Jornal do 19º CBC dia 28/8
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Jornal do 19º CBC dia 28/8

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Representantes da classe contábil

Representantes da classe contábil
prestam homenagem à Bill Clinton

42º Presidente dos EUA fala sobre a importância da contabilidade e os desafios da humanidade.

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    Jornal do 19º CBC dia 28/8 Jornal do 19º CBC dia 28/8 Document Transcript

    • INFORMATIVO JORNAL DO 19º CBC | 27.0828.08Edição nº 2 Representantes da classe contábil prestam homenagem à Bill Clinton 42º Presidente dos EUA fala sobre a importância da contabilidade e os desafios da humanidade. 1
    • JORNAL DO 19º CBC | 27.08 2
    • JORNAL DO 19º CBC | 27.08Palestra Magna - Bill ClintonPor Fabrício Santos, Maristela Girotto e Daniel Garrido (CRCRJ) governantes e de apresentar ideias para a conser- vação dos recursos naturais. “Peço a todos que reflitam sobre isso”, ressaltou. Clinton citou China, México e Costa Rica como pa- íses que têm tomado iniciativas para a geração de energias limpas. O Presidente sugeriu que o Brasil realizasse um estudo sério sobre a viabilidade da utilização de fontes de energias como a solar e a eólica. Ao final da palestra, a presidente da Academia Bra- sileira de Ciências Contábeis (Abracicon), Maria Clara Cavalcante Bugarim, fez algumas perguntasOs congressistas lotaram o auditório Pará para as- população indígena, nos animais, nas espécies de ao Presidente Bill Clinton.sistirem, na noite do dia 27, a palestra Embracing plantas que podem ter a cura para doenças.”our Common Humanity (Abraçando a humanida- “Nós não somos nem nunca seremos perfeitos,de), proferida pelo 42º Presidente dos Estados Uni- O ex-presidente é fundador da William J. Clinton mas podemos ser sempre melhores do que somosdos, Bill Clinton. Foundation que tem como objetivo melhorar a qua- hoje”, concluiu o 42º Presidente dos EUA. lidade de vida por meio da geração de energia lim-Logo no início da palestra, pode-se observar que o pa e do emprego. No Brasil, a fundação tem fortepresidente se tornou um ativista da sustentabilida- atuação. Há trabalhos, em São Paulo, que prevêemde e do humanismo. “Devemos transformar boasações em resultados”, avisa Clinton. Segundo o a reforma de 200 escolas para que elas consumam menos energia. Essas ações acontecem ao melho- Biografiapresidente, a humanidade deve trabalhar de forma rar o isolamento e fazendo o reuso da água. Nascido no Arkansas, William Jefferson Clinton foi governa-mais organizada para que bons frutos possam ser dor do estado por dois man-colhidos. “O tema desta palestra reflete o nosso No Rio de Janeiro, a fundação de Clinton está tra- datos antes de chegar à Casainteresse comum, ou seja, se todos nós trabalhás- balhando na troca das lâmpadas de 4.000 semáfo- Branca. Clinton foi o primeirosemos pautados na educação, saúde e na geração ros por lâmpadas do tipo LED, que são mais caras, presidente democrata em seis décadas a ser eleitode emprego teríamos bons resultados para as fu- mas duram dez vezes mais. Clinton contou que em duas vezes à presidência dosturas gerações”, completa. Los Angeles este projeto prevê a troca de 180 mil Estados Unidos. Ele chegou semáforos, gerando economia. Outra ação no Bra- a Washington para exercerPor estar em Belém, Clinton reforçou a importância sil é o início de testes para o sistema de ônibus. o seu primeiro mandato em 1993, e foi reeleito em 1996.do Brasil em cuidar melhor de uma reserva tão Serão testados ônibus elétricos e híbridos. Estenecessária para a humanidade. “O País precisa re- projeto será feito nas cidades de São Paulo, Rio de Clinton