Ensino mediado 2 2011
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  • 1. O uso da tecnologia no ensino de Línguas estrangeiras: breve retrospectiva histórica Texto adaptado de Vera Menezes (UFMG)
  • 2. Movimento diante do novo:
    • REJEIÇÃO
    • INSERÇÃO
    • NORMALIZAÇÃO
  • 3. As tecnologias no ensino de línguas
    • Em 1930 os estúdios de Walt Disney produziram cartoons para o ensino de inglês, dando início ao uso de filmes no ensino de línguas.
    • A televisão foi inventada em 1926 por John Baird e só chegou ao Brasil em 1950.
  • 4. Evolução da tecnologia
    • Volumen codex livro
    • Fonógrafo gramofone gravador
    • Projetor televisão vídeo
  • 5.
    • Segundo Lévy (1997), o ensino de línguas mediado por computador teve início com o projeto PLATO em 1960.
    • Na década de 80 surgiram no Brasil os primeiros computadores pessoais.
    • O acesso à rede mundial de computadores, no Brasil, aconteceu em 1991 com a criação da Rede Nacional de Pesquisa pelo Cnpq.
    • O acesso ao público só teve início em 1994.
  • 6.
    • No século XXI a internet entra em uma nova fase: a web 2.0.
  • 7.
    • 1998: Google
    • 2001: Wikipedia
    • 2002: Orkut
    • 2004: Blogs e Podcasts
    • 2005: Youtube
    • 2006: Twitter
  • 8.
    • Web 1.0: Anos 90 A grande biblioteca digital Foi a primeira geração de internet comercial. Seu grande trunfo era a quantidade de informações disponíveis. Mas o conteúdo era pouco interativo. O usuário ficava no papel de mero espectador da ação que se passava na página que ele visitava. Não tinha autorização para alterar seu conteúdo.
  • 9.
    • Web 2.0: A construção coletiva do conhecimento Sua essência é permitir que os usuários sejam mais que meros espectadores: eles são parte do espetáculo. Os melhores sites são ferramentas para que os internautas gerem conteúdo, criem comunidades e interajam. Alguns, como a Wikipédia, possibilitam a construção coletiva do conhecimento.
  • 10.
    • Web 3.0: A Web 3.0 serve-se de software que vai aprendendo com o conteúdo que recolhe na Internet, que analisa a popularidade desse conteúdo e chega a conclusões. Em vez de ter as pessoas refinando os termos da pesquisa, a Web 3.0 será capaz de fazer isto sozinha, aproximando-se do mundo da inteligência artificial.
  • 11.
    • A diferença entre a Web 2.0 e a Web 3.0 é a diferença entre obter uma lista de respostas e uma solução concreta e personalizada para uma pergunta.
    • Os especialistas em Internet acham que a Web 3.0 será como ter um assistente pessoal que sabe praticamente tudo sobre você e que pode acessar toda a informação da Internet para responder qualquer pergunta sua. Muitos comparam a Web 3.0 com um banco de dados gigante. Enquanto a Web 2.0 utiliza a Internet para conectar pessoas, a Web 3.0 servirá para conectar informações.
  • 12. Socialização dos computadores e seu uso em 7 fases por Pennington (1996)
    • 1. uso para cálculos matemáticos por um grupo de cientistas da elite;
    • 2. professores e alunos de instituições de prestígio;
    • 3. toda esfera educacional, incluindo escolas públicas;
    • 4. objeto de massa;
    • 5. os educadores se apoderam do computador e eles se tornam cada vez mais parte das práticas pedagógicas.
    • 6. crianças digitalmente letradas;
    • 7. acesso universal não apenas às informações, mas também às pessoas.
  • 13.
    • “ Não podemos dar tudo pronto no processo de ensino e aprendizagem. Aprender exige envolver-se, pesquisar, ir atrás, produzir novas sínteses fruto de descobertas. O modelo de passar conteúdo e cobrar sua devolução é insuficiente. Com tanta informação disponível, o importante para o educador é encontrar a ponte motivadora para que o aluno desperte e saia do estado passivo, de espectador. Aprender hoje é buscar, comparar, pesquisar, produzir, comunicar.”
    • Moran, 2011 http://www.moran10.blogspot.com
  • 14. Referências
    • http://portfoliodigital.blogspot.com/2007/04/web-10-web-20-web-30.html
    • http://teteraconsultoria.com.br/blog/o-que-e-web-3-0/
    • http://informatica.hsw.uol.com.br/web-305.htm
    • PAIVA, V.L.M.O. O uso da tecnologia no ensino de línguas estrangeiras: breve retrospectiva histórica , 2008. Disponível em http://www.veramenezes.com/techist.pdf