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Abertura do Open Innovation Seminar - Bruno Rondani - Allagi
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Abertura do Open Innovation Seminar - Bruno Rondani - Allagi

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Abertura do Open Innovation Seminar 2008, realizado no dia 16 de junho de 2008 no WTC em São Paulo/SP

Abertura do Open Innovation Seminar 2008, realizado no dia 16 de junho de 2008 no WTC em São Paulo/SP

Published in: Business, Economy & Finance
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  • 1. 16 de junho de 2008 – São Paulo/SP Bruno Rondani Allagi Abertura do Open Innovation Seminar 2008 Pannel 3 – EntrepreneurshipInovação aberta - Brasil by Open Innovation and opportunities brought Open Innovation Seminar 2008 – Allagi
  • 2. Sobre o evento: A inovação é cada vez mais reconhecida como uma fundamental fonte de vantagem competitiva às empresas. Por isso, a cultura da inovação tem se difundido de tal modo que é possível encontrar diversas ações relacionadas a essa temática, desde programas de inovação nas empresas, passando por cursos de especialização e MBAs, até a multiplicação de eventos e livros. O cenário parece mudar: as universidades abrem suas portas, incubadoras de base tecnológica se multiplicam, programas públicos de fomento e incentivo à inovação são aprimorados, a disponibilidade de capital empreendedor aumenta etc. Entretanto, parte das ações que representa o interesse em promover uma cultura da inovação no país acaba se perdendo em meio ao modismo da utilização desse termo e à ineficácia de algumas iniciativas. Daí a necessidade de debates mais profundos sobre os modelos de inovação e suas aplicabilidades. O Open Innovation traz elementos interessantes para este debate, uma vez que questiona a utilização de práticas tradicionais de geração de inovação nos dias de hoje. Comumente, as empresas continuam a manter estruturas de pesquisa e desenvolvimento (P&D) a portas fechadas, em função do sucesso desse modelo no passado. Nessa nova abordagem, as empresas utilizam idéias externas em seu próprio processo de inovação, ao passo em que também disponibilizam para outras empresas idéias internas geradas em suas equipes de pesquisa e que não serão utilizadas em seu negócio. O Open Innovation Seminar 2008 visa debater a aplicabilidade dessa nova abordagem e modelo. Trazemos pela primeira vez ao Brasil o Prof. Henry Chesbrough da Haas Business School da Universidade da Califórnia – Berkeley, pesquisador que cunhou o termo Open Innovation. Além disso, convidamos executivos, pesquisadores, formuladores de políticas públicas, empreendedores e investidores para debaterem o tema em três mesas distintas.
  • 3. Mesa 1 - Iniciativas de Open Innovation no Brasil Pergunta central: O Open Innovation pode ser aplicado à realidade das empresas no Brasil? Contexto: Gerar inovações de alto impacto é o grande desafio das empresas que visam competir em um mercado globalizado. Nesse sentido, as empresas têm procurado cada vez mais criar programas de inovação radical. Nos últimos anos, tem sido possível identificar uma mudança significativa nas estruturas de P&D das empresas dos Estados Unidos e de determinados países da Europa e Ásia. Nessas regiões o modelo de Open Innovation tem sido cada vez mais adotado pelas grandes corporações. Sabe-se que a produção de conhecimento no Brasil é relevante, porém a transformação desse conhecimento em resultado econômico ainda tem muito a avançar. Além disso, o país investe pouco em P&D se comparado às economias mais desenvolvidas. Visando fazer melhor uso desse conhecimento disponível, algumas empresas no Brasil já começaram a adotar práticas relacionadas ao Open Innovation. Outras já criaram programas formais baseados nesse modelo. Nesta mesa pretende-se debater a importância da aplicação do Open Innovation nas empresas brasileiras e nas empresas multinacionais instaladas no país. Objetivo: Debater como o modelo de Open Innovation pode contribuir para a criação de programas de inovação radical nas empresas atuantes no Brasil.
  • 4. Mesa 2 - Open Innovation e o Sistema Nacional de Inovação Pergunta central: Como o Open Innovation pode contribuir para a formulação de políticas públicas de incentivo à inovação? Contexto: Visando aumentar a competitividade da indústria nacional, as políticas públicas têm focado cada vez mais na criação de mecanismos de incentivo e fomento à inovação. Exemplos desse esforço são: a recente criação da Lei de Inovação e da Lei do Bem, a multiplicação de programas de fomento e financiamento a projetos de inovação a partir de agências federais e estaduais, o incentivo à criação de parques tecnológicos e incentivos fiscais pelos municípios, a criação de núcleos de inovação tecnológica, incubadoras de empresas e escritórios de transferência de tecnologia nas universidades públicas. Observa-se nesses programas uma tendência coerente com o modelo de Open Innovation. Entretanto, faz-se necessário um aprofundamento do debate sobre a aplicabilidade dos conceitos do Open Innovation na formulação dessas políticas públicas. A proposta desta mesa é discutir como o modelo de Open Innovation pode auxiliar os formuladores dessas políticas na criação de mecanismos mais eficazes. Objetivo: Debater como o modelo de Open Innovation pode contribuir para a criação de programas públicos de incentivo e fomento à inovação mais eficazes.
