Consumo e Poupança

16,896 views
16,612 views

Published on

Consumo e Poupança...

Published in: Economy & Finance, Business
1 Comment
7 Likes
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total views
16,896
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
1
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
1
Likes
7
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

Consumo e Poupança

  1. 1. Poupança e Investimento
  2. 2. Módulo 2: A repartição e a utilização dos rendimentos Poupança e investimento OBJECTIVOS <ul><li>. Definir poupança; </li></ul><ul><li>. Integrar a variável tempo nas decisões sobre a utilização dos rendimentos; </li></ul><ul><li>. Caracterizar os destinos da poupança; </li></ul><ul><li>distinguir formação bruta de capital de variação de existências; </li></ul><ul><li>. Explicar a necessidade da formação de capital numa economia; </li></ul><ul><li>. Distinguir os diversos tipos de investimento; </li></ul><ul><li>Explicar as funções do investimento na actividade económica; </li></ul><ul><li>. Justificar a importância do investimento em inovação tecnológica e em investimento e desenvolvimento na actividade económica; </li></ul><ul><li>. Distinguir diversas proveniências de investimento realizado na economia portuguesa: interno e externo; </li></ul><ul><li>. Comparar a evolução do investimento português no estrangeiro com a evolução do investimento estrangeiro em Portugal. </li></ul>
  3. 3. CONTEÚDOS <ul><li>A utilização dos rendimentos – Consumo e poupança </li></ul><ul><li>Poupança </li></ul><ul><li>. Noção e destinos </li></ul><ul><li>. Formação de capital </li></ul><ul><li>Investimento </li></ul><ul><li>. Noção; </li></ul><ul><li>. Funções; </li></ul><ul><li>. Tipos; </li></ul><ul><li>Importância do investimento em inovação tecnológica; </li></ul><ul><li>O investimento em Portugal e o investimento português no estrangeiro </li></ul>
  4. 4. A utilização dos rendimentos <ul><li>A parte mais significativa da receita das famílias destina-se ao consumo. O que sobra destina-se à poupança sendo depois aplicada de três modos: </li></ul>Rendimento disponível dos particulares Consumo Poupança Depósitos Entesouramento Investimento Poupança é a parte do rendimento que não é imediatamente gasta no consumo
  5. 5. Formação de capital <ul><li>Formação de capital é a aplicação da poupança em novos investimentos produtivos quer directamente, quer através da sua colocação em Instituições Financeiras. </li></ul>Investimento Acréscimo de bens de capital que aumenta as possibilidades de produzir
  6. 6. Aumento dos bens de equipamento Existências - engloba todos os bens que ainda não sofreram transformações e os produtos semi-acabados que estão em laboração Componentes da formação de capital Formação Bruta de Capital Fixo FBCF Variação de existências VE
  7. 7. Tipos de investimento MATERIAL IMATERIAL FINANCEIRO Melhoria na qualificação dos recursos humanos - por ex. educação, formação e investigação Criação de novos bens de produção -por ex. compra de máquinas e instalações Aplicação da poupança em valores mobiliários -por ex. acções e obrigações
  8. 8. Função do investimento - substituição Aumento da capacidade produtiva Manutenção da Capacidade produtiva Formação de capital Reposição do capital Funções
  9. 9. Importância do investimento em inovação tecnológica <ul><li>O investimento faz aumentar o capital técnico de um país e vai gerar maior desenvolvimento no futuro … </li></ul><ul><li>… mas reduz os consumos presentes. </li></ul><ul><li>O investimento em inovação tecnológica é um dos factores mais importantes de desenvolvimento </li></ul>
  10. 10. MAIOR COMPETITIVIDADE MAIOR PRODUTIVIDADE MENORES CUSTOS DE PRODUÇÃO ACRÉSCIMOS DE PRODUÇÃO INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
  11. 11. <ul><li>I & D </li></ul>A sigla I & D significa investigação e desenvolvimento. A importância do investimento em inovação tecnológica é que gera desenvolvimento da actividade económica. Essa inovação resulta da investigação levada a cabo por empresas, universidades e Estado. Qualquer país necessita de I&D próprios pois doutra forma tem que pagar direitos de uso de inovação ao estrangeiro. Se uma empresa não inova a partir da sua investigação ou da alheia fica ultrapassada e perde clientes. A União Europeia gasta mais em I&D que os EUA e tem menos resultados, porque é dispersa por vários países, por vezes com múltiplas aplicações de investigação na mesma área. .
  12. 12. I & D - Portugal está a despertar para este factor de desenvolvimento Algumas notícias recentes nesse âmbito: Diário Económico de 26 de Fevereiro de 2008 : Investigação em cortiça reconhecida mundialmente Luís Gil, investigador do Instituto Nacional de Engenharia Industrial, foi eleito“O Homem do ano da Ciência em 2008” pelo American Biographical Institute”, pelas suas investigações na área das diversas aplicações da cortiça. Portugueses são campeões da banda larga móvel Investimento de 20 milhões na formação de alunos no Lisbon MBA”. Lisboa vai ser a única capital europeia a ter um master in Business Administration em parceria com a Sloan Management School, considerada a 7ª melhor do mundo…
  13. 13. Outras notícias Expresso,16 de Fevereiro de 2008: Marcas nacionais disparam na Europa O número de marcas comunitárias registadas por empresas portuguesas cresceu 22% em 2007. Esta semana, foi divulgado o European Inovation Scoreboard , que colocou Portugal como a sétima economia que mais progrediu com base num conjunto de indicadores. A economia portuguesa subiu uma posição em 2007 e está agora em 30º lugar do “ranking “, que inclui todos os Estados-membros da União Europeia, Suiça, Islândia, Noruega, Croácia, Turquia, EUA, Israel, Canadá, Japão e Austrália
  14. 14. O investimento em Portugal e o investimento português no estrangeiro Podemos distinguir diversas proveniências de investimento realizado na economia portuguesa: interno e externo;

×