chegou à Presidência aos 46 anos e, na época, foifletir sobre os impactos da construção de grandes Janeiro, Curitiba e Bogotá (Colômbia). considerado um dos presidentes americanos mais jovens shidrelétricas na Amazônia. Não acredito em pes- tomar posse. Depois de deixar a Casa Branca, Clinton criou a Fundação William J. Clinton, com a missão de contribuirsoas que criticam e não dão alternativas”. Ainda O Presidente defendeu o desenvolvimento de me- para a melhoria da saúde global, de fortalecer as economi-segundo o ex-presidente “Vocês precisam de ele- canismos para uma contabilidade sustentável. “No as, de promover infâncias saudáveis e também de protegertricidade e querem preservar a floresta. E 20% do mundo, os custos da administração dos desas- o meio ambiente.oxigênio mundial vem de vocês. Não é fácil, mas tres naturais têm aumentado muito”, afirmou. Ele Durante o governo de Bill Clinton, os Estados Unidos des-vocês têm que pensar sobre essas coisas, sobre o disse que não importa o posicionamento político frutaram de um período de paz e de bem-estar econômicofuturo de seus filhos e netos. É preciso pensar na dos cidadãos, pois todos têm o dever de exigir dos numa antes visto em sua história. 3
    • JORNAL DO 19º CBC | 27.08Sistema CFC/CRCs saúda oPresidente Bill Clinton 4
    • JORNAL DO 19º CBC | 27.08 3º Fórum da Mulher Contabilista Ousadia e Coragem: Seu Nome é Mulher Por Fabrício Santos, Danielle Rodrigues (CRCES) e Daniel Garrido (CRCRJ) Com o Tema Ousadia e Coragem: seu nome é mu- lher, o 3º Fórum Nacional da Mulher Contabilista reuniu cerca de 3 mil pessoas na manhã do dia 27. A jornalista Leda Nagle, a ex-senadora Marina Silva, a especialista em câncer de mama Silvia Rogatto, a sexóloga Laura Muller e a cantora Gaby Amarantos participaram do fórum. A jornalista Leda Nagle iniciou o fórum solicitan- do que as convidadas falassem de suas trajetórias pessoais e profissionais. A ex-senadora Marina Sil-Leda Nagle va revelou que foi analfabeta até os 16 anos:“Sei Marina Silva que muitos aqui têm suas histórias de vida, mas lembro que com educação e com muita força de vontade podemos ter uma vida digna.” Outro exemplo de superação é a estrela paraense Gaby Amarantos, que venceu diversos preconcei- tos por ser de origem humilde. “Acima de tudo, o importante é ser feliz e não desistir dos sonhos.” A educação sexual foi outro ponto de destaque. A sexóloga Laura Muller chamou a atenção para a importância do tema. “Infelizmente, falar de sexoGaby Amarantos ainda é tabu para muitas famílias. Seria muito mais educativo e doenças seriam evitadas”. Laura Muller A bióloga e pesquisadora Sílvia Rogatto falou sobre a importância do exame preventivo do câncer de mama e sobre os cuidados com o HPV. “O uso do preservativo é fundamental e a melhor prevenção conta a doença”, avisa a bióloga. Ao final, a vice-presidente de Desenvolvimento Pro- fissional do CFC, Maria Clara Bugarim, foi home- nageada pelo presidente da Camara Municipal de Belém, Raimundo Castro. A cantora Gaby Amaran- tos encerrou o Fórum cantando os seus sucessos. 5 Silvia Rogatto
    • JORNAL DO 19º CBC | 27.08Painel - Normas Internacionais de AuditoriaPor Fernanda de Oliveira (CRCMG)O Painel Normas Internacionais de Auditoria apre- lizar alterações. “Agora é tempo de mudar e uma formação dos profissionais e requerem camadassentou o estágio em que se encontra a implanta- solução global, embora flexível, é necessária. Os mais nobres e elevadas do conhecimento, como ação das normas de auditoria, as perspectivas de usuários desejam informações mais relevantes e capacidade de julgamento. Novas ações se farãomudança no relatório do auditor independente e o úteis sobre a entidade e a auditoria