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Apresentacao curso cetra ta setembro.2013

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Apresentacao curso cetra ta setembro.2013

  1. 1. O Papel da PsicologiaO Papel da Psicologia na Equipe Multi ena Equipe Multi e Interdisciplinar deInterdisciplinar de Cirurgia da ObesidadeCirurgia da Obesidade Dra. Gardenia Barbosa - PsicólogaDra. Gardenia Barbosa - Psicóloga gardeniabarbosa@uol.com.brgardeniabarbosa@uol.com.br Karine Moura de farias Borges – PsicólogaKarine Moura de farias Borges – Psicóloga karinemfarias@hotmail.comkarinemfarias@hotmail.com Andreza Pirillo – PsicólogaAndreza Pirillo – Psicóloga
  2. 2. - 05 Cirurgiões05 Cirurgiões - 04 Anestesiologistas04 Anestesiologistas - 02 Cardiologistas02 Cardiologistas - 02 Endoscopistas02 Endoscopistas - 01 Pneumologista01 Pneumologista - 04 Endocrinologistas04 Endocrinologistas - 01 Psiquiatra01 Psiquiatra - 01 Ortopedista01 Ortopedista -03 Cirurgiões03 Cirurgiões PlásticosPlásticos - 01 Radiologista01 Radiologista - 03 Fisioterapeutas- 03 Fisioterapeutas - 03 Psicólogas- 03 Psicólogas - 02 Nutricionistas- 02 Nutricionistas - 01 Enfermeira01 Enfermeira - 01 Odontóloga- 01 Odontóloga - 01 Fonoaudióloga01 Fonoaudióloga - 01 Instrumentadora01 Instrumentadora EQUIPE MULTI E INTERDISCIPLINAREQUIPE MULTI E INTERDISCIPLINAR
  3. 3. ESPECIALISTAESPECIALISTA 1ª CONSULTA (INFORMATIVA) 2ª CONSULTA (EFETIVA) REUNIÃO DOREUNIÃO DO NÚCLEO DONÚCLEO DO OBESOOBESO ENDOCRINOENDOCRINO ORTOPEDISTORTOPEDIST AA PSICÓLOGOPSICÓLOGO PSIQUIATRAPSIQUIATRA NUTRICIONISTANUTRICIONISTA DENTISTADENTISTA 10% DE PERDA PONDERAL AVALIAÇÃO CLÍNICA CARDIOLOGISTACARDIOLOGISTA PNEUMOLOGISTAPNEUMOLOGISTA APARELHOAPARELHO DIGESTIVODIGESTIVO LABORATÓRIOLABORATÓRIO ENDOSCOPIAENDOSCOPIA US ABDOMINALUS ABDOMINAL 3ª CONSULTA ANESTESIOLOGISTAANESTESIOLOGISTA (CONSULTA PRÉ ANESTÉSICA)(CONSULTA PRÉ ANESTÉSICA) FISIOTERAPEUTAFISIOTERAPEUTA ENFERMEIRAENFERMEIRA FONOAUDIÓLOGOFONOAUDIÓLOGO AVALIAÇÃO E PREPAROAVALIAÇÃO E PREPARO CLÍNICO, PSICOLÓGICO E NUTRICIONALCLÍNICO, PSICOLÓGICO E NUTRICIONAL
  4. 4. A PESSOA QUE BUSCA A CIRURGIAA PESSOA QUE BUSCA A CIRURGIA
  5. 5. A PESSOA QUE BUSCA AA PESSOA QUE BUSCA A CIRURGIACIRURGIA  Pessoa em sofrimento:  Físico  Psíquico  Social  “não aguento mais ser gordo”  “O meu corpo não acompanha meu ritmo”
  6. 6. UM OLHAR A MAIS...  Inserir a compreensão da obesidade como um sintoma  Para além do corpo que adoece  Uma perspectiva sistêmica Estrutura psíquica Estrutura familiar Estrutura sócio-cultural e econômica
  7. 7. UM OLHAR A MAIS...  Favorecer à equipe a compreensão da pessoa que busca o tratamento cirúrgico da obesidade como um ser complexo e integral  Fomentar a humanização e constante aprendizado da equipe no atendimento ao paciente obeso
  8. 8. HISTÓRIA DA OBESIDADE  Desde a infância  Crises normativas  Transtornos psicológicos  Estilo de vida