  • 5. Mesa 3 - Empreendedorismo e oportunidades trazidas pelo Open Innovation Pergunta central: Quais as oportunidades de empreendedorismo de startups e corporativo podem ser criadas pelo Open Innovation? Contexto: Grandes empresas dependem de inovações radicais para criarem novas bases de crescimento. Entretanto, muitas vezes a estrutura operacional das empresas encontra-se focada apenas na inovação incremental e, freqüentemente, é oposta à estrutura necessária para viabilizar a inovação radical. As empresas nascentes (start-ups) inovadoras são motores interessantes e, talvez, mais apropriados para a inovação radical. Em geral, são criadas e recebem investimentos com a expectativa de gerarem inovações radicais, pois não sofrem a mesma burocracia que atinge as grandes firmas. Por serem extremamente flexíveis e estarem aptas a captar os sinais do mercado, são capazes de iniciar as operações em baixos mercados. Apesar disso, as pequenas empresas sofrem desvantagens de posicionamento para comercializarem suas inovações, já que não possuem cadeia de suprimentos estruturada, infra-estrutura, marca forte e credibilidade, características das grandes companhias. O foco desta mesa concentra-se em como os programas de Open Innovation podem gerar novas oportunidades de parceria entre pequenas e grandes empresas. Objetivo: Debater o impacto do empreendedorismo de base tecnológica na estratégia empresarial das grandes corporações e a forma como os empreendedores podem contribuir nos programas de inovação radical das grandes empresas.
  • 6. Programação Evento Participantes 8:30 Cadastramento Bruno Rondani 9:00 Abertura Henry Chesbrough Palestra: Open Innovation - Conceitos e Aplicações 11:20 Mesa 1: Iniciativas de Open Innovation no Brasil Henry Chesbrough Natura – Sônia Tuccori Cristália - Ogari Pacheco Embraer - Hugo Resende Omnisys - Luiz Henriques IBM - Cezar Taurion FGV - Flávio Vasconcelos Henry Chesbrough 14:40 Mesa 2: Open Innovation e o Sistema Nacional INPI - Jorge Ávila de Inovação PROTEC - Roberto Nicolsky ANPEI - Olívio Ávila FIEP - Rodrigo da Rocha Loures USP - João Furtado Henry Chesbrough 17:00 Mesa 3: Empreendedorismo e oportunidades FINEP - Eduardo Costa trazidas pelo Open Innovation Inova-Unicamp - Roberto Lotufo USP/Anprotec - Ary Plonski FGV - Cláudio Furtado FDC - Afonso Otávio Cozzi FGV - Tales Andreassi
  • 7. Participantes do Evento 350 inscritos 133 instituições 13 estados
  • 8. Material do evento: Será disponibilizado no Blog da Allagi (http://blog.allagi.com.br) o seguinte material:  Perguntas encaminhadas por escrito durante o seminário  Apresentação de slides da palestra do Prof. Henry Chesbrough  Apresentações dos debatedores das mesas
  • 9. Patrocínio: VSE - VALE SOLUÇÕES EM ENERGIA Realização: Apoio: Equipe Organizadora: Bruno Rondani - FGV/FSA/Allagi • Rafael Rocha Levy – Allagi • Fabiana Grieco Cabral de Mello - Allagi • Roberto Bernardes - FEI-ADM/ESPM-ADM • Paulo Lemos - Inova-Unicamp • Ana Flávia Portilho Ferro - DPCT-Unicamp •
  • 10. Sobre a organização: A Allagi é uma consultoria especializada em inovação tecnológica. Nossa missão é auxiliar empresas a viabilizarem seus projetos de inovação assessorando-as naquilo que for necessário para transformar uma idéia em resultado econômico. A Allagi mantém uma equipe de consultores com espírito empreendedor para trabalhar junto aos nossos parceiros no desenvolvimento da inovação. Trabalhamos próximo a universidades, institutos de pesquisa e incubadoras de empresas no Brasil e no mundo através de nossa rede de parceiros, o que cria novas fontes de inovação para nossos clientes. Monitoramos de perto as oportunidades de fomento, financiamento e incentivos fiscais para a inovação tecnológica criadas pelo governo por meio de suas agências e Ministérios. Adicionalmente, mantemos uma rede de investidores das modalidades Angel, Seed e Venture Capital, para viabilizar a criação de novos negócios. A Allagi presta serviços de consultoria para empresas que queiram adotar práticas de Open Innovation. Trabalhamos deste o reconhecimento de oportunidades externas, identificação, seleção e gestão de parceiros, até a comercialização de tecnologias internamente geradas para parceiros externos. A Allagi quer trabalhar com a sua empresa para vencermos juntos o desafio da inovação! Visite nosso blog: blog.allagi.com.br Al. Joaquim Eugênio de Lima, 680, Cj. 51 CEP: 01403-000 Jardim Paulista – São Paulo – SP, Brasil Tel/Fax: +55 11 4508-2755/2758 http://www.allagi.com.br

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