para a tomada necessárias no exercício da profissão”, afirma.ensino dessas normas nos cursos de formação em de decisões”, diz.Ciências Contábeis no Brasil. O projeto de alteração do relatório foi elaboradoO coordenador do Grupo do CFC e Ibracon que tra- pelo IAASB (International Auditing and Assurancebalhou na Convergência das ISAs, Cláudio Longo, Standards Board) e está disponível para downloadfoi o mediador do Painel e apresentou o cenário de no site do órgão: www.iaasb.org. O documento re-implantação das normas e as três grandes verten- força o valor comunicativo da elaboração do rela-tes atuais: as firmas de auditoria de grande porte tório de auditoria, busca uma linguagem mais claraou de qualquer porte, que auditam demonstrações e fluída em comparação à linguagem padronizada econtábeis de entidades reguladas; as firmas de au- reforça a transparência a respeito da auditoria. “Asditoria de pequeno porte, que auditam pequenas e sugestões e comentários sobre o projeto podemmédias empresas ou entidades não reguladas; e as ser enviados diretamente para o IAASB ou para oinstituições de fiscalização superior. Ibracon, através do e-mail: ibracon@ibracon.com. br, até o dia 8 de outubro. É hora de participar des-O representante do CFC e do Ibracon no Comitê de se processo”, lembra Coscodai. A expectativa é deAuditoria da Ifac e sócio da PricewaterhouseCoo- que até o final de 2014 as novas normas sejam pu-pers, Valdir Coscodai, destacou que o relatório do blicadas.auditor é o único instrumento de comunicação doauditor. “Trata-se de um documento valioso, mas As oportunidades e desafios no ensino das nor-que ainda não é suficientemente claro”. Segundo mas internacionais de auditoria foram enfatizadosele, diversas pesquisas internacionais foram feitas por Guillermo Braunbeck, Accademic Fellow IASB.e todos os resultados mostram que é hora de rea- “As transformações atuais são positivas para a 6
    • JORNAL DO 19º CBC | 27.08Painel - Os Exames como Instrumento deQualificação ProfissionalPor Fabrício SantosOs Exames promovidos pelo Conselho Federal de prova de Qualificação Técnica Geral – 2.367, prova selho Americano de Contabilidade (AICPA, na siglaContabilidade (Exame de Qualificação Técnica, para o BCB – 1056 e prova para a SUSEP – 257. em inglês) para realizar os exames de certificaçãoExame de Suficiência e o Exame do Conselho CPA no Brasil. A prova é um requisito básico paraAmericano de Contabilidade (AICPA, na sigla em O coordenador do EQT, contador Pedro Coelho, trabalhar com auditoria nos Estados Unidos. Oinglês) foram apresentados pelos contadores Os- disse que “para manter o controle sobre os audi- diretor da AICPA, Craig Mills afirma que a parce-car Lopes da Silva, Pedro Coelho Neto e o diretor tores aprovados nos exames, o CFC criou o Cadas- ria irá firmar a contabilidade brasileira nos outrosda AICPA, Craig Mills. tro Nacional de Auditores Independentes do CFC, do países. “Com a sexta economia mundial em pleno qual podem participar contadores aprovados nos crescimento, os profissionais brasileiros passaramO Exame de Qualificação Técnica (EQT) a que são exames que atuem nas empresas reguladas pela a ser observados com outro viés: a de profissionaissubmetidos os auditores independentes surgiu a CVM, BCB e Susep. Para manutenção da inscrição, competentes que desempenham excelentes trabal-partir da exigência da Comissão de Valores Mo- o contador - auditor deverá comprovar, anualmente, hos em diversas situações”, afirma.biliários, contida na Instrução nº 308/99. Posteri- o cumprimento do Programa de Educação Profis-ormente, passou a ser exigido pelo BCB – Banco sional Continuada. O convênio também prevê a estruturação de umCentral do Brasil e