CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA                          APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO            ...
diga respeito, presencialmente ou por solicitação escrita ao CCPFC, nos termos dos artigos 27º e 28º da Lei nº 10/91 de 19...
4. EFEITOS A PRODUZIR: MUDANÇA DE PRÁTICAS, PROCEDIMENTOS OU MATERIAIS  DIDÁCTICOS   Com esta acção, a desenvolver à distâ...
5. CONTEÚDOS DA ACÇÃO                  (Práticas Pedagógicas e Didácticas em exclusivo, quando a acção de formação decorre...
6. METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA ACÇÃO   6.1.   Passos Metodológicos    A acção terá uma estrutura modular em que três mód...
7. APROVAÇÃO DO ÓRGÃO DE GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO DA ESCOLA:  Data: da Modalidade do Projecto) (Art. 7º, RJFCP)  (Caso ___/_...
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An2 b - trabalho colaborativo com as ferramentas google - edição e publicação de conteúdos (corrigida)

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An2 b - trabalho colaborativo com as ferramentas google - edição e publicação de conteúdos (corrigida)

  1. 1. CONSELHO CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO DA FORMAÇÃO CONTÍNUA APRESENTAÇÃO DE ACÇÃO DE FORMAÇÃO An2-B NAS MODALIDADES DE ESTÁGIO, PROJECTO, OFICINA DE FORMAÇÃO E CÍRCULO DE ESTUDOS Formulário de preenchimento obrigatório, a anexar à ficha modelo ACC2 N.º ________ 1. DESIGNAÇÃO DA ACÇÃO DE FORMAÇÃO Trabalho Colaborativo com as Ferramentas Google: Edição e Publicação de Conteúdos 2. RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA ACÇÃO: PROBLEMA/NECESSIDADE DE FORMAÇÃO IDENTIFICADO A formação contínua constitui um processo dinâmico de aquisição e de aperfeiçoamento de competências humanas, técnicas e científicas requeridas pelo exercício de uma profissão exigente e altamente qualificada. Pretende-se, com esta acção de formação promover o desenvolvimento curricular, a integração transdisciplinar das TIC, a elaboração de recursos educativos digitais e a sua aplicação no processo de ensino/aprendizagem, de forma a fomentar o desenvolvimento de mais e melhor ensino e aprendizagem. Salientamos a oportunidade da aplicação destas ferramentas, por exemplo, ao nível da Área Projecto, Cursos EFA e nos diversificados Projectos de Turma. Pretende-se, assim, uma evolução das actuais práticas pedagógicas no sentido de as adaptar a uma realidade distinta que se caracteriza pela necessidade de informação relevante e fiável susceptível de se tornar útil aos seus destinatários. Os meios de comunicação a adoptar procurarão assegurar a necessária organização da informação e caracterizará o sentido de oportunidade com que será disponibilizada. Perspectivam-se repercussões nos modos de aprendizagem dos alunos e nos modos de formação dos professores. Em termos práticos, pretende-se apoiar os docentes a: • Criar materiais didácticos em formato digital; • Organizar e partilhar a informação; • Criar condições de auto-formação. Ainda um factor a considerar que está na base da concepção desta Oficina de Formação em regime de e-learning, é o facto de ultrapassada em escala significativa a fase da aquisição de competências básicas em TIC por parte de muitos professores, haver necessidade de redireccionar a formação contínua em quatro grandes linhas de acção: 1. Desenvolver a aplicação das competências básicas adquiridas na produção de materiais educativos;Os dados recolhidos são processados automaticamente, destinando-se à gestão automática de certificados e envio de correspondência. O preenchimento doscampos é obrigatório pelo que a falta ou inexactidão das respostas implica o arquivamento do processo. Os interessados poderão aceder à informação que lhes
