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Gen capitulo 13 aula 1 de 2

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Estudo Sistematizado - A Genese - Os milagres de Jesus

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Gen capitulo 13 aula 1 de 2

  1. 1. 2.ª e 3.ª PARTES DE A GÊNESE Antes, vamos revisar o Capítulo 12, respondendo ao questionário a seguir:
  2. 2. a) Dentro do simbolismo que caracteriza a narrativa mosaica, como podemos entender as seguintes imagens constantes no texto bíblico: - Adão; - a árvore; - o fruto da árvore; - a serpente. R - Kardec explica que a figura de Adão, personagem central da narrativa bíblica, simboliza toda a humanidade. Não se trata de uma individualidade encarnada, de uma personalidade. A palavra hebréia haadam não é nome próprio. Na figura destes personagem, Moisés quis se referir a todos os homens, toda a humanidade, simbolizando-a na personalidade fictícia de Adão, para impressioná-la mais fortemente.
  3. 3. A árvore representa a vida espiritual, simboliza a nossa existência como espíritos imortais, no reino hominal, aquele em que o princípio espiritual recebe o selo da inteligência, adquirindo pensamento contínuo, consciência e livre-arbítrio plenos e passa a ter responsabilidade por seus atos. O fruto dessa árvore, comumente distinguido como a maçã, embora o texto bíblico se refira a fruto, sem especificação, simboliza o objeto dos desejos materiais do homem, a cobiça pelos bens terrenos passageiros, que motivam o arrastamento ao mal. Ergue-se no meio do jardim de delícias para simbolizar a sedução dos prazeres e lembrar a preponderância dos gozos materiais sobre os valores espirituais. Comer o seu fruto simboliza sucumbir à tentação.
  4. 4. A serpente, que alguns interpretam como representante da astúcia, dos maus conselhos. No entanto, segundo Kardec, o termo hebreu nâhâsch, traduzido por serpente, vem da raiz nâhâsch, que significa fazer encantamentos, adivinhar as coisas ocultas. A serpente simbolizaria, assim, o desejo da humanidade em conhecer as coisas ocultas, o gosto pela adivinhação, que Moisés proscrevera.
  5. 5. b) Como entender a ameaça de morte a Adão, caso infringisse a proibição de comer o fruto daquela árvore? R - A morte com que a Divindade teria ameaçado Adão, caso infringisse a proibição que se lhe foi feita, não se trata da morte física, corporal, mas de uma morte espiritual, da perda dos bens que resulta da falta de adiantamento moral, perda figurada pela sua expulsão do jardim de delícias. Não se trata de uma falta isolada, de um indivíduo, mas das infrações às leis de Deus que o homem pratica na vida terrena. É outro simbolismo, que sinaliza as conseqüências físicas e morais que o homem terá que suportar, caso venha a infringir as recomendações divinas, gravadas em sua consciência. São as conseqüências da lei de causa e efeito.
  6. 6. c) Segundo Kardec, qual teria sido a tentação a que foi submetida a mulher? R - Considerando que a palavra original constante na gênese mosaica, mais tarde traduzida por serpente, também era utilizada com o sentido de fazer encantamentos, adivinhações a cerca das coisas ocultas, como vimos acima, Kardec conclui ser provável que a tentação a que Moisés se referiu tenha sido o desejo de conhecer as coisas ocultas, de fazer adivinhações, prática muito comum no seio daquele povo e que foi por ele proibida, já que também exercia a função de legislador.
  7. 7. d) Sabemos que a narrativa de Deus passeando pelo jardim é uma alegoria, pois o povo de então imaginava uma Divindade com forma humana. Que ensinamento Moisés quis transmitir com essa alegoria? R - À falta de uma maior capacidade de entendimento daquele povo que governava, em relação às questões abstratas, Moisés criou a imagem narrada na passagem em questão. Para aquele povo, Deus haveria de ter uma forma humana, concreta. Moisés, então, criou a figura alegórica de Deus passeando pelo jardim, a vigiar, em pessoa, sua criação. Quis demonstrar que Ele está sempre presente em todos os momentos da criatura. Que é onipresente e onipotente; tudo sabe e tudo vê.
  8. 8. É claro que não se trata de uma presença física, material, como alegoricamente foi narrado. Conforme Allan Kardec esclarece, no capítulo II desta obra, a presença de Deus em toda parte, tudo vendo, tudo presidindo e oferecendo às criaturas a sua solicitude, é a chamada Providência Divina. Por ela, Deus se faz presente até nos mais ínfimos atos e pensamentos de cada um. Esse o ensinamento transmitido na passagem em questão.