pela SUSEP – Superintendência curso sobre as normas internacionais de contabi-de Seguros Privados, por meio de dispositivos O Exame de Suficiência, requisito necessário para lidade (IFRS, em inglês) com carimbo do CFC e dopróprios. que os bacharéis e técnicos em Contabilidade pos- AICPA que deverá ser dado no primeiro semestre sam exercer a profissão, chega – por força de Lei do próximo ano no Brasil e Estados Unidos, com aCoube ao Conselho Federal de Contabilidade, em -, a sua quarta edição (esta última acontecerá em possibilidade de ser estendido para outros paísesparceria com o Instituto de Auditores Independ- setembro). O coordenador do Exame, contador Os- da América Latina. O conteúdo do treinamento deveentes do Brasil (Ibracon), preparar e aplicar as pro- car Lopes disse que o certame, ao se tornar obrig- reunir experiências brasileiras bem-sucedidas novas para cada área o que instituído pela Resolução atório, reforçou a necessidade de estar no mercado assunto.CFC nº 989/2003. A primeira versão dos exames apenas profissionais capacitados para exercer aaconteceu em 2004. Neste ano de 2012 foi reali- profissão. Também participaram do painel a conselheira dozada a 12ª Edição. Nestes anos já submeteram CFC Ana Tércia, que falou sobre educação continu-aos exames 3680 contadores, assim distribuídos: Recentemente, o CFC firmou parceria com o Con- ada, e a contadora Marisa Schwabe. 7
    • JORNAL DO 19º CBC | 27.08 Painel - Processo de Convergência das Normas Internacionais do Setor Público Por Danielle Rodrigues (CRCES) A nova contabilidade pública brasileira: a con- TO) e Inaldo Paixão, vice-presidente do Tribunal de trução do modelo brasileiro dentro dos padrões tabilidade patrimonial. Esse foi um dos temas Contas do Estado da Bahia (TCE/BA). internacionais. discutidos nesse painel, que também destacou a revolução no setor público e o alinhamento das Todos os palestrantes ressaltaram a importância O contador tem papel fundamental na gestão normas convergidas ao padrão internacional. das parcerias com os órgãos para o sucesso no pública e necessita cumprir a sua principal função processo de mudanças, já que a convergência é de gerar informação sobre o patrimônio público. Os trabalhos foram coordenados pela vice-pres- um processo coletivo de ampla discussão e re- “Para isso, precisa ter foco nos procedimentos idente Técnica do CFC, Verônica Souto Maior, e flexão. Vale lembrar que foi no ano de 2008 que de gestão para alcançar excelência na execução pelo coordenador do Grupo de Estudos da Área as normas foram editadas para a contabilidade dos processos na área pública no Brasil”, afir- Pública do CFC, Joaquim Osório Liberalquino Fer- pública e as alterações estão sendo colocadas mou Gilvan Dantas. reira. Participaram como painelistas: Gilvan da Sil- em prática de forma serena, porém, com a par- va Dantas, subsecretário de Contabilidade Pública ticipação de toda a classe contábil. Lançamento de Livro da STN; Severiano Costandrade, conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Tocantins (TCE/ Durante todo o evento foi possível analisar tudo Durante o painel foi lançado o Manual do CFC – que já foi realizado em relação a transformação Normas Internacionais de Contabilidade Aplica- do modelo brasileiro para internacional, e o que das ao Setor Público. O presidente do Conselho ainda precisa ser feito para que a convergência Federal, Juarez Domingues Carneiro, ressaltou a seja mais uma importante conquista sem trau- importância do trabalho em grupo para a elabo- mas para as instituições. ração do livro, citando as instituições parceiras: STN e Fundação Getúlio Vargas. Outro ponto citado foi sobre o processo de pert- encimento das mudanças que o profissional con- “Estamos passando por um processo irreversível tábil precisar agregar para ter consciência que no setor público, que cresce a cada dia e já pos- a convergência é um processo conduzido por sui importantes parceiros que trabalham com todos. Assim como a classe e as instituições en- integração pelo fortalecimento da área.” O livro volvidas possuem responsabilidade nessa con- está sendo distribuído no estande do CFC. 8
