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Feeling / IntuiçãoExercício:O taco e bola custamR$ 1,10.O taco custa R$ 1 amais que a bola.Valor do taco?Valor da bola?
Não dependa da intuiçãoPara Daniel Kahneman, Nobelde Economia, é um granderisco tomar decisões usandoa área preguiçosa e i...
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FONTES DE RECURSOSEssencial Diversificação das fontes de recursos   —   Legitimidade social   —   Diminuição do risco
GERAÇÃO DE RENDA - TIPOS
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GERAÇÃO DE RENDA Aspectos Jurídicos
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VENDA DE PRODUTOSBazarDoces e salgados / BuffetProdutos institucionais               DE             DAArtezanatoLeilões A ...
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MARKETINGDE RELAÇÃOCOM A CAUSA
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MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA  Etapas para a implementação da estratégiaAvaliação dos resultados  — Elaboração de relat...
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CAPTAÇÃO DE RECURSOSCódigos de condutas mundiais Princípios fundamentais para a tarefade captar recursos:www.captacao.org...
BIBLIOGRAFIA BARBOSA, Maria Nazaré Lins; Oliveira, Carolina Felippe de.  Manual de ONGS – FGV Editora. SZAZI, Eduardo. T...
BIBLIOGRAFIA  CRUZ, Célia e ESTRAVIZ, Marcelo. Captação de DiferentesRecursos para Organizações Sem Fins Lucrativos. Edit...
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Como se preparar para diversificar as fontes de recursos, por meio da venda de produtos e serviços. conheça os impostos e requisitos

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  1. 1. Venda de produtos ou serviços: sua ONG estápreparada para esse tipo de renda? http://www.slideshare.net/micfre12
  2. 2. Serviços Criando Desenvolvimento institucional Técnica Jurídica Terceiro Setor Gestão Marketing e ComunicaçãoConsultoria Planejamento estratégico Empresas Responsabilidade Social Desenvolvimento SustentávelPalestras, Cursos e Assessoria paraOficinas implementação de PMRS
  3. 3. Feeling / IntuiçãoExercício:O taco e bola custamR$ 1,10.O taco custa R$ 1 amais que a bola.Valor do taco?Valor da bola?
  4. 4. Não dependa da intuiçãoPara Daniel Kahneman, Nobelde Economia, é um granderisco tomar decisões usandoa área preguiçosa e irracionaldo cérebro. A mente écomandada por 2 sistemas(rápido e lento)
  5. 5. PRINCIPAIS FONTES DE RECURSOS / FINANCIAMENTO / ESTRATÉGIAS EVENTOS Iniciativa privada PROJETOS Organizações Empresas Indivíduos Religiosas PARCERIAS Institutos corporativos Projetos de Fundações Fontes Geração de Renda Institucionais Venda EndowmentPela causa Comunitárias Governos Ongs Prestação de serviçosEmpresariais Familiares Agências Internacionais MRC Alugueis Mantenedores
  6. 6. FONTES DE RECURSOSEssencial Diversificação das fontes de recursos — Legitimidade social — Diminuição do risco
  7. 7. GERAÇÃO DE RENDA - TIPOS
  8. 8. GERAÇÃO DE RENDA Tipos Taxas de associados /mantenodores Venda de serviços Venda de produtos Royalties MRC Aluguéis Rendimento de patrimônio(Endowment)
  9. 9. GERAÇÃO DE RENDA Tipos Prioridade Beneficiários: artesãos,comunidade carente Prioridade Instituição / Beneficiário:beneficiário produz e pode também sebeneficiar financeiramente Prioridade é a diversificação das fontes:compõe a renda da instituição. Produtossão fabricados por terceiros e / ou porbeneficiários.
  10. 10. PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA VantagensAlternativa importante na liberalidade do uso de recursosAuto-sustentação da OSC e do público atendidoInovaçõesApoio de fundações
  11. 11. IMPORTANTEA venda de produtos e serviçosnão pode extrapolar a condição de atividade meio
  12. 12. GERAÇÃO DE RENDA Aspectos Jurídicos
  13. 13. PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA Podem organizações sem fins lucrativos exercer atividade denatureza econômica? ─ Previsão estatutária, atividade meio e aplicação nas finalidades Inexiste na legislação brasileira proibição à prestação deserviços ou à comercialização de mercadorias por entidades doTerceiro Setor.
  14. 14. PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA Concorrência Desleal e Abuso do poder Econômico Projetos de Geração de renda ofenderia o principio da livreconcorrência? Seria abuso de poder econômico? Argumento: adotam preços idênticos à concorrência, masestão livres de impostos. IVES GANDRA DA SILVA MARTINS: se exercerem atividades idênticas ou análogas às de outras empresas privadas não gozam de imunidade (art. 150, parágrafo 4º e art. 173, parágrafo 4º, da CF). Todavia, se NÃO forem de expressão econômica relevante e não caracterizarem concorrência desleal gozam de imunidade.