  9. 9. e) Por que a falta cometida não pode ter sido o relacionamento sexual entre Adão e Eva, como sustentam os teólogos? R - Seria absurdo admitir-se que a falta cometida por Adão e Eva tenha sido comer um determinado fruto, conforme a interpretação literal desta passagem nos leva a concluir, pois seria punir com um rigor excessivo uma falta singela e pueril. Não se pode, igualmente, admitir que a falta tenha sido o relacionamento sexual entre ambos, como sustentam os teólogos. Se assim fosse, Deus estaria condenando sua própria obra à extinção, com a proibição da procriação.
  10. 10. Ao contrário, a própria Gênesis afirma mais adiante que Deus os abençoou e lhes disse para crescerem e multiplicarem-se, estabelecendo a procriação como uma de suas Leis. Sendo a procriação uma determinação divina e esta somente se operando mediante o relacionamento sexual, não poderia jamais ter sido esta a causa da expulsão de ambos do chamado paraíso. Segundo Kardec, essa crença foi motivada pelo sentimento de vergonha que ambos manifestaram ante o olhar de Deus, o que os levou a se refugiarem, que é, também, uma linguagem figurada, simbolizando o sentimento que todo culpado experimenta ante a presença do ofendido.
  11. 11. f)Para Kardec, qual é a falta simbolizada na gênese mosaica, que ensejou a queda de Adão e Eva? R - Moisés se utilizou, uma vez mais, da linguagem figurada, para transmitir o ensinamento de que o descumprimento dos desígnios de Deus, por mais simples e inocentes que possam parecer, acarretam ao infrator uma conseqüência negativa. A alegoria representada pela falta de Adão e Eva não traduz um ato isolado, pessoal, de um indivíduo. O ato de desobediência simboliza o conjunto das prevaricações de toda a Humanidade terrena, ainda hoje muito imperfeita.
  12. 12. g) Por que Kardec entende equivocada a passagem da gênese bíblica que dá o caráter de punição à obrigação de Adão tirar da terra a alimentação com o suor de seu rosto? R - Dizendo a Adão que ele tiraria da terra a alimentação com o suor de seu rosto, Moisés simboliza a obrigação do trabalho. Trata-se de um ensinamento que objetiva instruir a humanidade e não de uma penalidade imposta a um transgressor das leis divinas. Como esclarece Kardec, se a determinação ao trabalho fosse uma punição resultante da falta de Adão, teríamos que, se Adão não tivesse cometido o pecado, a Terra permaneceria inculta e os desígnios de Deus não se teriam cumprido, como ocorre com relação à procriação e à interpretação do pecado ter sido o relacionamento sexual.
  13. 13. h) Por que Kardec entende equivocada também, a passagem da gênese bíblica com relação à punição de morte e a de Eva parir com dor? R - Se Adão e Eva vieram do nada, como ensinam as teologias, certamente ignoravam o que é morrer, pois não haveriam passado ainda por essa experiência nem, sequer, a conheceriam através de terceiros, pois eram os únicos habitantes da Terra. Não poderiam, assim, compreender a ameaça divina, que se tornaria inócua.
  14. 14. Quanto à ameaça de Eva parir com dor, do mesmo modo, não surtiria efeito, posto que, tendo acabado de nascer para a vida, jamais tivera filhos e, em consequência, não poderia compreender a ameaça. Além disso, como destaca Kardec, a dor do parto é um efeito natural do organismo físico e não uma punição instituída pelo Criador. Nenhum sentido, portanto, deviam ter, para Adão e Eva, as palavras de Deus.
  15. 15. i) Como o Espiritismo ajuda a entender as ameaças feitas pela Divindade a Adão e Eva, narradas na gênese moisaica? R - Kardec explica essas passagens pela anterioridade da alma e pela pluralidade das existências, sem as quais não se justificariam. Admitindo-se que Adão e Eva tenham vivido antes em um mundo mais adiantado e menos material que a Terra, onde a existência é mais de natureza espiritual do que corporal, entenderemos que o cultivo da terra e o parir com dor, ameaças feitas para o caso de desobediência às suas determinações, são condições comuns neste mundo, mas constituem punição para ambos, se consideradas as condições de existência do mundo de onde vieram.
  16. 16. j) O que seria, na realidade, a queda de Adão e Eva e a perda do paraíso, simbolizada na narrativa bíblica? R - A alegoria da queda de Adão e Eva simboliza o processo de transmigração de espíritos entre as muitas moradas da casa do Pai. Adão e Eva representam uma coletividade de espíritos banidos de outro planeta, mais adiantado do que a Terra, que atingira um nível de evolução intelectual e moral que já não comportava a presença de espíritos ainda pouco adiantados, moralmente. Trata-se de um processo migratório que, de tempos em tempos, opera-se entre os planetas, com a partida e chegada de espíritos.