  2. 2. diga respeito, presencialmente ou por solicitação escrita ao CCPFC, nos termos dos artigos 27º e 28º da Lei nº 10/91 de 19 de Fevereiro. Entidade responsável pelagestão da informação: CCPFC - Rua Nossa Senhora do Leite, nº 7-3º - 4701 - 902 Braga. 2. Modernizar os processos e os meios envolvidos na formação contínua dos professores explorando as potencialidades que as TIC oferecem (nomeadamente no que se refere à Internet), desenvolvendo a sua utilização como ferramenta para a actividade docente e adequando a formação às novas exigências da “sociedade da informação e do conhecimento”; 3. Facultar ao máximo o acesso à formação contínua e promove-la enquanto garante da qualificação dos docentes no sentido de uma melhoria significativa das suas competências e do seu desempenho; 4. Rentabilizar os recursos materiais e humanos envolvidos na formação, reduzindo os custos evitando deslocações e a afectação de salas e equipamentos. Finalmente, salienta-se que esta acção tal como foi concebida encontra-se em perfeita sintonia com as grandes linhas orientadoras da actividade futura do Centro de Formação de Escolas do Concelho de Almada. Essas Linhas orientadoras apontam para o ensino à distância como forma de alargar e adaptar as ofertas e respostas formativas às necessidades dos diversos públicos alvo, em particular os professores e educadores. 3. DESTINATÁRIOS DA ACÇÃO 3.1. Equipa que propõe (caso dos Projectos e Círculos de Estudos) (Art. 12º-3 RJFCP) (Art.33º c) RJFCP) 3.1.1 Número de proponentes: __________ 3.1.2 Escola(s) a que pertence(m): _____________________________________ _________________________________________________________________ 3.1.3 Ciclos/Grupos de docência a que pertencem os proponentes: __________________________________________________________________ __________________________________________________________________ 3.2. Destinatários da modalidade: (caso de Estágio ou Oficina de Formação) Educadores de Infância e Professores dos Ensinos Básico e Secundário
  3. 3. 4. EFEITOS A PRODUZIR: MUDANÇA DE PRÁTICAS, PROCEDIMENTOS OU MATERIAIS DIDÁCTICOS Com esta acção, a desenvolver à distância em regime semi-presencial, pretende-se: • Estimulo a estratégias pedagógicas promotoras de metodologias inovadoras; • Adopção de práticas que levem ao envolvimento dos alunos em trabalho prático com TIC; • Produção, utilização e avaliação de recursos educativos digitais potenciadores da construção do conhecimento; • Mudança de práticas, com a integração de ferramentas de comunicação e interacção à distância, no processo de ensino e aprendizagem; • Prolongamento dos momentos de aprendizagem no tempo e no espaço, fomentando a disponibilização on-line de recursos educativos; • Desenvolvimento de projectos/actividades que potenciem a utilização das TIC em contextos inter e transdisciplinares; • Promoção de momentos de reflexão decorrentes da prática lectiva; A acção decorrerá à distância, com suporte na plataforma de e-learning Tei@ (Tecnologia Educativa, Inovação e Aprendizagem) desenvolvida pelo Centro de Formação de Escolas do Concelho de Almada e disponível em www.teia.almadaforma.org. Os formandos terão acesso, mediante login a uma área de trabalho específica em que estarão publicados todos os materiais produzidos pelos formadores e pelos formandos. Promover-se-á junto dos formandos a atitude pró-activa de, autonomamente, estes virem a produzir e a publicar materiais educativos da sua autoria, utilizando as técnicas propostas e desenvolvidas em tutoriais disponíveis na área de trabalho desta Oficina de Formação. Com vista a incentivar a interacção entre formandos e formadores, a manter um vínculo de relação interpessoal e a assegurar um acompanhamento próximo do trabalho desenvolvido, a acção terá três sessões presenciais de frequência obrigatória as quais perfazem um total de 9 horas. As restantes 21 horas, são de trabalho acompanhado a distância (online), compreendendo a realização de actividades propostas nos tutoriais e a publicação dos respectivos produtos na plataforma Tei@.