    • JORNAL DO 19º CBC | 27.08Painel - IFRS na América LatinaPor Maristela Girotto tação, na Venezuela, dos padrões internacionais de Contabilidade, Ramos explicou como está sendo a aplicação das NIIF completas e para Pequenas e Médias Empresas; expôs sua visão a respeito dos pontos fortes e fracos das normas; abordou os projetos atuais do Iasb que estão em análise; falou sobre a agenda futura de implementação das NIIF; e discorreu sobre os emissores locais. O panorama da adoção das normas internacionais no Uruguai foi apresentado pelo contador público Winston Fernandez, diretor do Glenif desde agosto 2011 e reconduzido ao cargo no mês de julho deste ano. O palestrante afirmou que o país começou aO presidente do Conselho Federal de Contabilida- marco conceitual do processo no país. O presiden- adotar as NIIF, gradualmente, a partir do início dosde e do Grupo Latinoamericano de Emisores de te do Cinif detalhou as etapas necessárias para a anos 1990.Normas de Información Financiera (Glenif), Juarez emissão das normas, desde a elaboração da agen-Domingues Carneiro, coordenou o Painel “IFRS da de projetos até a promulgação e difusão das NIIF. De 2005 a 2009, de acordo com Fernandez, funcio-na América Latina”, realizado nesta segunda-feira nou naquele país um projeto executado pelo CCE-(27), às 14 horas. O tema foi abordado por cinco O vice-presidente do Glenif, Jorge Jose Gil, falou AU, com apoio do Banco Interamericano de Desen-membros da Diretoria do Glenif: Felipe Perez Cer- sobre a estrutura das normas contábeis na Ar- volvimento (BID), que teve por objetivo capacitar avantes, do México; Jorge José Gil, da Argentina; gentina, onde são divididas em três grupos: NIIF maioria dos contadores do Uruguai e difundir, deRafael Rodríguez Ramos, da Venezuela; Winston completas, NIIF para Pequenas e Médias Empresas forma ampla, as normas internacionais. SegundoFernandez, do Uruguai; e Luis Alonso Colmenares (PyMEs) e normas específicas para microempre- Fernandez, em 2004, um Decreto do Poder Execu-Rodríguez, da Colômbia. sas. Ele detalhou ainda a abrangência das normas, tivo aprovou a aplicação obrigatória das Normas de acordo com os tipos de empresas, e os prazos Contábeis Adequadas.Cada um dos palestrantes falou a respeito do pro- previstos para adoção das NIIF.cesso de convergência às Normas Internacionais – Na Colômbia, os princípios e as normas de con-International Financial Reporting Standards (IFRS) Além do Glenif, Gil também atua no Organismo tabilidade são regulados pela Lei nº 1.314/2009,– em seus países. Na América Latina, com exceção Emissor de Normas Profissionais (CECyT) da Ar- conforme explanação feita pelo contador Luis Alon-do Brasil, as normas do International Accounting gentina, onde é diretor-geral. É membro da Co- so Colmenares Rodríguez, que passou a integrar aStandards Board (Iasb) são conhecidas pela sigla missão Especial para a Adoção das NIIF no país; Diretoria do Glenif em julho de 2012. O palestranteNIIF – Normas Internacionales de Información Fi- representante da Argentina, no Iasb, nas reuniões explicou sobre a aplicação das normas conformenanciera. do grupo de Emissores de Normas Contábeis Mun- a seguinte divisão: Grupo 1) emissores de valores, diais (WSS); e é membro do Grupo de