  17. 17. Esses espíritos, simbolizados pelas figuras de Adão e de Eva, não acompanharam a evolução moral do orbe de onde vieram, sendo, por esse motivo, excluídos da sua humanidade, a fim de não perturbarem a felicidade dos bons. A figura da desobediência contida na gênese mosaica simboliza o descumprimento da lei de Deus, que motivou terem sido exilados param a Terra, cujas condições de existência eram mais penosas. Para esses espíritos, o exílio representou uma queda e a perda do paraíso.
  18. 18. k) Segundo Allan Kardec, por que não poderia toda a população da Terra ser descendente de Adão? R - Segundo a própria narrativa bíblica, ao ser expulso do Éden, Caim teve uma mulher e um filho, quando, na Terra, de acordo com Moisés, havia apenas duas pessoas, além dele: Adão e Eva. Que mulher poderia ser essa e onde pudera ele desposá-la? Por outro lado, estava ele construindo uma cidade, o que evidencia que havia outros habitantes na Terra, pois não faz sentido que ele estivesse construindo sozinho uma cidade e apenas para si, sua mulher e o filho.
  19. 19. Além desse fato, Caim manifestou receio de ser morto por quem o encontrasse, tendo a Divindade colocado nele um sinal, a fim de que os que viessem a encontrá-lo não o matassem. Se havia na Terra outros homens afora a família de Adão que pudessem matá-lo, é que esses homens aí estavam antes dele. Deste modo, da própria narrativa moisaica temos de concluir que a região era povoada e não podia o ser apenas pelos descendentes de Adão, que então se reduziam a Caim e que Adão não é o primeiro nem o único gerador do gênero humano.
  20. 20. l) Qual a contribuição do Espiritismo para uma melhor compreensão da narrativa bíblica da perda do paraíso? R - O Espiritismo revelou a nossa natureza espiritual e o relacionamento entre os dois planos de vida. Esclareceu acerca da nossa condição de simplicidade e ignorância a respeito das coisas ao sermos criados; que somos espíritos imortais em evolução, que, para chegarmos à felicidade do reino do céu prometida por Jesus, teremos que passar por sucessivas existências físicas nos inúmeros mundos que compõem o Universo; que, para tanto, somos dotados de livre-arbítrio, que nos faz os únicos responsáveis pela nossa trajetória evolutiva.
  21. 21. Bibliografia Consultada ENCICLOPÉDIA LUSO-BRASILEIRA DE CULTURA. Lisboa: Verbo, [s. d. p.] KARDEC, A. A Gênese - Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo, O Livro dos Médiuns, O Livro dos Espíritos, O Evangelho Segundo o Espiritismo, Léon Denis - Depois da Morte. Francisco Cândido Xavier – Evolução em Dois Mundos, Segue-me!... Zalmino Zimmermann - Perispírito Bíblia Sagrada – Edição: Ave Maria CELD – Apostila de Estudo – Seção Científica – Apostila do 14º Encontro Espírita Sobre Medicina Espiritual – 26/10/2003, CVDEE – Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo
  22. 22. OSMILAGRES XIII - Os Milagres XIV- Os fluidos XV- Os milagres do Evangelho ASPREDIÇÕES XVI- Teoria da presciência XVII- Predições do Evangelho XVIII- São chegados os tempos
  23. 23. XIII - Caracteres dos milagres •Os milagres no sentido teológico •O Espiritismo não faz milagres •Faz Deus milagres? •O sobrenatural e as religiões OS MILAGRES
  24. 24. O que se entende por milagre? Deus faz milagres? O que é o sobrenatural? O Espiritismo faz milagres? Questões O que são os milagres ?
  25. 25. Na acepção etimológica, a palavra milagre (de miracŭlum, admirar) significa: prodígio, maravilha; coisa extraordinária Um ato do poder divino contrário às leis da natureza, conhecidas Pensamento das massas: fato sobrenatural Sentido teológico: derrogação das leis da natureza pelas quais Deus manifesta seu poder
  26. 26. INEXPLICÁVEL • ORIGEM SOBRENATURAL • FORA DAS LEIS NATURAIS INSÓLITO, ISOLADO E EXCEPCIONAL
  27. 27. Os séculos de ignorância foram fecundos em milagres, porque tudo cuja causa era desconhecida passava por sobrenatural. À medida que a ciência revelou novas leis, o círculo do maravilhoso foi restringido; mas como não havia explorado todos o campo da natureza, restava ainda uma parte bastante grande ao maravilhoso.” A Gênese- cap.VIII-2
  28. 28. O milagre é sempre o coroamento, mas nunca derrogação das Leis naturais, que funcionam igualmente, para todos. Para o Espiritismo É a designação de fatos naturais cujo mecanismo familiar à Lei Divina ainda se encontra defeso ao entendimento fragmentário da criatura.
