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Pedagogia Aula0117022009 Funo Social Escola Presentation Transcript

  • 1. INSTITUTO FEDERAL DO PARÁ – IF/PA Curso de Graduação em Pedagógia Disciplina: A Função Social da Escola Prof. Haroldo de Vasconcelos Bentes Mestrando em Educação Profissional e Tecnológica - UnB Belém-PA, fevereiro/2009
  • 2.
    • APPLE, Michael W. Ideologia e currículo . Tradução Vinicius Figueira. – 3. ed. – Artmed, Porto Alegre, 2006, 288 p.; 23 cm. Obra : Ideologia e Currículo
    • “ Qualquer análise das maneiras pelas quais o poder desigual é reproduzido e discutido na sociedade não pode deixar de levar em conta a educação ” (Prefácio à edição de 25ª aniversário – terceira edição. APPLE, 2006).
  • 3.
    • Conteúdo Programático
    • Plano de ensino – e-mail: turma??
    • Metodologia
    • Matriz metodológica : das categorias conceituais mais amplas, para a práxis (teoria-prática).
    • Pesquisa bibliográfica
    • Leitura e análise de textos
    • Visualização de slides
    • Discussão de conteúdos específicos
    • Aula expositiva
    • Trabalhos individual e em grupos
  • 4. Objetivos
    • OBJETIVO GERAL : Compreender a Função Social da Escola proporcionando o estudo dos fundamentos da função social da escola e do homem que se quer formar, visando uma convivência solidária, na perspectiva de uma sociedade autônomo, solidária e democraticamente
  • 5. Objetivos Específicos
    • Compreender os fatores que compõem a dinâmica que envolve a escola e sua função social.
    • Contextualizar a atual sociedade do conhecimento, a partir de um contexto globalizado, o papel das tecnologias e seus desdobramentos na formação do cidadão-trabalhador.
    • Discutir o papel da Instituição escola, a partir do conceito de democracia, poder e gestão participativa.
    • Compreender os diversos conceitos de cultura numa perspectiva histórico-dialética, no cenário de uma sociedade contraditória (capitalista).
  • 6.
    • Iniciando nossa conversa
    • * Spencer fez a seguinte pergunta:
    • “ Qual é o conhecimento de maior valor?”
    • **Apple responde:
    • Não é “apenas” uma questão educacional, mas inerentemente ideológica e política.
    • *+** Citações no prefácio à segunda edição, Ideologia e Currículo, APPLE, 2006, p. 21
  • 7. Qual é aFunção Social da Escola?
    • -Quando se pensa na função social da escola e pergunta-se para que ela serve, a primeira que nos vem à mente é: a escola serve para ensinar. Mas ensinar a quem? O que ensinar? Como ensinar?
  • 8. Reflexão!
    • E esta é a principal função da escola: formar cidadãos críticos e bem informados, em condições de compreender e atuar no mundo em que vive.
  • 9. Reflexão!
    • E assim sobrevive a educação brasileira: as crianças aprendem. E aprendem tão bem que se tornam incapazes de pensar coisas diferentes. Mas como criticar os professores se eles são frutos da mesma educação que estão repassando hoje?
  • 10. Repensar!
    • Eis aí a prova de que parte dos profissionais da educação estão despreparados, não sabem como agir, sentem-se inseguros em sala de aula. E, por não saberem como agir, simplesmente repetem tudo o que foi feito com eles. Até percebem que o tempo passou e que a escola não é mais a mesma, mas não sabem como fazer para que o conteúdo que é ensinado na escola tenha significado para o aluno.
  • 11. Processando!
    • Segundo Lúcia Moysés (2001, p.34), isso ocorre porque “os conteúdo programáticos que fazem parte dos currículos aproximam-se muito da cultura das elites do que da do povo”. E se for analisado, percebe-se que essa é uma grande verdade. O que se fala na escola, não é aquilo que o aluno vivencia, e isso não tem significado algum para ele.
  • 12. Comparando!
    • Já Gentili e Alencar (2001, p.99), “Melhor do que falar em natureza humana, portanto, é falar em condição humana. Somos filhos do tempo, da cultura e... dos processos educativos que as sociedades criam e recriam”. Pensando nessa afirmação, questiona-se: que tipo de cidadão está sendo formado nas escolas?