Implementa- entidades de interesse público e empresas que se-Felipe Perez Cervantes, atual presidente do Consejo ção da NIIF para PyME do Iasb (SMEIG). jam matrizes, subordinadas ou de comércio inter-Emisor y del Centro de Investigación y Desarrollo nacional; Grupo 2) empresas que não cumpram osdel CINIF – Consejo Mexicano para la Investigación O presidente da Federação de Colégios de Con- requisitos do Grupo 1; e Grupo 3) Microempresas,y Desarrollo de Normas de Información Financiera, tadores Públicos da Venezuela, Rafael Rodríguez pessoas físicas ou jurídicas que não cumpram osdiscorreu sobre a adoção das NIIF no México, pro- Ramos, explanou sobre algumas etapas da adoção requisitos do Grupo 2. Colmenares também deta-cesso conduzido pelo Cinif. Ele explicou que a con- das normas internacionais em seu país. lhou o cronograma de convergência das normas, avergência teve início em 2006, quando foi criado o Coordenador da equipe responsável pela implemen- partir de 2011, de acordo com cada grupo. 9
    • JORNAL DO 19º CBC | 27.08 Workshop de Ensino em Contabilidade Internacional (IFRS) Baseado na Estrutura Conceitual Por Daniel Garrido (CRCRJ) As mais recentes ferramentas de educação sobre ensino de contabilidade baseado nas IFRS, or- no segmento de auditoria, o Brasil passa a aderir Normas Internacionais de Contabilidade foram o ganizada pelo Conselho Federal de Contabilidade, inteiramente aos padrões internacionais de con- tema do Workshop de Ensino em Contabilidade em parceria com o Banco Nacional do Desen- tabilidade. Para Guillermo, o País tem um enorme Internacional Baseado na Estrutura Conceitual, volvimento Econômico e Social (BNDES), Febra- potencial a ser explorado. “Temos um leque mui- apresentado pelo gerente de projetos educacio- ban (Federação Brasileira dos Bancos), e o Iasb to variado de instituições de ensino em IFRS no nais do Iasb (International Accounting Standards em 2011. Com a implantação das IPSAS (Inter- Brasil. Na verdade, ainda estamos aprendendo a Board - organização internacional que elabora e national Public Sector Accounting Standards) no fazer e a ensinar IFRS. Por isso viemos aqui apre- atualiza as IFRS), Guillermo Oscar Braunbeck. setor público e das ISAs (International Standards sentar essa série de recursos e ferramentas para O painel, coordenado pelo conselheiro do CFC on Auditing - Normas Internacionais de Auditoria) o aperfeiçoamento do segmento”, conclui. Edson Franco de Moraes, teve por objetivo sen- sibilizar profissionais, professores e estudantes sobre uma nova forma de se aprender as normas IFRS. Segundo o palestrante, a ideia principal dessa metodologia de ensino é treinar os alu- nos a pensar e julgar casos práticos e conceitos teóricos, tornando-se capazes de se adaptarem às constantes mudanças das normas contábeis. Os congressistas que lotaram o auditório Tapajós na tarde desta segunda-feira (27) presenciaram, na prática, a filosofia de ensino proposto. Ao longo de sua apresentação, Guilhermo levantou diversos debates entre os profissionais exploran- do opiniões divergentes entre eles, provocando reflexão e criatividade. Segundo Braunbeck, que é economista, doutor em Controladoria e Contabilidade e professor da Fipecafi (Fundação Instituto de Pesquisas Con- tábeis, Atuariais e Financeiras), a metodologia está sendo desenvolvida pelo Iasb há dois anos e encontra-se em fase final de ajustes. A con- siderar a intensa participação dos congressistas do 19º CBC, a proposta já pode ser considerada um sucesso. Depois de uma hora de explanação e interação, Guillermo reservou os últimos 30 minutos para responder às dúvidas da plateia. O ensino de IFRS foi amplamente debatido pelo Sistema CFC/CRCs na série de simpósios sobre 10