  29. 29. Para a TEOLOGIA, o milagre não é uma violação pura e simples das leis da natureza. • Sinal de aparecimento de uma nova ordem sobrenatural da salvação. • No Velho Testamento, o Sinal  povo de Israel. • No Novo Testamento, o Sinal  Jesus Cristo. • Os milagres de Jesus  Prolongamento da sua vinda.
  30. 30. Realiza-se à revelia das Leis Naturais. Duram enquanto não se descobre a Lei Natural implícita em cada um deles.
  31. 31. Poderia fazê-los. Que necessidade tem de fazê-los? Deus, que fez todas as leis perfeitas, não tem necessidade de DERROGÁ-LAS.
  32. 32. OS MILAGRES QUAL O VALOR DOS MILAGRES? O QUE, PARA A IGREJA, DÁ VALOR AOS MILAGRES É, PRECISAMENTE, A ORIGEM SOBRENATURAL DELES E A IMPOSSIBILIDADE DE SEREM EXPLICADOS. (...) LOGO UM FENÔMENO QUE SE REPRODUZ, QUER ESPONTÂNEA QUER VOLUNTARIAMENTE, (...) SEJA OU NÃO SEJA CONHECIDA A LEI, JÁ NÃO PODE SER CONSIDERADO MILAGRE.
  33. 33. Revela as leis para explicar os fenômenos. Fundamenta-se na existência de Espiritos e sua atuação sobre a matéria. O sobrenatural deixa de existir.
  34. 34.  Os fatos relatados no Evangelho e considerados milagrosos podem ser explicados pelos fenômenos psíquicos (os que têm como causa primária as faculdades da alma).  Se um fenômeno pode ser repetido, em condições idênticas, mostra que ele é possível e está submetido a um lei.  Não se trata de milagre.  Os fenômenos psíquicos têm a sua origem nas propriedades do fluido perispiritual.
  35. 35.  O fluido perispiritual é o agente magnético nas manifestações da vida espiritual.  (no encarnado e no desencarnado).  Conhecendo-se o papel do perispírito na ação dos Espíritos, admite-se como natural os fatos considerados como “milagre”.
  36. 36.  Jesus Cristo: Espírito superior, muitíssimo acima da humanidade terrestre.  A encarnação de Jesus na Terra: missão confiada por Deus a um de seus mensageiros diretos.  Jesus: Messias Divino enviado de Deus para transmitir suas palavras aos homens.
  37. 37.  Jesus, como homem, tinha a organização dos seres carnais, sem estar sujeito às suas fraquezas.  Como Espírito puro, desprendido da matéria, vivia mais da vida espiritual.  A superioridade de Jesus era moral.  O perispírito de Jesus foi formado pelas partes mais quintessenciadas dos fluidos terrestres.
  38. 38.  A alma de Jesus estava presa ao corpo, apenas pelos laços indispensáveis.  Jesus era dotado da dupla vista permanente (sua alma estava constantemente desprendida).  A qualidade dos fluidos perispirituais de Jesus era a razão de seu grande magnetismo, além do seu imenso desejo de fazer o bem.
  39. 39. AMBAS LEIS DA NATUREZA O ESPIRITISMOO ESPIRITISMO O ESPIRITISMOO ESPIRITISMO REVELA: LEIS DO MUNDO MATERIAL A CIÊNCIA REVELA: NÃO OPERA MILAGRES! LEIS QUE REGEM AS RELAÇÕES DO MUNDO CORPÓREO COM O MUNDO ESPIRITUAL “(...) FACULTANDO A EXPLICAÇÃO DE CERTA ORDEM DE FENÔMENOS IMCOMPREENDIDOS ATÉ O PRESENTE, ELE, (O ESPIRITISMO) DESTRÓI O QUE AINDA RESTAVA NO DOMÍNIO DO MARAVILHOSO...” – - § 7
  40. 40. Não. Ela é perigosa. As verdades do Cristianismo não podem se basear exclusivamente no maravilhoso. Elas têm que se basear no PRINCÍPIO ESPIRITUAL.
