.• São unidades que designam nomeando fenômenos e objetos decampos especializados. Para serem funcionais, essas linguagensexplicitam as relações entre os termos que as constituem.
  52. 52. • Os mecanismos estruturais de fixação do sentido e do valor de cadaunidade da Linguagem documentária não existem, portanto, paraengessar as formas de representar informação.• É preciso reconhecer, no entanto, que as Linguagens documentárias,embora úteis, são imperfeitas. Sua atualização permanente é sempre umdesafio. É necessário, desse modo, encontrar formas de atualização eadaptação que sigam mais de perto a velocidade e a dinâmica da criaçãoterminológica para que, de fato, seja garantida a sua funçãocomunicacional.
  53. 53. CUNHA, Isabel Maria Ribeiro Ferin; KOBASHI, Nair Yumiko. Análise documentária e inteligência artificial.Revista Brasileira de Biblioteconomia e Documentação, São Paulo, v. 24, n. 1/4, p. 38-62, 1991.KOBASHI, Nair Yumiko. Resumos documentários: uma proposta metodológica. Revista de Biblioteconomiade Brasília, Brasília, v. 21, n. 2, p. 201-210, jul./dez. 1997.LIMA, Vânia Mara Alves; TORRE, Silvia Regina Saran Della; KOBASHI, Nair Yumiko; COUTTO, Mariza Leal deMeirelles do; SANTOS, Cibele Araujo Camargo Marques dos; AMARAL, Maria Célia; TOKAREVICZ, Sandra;GUERRA, Sonia Regina Yole; BOCCATO, Vera Regina Casari; BARCELLOS, João Carlos Holland. Estudos paraimplantação de ferramenta de apoio à gestão de linguagens documentárias: vocabulário controlado daUSP. Transinformação, Campinas, v. 18, n. 1, p. 17-25, jan./abr. 2006.KOBASHI, Nair Yumiko; SANTOS, Raimundo Nonato Macedo dos. Arqueologia do trabalho imaterial: umaaplicação bibliométrica à análise de dissertações e teses. Encontros Bibli: Revista Eletrônica deBiblioteconomia e Ciência da Informação, Florianópolis, v. 13, n. esp., p. 106-115, 1º sem. 2008.SANTOS, Raimundo Nonato Macedo dos; KOBASHI, Nair Yumiko.BIBLIOMETRIA, CIENTOMETRIA, INFOMETRIA: conceitos e aplicações. Tendências da Pesquisa Brasileiraem Ciência da Informação, João Pessoa, v. 2, n. 1, p. 155-172, 2009.

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