    • JORNAL DO 19º CBC | 27.08Painel Sustentabilidade EmpresarialPor Fabrício Santos O novo contexto mundial impulsiona as empresas recursos”. Segundo Sônia, tais aplicações, deno- a adotarem modelos de gestão mais sustentáveis. minadas “investimentos socialmente responsá- O painel Sustentabilidade Empresarial, apresentado veis (SRI), consideram que empresas sustentá- por Sônia Favaretto (Bovespa) e Paulo Wanick (Ar- veis geram valor para o acionista no longo prazo, celor Mittal) demonstrou a importância das grandes pois estão mais preparadas para enfrentar riscos e pequenas empresas adotarem o termo Sustenta- econômicos, sociais e ambientais. “A Bovespa, bilidade no dia a dia. atenta a essa tendência e em conjunto com várias instituições decidiu unir esforços para criar um A responsabilidade social empresarial emerge como índice de ações que seja um referencial para os uma alternativa cada vez mais comum de colocar investimentos socialmente responsáveis, o Índice em prática a Sustentabilidade Empresarial. Ser so- de Sustentabilidade Empresarial (ISE)”. cialmente responsável considera a premissa de que o crescimento econômico – representado na gera- O representante da Arcelor disse que a susten- ção de riquezas – é uma contribuição aquém daqui- tabilidade empresarial é um conceito “de suma lo que as empresas devem oferecer à sociedade. E importância” que deve ser difundido no mercado não é só isso: desde que passou a ser empregada, empresarial como um todo. “O planeta e a civiliza- a sustentabilidade empresarial adquiriu contornos ção humana não podem mais desperdiçar opor- de vantagem competitiva, o que permitiu a expan- tunidades e desprezar os danos que foram pro- são de alguns mercados, como o de energia, que vocados ao clima e ao meio ambiental. A Terra permitiu o surgimento das energias renováveis. já não suporta mais o nível atual de consumo e de desperdício em que o homem vive. Mudar para A representante da Bovespa disse que “há alguns sobreviver é a única opção e a sustentabilidade é anos iniciou-se uma tendência mundial dos inves- a única alternativa “, afirmou. O painel foi coor- tidores procurarem empresas socialmente respon- denado pelo vice-presidente de Registro do CFC, sáveis, sustentáveis e rentáveis para aplicar seus Antônio Miguel. 11
    • JORNAL DO 19º CBC | 27.08 12
    • JORNAL DO 19º CBC | 27.08Lançamento dos eventos:3º Encontro Luso-Brasileiro de Contabilidade, IX EncontroNacional da Mulher Contabilista e XII ProlatinoTrês grandes eventos foram lançados na tarde do dia 27. Paulo (CRCSP) com o apoio da Fundação Brasileira de Ainda, em 2013, será realizado, em Salvador (BA), o XIINeste ano, São Luís (MA) receberá a terceira edição do Contabilidade (FBC) realizarão a nona edição do Encon- Prolatino – Congresso Internacional de Contabilidade doEncontro Luso-Brasileiro de Contabilidade. Com o tema tro Nacional da Mulher Contabilista. Evento tradicional Mundo Latino. Idealizado pelo Dr. Lopes de Sá, o Pro-principal “Contabilidade é memória, São Luis 400 anos da classe, o encontro traz uma grande novidade: pela latino tem como objetivo avaliar o progresso científico-de história”, o evento – que tem por objetivo transferir primeira vez será realizado a bordo de um navio. Com contábil no mundo latino; harmonizar a linha culturalconhecimentos da profissão contábil para os países de o lema “Mulher Contabilista: bem-vindo ao futuro!”