  • 13.
    • A escola como instituição
    • As formas do conhecimento
    • O próprio educador
    • Palavra-chave “Situado”, contextualizar conhecimento que ensinamos; relações sociais na sala de aula, escola como mecanismo e nós que trabalhamos nessas instituições.
    • As escolas não apenas “produzem pessoas”; também “produzem conhecimento” (Raymond Williams, p. 40).
    • Análise escolar fundamental: conceitos de ideologia; hegemonia e tradição seletiva (controle e organização da vida social).
  • 14. Escola – aparelho ideológico do Estado
    • Althusser (1971), a escola fornece à formação social capitalista dois dos mas importantes elementos para a reprodução de sua força de trabalho:
    • 1 – a reprodução das habilidades, e a
    • 2 – reprodução de sua submissão às regras da ordem estabelecida.
    • Poulantzas (1973, além do caráter ideológico, inculcar a ideologia dominante, exerce o papel repressivo, por padrões de comportamentos predeterminados.
    • Gramsci (CARNOY, 1986 - Educação, Economia e Estado), os intelectuais orgânicos reforçam a dominação burguesa, mais existem aqueles que são fiés a classe trabalhadora. Esses devem realizar a consciência política.
  • 15. A estrutura dos aparelhos ideológicos
    • O próprio Estado e sua estrutura; administrativa-burocrática.
    • Os aparelhos repressivos; exército, polícia, escola, etc..
    • Sistema produtivo; encabeçado pela classe dominante, via discurso ideológico.
  • 16.
    • Neutralidade e Justiça: análise comportamental; modelo sistêmico de gestão e Justiça da visa social (maximização da igualdade econômica, social e educacional).
    • Análise: despolitização, os problemas são neutros, a escola neutra pode orientar a instrumentação neutra dos educadores.
    • Bourdieu “capital cultural” ; Apple “ análise relacional” e Gramsci “ sentimentos saturados e procedimentos intelectuais neutros” (p. 44).
    • Contraponto: “ [...] as nossas questões educacionais são, na raiz, éticas, econômicas e políticas [...]” ( Apple, 2006, p. 46).
  • 17.
    • A intelectualidade educacional e o ato de “situar”
    • “ [...] os fatos sobre a sociedade são aqueles que raramente são debatidos [...] (Louis Wirth, 1936, apud Apple, p. 47).
    • “ [...] não devemos aceitar as ilusões de uma época [...] (Marx, apud Apple, p. 47).
    • “ O investigador (educador) deve situar suas atividades em um âmbito maior de conflito econômico, ideológico e social (Apple, p. 47).
    • Proposição pedagógico-política: “ [...] o estudo crítico da relação entre as ideologias e o pensamento e a prática educacional, as hipóteses do senso comum que orientam nossa área já tecnicamente dominada” (idem).
  • 18.
    • Respostas proativas do educador:
    • Como as escolas funcionam?
    • Sensibilidade presente e histórica da escola?
    • Distribuição da cultura, pela presença ou ausência do poder?
    • O foco da questão: A política educacional liberal – ética de sucesso individual baseada no “mérito”.
    • Sobre a natureza da ideologia: legitimação, poder e argumentação
    • racionalizações/justificações
    • Programas políticas e movimentos sociais mais amplos
    • Visões de mundo e perspectivas abrangentes
  • 19.
    • Sobre o problema do conhecimento de alto status
    • Young , [...] quem está no poder tentará definir o status do conhecimento [...] . Processo hegemônico.
    • Currículos centrados nas disciplinas – status alto “estratificação”
    • Currículos integrados – status baixo “integração”
    • Hegemonia e reprodução, [...] A lógica do desequilíbrio cultural e econômico (p. 75), “ [...] falta público para a mudança [...] (p. 76).
  • 20.
    • 3. A economia e o controle no dia-a-dia da vida escolar
    • Estabilidade ideológica e econômica, internalização do senso comum.
    • Escolarização e capital cultural, a questão do conhecimento “legítimo” (p. 83).