  15. 15. PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA Concorrência Desleal e Abuso do poder Econômico Argumento contrário: art. 150, VI, alínea a, CF: Os resultados positivos auferidos com os programas degeração de renda, quando aplicados na assistência social e naeducação – direitos sociais previstos na CF – não devem gerarimpostos. RUY BARBOSA NOGUEIRA: Por não possuírem capacidade contributiva e tendo o seu patrimônio, renda e os serviços imunes, qualquer exigência do imposto que incida sobre situação ou relação fática será NULA, por absoluta inconstitucionalidade.
  16. 16. GERAÇÃO DE RENDA Aspectos JurídicosISS - Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza As entidades de assistência social eeducação são imunes (art. 150, VI, CF). Município de São Paulo (Decreto42.836/2003) - isenção específica paraassociações culturais e desportivas Pelo decreto de São Paulo, oreconhecimento de imunidade deve serrenovado a cada três anos e orequerimento de isenção deve seranual
  17. 17. PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDAICMS – Imposto sobre a circulação de mercadorias e serviços de transporte interestadual e intermunicipal e comunicação É uma questão interpretativa Contribuinte do ICMS é qualquer pessoa, física ou jurídica, que realize, com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial, operações de circulação de mercadorias ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicações, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior.
  18. 18. PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA IRPJ – Imposto de Renda SobrePessoa Jurídica (imunidade ouisenção dependendo do caso) CSSL – Contribuição Social Sobreo Lucro (Imunidade, isenção ou nãoincidência) PIS – Contribuição para oPrograma de Integração Social (1%sobre folha de pagamento) COFINS – Contribuição para oFinanciamento da Seguridade Social
  19. 19. PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA COFINS ATIVIDADES PRÓPRIAS ATIVIDADES NÃO PRÓPRIASIMUNES ----------------- 3,0%ISENTAS ----------------- 7,6%
  20. 20. PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA CofinsINSRF nº 247/2002, artigo 47, § 2ºAtividades própriasReceitas decorrentes decontribuições, doações,anuidades ou mensalidadesrecebidas de associados oumantenedores, sem carátercontraprestacional direto,destinadas ao custeio e aodesenvolvimento dos objetivossociais.
  21. 21. PROGRAMAS DE GERAÇÃO DE RENDA CofinsReceitas de atividades não próprias (decorrentes de atividadeseconômicas) Prestação de serviços e/ou venda de mercadorias, mesmo queexclusivamente aos associados Exploração de estacionamentos de veículos Aluguel de imóveis De aluguel ou taxa cobrada pela utilização de salões,auditórios, quadras, piscinas, campos esportivos, dependências einstalações Outras
  22. 22. VENDAS DE SERVIÇOS E PRODUTOS
  23. 23. HARROGATE que tem a marca Waterbrandssupre Thirsty Planet para a Easyjet.•157 aeronaves•100 destinçõs na Europa e África• + de 40 milhões de passageiros ano.
  24. 24. VENDA DE SERVIÇOS Para Associados / Mantenedores Frequentadores Entorno (empresas e pessoas físicas
  25. 25. VENDA DE SERVIÇOSAtravés de:  Consultorias e Assessorias  Cursos  Web designer  Guias de ecoturismo  Educação e Saúde 25
  26. 26. VENDA DE PRODUTOSBazarDoces e salgados / BuffetProdutos institucionais DE DAArtezanatoLeilões A LI QURoyalties
  27. 27. VENDA DE PRODUTOS 27
  28. 28. PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA Onde vender Na própria organização Internet (próprio site ou coletivo)www.airu.com.brwww.reviraideias.com.brhttp://www.trendencias.com.br/o-mundo-da-moda/ana-strumpf-e-ong-criam-produto Loja própria –http://www.adere.org.br/loja/index.php Lojas do mercado ‾ Supermercado ‾ Shopping center (especializadas ou não) ‾ Mundaréu (Vila Madalena) ‾ Lojas social da prefeitura de SP ‾ Feiras de artesanato
  29. 29. MARKETINGDE RELAÇÃOCOM A CAUSA
  30. 30. TAG
  31. 31. PLANO DE NEGÓCIOSUm plano de negócios é um instrumento de gestãoconcebido para mapear uma determinada idéias ouorganização ao longo de um determinado período detempo. (1 a 5 anos)
  32. 32. PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA Planejamentohttp://www.nesst.org/ University Consulting Venture Fund Market Place Avaliar se as Organizações estão prontas
  33. 33. PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA PlanejamentoPlano de negócios Inicial • Pontos fortes e fracos • Diferencial e justificativas • Investimento inicial • Criação de cenários
  34. 34. PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA PlanejamentoPlano de negócios Objetivos e metas • Receitas e despesa • Clientes • Distribuição • Análise trimestral Impacto social • Medir impacto • Aumentar os beneficiários • Além da geração de renda