  41. 41. Pelo estudo dos FLUIDOS Fluido Espiritual  MAGNETISMO ESPIRITUAL Fluido do Magnetizador  MAGNETISMO HUMANO Fluido Espiritual e Fluido do Magnetizador MAGNETISMO MISTO SEMI-ESPIRITUAL HUMANO-ESPIRITUAL
  42. 42. Fluidos, cores, movimentos e vibrações. QUAL O SEU CONTEÚDO? Fluidos, cores, movimentos e vibrações. QUAL O SEU CONTEÚDO? ...O pensamento age sobre os fluidos ambientes, como o som age sobre o ar; esses fluidos nos trazem o pensamento, como o ar nos traz o som. Pode, pois, dizer-se com toda a verdade que há nesses fluidos ondas e raios de pensamentos que cruzam sem se confundir, como há no ar ondas e raios sonoros. DO AMOR AO ÓDIO MAGNETISMO “Magnetismo é a ação recíproca de dois seres vivos por meio de um agente especial chamado fluido magnético.” AK – INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA DOUTRINA ESPÍRITA
  43. 43. COMO OCORRE A AÇÃO MAGNÉTICA 1.PELO FLUIDO DO PRÓPRIO MAGNETIZADOR 2.PELO FLUIDO DOS ESPÍRITOS, ATUANDO DIRETAMENTE E SEM INTERMEDIÁRIO 3.PELOS FLUIDOS QUE OS ESPÍRITOS DERRAMAM SOBRE O MAGNETIZADOR, QUE SERVE DE VEÍCULO PARA ESSE DERRAMAMENTO (MAGNETISMO MISTO, SEMI- ESPÍRITUAL OU HUMANO- ESPIRITUAL) 1.PELO FLUIDO DO PRÓPRIO MAGNETIZADOR 2.PELO FLUIDO DOS ESPÍRITOS, ATUANDO DIRETAMENTE E SEM INTERMEDIÁRIO 3.PELOS FLUIDOS QUE OS ESPÍRITOS DERRAMAM SOBRE O MAGNETIZADOR, QUE SERVE DE VEÍCULO PARA ESSE DERRAMAMENTO (MAGNETISMO MISTO, SEMI- ESPÍRITUAL OU HUMANO- ESPIRITUAL)
  44. 44. CURAS COMO ENTENDER A AÇÃO DOS FLUIDOS 1. A CURA SE OPERA MEDIANTE A SUBSTITUIÇÃO DE UMA MOLÉCULA ”DOENTE” POR UMA MOLÉCULA SÃ. 2. O PODER CURATIVO ESTARÁ, POIS, NA RAZÃO DIRETA DA PUREZA DA SUBSTÂNCIA INOCULADA; 3. TAMBÉM DEPENDE DA ENERGIA DA VONTADE QUE, QUANTO MAIOR FOR, TANTO MAIS ABUNDANTE EMISSÃO FLUÍDICA PROVOCARÁ; 4. DEPENDE AINDA DAS INTENÇÕES DAQUELE QUE DESEJE REALIZAR A CURA (HOMEM OU ESPÍRITO) 1. A CURA SE OPERA MEDIANTE A SUBSTITUIÇÃO DE UMA MOLÉCULA ”DOENTE” POR UMA MOLÉCULA SÃ. 2. O PODER CURATIVO ESTARÁ, POIS, NA RAZÃO DIRETA DA PUREZA DA SUBSTÂNCIA INOCULADA; 3. TAMBÉM DEPENDE DA ENERGIA DA VONTADE QUE, QUANTO MAIOR FOR, TANTO MAIS ABUNDANTE EMISSÃO FLUÍDICA PROVOCARÁ; 4. DEPENDE AINDA DAS INTENÇÕES DAQUELE QUE DESEJE REALIZAR A CURA (HOMEM OU ESPÍRITO)
  45. 45. A história dos povos antigos encontra-se repleta de narrativas, que mostram o conhecimento dos antigos sacerdotes do magnetismo. Os magos da Caldéia, os brâmanes da Índia curavam pelo olhar. Ainda hoje, na Ásia, os faquires cultivam com êxito as práticas magnéticas. Os egípcios empregavam, no alívio dos sofrimentos, os passes e a imposição de mãos, como os executamos ainda hoje. Os romanos também tiveram templos onde se reconstituía a saúde por operações magnéticas. O Passe Através dos Tempos
  46. 46. O Passe Através dos Tempos Na Gália, os druidas possuíam em alto grau a faculdade de curar, como o atestam muitos historiadores; sua medicina magnética tornou-se tão célebre que os vinham consultar de todas as partes do mundo. Na Idade Média, o magnetismo foi praticado, principalmente pelos sábios. Avicena, doutor famoso, que viveu de 980 a 1036 d.C, escreveu que a alma age não só sobre o corpo, senão ainda sobre corpos estranhos que pode influenciar, a distância.
  47. 47. O Passe Através dos Tempos · A cura de um leproso - Mat. - 8, 1 - 4; · Cura do criado do centurião - Mat. - 8, 5 - 13; · Cura da sogra de Pedro - Mat. - 8, 14 - 15; · Cura do paralítico em Cafarnaum - Mat. - 9, 1 - 8; · Os dez leprosos - Lucas - 17, 11 - 19; · O paralítico da piscina - João - 5, 1 - 17; · A mulher hemorroíssa - Marcos - 5, 25 - 34; · Pedro cura um aleijado - Atos - 3, 1 - 11; · Ananias - Atos - 9, 10 - 17. No Novo Testamento
  48. 48. Água Fluidificada Para o Espírito Bezerra de Menezes, "A água, em face da sua constituição molecular, é elemento que absorve e conduz a bioenergia que lhe é ministrada. Quando magnetizada e ingerida, produz efeitos orgânicos compatíveis com o fluido de que se faz portadora". “Se desejas, portanto o concurso do Amigos Espirituais, na solução de tuas necessidades físico-psíquicas (...), coloca o teu recipiente de água cristalina, à frente de tuas orações, espera e confia.” Segue-me!... / Cap: A Água Fluida - Francisco C. Xavier.