  4. 4. 5. CONTEÚDOS DA ACÇÃO (Práticas Pedagógicas e Didácticas em exclusivo, quando a acção de formação decorre na modalidade de Estágio ou Oficina de Formação) Regime Conteúdos Duração • Apresentação do grupo de trabalho • Objectivos e desenvolvimento do curso 1ª SessãoMódulo 1 • Procedimentos organizativos. Normas de funcionamento da plataforma Tei@ Presencial 3 horas • Planificação do Projecto de Trabalho • Criação ou edição de uma conta Google; • Fundamentos do trabalho colaborativo: metodologias e avaliação. • Trabalhar com o Google Docs: o Processador de Texto Trabalho autónomo o Folha de CálculoMódulo 2 3 horas on-line o Apresentações Electrónicas o Formulários • Partilha de documentos • Trabalhar com o Google Sites: Page Creator: o Criar uma nova página o Escolher o layout ou plano de página Trabalho autónomoMódulo 3 on-line o Escolher o estilo de página 3 horas o Editar páginas o Inserir imagens o Criar um links (hiperligações) • Trabalhar com o Google Sites: Page Creator: Trabalho autónomo o Publicar as páginasMódulo 4 on-lin o Administrar o sítio o Acrescentar gadgets às páginas • Aplicação dos conhecimentos adquiridos na preparação do projecto SessãoMódulo 5 Presencial • Contextos de utilização das ferramentas 3 horas • Fases de desenvolvimento de um projecto que envolva trabalho colaborativo • Utilização do Blogger: Trabalho autónomo o Criar um BlogMódulo 6 3 horas on-line o Escrever no blog o Visualização do blog? • Utilização do Blogger: Trabalho autónomo o Apagar ou emendar um texto que já tenha sido publicadoMódulo 7 3 horas on-line o O Sistema de Comentários o Inserir Imagens no blogMódulo 8 Trabalho autónomo • Gestão de Projectos com o Google Calendar 3 horas on-lineMódulo 9 Trabalho autónomo • Google Picasa: 3 horas on-line o Localizar, editar e partilhar fotografias 3ª Sessão • Apresentação dos trabalhos realizados em Formato DigitalMódulo 10 3 horas Presencial • Avaliação da acção
  5. 5. 6. METODOLOGIAS DE REALIZAÇÃO DA ACÇÃO 6.1. Passos Metodológicos A acção terá uma estrutura modular em que três módulos são presenciais e de frequência obrigatória e sete são realizados com acompanhamento a distância. As sessões presenciais estão distribuídas no início, no meio e no final da acção. As sessões presenciais e as acompanhadas à distância serão fundamentalmente teórico-práticas. Na primeira sessão, presencial, serão desenvolvidas competências na utilização da plataforma de e-learning que suporta a realização do curso à distância e será definida a calendarização para a publicação dos trabalhos online. Será ainda feita urna primeira abordagem ao projecto de trabalho que cada formando deverá desenvolver individualmente e apresentar no final da acção. Sessões acompanhadas a distância desenvolver-se-ão em torno de tutoriais e cada sessão conterá um guião de actividade cujo trabalho resultante deve ser publicado pelos formandos na área de trabalho da acção (plataforma Tei@). A tutoria dos formandos (acompanhamento à distância) far-se-á em regime de comunicação assíncrona, através de correio electrónico, fóruns e serviços de mensagens instantâneas na Internet. Os formandos poderão (e deverão) estabelecer entre si contactos para esclarecimento de dúvidas e troca de experiências no mesmo regime de comunicação assíncrona. Do ponto de vista metodológico pretende-se fazer uma formação, o mais individualizada possível, tendo sempre em conta a heterogeneidade dos formandos do ponto de vista de conhecimentos informáticos. Nesta acção tentar-se-á fazer da formação um meio activo de busca de conhecimentos, através da prática, cabendo ao formador, essencialmente, o papel de apoio. Deste modo, serão os formandos a construir o seu conhecimento numa postura autónoma, mas constantemente apoiados pelo formador. Serão, no entanto, proporcionados, por parte do formador, momentos teóricos que servirão de base à reflexão sobre o trabalho produzido e experimentado. Construir-se-ão saberes adequáveis ao nível de ensino de cada formando, os quais serão enquadrados em contexto lectivo. Para além das sessões presenciais e online, os formandos desenvolverão 30 horas de trabalho autónomo distribuídas pelas actividades propostas nos respectivos guiões e pelo desenvolvimento do projecto de trabalho final. 