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Divorcio e novo casamento grupo cotia

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Muitos ao estudar e interpretar os texto bíblicos sobre o divórcio, interpreta e entendem de maneira errada. E alguns manipulam as declarações da Bíblia para que se adaptem à sua teoria. Entretanto, deveríamos agradecer a Deus por seu espírito que nos guia a toda a verdade e não nos deixa enganados pelas nossas próprias ideias. A Bíblia corretamente estudada apresenta um claro ensino sobre isso.

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Divorcio e novo casamento grupo cotia

  1. 1. VAMOS DIVIDIR ESSE ESTUDO EM TRÊS PARTES PARA MELHOR ENTENDERMOS.
  2. 2. A SITUAÇÃO DAS MULHERES ANTES DA LEI DO DIVÓRCIO DADA POR MOISÉS Em Gênesis 38:24, antes dos dias de Moisés, as mulheres adúlteras eram mortas. Quem decidia isto era o homem. A adúltera devia ser morta. A situação das mulheres era realmente muito ruim, porque o homem casado podia “adulterar sexualmente” com as prostitutas e ninguém lhe apedrejaria por isto, mas uma mulher casada era morta. Judá, envolvido nesta questão, era nada mais e nada menos que um dos “patriarcas de Israel”. Seria isto justo? Moralmente falando, seria correto? Por que Deus não extirpou aquele adúltero da Terra, mas deu-lhe até a honra de ser o pai da Tribo da qual Jesus é o Rei?
  3. 3. • “Entre os judeus era permitido ao homem repudiar sua mulher pelas mais triviais ofensas... O homem estava-se tornando tão endurecido que pela mais trivial desculpa podia separar-se de sua esposa, ou, se preferisse, podia separá-la dos filhos e mandá-la embora.” O Lar Adventista, p.340 e 341 ISSO FOI UMA DAS COISAS QUE ANIQUILOU ISRAEL COMO NAÇÃO
  4. 4. • A lei mosaica do divórcio foi criada para regularizar e controlar uma situação que se tornara confusa e que trazia muita injustiça e sofrimento para as mulheres e crianças.
  5. 5. Deuteronômio 24:1-4
  6. 6. • A Lei do Divórcio permitia ao homem mandar a mulher embora de sua casa, mas tinha que lhe dar uma Carta de Divórcio. Isso se chamava repúdio. Isso exigia a presença de duas testemunhas. Agora o homem tinha que provar que tinha um motivo especial, e as desculpas que eles usavam , agora estavam invalidadas. Antes dessa carta de divórcio a mulher podia ser acusada de infidelidade ou adultério, era passível de apedrejamento até a morte. Para proteger a mulher tinha que ser dada essa carta especificando a causa do divórcio, que não era por causa de adultério. • A Lei do Divórcio permitia à mulher que recebia a Carta de Divórcio e era expulsa de casa, casar-se com outro homem. O homem que a mandou embora poderia também se casar de novo. O próprio Deus deu autorização para que um novo casamento fosse contraído dentro dessa lei.
  7. 7. • O homem que se divorciasse de sua esposa, dando-lhe carta de divórcio, não poderia casar-se com ela novamente, a separação era definitiva. • A Lei do Divórcio permitia que somente o homem expulsasse a mulher de sua casa. O homem era absoluto nesta questão. Ele é quem decidia se a mulher possuía ou não “graça aos seus olhos”, e ele é quem avaliava se a mulher tinha ou não “coisa vergonhosa”. Depois dessa lei, o homem só poderia dar carta de divórcio a ela se achasse nela alguma coisa vergonhosa nela.
  8. 8. NÃO ERA ADULTÉRIO: • A palavra ADULTÉRIO não aparece dentro do ensino referente ao divórcio, porque se uma mulher fosse adúltera, o marido não daria a ela uma Carta de Divórcio, por esse motivo, não havia necessidade desse pecado ser mencionado. Por causa do adultério o casamento chegava ao fim, não pela carta de divórcio, mas pela execução da sentença de morte. (cf. Deuteronômio 22:13-21); • Então, o que eram estas “coisas vergonhosas”, que tiravam a “graça da mulher diante do seu marido” e habilitava-o a mandá-la embora com a Carta de Divórcio?