  49. 49. Sonhos Estrela dos Magos Dupla Vista Curas Possessos Ressurreições Jesus Caminha sobre a Água Transfiguração Tempestade Aplacada Bodas de Caná Multiplicação dos Pães Tentação de Jesus Prodígios por Ocasião da Morte de Jesus Aparição de Jesus, após a sua Morte Desaparecimento do Corpo de Jesus.
  50. 50. Entrada de Jesus em Jerusalém, Beijo de Judas, Pesca Miraculosa, Vocação dos apóstolos. Perda de Sangue, Cego de Betsaida, Paralítico, Os Dez Leprosos, Mão Seca, A Mulher Curvada, O Paralítico da Piscina, Cego de Nascença. MILAGRES Casos Relatados
  51. 51. Jesus fazia Milagres??
  52. 52. “A superioridade de Jesus sobre os homens não era relativa às qualidades particulares de seu corpo, mas às de seu Espírito, que dominava a matéria de maneira absoluta, e ao seu perispírito alimentado pela parte a mais quintessenciada dos fluídos terrestres” (Cap. XV)
  53. 53. “Nas curas que operava, agia como médium? Pode-se considerá-lo como um poderoso médium curador?” “Não; pois o médium é um intermediário, um instrumento do qual se servem os Espíritos desencarnados. Ora, o Cristo não tinha necessidade de assistência, ele que assistia e auxiliava os demais, agia pois por si mesmo, em vista de seu poder pessoal.”
  54. 54. “Sua alma não devia estar ligada ao corpo senão por laços estritamente indispensáveis; constantemente separada, ela devia lhe dar uma vista dupla não só permanente como também de uma penetração excepcional e por outro modo muito superior aquela que se encontra nos homens comuns. O mesmo devia acontecer com todos os fenômenos que dependem dos fluídos perispírituais ou psíquicos. A qualidade de tais fluidos lhe dava um imenso poder magnético, secundado pelo desejo incessante de fazer o bem.”
  55. 55. Mar Vermelho - Medidas de profundidade por sonar, mostraram uma ponte de terra subaquática exatamente entre a praia de Nuweiba e o lado saudita.
  56. 56. O princípio dos fenômenos psíquicos repousa, nas propriedades do fluido perispiritual, que constitui o agente magnético; nas manifestações da vida espiritual durante a vida corpórea e depois da morte; e, finalmente, no estado constitutivo dos Espíritos e no papel que eles desempenham como força ativa da natureza. Os fatos que o Evangelho relata e que foram até hoje considerados milagrosos pertencem, na sua maioria,à ordem dos fenômenos psíquicos, isto é, dos que têm como causa primária as faculdades e os atributos da alma
  57. 57.  No livro "Mediunidade - Encontro com Divaldo”, ele esclarece o assunto com as seguintes palavras:  “A Catalepsia se manifesta como um tipo de perturbação de natureza psicomotora, produzindo parada dos movimentos voluntários, sem qualquer lesão física”. • A Letargia é um estado de sono profundo, no qual, as funções orgânicas se apresentam, aparentemente, interrompidas, entre elas, as de respiração e circulação. • (Divaldo Pereira Franco. Mundo Maior Editora. 2ª Edição. SP. 2000) CATALEPSIA E LETARGIA
  58. 58. CATALEPSIA E LETARGIA Derivam do mesmo princípio: Interrupção na comunicação do fluido perispirítico com o corpo físico que poderá se dar de duas maneiras: Nos estados de emancipação do Espírito: Nessa condição o Espírito atrai para si o fluido perispiritual que, retirando-se da superfície, produz uma insensiblidade momentânea. Modificação molecular, sob certas circunstâncias, no próprio fluido perispiritual que faz com que perca temporariamente a propriedade de transmissão.
  59. 59. CATALEPSIA E LETARGIA
  60. 60. CATALEPSIA E LETARGIA
  61. 61. CATALEPSIA E LETARGIA
  62. 62. Todos estes casos sugerem que, na realidade, eles não haviam morrido, mas, sim, encontravam-se em estado de emancipação espiritual. Em todos estes casos, a ligação fluídica ainda não se rompera, sugerindo que ambos se encontravam em estado letárgico e tinham reservas vitais em seus perispíritos, sem o que Jesus não se poderia operar a cura, porque esta teria sido impossível.