6.2. Calendarização 6.2.1. Período de realização da acção durante o mesmo ano escolar: Entre os meses de Março e Julho 6.2.2. Número de sessões previstas por mês: 4 6.2.3. Número total de horas previstas por cada tipo de sessões: Sessões presenciais conjuntas: 3 sessões (9 horas) Sessões de trabalho acompanhado a distância: 7 sessões (21 horas) Sessões de trabalho autónomo: 30 horas
  6. 6. 7. APROVAÇÃO DO ÓRGÃO DE GESTÃO E ADMINISTRAÇÃO DA ESCOLA: Data: da Modalidade do Projecto) (Art. 7º, RJFCP) (Caso ___/___/___ Cargo: _______________________________________________________________ Assinatura: _____________________________________________________________________________________8. CONSULTOR CIENTÍFICO-PEDAGÓGICO OU ESPECIALISTA NA MATÉRIA (Art.25º-A,2 c) RJFCP) Nome: ______________________________________________________________________________________ (Modalidade de Projecto e Ciclo de Estudos) delegação de competências do Conselho Científico-Pedagógico da Formação Contínua (Art. 37º f) RJFCP) SIM NÃO Nº de acreditação do consultor9. REGIME DE AVALIAÇÃO DOS FORMANDOS Avaliação quantitativa dos formandos, na escala de 1 a 10 valores, nos termos do nº 3 do artigo 13º do RJFCP e da carta circular – 3/2007, de Setembro de 2007, do CCPFC. A avaliação será, igualmente, expressa em termos qualitativos em conformidade com a escala que a seguir se insere: Excelente — de 9 a 10 valores; Muito bom — de 8 a 8,9 valores; Bom — de 6,5 a 7,9 valores; Regular — de 5 a 6,4 valores; Insuficiente — de 1 a 4,9 valores. Será objecto de avaliação o trabalho desenvolvido nas sessões presenciais de e- learning e no trabalho autónomo: Sessões presenciais e de e-learning: • Assiduidade: frequência mínima de 2/3 da carga horária total • Nível de participação e qualidade da intervenção nas sessões; • Apresentação clara das ideias e resultados das pesquisas; • Problematização das situações em análise; • Realização das tarefas propostas em cada sessão. Sessões não presenciais (trabalho autónomo): • Regularidade do trabalho desenvolvido (demonstrado pela apresentação periódica dos resultados das actividades desenvolvidas); • Qualidade do trabalho final e nível de aplicabilidade em situação de sala de aula; • Relatório final do formando, incluindo aplicação em sala de aula; • Portfolio individual do formando.
  7. 7. 10. FORMA DE AVALIAÇÃO DA ACÇÃO Critérios a utilizar: a) Pelos formandos Resposta a um inquérito elaborado para o efeito centrado em: • Tema /Conteúdo; • Metodologias; • Dimensão Relacional; • Eficácia da Acção. b) Pelo formador Através da elaboração de um relatório crítico de incidência: • Nas respostas dos formandos ao inquérito avaliativo; • Na análise das actividades desenvolvidas. c) Pela entidade formadora Elaboração de um relatório analítico com base nos instrumentos avaliativos produzidos pelos formandos e pelo formador.11. BIBLIOGRAFIA FUNDAMENTAL • Urbano, Magno - Google Guia de Consulta Rápida, FCA • Querido, Paulo, Blogs – Centro Atlântico.PT • Google, 2006 – Centro Atlântico.PT Data ____ / ____ / ____ Assinatura ______________________________________

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