  9. 9. • “Esse conceito ‘abrangia quaisquer atitudes impróprias, tais como andar com o cabelo solto, girar na rua (coisas que tiravam a feminilidade • da mulher), conversar com outros homens com demasiada familiaridade, maltratar os pais do marido em presença deste, gritar, isto é, falar com o marido em voz tão alta, de modo que o morador da casa vizinha a escute, reputação má em geral, ou a descoberta de fraude anterior ao casamento”. (Divórcio e Novo Casamento, pág. 21. Editora Betânia). • Nos templos pagãos a deusa Ísis era representada com uma “abundante cabeleira sobre o pescoço”. Nos cultos à Ísis, as “mulheres usavam cabelos soltos e os homens, raspados”. As sacerdotisas que eram prostitutas usavam seus cabelos soltos. Ao usar seus cabelos soltos ou curtos causava confusão nas mentes dos não crentes. • Números 5:18
  10. 10. • Se depois do casamento o homem verificasse que a mulher era uma faladeira e linguaruda, poderia mandá-la embora, pois ela o envergonhava com sua língua. Ele lhe dava a Carta de Divórcio, onde exporia a razão da mesma, e duas testemunhas “assinavam” a questão. Ela era expulsa de casa e ele podia ir atrás de outra mulher. Igualmente, ela podia também ir atrás de outro homem que ela conseguisse arranjar. Quem inventou isto foi Deus, e não Moisés. Era um mandamento para restaurar a ordem em Israel. O Senhor Jesus ensinou que “pela dureza de vossos corações ele (Moisés) vos deixou escrito este mandamento” (Marcos 10:5).
  11. 11. UMA QUESTÃO IMPORTANTE: • Jesus disse que os homens eram duros de coração? Então, por que Deus não lhes deu um mandamento tal que destruísse sua dureza de coração, em vez de ser “paciente e complacente” com algo que Ele disse que “não fora assim desde o princípio?” Se esse era o ponto de vista divino sobre o matrimônio, por que Ele permitiu o divórcio? • O divórcio foi um ato de misericórdia para os israelitas por causa da “dureza de vossos corações”.
  12. 12. • Os escribas e fariseus diziam que a lei de Moisés ordenavam que um homem poderia se divorciar de uma mulher por A lei de Moisés jamais dissera coisa semelhante. A lei de Moisés nunca ordenou ao homem divorciar de sua mulher. O que a lei dizia era:
  13. 13. TERRÍVEIS INJUSTIÇAS CONTRA AS MULHERES • Se um homem deixasse de gostar de sua esposa, ou se encontrasse nela algo que ele não concordava, eles separavam da mulher e davam carta de divórcio, mas não declaravam o motivo e não viam nenhuma importância nisso.
  14. 14. • Eu, porém, vos digo que todo aquele que repudia sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, a expõe a tornar-se adúltera; e quem casar com a repudiada, comete adultério.
  15. 15. • Na época de Jesus, o problema do divórcio estava aceso na Palestina. Um grupo chamado Hillel ensinava que um judeu poderia divorciar-se da esposa por qualquer motivo. Outro chamado Shammai defendia a idéia de que o divórcio só era legal por causa de fornicação. Essa disputa era para saber quem poderia casar-se de novo. • QUALQUER MOTIVO OU POR CAUSA DE ADULTÉRIO?
  16. 16. • A preferência de Jesus foi pela posição de Shammai que apresentava como “único motivo” legítimo para o divórcio o adultério. • Jesus ainda foi mais abrangente que Shammai, ou seja, Cristo não disse que o “único motivo” é só o adultério, mas disse: “exceto em caso de infidelidade” – e infidelidade é mais do que simplesmente adultério.
