Lean manufacturing   4-implementação
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  • 1. 4- Implementação do Lean V1-2008 1Autor: Josédo Lean V1-2008 R. Silva 4-Implementação Pedro A. Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 2. Programa 1- Introdução 2- Os 7 tipos de desperdício 3- Técnicas e ferramentas do Lean 4- Implementação do Lean 5- Conclusões Anexos 24-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 3. 4- IMPLEMENTAÇÃO DO LEAN 1- A visão Lean 2- Por onde começar ? 3- Diagnóstico Lean 4- Os recursos 5- O benchmarking 6- Formação e treino 7- Liderança e participação 34-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 4. 1- A visão Lean• O estado que a Organização pretende atingir.• Indicar o rumo que a Organização vai tomar.• A Definição da Visão tem de ser compartilhada com toda a Organização. Em busca da fábrica/empresa perfeita FORNECEDOR CLIENTE • Balanceada • Sincronizada • Simplificada A FÁBRICA PERFEITA • Sem desperdícios • Racionalizada Fonte: www.strategosinc.com (adaptado) 44-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 5. 2- Por onde começar ?Primeiro tem que se reconhecer que não existe “uma única via”para o Lean Manufacturing. Cada Empresa é diferente dasoutras.Produção peça-a-peça, Kanban, Produção Celular, Redução doLote e Nivelamento da Produção não são aplicáveisuniversalmente.A Gestão terá que avaliar e decidir sobre o caminho a seguir eonde está “A fruta ao alcançe da mão” ou a “Mina de ouro”.As técnicas e ferramentas a escolher e os métodos a aplicardeverão reflectir as realidades do negócio da Empresa. Não há uma receita para o Lean 54-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 6. Por onde começar ?UMA ABORDAGEM PRÁTICA1. Escolha uma família de produtos em cujo processo queremos reduzir desperdícios.2. Realize o VSM do estado actual.3. Realize o VSM do estado futuro.4. Identifique as oportunidades de melhoria necessárias para passar do estado actual ao estado futuro.5. Crie um acontecimento Kaizen para cada oportunidade.6. Implemente os Kaizens, imediatamente e com agressividade. Não tenha receio de cometer erros. Seja persistente, trabalhe sem interrupções e derrube as barreiras que surgirem no caminho. OS RESULTADOS COMEÇAM A APARECER AO FIM DE 60 DIAS 64-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 7. Por onde começar ?• Dispender 10% do tempo em planeamento e 90% na implementação• Saber qual é a maior necessidade da Empresa é a chave para iniciar um programa Lean com grande possibilidade de sucesso• O importante é fazer - só assim se aprende. 74-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 8. 3- Diagnóstico LeanAntes de se inicar a “Caminhada Lean” é essencialconhecer-se o estado actual da organização.Um bom processo para se obter este conhecimento érealizar o “Diagnóstico Lean”. 84-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 9. Diagnóstico LeanASPECTOS A CONSIDERAR NO DIAGNÓSTICO• Efectuado por pessoa(s) experiente(s) em colaboração com colaboradores da empresa;• Utilização de questionários adaptados à empresa;• Baseado em visitas às áreas operacionais, seguindo os fluxos de valor e em entrevistas;• São necessários alguns dados quantitativos;• Duração de 1 a 3 dias, dependendo da dimensão e complexidade da empresa;• Elaboração de relatório contendo duas partes: O que foi observado (identificando as oportunidades de melhoria) O que fazer (sugestões sobre o processo a seguir)• Tem de acrescentar valor, permitindo que a empresa retire de imediato um retorno tangível;• O diagnóstico deve ser considerado pela empresa como o primeiro passo da “Caminhada Lean”. 94-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 10. 4- Os recursos• Dependendo dos recursos humanos e materiais disponíveis, poderão, ou não, ser contratados Consultores• Não desperdice os recursos disponíveis na Empresa• Outras Empresas da sua zona geográfica que pretendam aumentar a sua produtividade poderão estar interessadas em criar uma pool de recursos• As Universidades e Institutos Tecnológicos poderão dispor de pessoas com conhecimentos para efectuar seminários e acções de formação. 104-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 11. 5- O benchmarking• Procure saber o que as outras Empresas estão a fazer• Permute experiências, problemas e compare resultados mesmo com Empesas concorrentes• Promova ou participe em encontros ao nível de associações empresariais ou profisionais• Lembre-se que o benchmarking não é copiar mas sim adaptar as boas práticas à nossa Organização, inovando sempre. 114-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 12. 