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Medida 1#: Isentar as empresascom facturação reduzida danecessidade de reporte trimestral• Isentar as empresas com  factur...
Medida 2#: Encorajar aimigração qualificada paraPortugal• Encorajar a imigração qualificada para  Portugal, já existe em Por...
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Medida 7#: Permitir aamortização antecipada debens tangíveis e intangíveis• De forma a que as startups  possam abater  con...
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7 Medidas para tornar Portugal mais atractivo para Startups

  1. 1. 7 Medidas para tornar Portugal André Marquet, 2012 Co-Fundador da Beta-i mais atractivo para Startups
  2. 2. Precisamos de mais e melhores empresas.
  3. 3. Portugal precisa de mais Empreendedorismo• De acordo com o relatório de 2012 para a competitividade do World Economic Forum, em Portugal, a democratização do empreendedorismo e o fim das barreiras à criação de novas empresas é urgente como se consta no gráfico dos factores mais problemáticos para se fazer negócio. Apresentamos 7 medidas de fácil implementação que julgamos ter elevado impacto.
  4. 4. Medida 1#: Isentar as empresascom facturação reduzida danecessidade de reporte trimestral• Isentar as empresas com facturação reduzida da necessidade de reporte trimestral de IVA e de contabilidade organizada, substituindo por uma declaração única anual simplificada até um determinado patamar de facturação.
  5. 5. Medida 2#: Encorajar aimigração qualificada paraPortugal• Encorajar a imigração qualificada para Portugal, já existe em Portugal o chamado estatuto de residente “Não Habitual”. A ideia é simples, taxar de forma mais reduzida pessoas que emigrem para Portugal para determinados sectores económicos. Este esquema seria fiscalmente positivo porque permitiria incentivar pessoas que em condições normais achariam os níveis salariais em Portugal pouco atraentes. A questão é que as finanças exige um enorme volume de documentação de forma a aprovar este processo, para além de que o processo é extremamente burocrático e pouco conhecido até dos próprios funcionários das Finanças, para além de ser exigida a tradução certificada por notário de todos os documentos e certificações dos países de origem.
  6. 6. Medida 3#: Estender o estatutode residente “Não Habitual”• Nós propomos que se estenda o estatuto de residente “Não Habitual” a pessoas que tendo vivido fora, tenham vindo para Portugal e investido ou estejam na disposição de investir uma quantia mínima anual em Startups Portuguesas. A ideia é atrair empreendedores de sucesso para Portugal que possam não só trazer investimento mas também ajudarem como mentores de novos empreendedores. Portugal é aliás um excelente destino para reformados internacionais.
  7. 7. Medida 4#: Criar estágiospara Empreendedores• Criar estágios para Empreendedores, para que os nossos estudantes, quando estiverem a terminar as suas licenciaturas, deveria ser possível obterem bolsas de auto-emprego de forma a poderem na prática ser estagiários das suas próprias empresas, durante um período de 1 a 2 anos, com um nível de salário semelhante ao dos estágios profissionais - dando- lhes autonomia para se dedicarem a criar um negócio de sucesso.
  8. 8. Medida 5#: “Factoring” dascontratações do estado• Visto que é reconhecido por todos os agentes económicos, que o estado Português, sejam as suas autarquias, institutos públicos ou governo central paga aos seus fornecedores com atrasos médios dos mais elevados nos países da OCDE - propõe-se a possibilidade das Startups poderem recorrer a opção de factoring contra factura, de forma a que possam trabalhar com o sector público sem sofrer dificuldades de tesouraria que em muitos casos se podem revelar fatais nos primeiros anos de actividade.
  9. 9. Medida 6#: Eliminar a necessidadede pagamento à Segurança Social noprimeiro ano de operação da Startup• Controlando casos de fraude, em concreto isentando as Startups tecnológicas com até 10 trabalhadores de pagar Taxa Única de Segurança Social, encorajando assim as contratações de jovens qualificados.
  10. 10. Medida 7#: Permitir aamortização antecipada debens tangíveis e intangíveis• De forma a que as startups possam abater contabilisticamente gastos que são tipicamente esporádicos e.g. aquisição de parque informático incluindo software, logo no primeiro ano de actividade.

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