  9. 9. TENTATIVAS “FRUSTRADAS”  Endocrinologista  Nutricionista  Educador físico  Cirurgião plástico  Fórmulas manipuladas  Dietas da moda  Psicoterapia  Cirurgia Bariátrica???????
  10. 10. A OPÇÃO PELA CIRURGIA  “Só porque o médico indicou...”  “Já tentei de tudo...”  “Todos estão fazendo...”  “Não tenho jeito mesmo...”  “Nunca mais quero voltar a engordar ”  “Não suporto mais viver nessa condição...”  “Quero ter qualidade de vida...”
  11. 11. 1 MÊS 7 DIAS 15 DIAS 2 MESES 3 MESES CIRURGIÃOCIRURGIÃO NUTRICIONISTANUTRICIONISTA CIRURGIÃOCIRURGIÃO CIRURGIÃOCIRURGIÃO CLÍNICOCLÍNICO FONOAUDIÓLOGOFONOAUDIÓLOGO CIRURGIÃOCIRURGIÃO NUTRICIONISTANUTRICIONISTA NUTRICIONISTANUTRICIONISTA FONOAUDIÓLOGOFONOAUDIÓLOGO FISIOTERAPEUTAFISIOTERAPEUTA PSICÓLOGOPSICÓLOGO CLÍNICOCLÍNICO NUTRICIONISTANUTRICIONISTA FONOAUDIÓLOGOFONOAUDIÓLOGO PSICÓLOGOPSICÓLOGODENTISTADENTISTA REUNIÃO CIRURGIÃOCIRURGIÃO CLÍNICOCLÍNICO NUTRICIONISTANUTRICIONISTA FONOAUDIÓLOGOFONOAUDIÓLOGO PSICÓLOGOPSICÓLOGODENTISTADENTISTA ACOMPANHAMENTO INTERDISCIPLINARACOMPANHAMENTO INTERDISCIPLINAR PÓS-OPERATÓRIOPÓS-OPERATÓRIO
  12. 12. UM OLHAR A MAIS...  Período de insegurança, dúvidas pós-cirurgicas, medo,vulnerabilidade, empolgação . Suporte emocional acolhida das dificuldades. Apoio no período de inserção da dieta líquida; Início da etapa radical.
  13. 13. UM OLHAR A MAIS...  Primeiro mês – Dieta líquida restritiva  “Não imaginei que fosse desse jeito, é mais difícil do que eu pensava.”  Concretização do processo  Dúvidas: Será que vai funcionar? Será que vou emagrecer mesmo? Vale a pena tanto esforço?  Fome x vontade de comer  Fase de confronto à ansiedade e à compulsão.  Com –Vivência e dependência de cuidados - relação com a família.
  14. 14. UM OLHAR A MAIS...  Segundo mês– Fase de novas experiências. Dieta pastosa, início da mastigação  Aprendizado de uma forma nova de mastigar.  “Será que vai ser assim para o resto da vida?” “ Não agüento mais comer assim!”  medo de vômitos e entalos.  Aprender sobre os limites do novo estômago, fome x vontade de comer.  Novas posturas alimentares.  Novos sabores X antigos gostos.
  15. 15. UM OLHAR A MAIS...  Terceiro mês– Quase tudo é permitido.  Fase de Aumento da Auto estima.  “Cheguei aqui triste e deprimida. Hoje me sinto a mulher mais importante do mundo”.(Paciente, 40 anos emagreceu 20k)  Conclusão de uma etapa inicial, com saldo positivo.  Novas conquistas.  Retorno aos grupos e experiências sociais.
  16. 16. UM OLHAR A MAIS...  No primeiro ano – a comprovação do sucesso  Fase de euforia  Encantamento
  17. 17. UM OLHAR A MAIS...  Desafios  Construir uma relação equilibrada com alimentação.  Aderir ao acompanhamento psicológico.  Buscar novas estratégias para lidar com os problemas.  Implementar reais mudanças de estilo de vida.  Adaptação à nova imagem.  Cuidados com a transferência da compulsão  Alcoolismo  Transtornos alimentares
  18. 18. De Willendorf a Afrodite

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