6- Formação e treino• A longo prazo, os resultados alcançados e a sua manutenção dependerão dos conhecimentos e aptidões das Equipas da Empresa• Assim, a implementação do Lean Manufacturing deverá começar por basear-se num plano de formação alargado• Ser-se apenas capaz de repetir os “chavões” não é suficiente• Toda a Equipa de Gestão, desde os Supervisores de Linha até à Administração ou Direcção-Geral, deverão, no mínimo, possuir os conhecimentos básicos sobre Lean Manufacturing O que se aprendeu neste seminário deve considerar-se como O que se aprendeu neste seminário deve considerar-se como conhecimentos mínimos de partida para a “Caminhada Lean” conhecimentos mínimos de partida para a “Caminhada Lean” 124-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 13. 7- Liderança e participaçãoPara finalizar, alguns aspectos importantes:• Todos deverão participar• O Lean é uma “caminhada colectiva”• A adopção do Lean será um esforço para determinar que tipo de Empresa é a sua e saber onde estão os verdadeiros Líderes. Ao fim e ao cabo, apenas existem dois tipos de negócios: Ao fim e ao cabo, apenas existem dois tipos de negócios: --Os que são rápidos e excelentes e os que morrem -- Os que são rápidos e excelentes e os que morrem Cabe à Gestão de Topo decidir que Empresa é a sua! Cabe à Gestão de Topo decidir que Empresa é a sua! 134-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 14. Liderança e participaçãoFACTOR DE SUCESSO: O PAPEL DA GESTÃO DE TOPO• Definir e partilhar a Visão.• Envolvimento em todas as fases do Lean.• Assegurar a liderança do processo de transformação cultural.• Demonstrar claramente o seu empenho no atingimento dos objectivos.• Reconhecer e premiar o esforço e dedicação dos Colaboradores. 144-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 15. Liderança, participação …………e muito trabalho! Thomas Edison em 1888 após 72 horas de trabalho consecutivas no seu fonógrafo 154-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 16. ANEXOS Os 14 princípios de gestão da TOYOTA O sistema de produção TOYOTA (TPS) Bibliografia Lean Sites Lean Glossário Lean Contactos do Autor 164-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 17. Os 14 princípios de gestão da TOYOTA 1. Tomar decisões baseadas numa perspectiva de longo prazo mesmo que elas sejam à custa de objectivos financeiros de curto prazo 2. Criar um fluxo de processos contínuo para expor os problemas 3. Usar “sistemas de puxar” para evitar a sobre-produção 4. Nivelar a carga de trabalho 5. Estabelecer uma cultura onde se parem os processos para resolver os problemas, permitindo que a qualidade seja obtida à primeira 6. Padronizar as tarefas constitui as fundações para melhorias contínuas e para empenhar e dar poder aos empregados 7. Usar sistemas visuais para expor os problemas 8. Usar apenas tecnologias fiáveis e testadas que ajudem os empregados e os processos 174-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 18. Os 14 princípios de gestão da TOYOTA 9. Desenvolver gestores que realmente compreendam o trabalho, vivam estes princípios e os transmitam aos outros 10. Desenvolver empregados e equipas excepcionais que sigam a filosofia da empresa 11. Respeitar a rede de parceiros e fornecedores, desafiando-os e ajudando-os a melhorar 12. Vá e veja pelos seus próprios olhos para compreender realmente as situações (genchi genbutsu) 13. Tome decisões lentamente, por consenso e considerando todas as opções. A seguir, implemente-as num ritmo muito rápido 14. Transformar a empresa numa organização que aprende, através de uma reflexão persistente (hansei) e de melhorias contínuas (Kaizen) 184-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 19. O sistema de produção TOYOTA (TPS) 194-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 20. Bibliografia Lean The Machine that Changed the World – James Womack e Daniel Jones Lean Thinking – James Womack e Daniel Jones The Toyota Production System: Beyond Large-Scale Production – Taiichi Ohno A Study of the Toyota Production System from an Industrial Engineering Viewpoint – Shigeo Shingo Maitrise de la Production et Méthode Kanban - Shigeo Shingo Le Systhème Poka-Yoke - Shigeo Shingo Le Systhème SMED - Shigeo Shingo The Toyota Production System – Toyota Motor Corporation Aprendendo a Enxergar – Mike Rother e John Shook Criando Fluxo Contínuo – Mike Rother e Rick Harris Criando o Sistema Puxado Nivelado – Art Smalley Fazendo Fluir os Materiais – Rick Harris, Chris Harris e Earl Wilson Enxergando o Todo – Daniel Jones e James Womack Lexico Lean - Chet Marchwinski e John Shook The Lean Toolbox – John Bicheno Toyota Production System – Basic Handbook – Artoflean A Mina de Ouro – Freddy Ballé e Michael Ballé Introduction to TPM – Seiichi Nakajima TPM Development Program – Seiichi Nakajima New Directions for TPM – Tokutaro Suzuki Kaizen – The Key to Japan’s Competitive Success – Masaaki Imai Gemba Kaizen - Masaaki Imai The Toyota Way - Jeffrey Liker The Toyota Way – Fieldbook - Jeffrey Liker 204-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 21. Sites Lean www.lean.org - LEI – Lean Entreprise Institute www.lean.org.br – Lean Institute Brasil www.artoflean.com http://leanlearningcenter.com www.teachinglean.org www.leanconstruction.org