. O latina com o mundo acadêmico internacional e proteger alíngua portuguesa - pretende reunir cerca de 300 profis- encontro, bem como as edições já realizadas, tem por cultura latina, que é uma das Origens da Ciência Contábil.sionais da contabilidade. O CFC e a Ordem dos Técnicos objetivo reunir profissionais para debater importantesOficiais de Contas de Portugal (OTOC) são as entidades assuntos relacionados à área técnico-contábil e gestão Para a vice-presidente de Desenvolvimento Profissionalresponsáveis pelo evento. empresarial. O navio escolhido foi o MSC Fantasias – do CFC, Maria Clara Cavalcante Bugarim, esses eventos que é o maior navio de cruzeiros construído por um ar- fortalecem a busca por qualificação, além de proporcio-No próximo ano, a Academia Brasileira de Ciências mador europeu. A bordo do navio, os participantes do nar importantes debates sobre os avanços da Contabi-Contábeis (Abracicon), o Conselho Federal de Contabili- Encontro farão um minicruzeiro por Santos - Ilha Bela lidade nacional e internacional. “Precisamos intensificardade (CFC), Conselho Regional de Contabilidade de São – Búzios – Santos. a união pela valorização da classe e, nesses eventos, temos valiosas oportunidades de discutir ações que so- mam para o enriquecimento da profissão.” Para saber mais: Participaram dos lançamentos, o presidente do CFC, Juarez Domingues Carneiro; o Bastonário da OTOC, 3º Encontro Luso-Brasileiro de Contabilidade Local: Santos – São Paulo Antônio Domingues de Azevedo; o presidente do CRCSP , Data: 22 e 23 de outubro de 2012 Inscrições pelo site: www.encontromulher.com.br Luiz Fernando Nóbrega; o presidente do CRCMA, Her- Local: São Luís (MA) aldo de Jesus Campelo; o presidente do CRCBA, Wel- Inscrições pelo site: http://lusobrasileiro.cfc.org.br XII Prolatino lington Cruz e os representantes da OTOC, Lino Miguel, Data prevista: 7 a 9 de abril Ezequiel Fernandes, Antonio Joaquim Fernandes e Maria IX Encontro da Mulher Contabilista Local previsto: Porto Seguro (BA) Madalena Porto Castanho. Data: 27 a 30 de novembro de 2013 Em breve inscrições pelo site. 13
    • JORNAL DO 19º CBC | 27.0820ºCBC - CANDIDATURASSanta Catarina ou Fortaleza? Quem sediará o 20º?Por Fabrício SantosCom muita animação, os dois estados que estão con-correndo ao 20º Congresso Brasileiro de Contabilidadeagitam os congressistas com brindes. O estande de vo-tação foi aberto na manhã de ontem (26). Os estadosconcorrentes têm até quarta-feira para conquistarem opúblico apresentando suas culturas, comidas típicas emuitas outras atratividades, além do Centro de Conven-ções para sediar o evento.O Centro de Convenções de Florianópolis (CentroSul) écomposto por dois salões com área total de 7.200m², oespaço é destinado para feiras, exposições e shows. OPavilhão de Feiras do Ceará ocupa uma área total de 206mil m², sendo 185 mil m² de área construída e mais de21,4m² de área verde. O projeto arquitetônico foi inspira-do em aspectos típicos da paisagem cearense, comofaléias e o bordado das rendeiras. As duas cidades sãoconhecidas mundialmente pelas belezas naturais.Vote no seu estado preferido! 14
    • JORNAL DO 19º CBC | 27.08Flashes do Evento 15
    • Flashes do Evento L DADE DOE I I AB S Realização: Organização: T TA N L D CON DO D PAR E O OA Á GI CO RE NS L HO E Patrocinadores Apoio:Expediente COMISSÃO ORGANIZADORA 19ºCBC Elys Tevânia Carvalho Diagramação: Coordenadora Operacional Juarez Domingues Carneiro Silvia Neves e CQueiroz Comunicação Presidente do Conselho Federal de ASSESSORIA DE IMPRENSA Contabilidade Fotografia: Robson Cesco, Bené França, Pedro França, Fabrício Santos - DF 2887 JP Eloi Prata Alves Cadu Gomes, Cláudio Andrade e André Rodrigo Jornalista Responsável Presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Pará Tiragem: Jornalistas: Fabrício Santos, Maristela Girotto, 5000 Maria Clara Cavalcante Bugarim Danielle Rodrigues (CRCES), Daniel Garrido (CRCRJ) Presidente da Comissão Organizadora e Fernanda de Oliveira (CRCMG).