  17. 17. INFIDELIDADE? Qual era o tipo de infidelidade a que Jesus se referia? • O casamento é a união de corpo, alma, espírito e emoções. Se houver infidelidade em alguma destas dimensões, e se esta infidelidade é promovida eventualmente por traição e não por ignorância, é passível de divórcio, sim, e a parte traída poderá valer-se de seu direito de não ter que suportar o convívio com o infiel. A menos que um dos conjugues decide perdoar. • Segundo os estudiosos, a melhor tradução realmente é a que usa a palavra “infidelidade” e não as expressões: “adultério” ou “fornicação”. Estas expressões estão fora de contexto. • Por que não deve ser “adultério” ?
  18. 18. INFIDELIDADE? Simplesmente porque o adultério era punido com apedrejamento público. (Levítico 18 e 20:11-21). Infidelidade é algo muito mais amplo do que simplesmente “adulterar”. Quando duas pessoas casam e se tornam uma só carne, o homem deve encontrar na esposa uma companheira para lhe ajudar emocionalmente, físicamente e espiritualmente e ela também precisa ter o mesmo, ambos deve ser-lhe fiel em cada uma dessas capacidades. A “infidelidade”, nas palavras de Jesus, significa infidelidade em qualquer uma destas áreas da vida, e não apenas na sexualidade. Não entender assim é limitar o casamento a uma situação de “relações sexuais”, quando, na verdade, trata-se de “ser uma só carne”, ou “uma só pessoa em duas”.
  19. 19. • Se uma mulher relata a outro homem suas dificuldades de família, ou se queixa do esposo, ela transgride seus votos matrimoniais; desonra seu esposo e derruba o muro erguido para preservar a santidade da ligação matrimonial; • O Lar Adventista, p.338
  20. 20. • De acordo como o Sermão do monte, Jesus disse que um homem comete adultério quando olha “para uma mulher com intenção impura” (Mat. 5:28). Sendo assim, o comprometimento da aliança conjugal ocorre muito antes da relação sexual, quando se alimentam persistentemente pensamentos sensuais ou quando se tomam liberdades impróprias com uma pessoa que não é sua mulher.
  21. 21. • Segundo Jesus, só existe um motivo para o divórcio. Sim, há um motivo; mas somente um. E esse motivo é a infidelidade conjulgal por parte de qualquer dos cônjuges.
  22. 22. POR QUE A INFIDELIDADE CONJULGAL É MOTIVO SUFICIENTE PARA O DIVÓRCIO? Marido e mulher são “uma só carne”. O cônjuge que se fez culpado de infidelidade rompe essa laço ao unir-se sexualmente a uma terceira pessoa. O elo se quebrou, não existe mais “uma só carne”, e, por esse motivo, o divórcio é perfeitamente legítimo. O adultério põe um ponto final no casamento. O homem ou a mulher estão livre das obrigações matrimoniais. E na qualidade de homem ou mulher livre, tem o direito de casar-se novamente.
  23. 23. • “Eu, porém, vos digo que todo aquele que repudia sua mulher, a não ser por causa de infidelidade, a expõe a tornar-se adúltera...” Mateus 5:32. • Jesus é claro: Se um homem separar de sua esposa por qualquer outro motivo que não seja a infidelidade, ele está expondo a mulher ao adultério. O homem que casou com essa mulher repudiada comete adultério, pois eles estavam ainda casados diante de Deus.
  24. 24. • “Uma mulher pode estar legalmente divorciada do marido pelas leis do país, mas não divorciada à vista de Deus e de acordo com a lei mais alta.... à luz da Bíblia continuam como marido e esposa, segundo as leis de Deus. • Só há um pecado, o adultério, que pode pôr o esposo e a esposa em posição de se sentirem livres do voto matrimonial à vista de Deus”. (O Lar Adventista, p.344)
  25. 25. • Jesus mostra aqui que Ele é o grande legislador. Todas as leis tiveram origem nEle. • Houve uma lei temporária para os filhos de Israel, devido a algumas circunstâncias particulares. A pena para os adúlteros era o apedrejamento. O Senhor Jesus, entretanto, aboliu essa lei temporária. E a próxima coisa que Ele fez foi autorizar o divórcio somente em casos de infidelidade conjulgal. Daquele dia em diante homens e mulheres não mais seriam apedrejados por causa de adultério.