    • - O que é escola? De quem são os significados coletados e distribuídos por meio dos currículos abertos e ocultos nas escolas?
    • Instituições que incorporam tradições coletivas e intenções humanas [...] (p. 84). [...] formas de conhecimento que implicam noções de poder e de recursos e controle econômicos (idem).
    • Para além de um humanismo retórico: “[...] a educação é, em suas implicações, um processo político” (Sharp e Green, 1975, apud Apple, p. 98).
  • 21.
    • 8. Para além da reprodução ideológica
    • De quem é o capital cultural, aberto e oculto, colocado “dentro” do currículo escolar? (p. 212).
    • De quem são os princípios de justiça social engastados no conteúdo da escolarização?
    • Deriva de uma história determinada e de uma realidade econômica e política determinada.
    • Como realizar o contraponto crítico?
    • Desvelando a relação ideologia e cultura , entre poder e conhecimento. A classe dominante não é uniforme nos interesses, lutam em blocos pelo poder e influência política; meios de comunicação, acadêmica, escola, pelo “grande pluralismo norte-americano”, que encobre desigualdades entre o topo e a base da pirâmide social (p. 214/215).
  • 22.
    • Os Paradigmas da Educação Contemporânea
    • A liberdade, diálogo com outros significados;
    • A democracia, de político ao econômico;
    • O individualismo do mercado, desejo inconsciente de comunidade;
    • A crítica social, principal ato de patriotismo (p. 235).
    • A democracia densa, dissenso como uma forma de compromisso patriótico.
    • O global e o local, ligação dinâmica
    • Prática educadora; buscar nos contraditórios, munição ao debate democrático, por meio de pedagogias adequadas que afastem o “fervor patriótico” e interrompam os projetos hegemônicos neoliberais e/o conservadores.
  • 23.
    • A relação entre política da direita e a educação?
    • discussão sobre a educação politécnica numa perspectiva para todos (p. 259);
    • educação politécnica crítica e criativa que combine “coração, cabeça e mãos”, sabendo que não é um ideal neoliberal;
    • os riscos ideológicos dos livros-texto.
    • Sobre a política de certificação nacional para professores
    • o movimento do capital global, o sistema de impostos (p. 263);
    • a questão da certificação; conhecer a matéria; aulas criativas e críticas, social e educacionalmente. E os recursos?
    • a regionalização dos recursos, o poder de controlar as metas, os meios e conteúdos da educação, pela direita neoliberal e conservadora (p. 264).
  • 24.
    • Para nossa reflexão prática:
    • Como a experiência norte-americana pode auxiliar na nossa práxis educadora, desde que respeitadas as nossas contingências históricas e formação cultural sincrética?
    • Quais as variáveis determinantes das políticas educacionais; o Estado, a ideologia? O poder e a hegemonia? Qual o nosso papel como sujeitos coletivos de massas?
    • A história é o motor dos acontecimentos, ou somos nós que escolhemos os caminhos? Quem fez, faz e poderá fazer a história, pelo viés da educação?
  • 25. Bibliografia APPLE, Michael W. Ideologia e currículo. Tradução Vinicius Figueira. – 3. ed. – Artmed, Porto Alegre, 2006, 288 p.; 23 cm. Texto : A função social da escola: ensinar . Ronivaldo de Oliveira e Sheila Delgado Soares. Site: http://www.unoescxxe.edu.br/unoesc/publicacoes - acesso 16/02/2009 , 17h CARNOY, Martin. Educação, Economia e Estado. Cortez, São Paulo, 1986 BRANDAO , Carlos Rodrigues. O que é educação . Brasiliense: São Paulo, 2006. CORAGIO, José Luis. Desenvolvimento humano e educação , O papel das ONGs latino-americanas na iniciativa da Educação para todos. 2ª ed. Cortez: São Paulo, 1999 NEVES, Maria Aparecida Mamede, et al. O fracasso escolar e a busca de soluções alternativas: a experiência do NOAP. Vozes: Petrópolis - RJ, 1993. NUÑEZ, Carlos Hurtado. Educar para transformar, transformar para educar: comunicação e educação popular. Vozes: Petrópolis - Rio de Janeiro, 1992