  63. 63. A SUA SUPERIORIDADE COM RELAÇÃO AOS HOMENS NÃO DERIVAVA DAS QUALIDADES DO SEU CORPO, MAS DAS DO SEU ESPÍRITO, QUE DOMINAVA DE MODO ABSOLUTO A MATÉRIA E DAS DO SEU PERISPÍRITO, TIRADO DA PARTE MAIS QUINTESSENCIADA DOS FLUIDOS TERRESTRES".
  64. 64. Fenômeno psíquico, anímico ou mediúnico, no qual pessoa ou coisa ergue-se acima do solo sem uma razão visível, apenas devido à força mental, de um encarnado ou desencarnado, que movimenta fluidos ectoplasmáticos capazes de produzir uma alavanca psíquica suficientemente forte para vencer a força da gravidade CARMINE MIRABELLI YOGUE INDIANO SUBBAYAH PULLAVAR LEVITAÇÃO
  65. 65. O maravilhoso, expulso do domínio da materialidade pela ciência, entricheirou-se na espiritualidade, que foi seu último refúgio. O Espiritismo em demonstrando que o elemento espiritual é uma das forças vivas da natureza, fez de novo entrar, os fenômenos considerados maravilhosos, no círculo de efeitos naturais, porque, como os outros, estão submetidos a leis.”
  66. 66. Revela Novas Leis Explica Os Fenômenos Que São Consequências Dessas Leis Existência Dos Espíritos Intervenção No Mundo Corporal
  67. 67. “Se o maravilhoso foi expulso da espiritualidade, não tem mais razão de ser, e é então somente que se poderá dizer que passou o tempo dos milagres”
  68. 68. “OsEspíritosesuasmanifestaçõesnãosão contráriosàsleisdanatureza” ESPÍRITO Submetido às leis que regem o princípio espiritual ESPIRITUALIDADE CORPO FÍSICO Submetido às leis que regem o princípio material MATERIALIDADE Reagem incessantemente um sobre o outro. São duas partes de um mesmo todo
  69. 69. Não admitindo a causa não podem admitir o efeito; e quando os efeitos são patentes eles os atribuem à imaginação, à ilusão, à alucinação. Partem do princípio da negação de tudo o que não é material.”
  70. 70. “A intervenção de inteligências ocultas nos fenômenos espíritas não os tornam mais miraculosos que todos os outros fenômenos que são devidos a agentes invisíveis, porque esses seres ocultos que povoam os espaços são uma das forças da Natureza, força cuja ação é incessante sobre o mundo material, quanto sobre o mundo moral”
  71. 71. Considerado como matéria terapêutica, o fluido tem que atingir a matéria orgânica, a fim de repará-la; pode então ser dirigido sobre o mal pela vontade do curador, ou atraído pelo desejo ardente, pela confiança, numa palavra: pela fé do doente. Com relação à corrente fluídica, o primeiro age como uma bomba calcante e o segundo como uma bomba aspirante. Algumas vezes, é necessária a simultaneidade das duas ações; doutras, basta uma só. Fenomenos De Cura- Magnetismo e Irradiação
  72. 72. FOTOGRAFIAS DE MASARU EMOTO E AS MODIFICACOES DAS MOLECULAS DA AGUA APOS UMA ORAÇÃO AMOR E ADMIRAÇÃO OBRIGADO ADOLFO HITTLER MADRETEREZA DE CALCUTA
  73. 73. AÇÃO FLUÍDICA MAGNETICA MUDANDO AS PROPRIEDADES DA ÁGUA, DANDO-LHE O SABOR DO VINHO.
  74. 74. IRRADIAÇÃO MAGNETICA OU DUPLAVISTA
  75. 75. Jesus, portanto, se mostrou com o seu corpo perispirítico. Ignorando a causa originária do fenômeno das aparições, seus discípulos não se apercebiam dessas particularidades, a que, provavelmente, não davam atenção. Desde que viam o Senhor e o tocavam, haviam de achar que aquele era o seu corpo ressuscitado. (Cap. XIV, nos 14 e 35 a 38.) APARIÇÕES
  76. 76. MATERIALIZAÇÕES Dr. J. M. Gully recording Katie King's pulse
  77. 77. DEUS DERROGA AS LEIS QUE ESTABELECEU? “Não cabe ao homem prejulgar os atos da Divindade, entretanto, temos como critério de nosso julgamento, com respeito às coisas divinas,os atributos do próprio Deus Ao soberano poder alia a soberana sabedoria, de onde é preciso concluir que Ele nada faz de inútil.”
  78. 78. Por que, pois, faria milagres?