  26. 26. E QUANTO AO CÔNJUGE CULPADO? • O próprio adultério não é um pecado imperdoável. Trata-se de um pecado terrível, mas Deus nos livre de pensar que alguém que tenha cometido tal pecado fique de tal modo separado do amor de Deus e expulso do Seu reino. Não; mas se ele ou ela se arrepende verdadeiramente de seu pecado e se entrega aos cuidados do amor, da misericórdia e da graça de Deus, que não conhecem limites, então poderá estar seguros do perdão divino. A infidelidade cometida num contexto de tentação não é igual ao adultério planejado e proposital.
  27. 27. OS PIONEIROS ADVENTISTAS E A QUESTÃO DO DIVÓRCIO E CASAMENTO
  28. 28. (THE REVIEW AND HERALD, VOL. 64, No 2, 6, pag. 32, 89 BATTLE CREEK, MICH., JAN. 11, 1887.)
  29. 29. O QUE DIZ O ESPÍRITO DE PROFECIA
  30. 30. “Vi que a irmã _____, por ora, não tem direito de desposar outro homem; mas se ela, ou qualquer outra mulher, obtiver um divórcio legal na base de adultério por parte do marido, então está livre para casar com quem quiser.” Manuscrito 2, 1863; Carta 4a, 1863. O Lar Adventista, p. 344.
  31. 31. Ellen G. White usou três expressões: “deixai-os em paz, “deixai W com o Senhor” e “deixai-os com Deus e com suas próprias consciências”. • Sarah Harmon morreu e deixou o esposo com cinco filhos para cuidar. Ele se casou então com uma mulher que havia sido sua fiel empregada durante anos. Um ataque de sarampo a deixou insana, e ela teve que ser internada em um hospício. Quando seu marido se casou pela terceira vez, algumas pessoas tentaram obter sua exclusão da igreja sob a alegação de adultério. Outros apelaram para Ellen G. White resolver o problema. Em resposta, ela disse: “Deixai-os em paz”. W. C. White, 21 de fevereiro de 1927.
  32. 32. • O irmão W se casou duas vezes, embora, sua primeira mulher não tenha se casado após a separação. Àqueles que desejavam romper o • segundo casamento, Ellen G. White escreveu: “O caso não pode ser melhorado por deixar a segunda esposa. Deixai W com o Senhor” (Carta 175, 1901).
  33. 33. • C. H. Bliss escreveu a Ellen G. White pedindo conselho em relação a um caso. Ela respondeu citando “muitos casos dessa natureza” e concluiu: • “Aconselho que estes infelizes sejam deixados a cargo de Deus e de suas próprias consciências, e que a igreja não os trate como pecadores até terem evidência de que eles são assim considerados a vista de um Deus Santo. Ele Iê os corações como um livro aberto. Ele não julga como o homem julga” (Carta 5,1891).
  34. 34. • A menina se entrega totalmente ao namorido e ele não se entrega totalmente , pois não há uma entrega total da parte dele a outra pessoa, essa entrega total inclui casamento. • Para o homem, morar junto sem o compromisso de um casamento é continuar a vida de solteiro, mas com regalias. • Pense comigo: O namorido dela tem uma mulher o tempo todo para seus prazeres sexuais, e até comida e roupa lavada. O que mais ele precisa? • Quando a mulher tem sexo com o homem, sem o compromisso do casamento, o homem pensa assim: • Bem ela está me dizendo: Você não precisa nem se casar comigo para ter tudo de mim, querido! • É claro que ele agradece, e ela quase diz: de nada.
  35. 35. • Se você quer ser valorizada pelo seu namorado, não se dê para ele. Se guarde. Se ele quiser ter você (sexualmente), que ele se case com você. Isso vai criar nele uma grande necessidade de conquistá-la, o que vai levá-lo a valorizá-la também, e quando vocês se casarem, ele vai se sentir muito bem por ter lhe conquistado. • Seria justo querer dele valor se a própria mulher não se valoriza? • Se ele te ama, ele vai ver que você é uma mulher de Deus. Se não, você não perdeu nada, já que ele não tinha nada para te oferecer. • Quando a mulher se valoriza, ela não se expõe em namoricos nem fica com qualquer um que ela não conheça. Ela reconhece o seu valor e não se deixa tocar sem que seja o seu marido a quem a merece através da aliança de um casamento.