www.strategosinc.com http://leanforum.bus.utk.edu http://lean.mit.edu www.freewebs.com/leanemportugal www.lean.pt www.leanthinkingcommunity.org 214-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 22. Glossário Lean• 5S - Uma metodologia para organizar, limpar, desenvolver e manter um ambiente de trabalho produtivo• Fluxo peça-a-peça – Ver Redução da dimensão do lote• Fluxo de valor – Todas as acções (as que acresentam e não criam valor) necessárias para levar um produto ou serviço desde as matárias primas até à posse do Cliente (inclui os fluxos de informação)• Gemba – Local onde as coisas acontecem• Gestão visual – A estratégia de disponibilizar informações visuais das actividades diárias, nos locais de trabalho e acessíveis a todos• Gráfico de Gantt – Um diagrama dos acontecimentos que mostra a sua duração e sequência (inventado por Henry Gantt -1861-1919)• Jidoka - Uma filosofia de Garantia da Qualidade que coloca a responsabilidade de atingir as especificações dos Clientes e as normas nos postos de produção• JIT – O acrónimo de Just-in-Time – Uma filosofia de controlo da produção baseada no conceito: “Produzir o produto necessário, na quantidade necessária e na ocasião necessária”• Job shop – Um equipamento/recurso produtivo não relacionado com uma linha de produtos específica, cuja capacidade produtiva é simplesmente utilizada quando necessário (Ex.: Cabina de pintura, forno de tratamento térmico)• Kaikaku – Inovação em japonês – Kaizen rápido• Kaizen – Palavra japonesa que significa “Melhoria contínua” – Uma filosofia de gestão que põe ênfase na participação dos empregados e pela qual cada processo é avaliado continuamente, para eliminar desperdícios• Kanban – Palavra japonesa que significa “Cartão” – Sistema de “Puxar a produção” combinado com instruções de movimentação dos materiais, simples e visual 22 4-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 23. Glossário Lean• Manutenção Produtiva Total – Ver TPM• Mapeamento do fluxo de valor – O processo de identificar e desenhar os fluxos de informação, processos e materiais, através da cadeia de abastecimento (desde os fornecedores das matérias primas até aos Clientes)• Nivelamento e alisamento da produção – Estratégias para re-distribuir o volume e o “mix” de produção ao longo do tempo, no sentido de minimizar os extremos• Poka-Yoke – Palavras japonesas que significam “À prova de erro” – Uma estratégia para melhoria da qualidade que se foca na prevenção de defeitos através da criação de dispositivos e métodos que impedem os erros• Qualidade na origem – Ver Jidoka• Redução da dimensão do lote – Uma abordagem da produção que põe enfase na redução dos lotes dos processos, pela eliminação das restrições do sistema produtivo que “obrigam” a lotes grandes• Retrabalho – Acções necessárias para pôr um produto de acordo com as especificações• Setup – Tarefas necessárias para mudar de produto numa máquina/linha de produção• Sistemas “No ponto de utilização” – Uma estratégia de produção que posiciona os recursos no local de produção onde são necessários• SMED – Um acrónimo de “Single Minute Exchande of Dies” – Um grupo de técnicas para se obter uma mudança rápida de ferramentas/ produtos nas linhas de produção• Sucata – Material impróprio para produção ou venda 23 4-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 24. Glossário Lean• Takt Time – A cadência de produção necessária para satisfazer a procura (Takt – palavra alemã que significa “batida”): Tempo por unidade = Tempo disponível num centro de trabalho / Procura• Tempo de Setup externo – Tempo necessário para preparar a mudança do processo de um produto para outro, enquanto a produção está a decorrer• Tempo de Setup interno – Tempo necessário para preparar a mudança do processo de um produto para outro, em que a produção está obrigatoriamente parada• TPM – Acrónimo de “Total Productive Maintenance” – Estratégias para criar o sentimento de posse do equipamento pelos Operadores que executam a manutanção autónoma• TPS – Toyota Production System• Treino transversal – Uma abordagem da formação pela qual os empregados são treinados para desempenhar todas as tarefas de produção de uma determinada área/processo, eliminando os monopólios de aptidões especializadas• Trabalho padronizado – O processo de documentar e normalizar as tarefas ao longo do fluxo de valor• VSM – Acrónimo de “Value Stream Mapping” – Ver Mapeamento do Fluxo de Valor 24 4-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 25. Contactos do Autor José Pedro Amorim Rodrigues da Silva Lisboa - Portugal jparsilva@sapo.pt Tel. +351 218 124 609 Tm. +351 919 729 496 http://www.freewebs.com/leanemportugal/ 254-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal
  • 26. A mente é como um pára-quedas Funciona melhor quando está aberta Mentalidade Lean 264-Implementação do Lean V1-2008 Autor: J. P. Rodrigues da Silva http://www.freewebs.com/leanemportugal