  79. 79. O sobrenatural não é necessário às religiões, mas sim o princípio espiritual, que se confunde erradamente com o maravilhoso, e sem o qual não há religião possível
  80. 80. P e r d a S a n g u ed e
  81. 81. “Então uma mulher, que havia doze anos sofria de uma hemorragia, - a qual muito havia sofrido nas mãos de muitos médicos, e que, tendo consumido todos os seus bens, não havia recebido nenhum alívio, mas sempre se encontrava pior, tocou suas vestes; pois ela dizia: Se eu puder ao menos tocar suas vestes, serei curada – No mesmo momento a fonte do sangue que ela perdia se secou, e ela sentiu em seu corpo que estava curada daquela moléstia. E logo Jesus, conhecendo a virtude que havia saído dele, voltou-se para a multidão, e disse: Quem tocou minhas vestes?”. (Marcos – 5:25-34)
  82. 82. “Conhecendo a virtude que havia saído dele” Movimento fluídico que se operou de Jesus para a mulher doente O Fluido atinge a desordem orgânica para a reparar, pode ser dirigido sobre o mal pela vontade do curador ou atraído pelo desejo ardente, a confiança, numa palavra, a fé do doente. (Cap XV) Por isto Jesus sempre dizia: “Tua fé te salvou”.
  83. 83. Cego de Betsaída
  84. 84. “Tendo chegado a Betsaída, foi-lhe trazido um cego que lhe pediu que o tocasse. E tomando o cego pela mão, levou-o para fora da aldeia; colocou-lhe saliva sobre os olhos, e havendo-lhe imposto as mãos, perguntou-lhe se via alguma coisa. O homem, olhando, lhe disse: Vejo andarem homens que me parecem árvores. – Jesus ainda lhe colocou as mãos sobre os olhos, e começou a ser melhor; e enfim ficou curado de tal forma, que via distintamente todas as coisas”. (Marcos – 3:22-26)
  85. 85. A cura foi através do efeito magnético, ela não foi instantânea, porém gradual e como resultado de uma ação reiterada.
  86. 86. O paralítico
  87. 87. “Jesus, havendo tomado um barco, atravessou o lago e veio à sua cidade (Cafarnaum). – E como lhe apresentassem um paralítico deitado num leito, Jesus, vendo sua fé disse ao paralítico: Meu filho, tende confiança, vossos pecados vos serão perdoados”. (Mateus – 9:1-9)
  88. 88. “Vossos pecados vos serão perdoados” Através da lei da pluralidade das existências entendemos que os males e as aflições da vida são freqüentemente expiações do passado, e que padecemos na vida presente as conseqüências das faltas que cometemos numa existência anterior. A moléstia desse homem foi uma punição pelo mal que pudera ter cometido, e Jesus pelo seu conhecimento da natureza humana visualizou que a renovação interior do paralítico já havia ocorrido, sendo portanto que já não era necessária a moléstia.
  89. 89. A Fé Humana e a Divina “O Magnetismo é uma das maiores provas do poder da fé posta em ação. É pela fé que ele cura e produz esses fenômenos singulares, qualificados outrora de milagres. Repito: a fé é humana e divina. Se todos os encarnados se achassem bem persuadidos da força que em si trazem, e se quisessem pôr a vontade a serviço dessa força, seriam capazes de realizar o a que, até hoje, eles chamaram prodígios e que, no entanto, não passa de um desenvolvimento das faculdades humanas.” O Evangelho Segundo o Espiritismo - Cap. XIX - item12.
  90. 90. Conclusão Reflitamos sempre sobre os princípios fundamentais do Espiritismo. Somente assim poderemos transformar o SOBRENATURAL em NATURAL. Nesse caso, os milagres deixam de existir.
  91. 91. As três afirmativas do Cristo Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vai ao Pai senão por mim.” (Evangelho) Sou o Caminho, porque já fiz o percurso que ainda não fizestes; posso, portanto, ser, como de fato sou, vosso guia, vosso roteiro, vosso cicerone. Ninguém vos poderá conduzir e orientar senão eu mesmo, porque nenhum outro, de todos que baixaram à Terra, jamais fez o trajeto que conduz ao Pai. Por isso vos digo: ninguém realiza os eternos destinos, senão acompanhando-me, seguindo as minhas pegadas. Sou a Verdade, porque não falo de mim mesmo, não fantasio como fazem os homens que buscam seus próprios interesses e sua própria glória; só falo o que ouvi e aprendi do Pai, agindo como seu oráculo, como seu mesmo verbo encarnado. Sou a Vida, porque sou ressurgido, dominei a matéria, sou imortal, tenho vida em mim mesmo. Não sou como os homens cuja existência efêmera e instável depende, em absoluto, de circunstâncias externas. (Nas pegadas do Mestre – Vinícius)

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