  36. 36. Deus proíbe sexo fora de um casamento sem compromisso • Quando você não tem um compromisso de casamento com uma pessoa e não sabe se essa pessoa a ama o suficiente para se dar por você, e você tem sexo sem compromisso com ela, você fica sem proteção. O mais seguro é primeiro assumir um compromisso público, já que após um compromisso público, o rapaz realmente quer lhe amar de volta. • A Bíblia chama isso de ‘prostituição’.
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  52. 52. • 2. Se um casal de jovens namorados comete fornicação, o que devem fazer? Depende... Se o ato pecaminoso (o relacionamento sexual antes do casamento) não se tornou público, ou seja, NINGUÉM além do casal ficou sabendo do ocorrido, então eles devem dar os passos normais para qualquer pecado: a) Arrependimento sincero b) Confissão a Deus c) Abandono da prática do pecado Os dois devem conversar abertamente sobre o assunto, e fazerem um "pacto" de não mais praticarem o sexo fora dos limites do casamento, nem entre si nem com outras pessoas. Sei que não é nada fácil, na sociedade extremamente erotizada e pornográfia em que vivemos, mas é o caminho que um(a) jovem fiel a Deus deve trilhar... Após conversarem, orarem juntos e confessarem o pecado a Deus, eles podem ficar tranqüilos de que receberam o perdão, e não precisam mais se angustiar pelo ocorrido. Na próxima santa-ceia eles recebem a restauração de Deus, e podem seguir suas vidas em paz. Não é necessário dizer ao pastor, Ancião, ou quem quer que seja (nem àquele(a) amigo(a) íntima e super "discreto(a)")... Só precisam se policiar e não voltarem a praticar o sexo, evitando também tudo aquilo que possa induzir ao ato, como mencionei na postagem da semana passada. Porém, se o ato sexual entre os namorados/noivos se tornou público, ou seja, outras pessoas vieram a saber e a situação agora está trazendo "escândalo" para a igreja, então a ÚNICA conseqüência natural é a DISCIPLINA ECLESIÁSTICA. • 3. Um casal de namorados que tenha sido disciplinado por fornicação podem casar na Igreja ? Este é o grande drama (e talvez a pior conseqüência do erro) pelo qual o casal que foi disciplinado por praticarem sexo antes do casamento terão que suportar, pois a igreja não pode pedir as bênçãos de Deus no altar de Deus. Nem mesmo o discreto "culto de ação de graças" na igreja pode ser feito, para não caracterizar a "bênção" sobre a união. Os dois terão que se contentarem em uma união apenas civil, em cartório, pois na Igreja isso não será mais possível. É duro, mas devemos ser sinceros o suficiente para aceitarmos as conseqüências das nossas escolhas erradas, por mais difícil que seja.
  53. 53. • 1). Deut. 22:23-27 - Leia cuidadosamente sobre dois casos de estupro. Inclui-se aqui o consentimento da mulher. Se ela não consentir, não tem culpa; não é executada. • 2). Deut. 22:28-29 - No caso do homem que se deita com uma moça virgem não desposada, quando "forem apanhados, "dará dinheiro (o dote) ao pai dela "porquanto a humilhou," e ela "lhe será por mulher." Casam-se. O casamento é também a união publica, pois se não ela não precisaria casar publicamente. Já seria casada. Aqui é um caso de sexo antes do casamento, que é uma vergonha, uma doidice, e o resultado deve ser casamento. • 3). Êxodo 22:16-17 - Aqui é um caso de sexo antes do casamento. "Se alguém enganar alguma virgem, que não for desposada, (não tem ficado noiva) e se deitar com ela, certamente a dotará por sua mulher. (Tem que casar com ela). "Se seu pai inteiramente recusar dar-lhe (em casamento, pois não são ainda casados!), dará dinheiro conforme ao dote das virgens."

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