  35. 35. PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA MarketingOs 5 Ps - Dicas Produto - escolher indústria ou fabricarcom qualidade Package (embalagem) – código debarras Preço – seguir o mercado Pontos de venda – atacado e varejo Promoção – direta e indireta
  36. 36. PROJETOS DE GERAÇÃO DE RENDA PN – conteúdo resumidoI. Objetivo do TrabalhoII. Direcionamento InstitucionalIII. Histórico InstitucionalIV. Áreas de Atuação e Público AlvoV. CenárioVI. JustificativaVII. Atuação e ProdutosVIII. Instrumentos Institucionais de AvaliaçãoIX. OrganogramaX. Aspectos financeiros
  37. 37. MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA ConceitoMarketing de relaçãocom uma causa é aatividade pela qualempresas eorganizações dasociedade civil formamuma parceria paracomercializar umaimagem, produto ouserviço, em benefíciodos dois lados
  38. 38. MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSADicas O contrato firmado entre as organizações deve prever quecerto percentual da receita líquida das vendas dos produtosserá destinado à livre utilização da entidade de TerceiroSetor Ou seja, o destino dos recursos é determinado pelaorganização, de acordo com sua missão, sem influência daempresa
  39. 39. MARKETINGDE RELAÇÃOCOM A CAUSA
  40. 40. MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSADicas A propaganda do produto devedestacar o acordo e dar visibilidadepara a empresa e para aorganização sem fins lucrativos(cuidado com a imagem doparceiro...) — É fundamental que a causa da organização esteja alinhada com os negócios da empresa e que os parceiros compartilhem valores
  41. 41. MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA Etapas para a implementação da estratégiaPlanejamento e preparação — Busca de um parceiro — Alinhamento de objetivos — Conquista do envolvimento e compromisso desse parceiro Valores comuns, objetivos convergentes, benefício mútuo, transparência e reconhecimento dos ativos de cada parceiro devem orientar a negociação da parceria de MRC.
  42. 42. MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA Etapas para a implementação da estratégiaFormalização do acordo — Comprometimento formal — Estabelecimento de direitos e deveres das partes e assinatura de contrato
  43. 43. MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA Etapas para a implementação da estratégiaAvaliação dos resultados — Elaboração de relatórios que mensurem os investimentos e resultados — Revisão dos termos do acordo, se necessário. Alguns indicadores: aumento de visibilidade da causa na sociedade atitude do consumidor em relação à marca aumento das vendas do produto número de citações em mídia prêmios recebidos depoimento dos beneficiados
  44. 44. http://www.idis.org.br/biblioteca/puMarketing relacionado a causas – Cause related marketing Caso American Express Brasil : ‾ Herbal - Avon ‾ Mac Donald’s - Mary Key ‾ Havaianas ‾ Casa Hope ‾ Camila Klein ‾ Santander
  45. 45. MARKETING DE RELAÇÃO COM A CAUSA
  46. 46. CAPTAÇÃO DE RECURSOSCódigos de condutas mundiais Princípios fundamentais para a tarefade captar recursos:www.captacao.org – Legalidade – Transparência – Eficiência – Confidencialidade
  47. 47. BIBLIOGRAFIA BARBOSA, Maria Nazaré Lins; Oliveira, Carolina Felippe de. Manual de ONGS – FGV Editora. SZAZI, Eduardo. Terceiro Setor: Regulação no Brasil. São Paulo: Editora Fundação Peirópolis Ltda. As Fundações privadas e as associações sem fins lucrativos no Brasil: 2002/IBGE, Gerência do Cadastro Central de Empresas. – Rio de Janeiro: IBGE, 2004. 148 p. – (Estudos e pesquisas. Informações econômicas, ISSN 1679-480x; n. 4). Eduardo Szazi, (org.)., et al. Terceiro setor: temas polêmicos 1. São Paulo: Peirópolis, 2004 – (Temas polêmicos; 1).
  48. 48. BIBLIOGRAFIA CRUZ, Célia e ESTRAVIZ, Marcelo. Captação de DiferentesRecursos para Organizações Sem Fins Lucrativos. Editora Global. NORIEGA, Maria Elena e MURRAY, Milton. Apoio Financeiro:Como Conseguir. Editora TextoNovo. KELLEY, Daniel Q. Dinheiro para sua Causa. EditoraTextoNovo, 1994. CICONTE, Barbara K. e JACOB, Jeanne Gerda. Fund RaisingBasics: A Complete Guide. Aspen Publication, 1997. AZEVEDO, Tasso Rezende. Buscando recursos para seusprojetos. TextoNovo1998. DAW, Jocelyne. Cause Marketing for Nonprofits. Wiley 2006
  49. 49. MENSAGEM FINAL "Para navegar contra a corrente, são necessárias condições raras: espírito de aventura, coragem, perseverança e paixão." (Nise da Silveira)
  50. 50. ARIGAT0 MERCI GRACIE THANKS 감사합니다 GRACIAS DANKE HVALA go raibh maith agat TODA OBRIGADOhttp://www.slideshare.net/micfre12/ www.criando.net 11 – 8208-3790 11-2307-4495 michel@criando.net
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